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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Tuchola: Polish Death Camp for Russians/Тухоль: польский лагерь смерти для русских

30.11.201, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


In early November a memorial to «the victims of Maidan» was suddenly erected on the Wilenski square, Warsaw, no matter the plans had envisioned the restoration of the Brotherhood in Arms Statue devoted to commemorate dozens of thousands of Red Army soldiers who lost their lives to liberate Poland from fascism in the days of WWII. The fact sparked a wave of indignation but it was not the desecration of the soldiers’ memory that caused it. Here is a message posted to Kresy.pl – «Maidan means a square in Ukrainian. Ukrainians made Poles come to maidan before they were slaughtered (in Volyn. – Author’s note). In some populated areas the swamps with remains of the victims are still called maidans».

Some time before that the plans to erect the memorial to Polish death camp victims (Red Army soldiers who died in 1922-23) in Kraków’s Rakowicki Cemetery had been cancelled…

To make clear what exactly happened to the victims in question I offer to have a look at what happened in the second largest concentration camp that was located in the vicinity of Tuchola. The camp was built during the First World War. In 1919 the place became a prison for the soldiers of Ukrainian and Belarusian formations, the civilians who had sympathy for the Soviet government and the interned officers of the White Army.

In December 1920 Polish Red Cross worker Natalia Kreiz Velezhinska said the prisoners lived dug-outs with stairs going down. The interned

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A PESTE FASCISTA ESTÁ A SER INOCULADA OUTRA VEZ NA EUROPA/Спустя 75 лет просторы Европы вновь засевают «зубами дракона»

9 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
URL http://www.resistir.info/europa/dragon_teeth_01set14_p.html

por Yuriy Rubtsov

"Naturalmente – perguntou –, sabe do que se trata, Rieux? [...] Pois eu sei. [...] vi alguns casos em Paris, há uns vinte anos.   Simplesmente, nessa altura, não houve a coragem de lhe dar um nome. A opinião pública é sagrada:   nada de pânico.   Sobretudo, nada de pânico.   E depois, como dizia um colega:   'É impossível, toda a gente sabe que ela desapareceu do Ocidente' ". A Peste, Albert Camus, Lisboa, Livros do Brasil, p. 334.

Muitos órgãos de comunicação comparam a situação contemporânea na Europa com os dias anteriores à II Guerra Mundial. Gostava de fazer aqui uma correção importante. Neste momento estamos a assistir ao fomento pelo Ocidente de mais um regime nazi representado pela junta de Kiev e isso faz lembrar a segunda metade dos anos 30 em que aconteceu a mesma cooperação com a Alemanha, transformada num estado fascista.

Claro que a Ucrânia que conhecemos hoje não pode comparar-se à Alemanha de Hitler. Mas o primeiro golpe é meia batalha ganha. A adesão cega ao Führer começou com um cabo desconhecido a pregar a xenofobia e a vingança.

É um segredo do domínio público que os Estados Unidos foram coniventes com Adolf Hitler. A penetração dos EUA foi significativa e intensa, em especial a sua cooperação com

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС/Comentário acerca das novas sanções anti-russas adoptadas pela EU/Комментарий МИД России в связи с согласованными Евросоюзом очередными антироссийскими санкциями

1 agosto 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
30-07-2014, http://www.mid.ru (Россия)

Por Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia

Na sequência das sanções anti-russas de 29 de Julho acordadas pela União Europeia, a Rússia não pode senão constatar a evidente ausência de vontade política e de desejo desta União em investir na resolução da crise na Ucrânia. A UE, pelo seu lado, ignora cegamente as causas do trágico desenvolvimento dos acontecimentos no Sudeste deste país, onde, no quadro da pretensa "operação anti-terrorista" do poder de Kiev, dezenas de cidadãos pacíficos morrem diariamente e onde centenas de milhares de habitantes foram constrangidos a tornarem-se refugiados. Uma região imensa encontra-se doravante à beira de uma catástrofe humanitária de grande escala. 

O conjunto dos acontecimento deve-se em grande parte às decisões irresponsáveis da própria União Europeia, que se mostra indulgente para com o actual governo de Kiev. A UE, em suma, deu carta branca à "pacificação" do país e demonstra uma forte falta de escrúpulo politico ao aceitar de facto qualificar a operação punitiva de Kiev contra o seu próprio povo "de abordagem moderada na conduta das operações de restabelecimento da lei e da ordem". 

