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quinta-feira, 14 de julho de 2016

BRICS, China/EEUU es un saboteador de la ley internacional contemporánea



13 julho 2016, Xinhua COMENTÁRIO http://spanish.xinhuanet.com (China)

Beijing (Xinhua) -- Estados Unidos ha saboteado en incontables ocasiones la ley internacional, violando las reglas de conducta globales y adoptando dobles estándares.

La Carta de las Naciones Unidas (ONU) estipula que "todos los miembros deben abstenerse en sus relaciones internacionales de la amenaza o el uso de fuerza contra la integridad territorial o la independencia política de cualquier Estado, o de cualquier otra vía incompatible con los Propósitos de la ONU".

Sin embargo, Estados Unidos ha despreciado y ha violado en repetidas ocasiones esa norma.

El 20 de diciembre de 1989, el Ejército estadounidense invadió

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Discurso do presidente chinês na Comemoração do Dia da Vitória

3 setembro 2015, Embaixada da República Popular da China no Brasíl  http://br.china-embassy.org (Brasil)




Beijing (Xinhua) -- Segue o texto completo do discurso feito nesta quinta-feira pelo presidente Xi Jinping na Comemoração do 70º aniversário da Vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Guerra Antifascista Mundial, realizada no centro da capital chinesa.

Discurso do Presidente da República Popular da China

Sr. Xi Jinping

na Comemoração do 70º Aniversário da Vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Guerra Antifascista Mundial

3 de setembro de 2015

Compatriotas de todo o país,

Excelentíssimos Chefes de Estado, de Governo e Representantes das Nações Unidas e outras organizações internacionais,

Ilustres convidados,

Todos os oficiais e soldados que participam neste desfile militar,

Senhoras e Senhores, Camaradas e Amigos,

Hoje é um dia que merece ser lembrado pelos povos do mundo para sempre. No hoje de setenta anos atrás, depois de 14 anos de lutas difíceis e árduas, o povo chinês conseguiu a grande vitória da Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa, declarando a vitória total da Guerra Antifascista Mundial. A luz do sol da paz brilhou de novo sobre a terra.

Aqui, gostaria de, em nome do Comitê Central do Partido Comunista da China (CCPCC), da Assembleia Popular Nacional, do Conselho de Estado, da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC), da Comissão Militar Central do Partido Comunista da China, manifestar a nossa alta consideração e respeito aos veteranos, personalidades patrióticas e generais e comandantes do todo o país que participaram na Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa, bem como aos descendentes chineses domésticos e ultramarinos que fizeram contribuições importantes para a vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa. Gostaria de manifestar os nossos sinceros agradecimentos aos governos estrangeiros e amigos internacionais que apoiaram e ajudaram o povo chinês na resistência contra a agressão. Gostaria de dar as calorosas boas-vindas aos convidados e amigos militares de todos os países que participam na comemoração de hoje.

Senhoras e Senhores, Camaradas e Amigos!

A Guerra do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e a Guerra Antifascista Mundial são uma grande batalha decisiva entre a justiça e o mal, a luz e a escuridão, o progresso e a reação. Naquela guerra feroz e brutal, a Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa começou mais cedo e durou mais tempo. Perante os agressores, o povo chinês, indomável e determinante, lutou com o seu sangue, derrotando de forma completa os agressores militaristas japoneses, e salvaguardando os frutos de civilizações da nação chinesa que tinha desenvolvido por mais de 5,000 anos e a causa da paz da história da humanidade, forjando um cenário esplêndido na história de

terça-feira, 4 de agosto de 2015

COMO OS FASCISTAS CHEGAM AO PODER

3 agosto 2015, Carta Maior cartamaior.com.br (Brasil)

 

Ao contrário do que muitos pensam, o Fascismo não chega ao poder pela força das armas. O fascismo é uma ideologia salvacionista diante de um estado inerte.


