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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Mercosul, Brasil/Amazónia, os incendiários gritam: ’Há fogo!’


3 de Setembro de 2019, Rede Voltaire (Itália) https://www.voltairenet.org/article207517.html


Manlio Dinucci*

Aliados de ontem, inimigos de hoje: são os países que investiram no Brasil e que obrigaram a sua indústria a explorar as suas riquezas sem tomar precauções que, doravante, denunciam a devastação desse modelo económico.

Perante a propagação dos incêndios na Amazónia, a Cimeira do G7 mudou a sua agenda para ‘enfrentar a emergência’. Os Sete -- França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos -- assumiram, juntamente com a União Europeia, o papel de Corpo de Bombeiros planetário.
O Presidente Macron, como bombeiro chefe, lançou o alarme “a nossa casa está a arder”. O Presidente Trump prometeu o máximo empenho dos EUA no trabalho de extinção.

Os holofotes da comunicação mediática concentram-se nos incêndios no Brasil, deixando todo o resto na sombra. Primeiro de tudo, o facto de que está a ser destruída não só a floresta amazónica (dois terços da área são do Brasil), reduzida quase 10 mil km2 por ano em 2010-2015, mas também a floresta tropical da

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Brasil/OS ORÁCULOS DA PILANTRAGEM

30 maio 2014, Mauro Santayana http://www.maurosantayana.com (Brasil)

Mauro Santayana

(Hoje em Dia) -- A Comissão Européia acusou, formalmente, na semana passada, os bancos HSBC, Crédit Agricole e JP Morgan, de promover acordos, por debaixo do pano, para manipular a taxa interbancária EURIBOR - que afeta diretamente o custo dos empréstimos para os tomadores.

Do golpe, participavam também o Barclays, o Societé Generále, o Royal Bank of Scotland, e o Deutsche Bank, já condenados, pelo mesmo crime, em dezembro, a pagar multa de mais de um bilhão de euros.
   
O Deutsche, maior banco da Alemanha, teve de ser capitalizado em 8 bilhões de euros, esta semana, para  para não quebrar. O Banco Espírito Santo, de Portugal, também a ponto de quebra, foi acusado, pela KPMG, de graves irregularidades em suas contas. E o Crédit Suisse foi condenado a pagar 2.6 bilhões