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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Moçambique/Seminário sobre construção do Museu Samora Machel em Botswana



29 julho 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)


Com o objectivo de eternizar o esforço empreendido por nacionalistas moçambicanos, como Samora Machel, na Luta de Libertação Nacional, os Governos de Moçambique e de Botswana têm em curso o projecto de criação do Museu Samora Machel, em Lobatse, na República do Botswana.

O Museu será estabelecido na antiga residência da família Kgaboesile, em reconhecimento

terça-feira, 12 de julho de 2016

Angola/Cimeira aborda integração regional



12 de Julho, 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Uma cimeira extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC sobre a industrialização e integração regional deverá ser realizada no primeiro trimestre de 2017, com vista a dar seguimento aos programas traçados sobre a matéria, indica um comunicado da Embaixada de Angola no Botswana.

Segundo o documento, esta recomendação foi feita durante a 17ª reunião do grupo de trabalho (task force) sobre integração regional, realizada em Gaberone, que teve como ponto principal

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Angola/PLANO COMUM COM O BOTSWANA

14 outubro2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa, Adelina Inácio, Madalena José, Josina de Carvalho 

O Presidente do Botswana e líder em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Seretse Khama Ian Khama, considerou Angola um “exemplo de resiliência” que orgulha não só a região, mas todo o continente africano.

O líder tsuanês, que discursou ontem no Parlamento angolano, numa sessão especial em sua homenagem, disse que África tem inúmeros casos de países que viveram conflitos internos, mas que não tiveram a atitude necessária para defender os ganhos da paz e da estabilidade.

“Angola construiu uma trajectória diferente e é um exemplo vivo de que África deve orgulhar-se”, frisou Ian Khama, que termina hoje a sua visita de 48 horas a Angola, a primeira desde que assumiu, em 2014, a presidência do Botswana.

Antes de ir ao Parlamento angolano, o líder tsuanês reuniu-se no Palácio da Cidade Alta com o seu homólogo angolano, José Eduardo dos Santos. O encontro, que decorreu em paralelo com as conversações entre delegações ministeriais, serviu para

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Angola/BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS

2 setembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O combate ao branqueamento de capitais tem constituído uma prioridade de muitos Estados, que estão preocupados com o fenómeno do terrorismo, que é financiado por dinheiro obtido por via de actividades ilegais, como, por exemplo, o tráfico de drogas.

O terrorismo é actualmente um dos grandes problemas no mundo e faz sentido que os Estados se empenhem em anular as fontes de financiamento de grupos que praticam a violência e cometem crimes hediondos em várias partes do globo, matando um elevado número de civis.

Vários Estados de África e de outros continentes consideram que em relação ao terrorismo tem de haver tolerância zero, implementando mecanismos de luta, os quais privilegiam a concertação entre os órgãos judiciais, policiais e de inteligência de diferentes países.
  
O número de crimes cometidos pelo terrorismo justifica uma acção permanente dos governos no sentido de disponibilizarem meios materiais e humanos que estejam centrados num fenómeno que põe em perigo a estabilidade de muitos Estados. Sabe-se da dimensão dos problemas causados pelo terrorismo, particularmente em África, onde

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Moçambique/SADC: Nyusi preside órgão de defesa e segurança

19 de Agosto de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, é o novo presidente da “troika” do Órgão de Cooperação para as Áreas de Defesa e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O facto foi anunciado no final da 35.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governos da SADC, realizada nos últimos dois dias em Gaberone, capital do Botswana, em que foram debatidos diversos temas da vida regional, com destaque para o desenvolvimento económico.

A escolha de Moçambique, segundo o Presidente da República, quebrou a tradição no que diz respeito a esta matéria a nível do bloco, pois a pasta devia

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Ideais da SADC: Moçambique reafirma compromisso

18 de Agosto de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, reafirmou ontem, em Gaberone, Botswana, o compromisso de Moçambique em relação aos ideais e às aspirações da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O Chefe do Estado fez este pronunciamento na sua primeira participação numa cimeira ordinária do bloco económico regional, após tomar posse em 15 de Janeiro último.