André Araújo, Jornal GGN


Renzo de Felice, professor de História da Universidade de Roma, falecido em 1997, é por unanimidade considerado o maior historiador do Fascismo italiano. Sua monumental biografia de Benito Mussolini, em 4 volumes e 6.000 páginas se alinha com mais 8 livros, do qual o mais importante é La Interpretazione del Fascismo. Para De Felice , o Fascismo é uma IDEOLOGIA REVOLUCIONÁRIA E MODERNIZADORA DA CLASSE MÉDIA COM ORIGEM NO ILUMINISMO. De Felice era comunista histórico, rompeu com o PCI e entrou para o Partido Socialista.

Minha interpretação (não é a de De Felice) é alinhavada em certos princípios.

Ao contrário do que muitos pensam, o Fascismo não chega ao poder pela força das armas. O roteiro do Fascismo:

1-- Um pequeno núcleo DETERMINADO imbuído da ideia

domingo, 17 de maio de 2015

LA DIPLOMACIA ECONÓMICA COMO ARMA

27 abril 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


La guerra es sólo la continuación de las políticas con la suma de otros medios. Klaus von Clausewitz (Vom Kriege)

Creo que estamos en una tercera guerra mundial que decidirá si el futuro es unipolar anglosajón o multipolar. El aspecto bélico de la lucha se hace por intermediarios, porque una confrontación directa entre los protagonistas resultaría en derrota mutua. El dinero es el nervio de la guerra (Thomas More), la estrategia es agotar económicamente los adversarios; el arma es la diplomacia económica.

Putin propone compartir con Europa los recursos de la Unión Económica Euro-Asiática, para crear una entidad económica de Lisboa a Vladivostok. Eso es la peor pesadilla anglosajona, porque la economía mundial basada en el dólar dejaría de ser y Europa continental regresaría como potencia protagonista. Esa propuesta tan ventajosa para la Unión Europea debiera despertar el entusiasmo europeo, pero su clase política sirve un interés distinto al de sus pueblos, por ello colaboró en el golpe de estado en Kiev, que desestabilizó a

terça-feira, 12 de maio de 2015

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015,Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que as questões candentes do nosso tempo não são resolvidas por meios militares.
 
É importante recordar que o Exército Soviético suportou a carga principal da demolição do fascismo na Segunda Guerra Mundial. Nada menos que 27 milhões de cidadãos soviéticas deram as suas vidas para

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Tuchola: Polish Death Camp for Russians/Тухоль: польский лагерь смерти для русских

30.11.201, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


In early November a memorial to «the victims of Maidan» was suddenly erected on the Wilenski square, Warsaw, no matter the plans had envisioned the restoration of the Brotherhood in Arms Statue devoted to commemorate dozens of thousands of Red Army soldiers who lost their lives to liberate Poland from fascism in the days of WWII. The fact sparked a wave of indignation but it was not the desecration of the soldiers’ memory that caused it. Here is a message posted to Kresy.pl – «Maidan means a square in Ukrainian. Ukrainians made Poles come to maidan before they were slaughtered (in Volyn. – Author’s note). In some populated areas the swamps with remains of the victims are still called maidans».

Some time before that the plans to erect the memorial to Polish death camp victims (Red Army soldiers who died in 1922-23) in Kraków’s Rakowicki Cemetery had been cancelled…

To make clear what exactly happened to the victims in question I offer to have a look at what happened in the second largest concentration camp that was located in the vicinity of Tuchola. The camp was built during the First World War. In 1919 the place became a prison for the soldiers of Ukrainian and Belarusian formations, the civilians who had sympathy for the Soviet government and the interned officers of the White Army.

