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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Portugal/REFLEXÃO SOBRE AS ELEIÇÕES

7 outubro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Os comentaristas de serviço dedicam-se a prever que governo sairá de um parlamento no qual a coligação vencedora obteve apenas uma maioria relativa, 104 deputados. O Presidente da Republica, que se comportou como um aliado do governo, vai agora incumbir Passos Coelho de formar governo. Mas que governo? Como escreveu o director executivo do semanário de direita Expresso, a vitória do PSD-CDS «só chega para um governo provisório».

A aliança PSD-CDS foi a força mais votada nas eleições legislativas, mas teve uma quebra de quase 750 mil votos em relação a 2011, perdendo a maioria absoluta.

A campanha da coligação reacionária intitulada «Portugal à Frente», apoiada ostensivamente pela maioria dos órgãos de comunicação social, excedeu em demagogia, hipocrisia e mentiras as anteriores de Passos & Portas. Chocante foi também a cobertura oferecida aos micro-partidos dos quais apenas o PAN elegeu um deputado.

As televisões, as rádios e os jornais ditos de referência subscreveram a tese oficial de que não havia alternativa para a austeridade. Não

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Discurso do presidente chinês na Comemoração do Dia da Vitória

3 setembro 2015, Embaixada da República Popular da China no Brasíl  http://br.china-embassy.org (Brasil)




Beijing (Xinhua) -- Segue o texto completo do discurso feito nesta quinta-feira pelo presidente Xi Jinping na Comemoração do 70º aniversário da Vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Guerra Antifascista Mundial, realizada no centro da capital chinesa.

Discurso do Presidente da República Popular da China

Sr. Xi Jinping

na Comemoração do 70º Aniversário da Vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Guerra Antifascista Mundial

3 de setembro de 2015

Compatriotas de todo o país,

Excelentíssimos Chefes de Estado, de Governo e Representantes das Nações Unidas e outras organizações internacionais,

Ilustres convidados,

Todos os oficiais e soldados que participam neste desfile militar,

Senhoras e Senhores, Camaradas e Amigos,

Hoje é um dia que merece ser lembrado pelos povos do mundo para sempre. No hoje de setenta anos atrás, depois de 14 anos de lutas difíceis e árduas, o povo chinês conseguiu a grande vitória da Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa, declarando a vitória total da Guerra Antifascista Mundial. A luz do sol da paz brilhou de novo sobre a terra.

Aqui, gostaria de, em nome do Comitê Central do Partido Comunista da China (CCPCC), da Assembleia Popular Nacional, do Conselho de Estado, da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC), da Comissão Militar Central do Partido Comunista da China, manifestar a nossa alta consideração e respeito aos veteranos, personalidades patrióticas e generais e comandantes do todo o país que participaram na Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa, bem como aos descendentes chineses domésticos e ultramarinos que fizeram contribuições importantes para a vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa. Gostaria de manifestar os nossos sinceros agradecimentos aos governos estrangeiros e amigos internacionais que apoiaram e ajudaram o povo chinês na resistência contra a agressão. Gostaria de dar as calorosas boas-vindas aos convidados e amigos militares de todos os países que participam na comemoração de hoje.

Senhoras e Senhores, Camaradas e Amigos!

A Guerra do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e a Guerra Antifascista Mundial são uma grande batalha decisiva entre a justiça e o mal, a luz e a escuridão, o progresso e a reação. Naquela guerra feroz e brutal, a Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa começou mais cedo e durou mais tempo. Perante os agressores, o povo chinês, indomável e determinante, lutou com o seu sangue, derrotando de forma completa os agressores militaristas japoneses, e salvaguardando os frutos de civilizações da nação chinesa que tinha desenvolvido por mais de 5,000 anos e a causa da paz da história da humanidade, forjando um cenário esplêndido na história de

A LIÇÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

4 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Cumprem-se 76 anos da invasão da Polónia pela Alemanha nazi, a 1 de Setembro de 1939 e 70 anos da rendição do Japão a 2 de Setembro de 1945. Com a publicação deste artigo de Laura Lopes, membro da presidência do CPPC, odiario.info presta também homenagem a esta grande figura de lutadora pela paz.

Na noite do dia 31 de Agosto de 1939, Alfred Helmut Naujocks, membro das SS nazis e do serviço de segurança SD, à frente de um grupo de criminosos de direito comum vestidos com uniformes polacos, simulava um ataque ao emissor de Gleiwitz na fronteira da Alemanha com a Polónia, às ordens do conde Heydrich, comandante da polícia de segurança SD.