Temos vergonha pela União Europeia, que depois de ter durante longo tempo procurado "falar a uma só voz", doravante fala pela voz de Washington e

ANIVERSÁRIOS SANGRENTOS*

2 agosto 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

A loucura belicista do capitalismo mundial em 2014 não é novidade. Repetem-se as tragédias de 1914 e 1939. O sistema capitalista, sobretudo na sua fase imperialista, é isto: um sistema baseado na exploração, agressão, opressão e guerra.

Cem anos após o começo da I Grande Guerra, e quase 75 após o início da II Guerra Mundial, o imperialismo está a lançar a Humanidade num novo e terrível conflito de enormes proporções. Os massacres israelita em Gaza e do fascismo ucraniano no Donbass têm mais em comum do que se possa pensar. As guerras no Iraque, Síria, Afeganistão, Líbia não chegaram a acabar. Os ataques militares por intermédio de aviões não tripulados (drones) semeiam a morte e destruição nesses países, mas também no Iémen, Paquistão, Somália e outros. Misteriosos bandos terroristas fazem o jogo do imperialismo na destruição da Nigéria, Iraque, Sudão. O planeta está a ser incendiado pelos senhores da guerra imperialista. Que agora ameaçam abertamente a Rússia, a China e qualquer outro país que

BRICS, БРИКС/ASSESSOR DE PUTIN PROPÕE “ALIANÇA ANTIDÓLAR” PARA PÔR FIM ÀS GUERRAS DOS EUA EM TODO O PLANETA

3 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tyler Durden, ZeroHedge – http://goo.gl/d1g1YZ

“Uma coalização antidólar será o primeiro passo para criar-se uma coalizão antiguerra capaz de deter a agressão norte-americana.”

Já faz algum tempo que tanto a Ucrânia como a resposta russa às sanções (que puseram em movimento o grande eixo eurasiano, aproximando China e Rússia e acelerando o negócio “Santo Graal” de gás entre os dois países) deixaram as manchetes. Mas ainda não se entendeu por que a imprensa-empresa ucraniana largou a cobertura da Ucrânia como se fosse batata quente, sobretudo porque a guerra civil prossegue no Donbass ucraniano e continua a fazer dúzias de mortos dos dois lados.

O mais provável é que o público tenha-se cansado de ouvir metáforas sobre jogos de xadrez ou de damas entre Putin e Obama, e tenha sido despachado para ler a propaganda que cerca as metáforas ‘analíticas’ e os eventos mortais da 3ª guerra do Iraque, como há tantas décadas.

Mas é provável que ‘sair do foco’ seja exatamente o que mais deseja a elite política russa. De fato – como noticia Valentin Mândrăşescu, editor de Voice of Russia –, enquanto a grande máquina norte-americana de distrair a atenção popular foca-se em outros temas, a Rússia já se prepara para os passos seguintes.

Assim se chega a um conselheiro de Putin, Sergey Glazyev – o homem que, no início de março, foi o primeiro a sugerir que a Rússia se livrasse dos títulos dos EUA e abandonasse

segunda-feira, 26 de maio de 2014

UMA GUERRA MUNDIAL SE APROXIMA: POR QUE TOLERAMOS ISSO?

22 maio 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

 

John Pilger, CounterPunch


Porque toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? Porque permitimos mentiras que justificam esse risco? A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.

Em vários casos a Inglaterra colaborou. O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são

quinta-feira, 22 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/STALIN Y EL COLAPSO DE LA OPERACIÓN DROPSHOT

17 mayo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)
http://www.telesurtv.net/articulos/2014/05/17/stalin-y-el-colapso-de-la-operacion-dropshot-8944.html

Por Miguel Ángel Ferrer

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales.

Desde el ya lejano año 1978, en que el gobierno de Estados Unidos desclasificó el documento hasta entonces secreto, se sabe que en 1949, el presidente Harry S. Truman había ordenado la elaboración de un plan de ataque atómico contra la Unión Soviética. Ese plan recibió un nombre muy sugestivo y altamente revelador: Dropshot, literalmente lanzar el disparo, y que en el español de México podría traducirse como un descontón, un golpe a traición, decisivo y demoledor, que pone de inmediato fuera de combate al adversario.

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales sobre