In December 1920 Polish Red Cross worker Natalia Kreiz Velezhinska said the prisoners lived dug-outs with stairs going down. The interned

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A PESTE FASCISTA ESTÁ A SER INOCULADA OUTRA VEZ NA EUROPA/Спустя 75 лет просторы Европы вновь засевают «зубами дракона»

9 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
URL http://www.resistir.info/europa/dragon_teeth_01set14_p.html

por Yuriy Rubtsov

"Naturalmente – perguntou –, sabe do que se trata, Rieux? [...] Pois eu sei. [...] vi alguns casos em Paris, há uns vinte anos.   Simplesmente, nessa altura, não houve a coragem de lhe dar um nome. A opinião pública é sagrada:   nada de pânico.   Sobretudo, nada de pânico.   E depois, como dizia um colega:   'É impossível, toda a gente sabe que ela desapareceu do Ocidente' ". A Peste, Albert Camus, Lisboa, Livros do Brasil, p. 334.

Muitos órgãos de comunicação comparam a situação contemporânea na Europa com os dias anteriores à II Guerra Mundial. Gostava de fazer aqui uma correção importante. Neste momento estamos a assistir ao fomento pelo Ocidente de mais um regime nazi representado pela junta de Kiev e isso faz lembrar a segunda metade dos anos 30 em que aconteceu a mesma cooperação com a Alemanha, transformada num estado fascista.

Claro que a Ucrânia que conhecemos hoje não pode comparar-se à Alemanha de Hitler. Mas o primeiro golpe é meia batalha ganha. A adesão cega ao Führer começou com um cabo desconhecido a pregar a xenofobia e a vingança.

É um segredo do domínio público que os Estados Unidos foram coniventes com Adolf Hitler. A penetração dos EUA foi significativa e intensa, em especial a sua cooperação com

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ANIVERSÁRIOS SANGRENTOS*

2 agosto 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

A loucura belicista do capitalismo mundial em 2014 não é novidade. Repetem-se as tragédias de 1914 e 1939. O sistema capitalista, sobretudo na sua fase imperialista, é isto: um sistema baseado na exploração, agressão, opressão e guerra.

Cem anos após o começo da I Grande Guerra, e quase 75 após o início da II Guerra Mundial, o imperialismo está a lançar a Humanidade num novo e terrível conflito de enormes proporções. Os massacres israelita em Gaza e do fascismo ucraniano no Donbass têm mais em comum do que se possa pensar. As guerras no Iraque, Síria, Afeganistão, Líbia não chegaram a acabar. Os ataques militares por intermédio de aviões não tripulados (drones) semeiam a morte e destruição nesses países, mas também no Iémen, Paquistão, Somália e outros. Misteriosos bandos terroristas fazem o jogo do imperialismo na destruição da Nigéria, Iraque, Sudão. O planeta está a ser incendiado pelos senhores da guerra imperialista. Que agora ameaçam abertamente a Rússia, a China e qualquer outro país que

sexta-feira, 13 de junho de 2014

IIª GUERRA MUNDIAL: A GUERRA DESCONHECIDA

9/6/2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Paul Craig Roberts*Institute for Political Economy

Traduzido por mberublue

Em minha coluna de seis de junho, As mentiras tornam-se mais e mais audaciosas... mencionei que Obama e o primeiro ministro britânico, o “poodle” de Obama, da mesma maneira que Bush tinha seu “poodle” britânico, Tony Blair, conseguiram celebrar a derrota do nazismo alemão no aniversário dos setenta anos da Normandia sem mencionar os russos.

Salientei o fato de que, como bem sabem os historiadores e pessoas instruídas, o Exército Vermelho já tinha derrotado o nazismo alemão bem antes que os Estados Unidos sequer estivessem aptos a participar da guerra. Com certeza a invasão da Normandia não foi o fato que derrotou os nazistas. O que na realidade a invasão da Normandia evitou foi que o Exército Vermelho se derramasse por toda a Europa.

Como já ressaltei em outras colunas,

domingo, 8 de junho de 2014

6 DE JUNIO DE 1944: LO QUE NO OS DIRÁN

Michel Collon http://www.michelcollon.info

«Sí, ¡ pero los estadounidenses nos liberaron en el 45!» ¡Cuántas veces he tenido que oir decir eso! En la escuela. Pero también en los debates sobre las guerras actuales de Estados Unidos.