No dia 1 de Setembro de 1939, o jornal “Volkischer Beobachter” comentava este episódio da seguinte forma: “Os Polacos irromperam na sala … O ataque contra a estação tinha todo o aspecto de sinal para um ataque geral dos franco-atiradores polacos contra o território alemão. Como se constatou entretanto, os rebeldes polacos romperam ao mesmo tempo a fronteira alemã em dois lugares. Em ambos os locais tratava-se de destacamentos armados até aos dentes, que segundo todas as aparências tinham o apoio do exército polaco regular. As secções da polícia de segurança estacionadas na fronteira ficaram à mercê dos assaltantes. Os combates de uma grande violência continuam.”

Esta operação detalhadamente montada por Hitler, como foi verificado no processo dos criminosos de guerra em Nuremberga, foi o sinal de desencadeamento da II Guerra Mundial, que vinha a ser preparada desde há muito. Após ter ordenado o golpe de mão de Gleiwitz, Hitler deu ordem para iniciar a guerra. Os exércitos hitlerianos invadiram a Polónia que se encontrava isolada e privada da ajuda prometida pelos aliados ocidentais, França e Grã-Bretanha, que há longos meses agiam em negociações de gabinete receosos de uma aliança com a U.R.SS, deixando complacentemente Hitler avançar com os seus planos de conquista de “espaço vital a Leste”. Foi a Polónia o primeiro país que opôs uma resistência armada às tropas da Wermacht. Durante cinco semanas lutou sozinha contra o exército nazi numa desproporção de forças que inevitavelmente levaria ao seu esmagamento imediato. As primeiras conquistas nazis, no seu expansionismo para Leste, tinham-se efectuado sem efusão de sangue: a Áustria, os Sudetas e Praga entregaram-se ao domínio hitleriano.

Hitler tinha dito 10 dias antes, em 22 de Agosto: “… a destruição da Polónia deve ser a nossa primeira tarefa … Não tenham piedade … Sejam brutais … é preciso

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin defende que Rússia e China trabalhem em conjunto para preservar a realidade histórica da II Guerra Mundial

2 setembro 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)


Moscovo, 2 de setembro (Diário do Povo Online) -- O presidente russo, Vladimir Putin, expressou, na véspera da visita à China, que a Rússia e a China estão dedicados inabalavelmente a defender a verdade histórica e a salvaguardar a vitória comum. A celebração conjunta do 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial demonstra diretamente esta determinação.

Em uma entrevista concedida à imprensa chinesa, Putin disse que a comemoração do dia da vitória tem um significado especial para ambos os países. A União Soviética despendeu de um enorme sacrifício para obter a vitória, enquanto o povo chinês também sofreu enormes perdas. Portanto, os dois países valorizam a memória dos seus mártires, e admiram os soldados veteranos.

"Os nossos dois países são aliados na luta contra o nazismo e o militarismo japonês", assinalou

HISTORIADORES ALEGAM QUE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL TEM INÍCIO EM 1937

28 agosto 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)  

Enquanto que a maioria do mundo ocidental acredita que a Segunda Guerra Mundial teve início com a invasão da Polónia pela Alemanha Nazi em 1939, há um crescente número de historiadores que acredita que a data oficial deve ser alterada para 1937, quando o Japão iniciou a invasão do território Chinês.

Robert Frank, Secretário Geral do Congresso Internacional de Ciências Históricas, é um dos grandes apoiantes desta alteração cronológica. Ele menciona os seus argumentos no livro “1937-1947 World War”, que foi publicado em França em abril.

Escrito em cooperação por 40 historiadores, o livro contém um capítulo específico chamado “War begins in Asia.” (A Guerra Começa na Ásia). Outros capítulos elaboram sobre a resistência dos países asiáticos, a ocupação japonesa, e a resistência e sofrimento da população chinesa.

“Na França chamamos-lhe a guerra de 1939-1945. Mas é uma guerra mundial. Não apenas

A GUERRA MUNDIAL ANTI-FASCISTA

4 maio 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)  

A Segunda Guerra Mundial foi a guerra de maior escala e com a maior perda na história humana, trazendo desastres sem precedentes aos povos do mundo.