Filipe Nyusi disse perante os seus homólogos que está feliz por notar que o Programa Quinquenal do Governo moçambicano, focalizado na paz, desenvolvimento humano, produtividade e competitividade, desenvolvimento de infra-estruturas e gestão sustentável dos recursos alinha com as prioridades definidas pela SADC.

Lembrou que

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Moçambique/ Governo quer maior controlo sobre mão-de-obra nacional no exterior

O governo pretende deter o controlo sobre o recrutamento de cidadãos nacionais para trabalhar em qualquer país do mundo, uma medida destinada a assegurar uma melhor defesa dos seus interesses, enquanto trabalhadores, bem como a partilha dos correspondentes benefícios com o Estado. Presentemente, o Executivo apenas controla a situação dos moçambicanos recrutados para trabalhar na indústria mineira, agricultura e prestação de serviços na vizinha África do Sul.

22 setembro 2009/Notícias

A decisão sobre esta matéria foi tomada recentemente no decurso do Conselho Coordenador do Ministério do Trabalho realizado na província de Sofala, durante o qual a Direcção do Trabalho Migratório deste pelouro foi instruída no sentido de criar bases para o seu envolvimento directo no recrutamento e colocação de moçambicanos noutros países que não seja apenas a África do Sul.

Dados apurados pela nossa Reportagem indicam que, actualmente, existe um número considerável de moçambicanos a trabalhar em países como Suazilândia, Zimbabwe, Botswana, Angola, Lesotho, entre outros, sobre os quais pouco se sabe, sobretudo relativamente às condições em que se encontram empregados.

Ligado a este objectivo, decorre no país o processo de preparação de um projecto de leis sobre a adesão à Convenção da Organização Internacional de Trabalho (OIT) sobre o trabalho migratório, instrumento que deverá ser submetido à aprovação da Assembleia da República.

Com relação a este assunto, o delegado do Ministério do Trabalho na África do Sul, Elias Nhambe, disse que a medida resulta do facto de o país estar a enfrentar dificuldades na criação de postos de trabalho suficientes para atender à crescente demanda, sobretudo por parte dos jovens que procuram espaço no mercado do trabalho pela primeira vez, sendo que uma das saídas seria a sua colocação nos países vizinhos, desde que seja em condições vantajosas, não só para eles, como também para o país.

Trata-se, segundo Elias Nhambe, de um desafio que se coloca ao Ministério do Trabalho, que já encetou as primeiras demarches no sentido de conseguir uma maior aproximação às representações diplomáticas dos países vizinhos com quem deverá trabalhar em regime de parceria intensiva.

Um dos passos a ser dados nesta perspectiva é a implementação do projecto de informatização do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), por forma a facilitar a adesão dos trabalhadores no estrangeiro, passando estes a desfrutar também dos benefícios do sistema de segurança social.

Ao longo dos últimos cinco anos foram recrutados 61 769 trabalhadores moçambicanos para as minas da África do Sul e 33 220 para o sector agrícola daquele país, facto que se reflectiu na redução do desemprego e consequente angariação de divisas para o país, mesmo considerando o impacto negativo da crise financeira mundial e os actos de xenofobia perpetrados contra estrangeiros naquele país vizinho.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Construção do porto de Dobela em Moçambique importante para exportar carvão do Botswana

Maputo, Moçambique, 21 setembro 2009 - O presidente do conselho de administração da empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) considerou ser importante avançar com a construção do porto de Dobela, na província do Maputo de modo a criar condições de para que o Botswana exporte a sua produção de carvão mineral estimado em 40 milhões de toneladas por ano.

Rui Fonseca disse que mesmo expandindo o porto do Maputo para a sua capacidade máxima de 25 milhões de toneladas não haveria possibilidade de dar resposta às necessidades de manuseamento dos volumes previstos nem de navios de grande porte.

Na opinião do gestor "trata-se de uma excelente oportuniadde de aumentar os negócios da CFM".