La del 40-45, ¿la única "buena" guerra de los EE.UU. ? Puede que haya que matizar. Algunos hechos inquietantes han sido documentados en un excelente libro del historiador Jacques Pauwels (1). Sus documentos irrefutables demuestran que gran parte de las empresas de Estados Unidos han colaborado directamente con Hitler, y no sólo al comienzo de la guerra : Du Pont, Union Carbide, Westinghouse, General Electric, Goodrich , Singer, Kodak, ITT, JP Morgan ...

Peor aún. La gran novedad estratégica de Hitler fue la " Blitzkrieg ", la guerra relámpago: dirigir muy rápidamente sus tropas hacia el corazón del enemigo. Para ello, dos condiciones esenciales: camiones y gasolina. Como Alemania no tenia ninguno de los dos, fue Esso la que aprovisionó la gasolina, mientras que los camiones provenían de las fábricas alemanas de Ford y

segunda-feira, 26 de maio de 2014

UMA GUERRA MUNDIAL SE APROXIMA: POR QUE TOLERAMOS ISSO?

22 maio 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

 

John Pilger, CounterPunch


Porque toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? Porque permitimos mentiras que justificam esse risco? A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.

Em vários casos a Inglaterra colaborou. O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são

quinta-feira, 22 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/STALIN Y EL COLAPSO DE LA OPERACIÓN DROPSHOT

17 mayo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)
http://www.telesurtv.net/articulos/2014/05/17/stalin-y-el-colapso-de-la-operacion-dropshot-8944.html

Por Miguel Ángel Ferrer

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales.

Desde el ya lejano año 1978, en que el gobierno de Estados Unidos desclasificó el documento hasta entonces secreto, se sabe que en 1949, el presidente Harry S. Truman había ordenado la elaboración de un plan de ataque atómico contra la Unión Soviética. Ese plan recibió un nombre muy sugestivo y altamente revelador: Dropshot, literalmente lanzar el disparo, y que en el español de México podría traducirse como un descontón, un golpe a traición, decisivo y demoledor, que pone de inmediato fuera de combate al adversario.

El Plan Dropshot contemplaba el lanzamiento de 300 bombas nucleares sobre las más importantes ciudades de la Unión Soviética, acompañado de la descarga de 250 mil toneladas de bombas convencionales sobre

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A CONEXÃO CLINTON-PINCHUK: UMA OLIGARQUIA UCRANIANO-NORTE-AMERICANA

28 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Na mesa em Kiev, onde estava sendo negociado o acordo formal entre o governo, a oposição, a União Europeia e a Rússia [acordo que, logo no dia seguinte foi rompido pelos doidos neofascistas em Kiev], oficialmente não havia representante da poderosa oligarquia internacional que - com laços mais íntimos com Washington e a OTAN, que com Bruxelas e a União Europeia - está empurrando a Ucrânia na direção do Ocidente.

Caso exemplar é Viktor Pinchuk, magnata do aço, 54 anos, classificado pela revista Forbes como um dos homens mais ricos do mundo.

Pinchuk começou a acumular sua fortuna em

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Los Estados Unidos están interesados en que la guerra entre la Federación Rusa, Ucrania y la UE transcurra bajo su supervisión/США заинтересованы, чтобы война РФ, Украины и ЕС проходила под их присмотром

24 abril 2014, Rebelión Rebelión http://www.rebelion.org (México)

ENTREVISTA AL POLITÓLOGO RUSO GEIDAR DZHEMAL

Alexandra Pávlova, kontrudar.com

Traducido del ruso para Rebelión por Arturo Marián Llanos

De nuevo fueron agredidos dos candidatos al cargo de presidente de Ucrania, Mijaíl Dobkin y Oleg Tsariov; los representantes de la ONU presentaron un informe en el que hicieron un llamamiento a las autoridades de Ucrania para que garantizaran a todos los ciudadanos los mismos derechos para participar en la política. ¿Qué les espera no solo a los ucranianos, sino al mundo entero? Se lo ha contado a Sobesednik.ru el hombre público ruso musulmán y politólogo Geidar Dzhemal.