A guerra afetou mais de 60 países e regiões, uma população de dois bilhões (80% da população global naquela época) e se espalhou para a Europa, Ásia, África, Oceânia e Oceano Pacífico, Índico, Atlântico e Ártico. Com a zona de combate de 22 milhões km² e a mobilização de 110 milhões de soldados, as despesas militares diretas da Guerra atingiu cerca de 1,3 trilhões de dólares, ocupando 60% a 70% da Renda Nacional Bruta (RNB) total dos países beligerantes, cujos perdas materiais chegaram a quatro trilhões de dólares.

O povo chinês e o povo da União Soviética fizeram grandes sacrifícios e deram importantes contribuições à vitória da Guerra Mundial Anti-Fascista. Segundo dados estatísticos, durante os oito anos da Guerra Anti-Japonesa, como o principal campo de batalha da Guerra Anti-Fascista na Ásia, a China lutou contra 70% das tropas japonesas. Mais de 35 milhões chineses sacrificaram suas vidas para a pátria, com a perda e

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A GEOPOLÍTICA DO DECLÍNIO GLOBAL AMERICANO

27 julho 2015, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Alfred McCoy

WASHINGTON CONTRA A CHINA NO SÉCULO VINTE E UM

O conceito de geopolítica não é oriundo do marxismo. É, pelo contrário, resultante da teorização burguesa acerca da expansão imperialista. Mas isso não impede que este artigo contenha uma muito interessante reflexão e análise das tendências em curso de rearrumação de forças no plano mundial.

Mesmo para os maiores impérios a geografia é frequentemente o destino. Não saberão disso em Washington, embora as elites políticas americanas, da segurança nacional,  da política internacional, continuem a ignorar o básico da geopolítica que formou o destino dos impérios mundiais nos últimos 500 anos. Consequentemente, não entendem o significado das rápidas mudanças globais da Eurásia que estão a minar a grande estratégia para o domínio do mundo que, Washington tem tentado nos últimos setenta anos.

Uma rápida visão do que se considera uma visão intimista em Washington actualmente revela um mundo de insularidade estonteante. Segundo o cientista político Joseph Nye, de Harvard, conhecido pelo seu conceito de «poder suave», como exemplo, oferecendo uma lista simples da maneira como ele acredita que o poder americano militar, económico e cultural permanece singular e superior, afirmou recentemente que não existe força interna ou global capaz de eclipsar o futuro da América como a primeira potência mundial.

Para aqueles que apontam Pequim e a sua economia crescente e

quinta-feira, 14 de maio de 2015

TANTOS ANOS QUE POUCO MUDARAM

12 de Maio 2015, Jornal de Angola (Angola)

Benjamim Formigo

Na sexta-feira decorreram 70 anos desde que no quartel-general de Eisenhower, em Reims, o general Alfred Jold, comandante do Exército alemão, assinou a rendição incondicional das tropas alemãs aos Aliados.

Na Europa, África e Ásia 48 milhões de pessoas perderam a vida no pior dos conflitos que o Mundo conheceu. Mais de metade foram civis.

Passadas sete décadas os Aliados dividiram-se em dois blocos, novas potências surgiram na cena internacional e as armas foram substituídas pelo dinheiro como forma de subjugar outros povos e regiões.

Os Estados da União Europeia fizeram-se notar

terça-feira, 12 de maio de 2015

GUERRA SAGRADA: DE PÉ, IMENSO PAÍS, DE PÉ PARA A BATALHA MORTAL

8 de maio de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A música Guerra Sagrada, também conhecida como "Dé pé, imenso país" é uma das mais famosas músicas da Grande Guerra Patriótica. A música foi composta por Aleksandr Aleksandrov, fundador da Orquestra Alexandrov, anteriormente conhecido como Coro e Banda do Exército Vermelho. A letra é do poeta soviético Vassili Lebediev-Kumátch.


Reprodução
"Glória ao nosso grandioso povo, povo vencedor!" (frase de Stálin 
em cartaz veiculado durante a 2ª Guerra Mundial)

Ouça duas versões da canção, em russo e em chinês:




As circunstâncias que levaram à música e à sua apressada apresentação são simples: a União Soviética fora invadida, em 22 de junho de 1941, pela Alemanha nazifascista, e a canção serviu como uma ode à resistência. Os versos foram terminados em 24 de junho de 1941 e Aleksandrov imediatamente compôs a música, em um caderno de notas, que foi repassado para os músicos aprenderem rapidamente as notas. A primeira apresentação se deu na estação de trem Bielorússia, quando

sexta-feira, 8 de maio de 2015

POEMAS A STALINGRADO

8 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



A Batalha de Stalingrado, que deu início à vitória do povo soviético durante a Grande Guerra Patriótica, já foi citada e homenageada em inúmeras obras literárias. Prosa, Poesia & Artetraz duas poesias sobre o tema: Novo Canto de Amor a Stalingrado, do poeta chileno Pablo Neruda e Stalingrado de Carlos Drummond de Andrade. 