O projecto do porto oceânico de Dobela, localizado a 70 quilómetros do Maputo, foi decidido pelo governo moçambicano em 1999 na perspectiva de se tornar o grande porto da região da África Austral e numa zona económica especial.

O projecto do porto de Dobela, avaliado em 515 milhões de dólares pretende ainda servir o sector da indústria petroquímica que pretende instalar-se longo da costa moçambicana.

O CFM possui 40 por cento da empresa cabendo os restantes 60 por cento ao Porto Dobela Developments com capitais estrangeiros. (macauhub)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Lesotho quer continuar a comprar energia a Moçambique

Maputo, Moçambique, 28 agosto 2009 - A Electricidade de Moçambique (EdM) e a sua congénere do Lesotho estão a negociar a renovação do contrato de fornecimento de energia eléctrica àquele país, informou o jornal Notícias, de Maputo.

O jornal adianta que actualmente a EdM fornece energia eléctrica ao Lesotho com base num contrato assinado no ano passado e que expira em Dezembro próximo.

O contrato estipula o fornecimento de energia de Moçambique ao Lesotho em quantidades que variam entre cinco e 40 megawatts, dependendo das necessidades de consumo do país receptor.

Para além do Lesotho, a EdM tem vindo a vender energia ao Botswana, Suazilândia e Namíbia, no âmbito da Southern Africa Power Pool (SAPP), uma rede de comercialização de energia na África Austral.

A área de energia é uma das grandes apostas na cooperação entre os dois países e que foi abordada nas conversações oficiais havidas na quarta-feira em Maputo, por ocasião da visita oficial de três dias que o rei do Lesotho, Letsie III, efectuou a Moçambique. (macauhub)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Moçambique/Procura-se protecção para conhecimentos genéticos

20 agosto 2009, Notícias

Uma melhor protecção e utilização dos conhecimentos genéticos, tradicionais e expressões de folclore, incluindo a medicina tradicional, constitui um dos principais objectivos de um workshop que está a ter lugar em Maputo, envolvendo participantes do nosso país, de Angola, Botswana, Lesotho, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe.
O Ministro da Ciência e Tecnologia, Venâncio Massingue, que procedeu à abertura do encontro, referiu que na área dos conhecimentos tradicionais o Governo aprovou a Política de Medicina Tradicional e criou um departamento responsável por esta área no Ministério da Saúde. Acrescentou que o seu ministério criou igualmente um Centro de Investigação e Produção em Etnobotânica, “num esforço para explorar, cientificamente, o manancial de recursos genéticos” que o nosso país oferece.
Foi ainda referido que a protecção do folclore nacional é garantida pela Lei dos Direitos de Autor e Direitos Conexos, que confere poderes sobre a sua exploração, tutela e partilha dos benefícios ao Conselho de Ministros.
“Os esforços do Governo foram compensados pelo reconhecimento por parte da UNESCO que, em 2005, declarou uma das mais importantes expressões culturais, nomeadamente a ‘timbila’ e o “gule wankulu” dos membros da etnia ‘nyau’, obras primas do património oral e imaterial da humanidade”, disse ainda, na ocasião, Venâncio Massingue.
O encontro, que termina amanhã e que tem a participação da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), do Centro de Formação da Organização Africana Regional da Propriedade Intelectual (ARIPO), para além de especialistas da Nigéria e da China, conta com os préstimos do Instituto moçambicano da Propriedade Industrial, um organismo do Ministério da Indústria e Comércio.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Moçambique pode aumentar fornecimento de energia eléctrica ao Botswana

Maputo, Moçambique, 7 julho 2009 - Moçambique poderá aumentar a quantidade de energia eléctrica fornecida ao Botswana até um máximo de 75 megawatts, disse segunda-feira em Maputo o ministro da Energia, Salvador Namburete.

Em declarações à agência noticiosa moçambicana AIM, Salvador Namburete disse que esta foi a decisão encontrada pelo Governo para responder ao pedido do Botswana no sentido de Moçambique aumentar a energia vendida àquele país, membro da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

“O fornecimento de energia ao Botswana já está a acontecer, no âmbito de um acordo existente há algum tempo. Agora, eles recebem cerca de 30 megawatts, quantidade que pretendem aumentar para 75 megawatts”, afirmou o governante.