- Geidar, ¿por qué cree que las provocaciones siempre se dirigen contra estos dos candidatos al puesto del presidente de Ucrania, Oleg Tsariov y Mijaíl Dobkin? ¿Qué tienen de especial?

- No lo sé, simplemente son los candidatos prorrusos. Creo que tan inequívocamente prorrusos que desde el punto de vista de la idea nacional ucraniana representan a la “quinta columna”. Creo que Tsariov y Dobkin representan la colocación del resto de Ucrania, como ocurrió con Crimea, bajo el control federal, el poder federal de Rusia. Al menos, Tsariov es lo que representa exactamente.

- ¿Entonces todas las provocaciones se dirigen contra la posibilidad de que el resto de Ucrania pase bajo el control federal de Rusia?

- Se trata de un proceso que para las regiones tan desestabilizadas como Ucrania es sencillamente inevitable. 

- ¿Qué papel van a desempeñar las elecciones presidenciales en esta situación?

- No jugarán ningún papel, porque la situación actual ya se ha salido fuera del marco de un proceso político corriente. Considero que como resultado vamos a tener una guerra en toda regla. Entre los candidatos no hay ninguno que dé la talla cara a la dimensión histórica del momento.

A ALEMANHA MAIS DIVIDIDA DO QUE NUNCA SOBRE O CONFLITO RUSSO-UCRANIANO

24 abril 2014, ODiário.info http://www.resistir.info (Portugal)


Um texto noticioso com interessante leitura nas entrelinhas. A convergência de interesses entre a grande industria alemã e a Rússia - e também a China - é bem conhecida e muito importante no desenrolar da situação presente. Se “a guerra é a continuação da política por outros meios”, devemos igualmente recordar a afirmação de Lénine de que “a política é economia concentrada”.
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Os grandes patrões alemães estão à beira da crise de nervos. A crise que opões a União europeia e os Estados Unidos à Rússia ameaça os negócios pacientemente desenvolvidos num país onde a lógica política perturba muito frequentemente as regras do “business”. Em 2013 a Alemanha vendeu produtos e serviços à Rússia no valor e 67 milhares de milhões de euros, ou seja, mais 10% do que em 2012. Para além disso, as 30 empresas do DAX – o índice bolsista alemão – empregam aí 46 000 pessoas. “Perante a deterioração da situação, as empresas alemãs receiam muito que a UE venha a curto prazo impor sanções económicas ainda mais duras à Rússia”, lamenta-se o secretário-geral das Câmaras do comércio e da indústria alemãs, Martin Wansleben.

Putin reabilitado
O receio é tal que, desde há um mês, os grandes patrões alemães se lançaram numa operação de comunicação e de diplomacia “paralela” destinada tanto a restabelecer o diálogo com Moscovo como a descredibilizar a política de sanções de Bruxelas e Washington.

terça-feira, 22 de abril de 2014

WASHINGTON DIRIGE AL MUNDO HACIA LA GUERRA

22 abril 2014, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

Por Paul Craig Roberts 

El director de la CIA fue enviado a Kiev para lanzar una represión militar contra los separatistas rusos en las regiones del este y sur de Ucrania, la mayoría de ellas antiguos territorios rusos que fueron tontamente anexados a Ucrania en los primeros años del régimen soviético.

El plan de Washington para tomar el país europeo pasa por alto que las partes rusas y de habla rusa de Ucrania probablemente no accedieran a insertarse en la UE y la OTAN, mientras se persiguiera a los pueblos de habla rusa. Washington ha perdido Crimea, de la cual pretendía expulsar a Rusia de su base naval del Mar Negro. En vez de admitir que su plan para el acaparamiento de Ucrania ha ido mal, la Casa Blanca es incapaz de admitir un error y, por lo tanto, está avivando la crisis a niveles más peligrosos.