Os dois poemas abordam a coragem e a convicção dos soldados do Exército Vermelho ao avançar contra a Alemanha Nazista. 

Leia na íntegra: 

NOVO CANTO DE AMOR A STALINGRADO

(Pablo Neruda)

Escrevi sobre a água e sobre o tempo,
descrevi o luto e seu metal acobreado,
escrevi sobre o céu e a maçã,
agora escrevo sobre Stalingrado.

A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A OPERAÇÃO VALQUÍRIA VISTAS POR UMA MULHER

8 maio 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

O relato de Marie Vassiltchikov é considerado o melhor relato sobre a tentativa de por fim à ditadura nazista, que ficou conhecida 'Operação Valquíria.'


Flávio Aguiar


Berlim - 8 e 9 de maio são as datas que comemoram o fim oficial da Segunda Guerra Mundial. A rendição incondicional de todas as Forcas Armadas alemãs foi assinada perto da meia-noite em Berlim. Em Moscou, cujo Exército Vermelho tomara a capital alemã, já era o dia 9. Por isso as duas datas se referem a este final de uma das guerras mais cruentas da historia da humanidade. Tradicionalmente as comemorações lembram o esforço conjunto dos aliados. Mas não este ano. Diversos países do Ocidente estão boicotando as comemorações russas, alegando as violações de Moscou em relação a soberania da Ucrânia. A Rússia, por seu lado, vem enfatizando o próprio esforço, além de lembrar o elevadíssimo numero de vítimas (20 milhões).

Uma maneira original de lembrar estes eventos da historia é a leitura do livro Diários de Berlim, 1940 - 1945, da princesa russa Marie Vassiltchikov, que passou a guerra em Berlim, onde estava exilada. Além de evocar a atmosfera progressivamente deteriorada da cidade, sob os bombardeios aéreos, ela, que era visceralmente anti-nazista, testemunhou de perto a preparação da fracassada tentativa de matar Hitler em

quarta-feira, 6 de maio de 2015

BRICS, БРИКС∕Putin considera ser inadmissível e cínica tergiversação da história

Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Moscou, (Prensa Latina) --- O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (05) de inadmissíveis e cínicas as tentativas de tergiversação da história em proveito de interesses políticos conjunturais e advertiu sobre os perigos de glorificar o nazismo na atualidade.

Numa mensagem aos participantes da conferência internacional consagrada ao papel da União Soviética e China na vitória sobre o fascismo e o militarismo, Putin advertiu que constitui um perigo a reabilitação dos nazistas e de seus colaboradores durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Para nós são francamente inaceitáveis as tentativas

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A VITÓRIA DOS POVOS SOBRE O NAZIFASCISMO COMPLETA 70 ANOS

30 abril 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


No dia 30 de abril de 1945, diante da evidência da retumbante derrota, o líder nazista Adolf Hitler cometia suicídio. A 2 de maio, um soldado soviético içava a bandeira vermelha com a foice e o martelo na cúpula do Reichstag, marcando a rendição de Berlim ao Exército da União Soviética.


Na semana seguinte, a 9 de maio, selava-se o resultado da guerra, com a definitiva derrota do nazi-fascismo. São datas para a celebração eterna na trajetória da Humanidade na sua busca constante pela democracia, a paz, a civilização e a justiça.

Embora quase não se fale sobre isto no Brasil, transcorrem nos próximos dias em diversos países do mundo eventos comemorativos do 70º aniversário de um dos acontecimentos mais gloriosos da história da Humanidade - a vitória dos povos sobre o nazifascismo. O principal deles será sem dúvida o desfile militar na Praça Vermelha de Moscou, de que participará a presidenta Dilma Rousseff.

Lideranças de movimentos sociais também

sexta-feira, 3 de abril de 2015

BRICS, Rússia/OTAN IMITA A OPERAÇÃO "BARBAROSSA"

2 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Francisco Rosa

As forças da OTAN realizaram perto das fronteiras da Rússia a operação militar “Determinação Atlântica”. Esta operação é muito semelhante ao plano “Barbarossa” executado por Hitler, em 1941. Os preparativos para a guerra  foram realizados ao longo da década de 30 com a participação do capital financeiro dos EUA e das elites britânicas.