Com uma capacidade de produção de 2.075 megawatts, a maior barragem geradora de energia eléctrica do país, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), quase já não consegue responder à procura regional de energia.

Actualmente, a HCB vende perto de 2000 megawatts da energia, sendo a produtora e distribuidora sul-africana Eskom o maior cliente do empreendimento. (macauhub)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Angola pode subir ao terceiro lugar entre os produtores de diamantes

Luanda, Angola, 4 novembro 2008 - Angola pode tornar-se um dos três maiores produtores mundiais de diamantes em 2010, se for atingido nesse ano o volume de produção previsto, na ordem dos 19 milhões de carates, face aos sete milhões registados em 2006, de acordo com a consultora KPMG.

A previsão consta de um estudo sobre o sector bancário angolano divulgado em Luanda pela KPMG, que avança que, com o desígnio de exportar um produto com maior valor acrescentado, a Endiama está a criar a segunda unidade industrial de corte e lapidação, na Lunda-Sul, prevendo-se que esta unidade produza mensalmente o equivalente a 20 milhões de dólares.

De acordo com o estudo, a Endiama encontra-se igualmente a desenvolver um projecto visando a criação de uma unidade de produção de artefactos de joalharia.

A empresa estatal vai formar 400 joalheiros, numa altura em que o país continua a ser um dos destinos preferenciais do investimento directo estrangeiro (IDE) no conjunto dos países da África Subsahariana.

O sector diamantífero de Angola revela um enorme potencial de crescimento, expressa o documento, ao mesmo tempo que dá conta de que o sector viu o seu crescimento reduzido em 2007 devido a condições climatéricas adversas.

Apesar disso, e socorrendo-se de dados do FMI, o estudo revela que Angola duplicou o valor das exportações, de 790 milhões de dólares em 2004 para mais de mil milhões de dólares (1,6 mil milhões) em 2007, tornando-se no quinto maior produtor mundial em termos de valor, numa lista liderada pelo Botswana e seguido da Rússia, Canadá e África do Sul. (macauhub)

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Angola arrecada sete milhões de dólares no Botswana para apoio ao turismo

Luanda, 4 Julho 2007 - A República de Angola arrecadou, durante a Conferência de Doadores realizada dia 29 de Junho, em Gaberone (Botswana), sete milhões de dólares norte-americanos para apoiar o desenvolvimento das actividades turísticas ligadas ao projecto transfronteiriço "Okavango-Zambeze", anunciou terça-feira à Angop, em Luanda, o titular da pasta.

De acordo com o ministro da Hotelaria e Turismo, Eduardo Janotão Chingunji, do referido montante, seis milhões de dólares serão empregados nas acções de desminagem, enquanto que o valor restante servirá para a formação dos quadros nacionais que estarão directamente ligados ao mesmo.

O governante angolano que regressou ao país, depois de ter participado igualmente na reunião dos titulares do ramo da Hotelaria e Turismo dos países envolvidos no projecto turístico "Okavango-Zambeze", decorrido a 28 de Junho, na cidade de Gaberone (Botswana).

Segundo o entrevistado, durante a reunião, os referidos titulares assinaram um acordo comum para gestão do mesmo projecto que, doravante, terá um bureau oficial de administração na capital tswanesa.

Nesta primeira fase da sua implementação, em território angolano, o projecto vai alcançar apenas algumas localidades da província do Kuando Kubango, podendo, posteriormente, ser executado também noutras áreas do Sudoeste angolano. De acordo ainda com o ministro, as reservas do Luiana, com 8.000 quilómetros quadrados, e a reserva parcial da Mavinga, com 5.950 Km2, poderão, no âmbito do referido projecto, evoluir futuramente para um parque regional.