Si Ucrania se disuelve por la secesión de los antiguos territorios rusos que se revierten a Rusia, Washington se avergonzará de que el resultado de su golpe de Estado en Kiev devolviera las provincias rusas de Ucrania a Moscú. Para evitar esta vergüenza, Washington está acelerando la crisis hacia una guerra.

El director de la CIA instruyó al gobierno títere escogido por Washington en Kiev para que solicitara a Naciones Unidas ayuda para rechazar a los "terroristas" que con la supuesta ayuda de Rusia están supuestamente atacando Ucrania.

NA UCRÂNIA, POTÊNCIAS IMPERIALISTAS RECORREM AO FASCISMO

20 abril 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Nas últimas semanas, a atenção internacional volta-se à Ucrânia, não apenas para a análise de um governo golpista, respaldado pelo Ocidente, e de suas consequências na fragmentação do país. O Leste europeu revive situações de confronto, que a grande mídia internacional, pautada pelos discursos oficiais dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), chama de nova Guerra Fria, para retratar mais este episódio de ingerência e manipulação ocidental de uma nova crise política. 

As potências encontram espaço amplo para justificar a mobilização da sua máquina de guerra, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), às portas da Rússia. Quem não superou, ideológica e oportunistamente, a lógica da Guerra Fria, foi a aliança imperialista. Afinal, é esta a imagem simbólica e politizada que a mantém viva, em um período em que as justificativas para a sua sobrevivência esgotam-se.

O presidente russo Vladmir Putin e o chanceler Serguei Lavrov não hesitam em desmascarar o discurso retrógrado e anacrônico dos EUA e da UE, evidenciando – para aqueles que se dispõem a ouvi-los fora do quadrado ideológico ocidental – a intenção política e a manipulação da história para justificar, da parte da Otan, o aumento da sua presença militar na vizinhança da Rússia.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/OS 10 AMIGOS ACREDITAM NA RÚSSIA/ДЕСЯТЬ ДРУЗЕЙ ВЕРЯТ В РОССИЮ

20 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)


Dos 193 países que votaram a proposta de resolução da Assembleia Geral da ONU condenando as ações da Rússia na Crimeia, 100 delegações votaram a favor da resolução, 93 abstiveram-se ou não votaram. Com uma pressão sem precedentes através dos seus recursos administrativos o Ocidente aprovou a resolução com uma margem de apenas de oito votos. A votação mostra claramente a posição do mundo em relação à Rússia, o grau de soberania dos países e divide- os em dois campos. O campo dos opositores o Pravda. Ru já tinha analisado. Agora falemos dos amigos.

Referêndum da Criméa no documento referido caracteriza-se de " não vinculativo " e insiste para os países não reconhecerem a "anexação" da Crimeia pela Rússia. Mas a essência principal da resolução é rejeitar para o povo da Crimeia o direito de auto-determinação garantida pelo artigo 1 º da Carta das Nações Unidas. No entanto, o documento é puramente consultivo. Votaram contra a resolução, além da Rússia, a Bielorrússia, Bolívia, Zimbábue, Sudão, Síria, Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, Armênia. Cinquenta e oito delegações se abstiveram. Mais de 20 se recusaram a votar. Por exemplo, Irã, Israel, Sérvia, Quirguistão, Tajiquistão, Emirados Árabes Unidos. São principalmente aqueles que têm planos de especular sobre a conjuntura dos acontecimentos.

Havia exemplos de mudanças de posição a favor da Rússia.

sexta-feira, 14 de março de 2014

O NINHO DA SERPENTE

8 março 2014, Carta Maior www.cartamaior.com.br (Brasil) 

Há um velho ditado que reza que, toda vez que o capitalismo se vê ameaçado, ele sai para passear com o fascismo.

Por Mauro Santayana*, em seu blog

Como um skinhead e seus pit-bulls, que pode ser por eles atacado, depois de tentar prendê-los à força no canil, ao voltar para casa, bêbado drogado, a Europa mostra que não aprendeu nada com as notícias dos jornais, nem com as lições do passado.