Agora, ameaçam a Rússia com nova operação, que começou com o envio de forças militares norte-americanas a­dicionais  para a região do Mar Báltico. Sob o pretexto de proteger a Europa do Leste contra a “agressão russa”, mais de uma centena de tanques “A­brams” e veículos de transporte blindados “Bradley” passaram através da Letónia e de outros países europeus. No mês passado, uma unidade militar motorizada semelhante foi desdobrada na cidade de Narva, na Estónia, com bandeiras americanas, içadas por este regimento apenas a 300 metros da fronteira russa. Narva é uma cidade que fica a cerca de 100 quilómetros de São Petersburgo.
 
Durante o cerco de São Petersburgo pelas tropas nazis morreram mais de um milhão de habitantes. Sobre o recente desdobramento das forças na Letónia, o general norte-americano John O'Konnor disse que as tropas dos EUA vão deter a “agressão russa”. Washington aumentou significativamente a sua presença militar na região estrategicamente sensível, violando as obrigações assumidas perante Moscovo. No ano passado, o número dos voos da OTAN na região do Báltico e as visitas dos navios de guerra no Mar Negro, quadruplicaram.
 
Washington e os Governos da Lituânia, Letónia e Estónia, dirigidos pelos americanos, arrogaram-se o direito de desenvolver actividades proibidas pelos acordos obrigatórios como o Acto Básico Rússia-OTAN, assinado em 1990.
 
A operação “Determinação Atlântica” baseia-se nas alegações infundadas dos EUA

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

How Germany Was Partitioned. Lessons for Ukraine/Как Германия стала разделённой. Уроки для Украины

10.12.2014, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)
Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)

Yuriy RUBTSOV


Western nations have explained their support for Kyiv’s new post-coup regime by claiming they are trying to prevent Russia from destroying Ukraine as a single, unified state. However, it is increasingly evident that it is in fact Washington, Brussels, Bonn, and now Warsaw that are setting the stage for Ukraine’s dismemberment.

Not long ago, the speaker of the Polish parliament, Radek Sikorski, began circulating a dubious tale about a 2008 conversation between Poland’s former prime minister, Donald Tusk, and Vladimir Putin, in which Putin proposed that Tusk give some thought to the breakup of Ukraine. After Tusk carefully began distancing himself from this disturbing information, Sikorski backpedaled, claiming he had been misunderstood. But the Poles needed this maneuver in order to

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

¿QUÉ ES LA «NOVOROSSIA»?

15 septiembre 2014, Red Voltaire, Paris http://www.voltairenet.org (Francia) 

por Alain Benajam

La imagen que presenta la prensa atlantista sobre los acontecimientos en Lugansk y Donetsk no tiene en cuenta los reclamos de la población local. El problema fundamental es que lo que allí sucede no es un simple levantamiento contra el poder de Kiev sino la expresión y consolidación de un ideal bien definido. Conocedor de esa región por haberla recorrido desde hace 40 años, Alain Benajam explica aquí los símbolos del nuevo Estado que se define a sí mismo como «Novorossia».

La bandera de la Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia (Novorossia)

La «Novorossia», cuya denominación exacta sería «Unión de Repúblicas Populares de Novorossia» o más bien «Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia», acaba de hacer su entrada entre los Estados constituidos democráticamente y, aunque no ha recibido el reconocimiento de la comunidad internacional, existe y funciona. Y la existencia misma de esta «Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia» ya constituye de por sí una pequeña revolución. Veamos por qué.

Cada uno de los términos y símbolos con los que se identifica esta Nueva Rusia han sido cuidadosamente seleccionados y

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

EL ENCUBIERTO "FACTOR HITLER" EN UCRANIA/THE HUSHED-UP HITLER FACTOR IN UKRAINE

29 agosto 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Znet/Consortium News

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

¿Apoyaría EE.UU. cualquier tipo de "hitlerismo" en el esfuerzo del Departamento de Estado para convertir las clases políticas antirrusas de Europa Oriental en modelos de perfección de relaciones públicas que no puedan ser criticados, ni siquiera suavemente?

Fue francamente desconcertante ver al senador John McCain, republicano por Arizona, abrazando al líder del partido Svoboda, de extrema derecha, antisemita, pro fascista, en diciembre pasado. Fue inquietante saber de los elementos neonazis que suministraron la “fuerza” para la verdadera toma del poder de Maidan el pasado mes de febrero (Newsnight de BBC fue uno de los pocos importantes medios occidentales que se atrevieron a cubrir abiertamente ese hecho).