Para esta etapa, os cinco países ligados ao projecto, nomeadamente Angola, Botswana, Namíbia, Zâmbia e Zimbabwe, estão a trabalhar internamente para a recuperação das infra-estruturas (estradas, pontes, aeroportos, meios de telecomunicações) com vista a sua rápida implementação, assim como para a criação de um visto comum transfronteiriço.

No entanto, agora que os cinco países assinaram já o acordo de gestão do projecto, os parceiros vão continuar a trabalhar para que em 2010 seja rubricado o tratado final de gestão e administração do mesmo.

Recorde-se que de 13 a 14 de Junho de 2006, a cidade de Luanda (Angola) acolheu igualmente um encontro de peritos dos cinco países envolvidos no projecto turístico transfronteiriço "Okavango-Zambeze", que visou a recolha de informações e experiências para a sua fase de concepção.

Angola, Botswana, Namíbia, Zâmbia e Zimbabwe são igualmente membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Dos cinco Estados ligados ao projecto, o governo de Angola foi o último a aprova-lo, numa sessão do Conselho de Ministros realizada a cinco de Maio de 2007.

Este processo vai facilitar a participação directa do país na sua materialização prática no terreno. A delegação do ministério da hotelaria e turismo, chefiada pelo ministro Eduardo Chingunji, deixou o pais com destino a cidade de Gaberone (Botswana), no passado dia 26 de Junho. (AngolaPress)

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Venezuela establecerá relaciones diplomáticas con Botswana y Burundi

Caracas, 23 May. ABN.- Como parte de la política exterior de acercamiento al continente africano que adelanta el Gobierno de Venezuela, en junio próximo se establecerán relaciones diplomáticas con las repúblicas de Botswana y Burundi, informó el vicecanciller para África, Reinaldo Bolívar.

Luego del ciclo de conferencias denominado Perspectivas sobre África realizado este miércoles, Bolívar indicó que este año también concluirán las firmas de relaciones diplomáticas con Mauritania y Madagascar.

Indicó que después de casi tres años de la aplicación por parte del Ejecutivo Nacional de la Agenda África hay una serie de logros que reseñará en la conferencia denominada Venezuela y África: Consolidación de una relación histórica, que dictará este viernes en la Casa Amarilla, sede de la Cancillería.

El acercamiento de Venezuela y África en los últimos años permitió el establecimiento de relaciones diplomáticas con varios países de ese continente, entre ellos Sudán, Chad, Níger, Eritrea, Guinea Bissau, Mozambique, Mauricio, República Democrática del Congo, Congo Brasville, Malawi, Somalia, y Santo Tomé y Príncipe, entre otros.

Bolívar expresó que este año visitarán a Venezuela dignatarios de África y se realizarán comisiones mixtas con representantes de Sudán, Argelia, Libia y Kenia.

Además, acotó que establecen la metodología para seleccionar a los participantes del II Festival Cultural con los Pueblos de África que se llevará a cabo en Venezuela, en noviembre próximo.

Destacó que preparan la II Cumbre de Países Sudamericanos-Africanos, que acogerá Venezuela en noviembre de 2008, para lo cual ya se constituyó el Comité Técnico Preparatorio.
Reinaldo Bolívar inauguró formalmente este miércoles la semana de África en Venezuela, que tiene un programa de 50 actividades que se extenderán hasta este sábado 26 de mayo en Distrito Capital y en los estados Guárico, Miranda, Vargas, Anzoátegui, Yaracuy, Sucre, Carabobo y Zulia.

La República de Botswana es una nación del sur de África que logró su independencia del Reino Unido en 1966, tiene como capital Gaborone y las principales actividades económicas son la ganadería y la minería.

Por su parte, la República de Burundi es una nación de África Oriental que logró su independencia de Bélgica en 1962 y actualmente tiene una extensión de 27 mil 830 kilómetros cuadrados y carece de salida al mar.

Burundi, cuya capital es Buyunbura, tiene una población de poco más de 6 millones de habitantes, su principal actividad económica es la agricultura y posee una de las reservas de níquel más grande del mundo. (Agencia Bolivariana de Noticias /23 de Mayo de 2007)