Dirigentes europeus - e norte-americanos - tiram fotos, sorridentes, ao lado dos líderes do Partido Svoboda ucraniano, que podem ser vistos, em outras fotos, recentes, discursando em tribunas nazistas e saudando com a palma da mão levantada.

A cruz celta, símbolo da supremacia branca, as suásticas, os três dedos que lembram o tridente tradicional usado pelos neofascistas ucranianos, os raios assassinos das SS nazistas, destacam-se nas bandeiras e braçadeiras portadas pela multidão, na qual desfilam, triunfantes, membros das 22 organizações neonazistas que existem no país, que, segundo analistas locais, são muito mais radicais que o “Svoboda”.

As notícias que vem de Kiev dão conta de que há indícios de que os atiradores que mataram manifestantes durante os protestos, antes do golpe, teriam sido contratados pelos próprios neonazistas para fazê-lo.
 Sinagogas têm sido incendiadas nos úlimos meses, professores e estudantes de Yeshivas -- assim como estrangeiros e homossexuais -- têm sido insultados e espancados pelas ruas.

Na Ucrânia atual o anti-semitismo é tão forte, que nos últimos 20 anos, depois da derrocada da União Soviética – que sempre protegeu os judeus como etnia – 80% dos 500.000 hebreus que viviam no país o abandonaram, desde 1989, em um êxodo sem precedentes no pós-guerra. Hoje, em uma população mais de 44 milhões de habitantes, há menos de 70.000 judeus ucranianos.

Se a situação é ameaçadora para a população judaica, é ainda pior para os cerca de 120.000 a 400.000 ciganos que vivem na Ucrânia, uma minoria que não conta com recursos para deixar o país, nem com um destino, como Israel, que os possa receber.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MERCOSUL, A NOVA ALCA E A CHINA



18 julho 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Samuel Pinheiro Guimarães*

1. Todo o noticiário sobre Mercosul, Aliança do Pacífico, Parceria Transpacífica e China tem a ver com um embate ideológico entre duas concepções de política de desenvolvimento econômico e social.

2. A primeira dessas concepções afirma que o principal obstáculo ao crescimento e ao desenvolvimento é a ação do Estado na economia.

3. A ação direta do Estado na economia, através de empresas estatais, como a Petrobrás, ou indireta, através de políticas tributárias e creditícias para estimular empresas consideradas estratégicas, como a ação de financiamento do BNDES, distorceria as forças de mercado e prejudicaria a alocação eficiente de recursos.

4. Nesta visão privatista e individualista, uma política de eliminação dos obstáculos ao comércio e à circulação de capitais; de não discriminação entre empresas nacionais e estrangeiras; de eliminação de reservas de mercado; de mínima regulamentação da atividade empresarial, inclusive financeira; e de privatização de empresas estatais conduziria a uma eficiente divisão internacional do trabalho em que todas as sociedades participariam de forma equânime e atingiriam os mais elevados níveis de crescimento e desenvolvimento.

5. Esta visão da economia se fundamenta em premissas equivocadas. Primeiro, de que todos os Estados partem de um mesmo nível de desenvolvimento, de que não há Estados mais e menos desenvolvidos. Segundo, de que as empresas são todas iguais ou pelo menos muito semelhantes em dimensão de produção, de capacidade financeira e tecnológica e de que não são capazes de influir sobre os preços. Terceiro, de que há plena liberdade de movimento da mão-de-obra entre os Estados. Quarto, de que há pleno acesso à tecnologia que pode ser adquirida livremente no mercado. Quinto, de que todos os Estados, inclusive aqueles mais desenvolvidos, seguem hoje e teriam seguido no passado esse tipo de políticas.

6. Como é óbvio, estas premissas não correspondem nem à realidade da economia mundial, que é muito, muito mais complexa, nem ao desenvolvimento histórico do capitalismo.