Lo más inquietante de todo ha sido el muro de un grado casi soviético erigido de alguna manera por los medios occidentales dominantes contra cualquier mención crítica del componente de extrema derecha de la historia de Ucrania en 2014, haciendo que cualquier pensamiento semejante fuera digno de ridículo en las páginas de opinión del New York Times durante la primavera pasada.

Lo más cómico fue la publicación en mayo de 2014 en el Times de un artículo de opinión editorial (obviamente escrito por encargo), programado por el Departamento de Estado, de la candidata presidencial ucrania Yulia V. Timoshenko que cita a Churchill escribiendo a Roosevelt “Dadnos los instrumentos, nosotros terminaremos la tarea”, explayándose sobre “la justa y abierta democracia que es el mayor legado de EE.UU. al mundo”.

Esto, de la política de extrema derecha que poco antes había expresado pensamientos genocidas hacia los millones de ciudadanos rusohablantes de su país, y quien fue, durante su período como primera ministra, una devota de primera clase del líder fascista durante la guerra, Stepan Bandera, cuya

terça-feira, 24 de junho de 2014

A CORTINA DE FERRO DE WASHINGTON NA UCRÂNIA

13 junho 2014, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Diana Johnstone*, Counterpunch, Washington

Líderes da Otan encenam farsa deliberada na Europa, desenhada para reconstruir uma Cortina de Ferro entre Rússia e Ocidente


Com uma unanimidade surpreendente, os líderes da OTAN (Organização dos Estados do Atlântico Norte) fingem surpresa em relação a eventos que eles planejaram com meses de antecedência. Eventos que eles deliberadamente provocaram estão sendo mal representados como repentinos, surpreendentes, “agressão russa” sem justificativa. Os Estados Unidos e a União Europeia levaram a cabo uma provocação agressiva na Ucrânia que eles sabiam que forçaria a Rússia a reagir defensivamente, de uma forma ou de outra.

Efe


Jovem iça bandeira da autoproclamada "República Popular de Donetsk" em Mariupol; região poderá formar novo Estado: "Nova Rússia"

Eles não poderiam ter certeza de como exatamente o presidente russo Vladimir Putin reagiria quando ele viu que os Estados Unidos estavam manipulando o conflito político na Ucrânia para instalar uma tentativa do governo pró-Ocidente de se unir à OTAN. Esse não era apenas um caso de “esfera de influência”, nas “cercanias” da Rússia, mas uma questão de vida ou morte para a marinha russa, assim como uma ameaça grave à segurança nacional na fronteira da Rússia.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

IIª GUERRA MUNDIAL: A GUERRA DESCONHECIDA

9/6/2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Paul Craig Roberts*Institute for Political Economy

Traduzido por mberublue

Em minha coluna de seis de junho, As mentiras tornam-se mais e mais audaciosas... mencionei que Obama e o primeiro ministro britânico, o “poodle” de Obama, da mesma maneira que Bush tinha seu “poodle” britânico, Tony Blair, conseguiram celebrar a derrota do nazismo alemão no aniversário dos setenta anos da Normandia sem mencionar os russos.

Salientei o fato de que, como bem sabem os historiadores e pessoas instruídas, o Exército Vermelho já tinha derrotado o nazismo alemão bem antes que os Estados Unidos sequer estivessem aptos a participar da guerra. Com certeza a invasão da Normandia não foi o fato que derrotou os nazistas. O que na realidade a invasão da Normandia evitou foi que o Exército Vermelho se derramasse por toda a Europa.

Como já ressaltei em outras colunas,

quinta-feira, 22 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/STALIN Y EL COLAPSO DE LA OPERACIÓN DROPSHOT

17 mayo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)
http://www.telesurtv.net/articulos/2014/05/17/stalin-y-el-colapso-de-la-operacion-dropshot-8944.html

Por Miguel Ángel Ferrer

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales.

Desde el ya lejano año 1978, en que el gobierno de Estados Unidos desclasificó el documento hasta entonces secreto, se sabe que en 1949, el presidente Harry S. Truman había ordenado la elaboración de un plan de ataque atómico contra la Unión Soviética. Ese plan recibió un nombre muy sugestivo y altamente revelador: Dropshot, literalmente lanzar el disparo, y que en el español de México podría traducirse como un descontón, un golpe a traición, decisivo y demoledor, que pone de inmediato fuera de combate al adversario.

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales sobre