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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Moçambique/SADC: Nyusi preside órgão de defesa e segurança

19 de Agosto de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, é o novo presidente da “troika” do Órgão de Cooperação para as Áreas de Defesa e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O facto foi anunciado no final da 35.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governos da SADC, realizada nos últimos dois dias em Gaberone, capital do Botswana, em que foram debatidos diversos temas da vida regional, com destaque para o desenvolvimento económico.

A escolha de Moçambique, segundo o Presidente da República, quebrou a tradição no que diz respeito a esta matéria a nível do bloco, pois a pasta devia

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CONFLITOS E CRISE HUMANITÁRIA

24 junho 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Um dos problemas graves que o continente africano enfrenta é o dos refugiados. As guerras que ocorrem ainda em algumas regiões de África provocam o abandono dos países de origem por milhares de pessoas, para se refugiarem noutros Estados do continente com melhores condições de segurança.

Um relatório de 2015 da Agência da Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) refere que o número de refugiados e deslocados no mundo atingiu um nível recorde, com a África a registar uma crise humanitária grave motivada por oito guerras.

A União Africana e outras organizações regionais de África já se aperceberam da gravidade da situação humanitária no continente e concertam posições e tomam medidas para atacarem as causas que estão na origem de um aumento acelerado de refugiados e deslocados africanos.
 
Ninguém pode ficar indiferente aos problemas dos refugiados e deslocados africanos, e faz todo o sentido que as lideranças africanas estejam a fazer

domingo, 25 de janeiro de 2015

ANGOLA E OS GRANDES LAGOS

24 janeiro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Angola tem-se destacado na arena internacional pelos seus contributos  à paz e à segurança, particularmente  no continente africano, onde se assiste ainda a situações  de instabilidade, com repercussões negativas  na vida  das populações de  algumas regiões.

O nosso país tem marcado presença em fóruns regionais e mundiais  que tratam da paz e da segurança, e nessas reuniões espera-se sempre que Angola  dê contribuições no sentido de ajudar a resolver complexos problemas num quadro multilateral.

Angola  tem consciência das suas responsabilidades decorrentes da sua qualidade  de membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU e tem ideias a transmitir sobre as fórmulas que são adequadas  ao processo de pacificação em África.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Angola/ÁFRICA UNIDA CONTRA A FOME

29 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Adelina Inácio

O  presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, defende que os esforços dos parlamentares africanos devem ser orientados no sentido de ter uma África "unida e solidária" com vista a alcançar uma vida melhor para os seus povos. 

Fernando da Piedade Dias dos Santos, que presidiu à abertura da 64ª reunião da União Parlamentar Africana, entende que, para uma maior afirmação da África no mundo, os Estados devem estar à altura de competir com as economias modernas.

Para tal, considerou necessário dar prioridade ao reforço dos investimentos no domínio da agricultura, com vista a garantir a segurança alimentar no continente. Fernando da Piedade Dias dos Santos disse igualmente ser "importante e urgente"  o investimento no capital humano e nas

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

EXISTEM PODEROSOS INTERESSES NO MUNDO A QUEM CONVÉM QUE POUCO OU NADA SE SAIBA SOBRE A VERDADE DOS CONFLITOS QUE SURGEM NA ÁFRICA NEGRA

25 fevereiro 2014, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Enquanto o sangue dos povos africanos é derramado em torrente, as companhias petrolíferas e mineiras das potências imperialistas preparam-se para se apropriar das suas riquezas.

Da República Centro-Africana (622.089 m2, habitada por 5 milhões de pessoas), apenas se sabe que enfrenta um conflito «étnico e religioso» e que «2,6 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária imediata, e um de cada cinco centro-africanos se encontram internamente deslocados. Números que poderão aumentar à medida que o conflito coloca milhões de pessoas em situação de risco». (1) Mas, nada se diz das implicações das transnacionais francesas e do próprio estado francês por detrás do conflito que aquele país vive.

Poucos meios internacionais se preocuparam em destacar informações precisas que nos permitam interpretar o que realmente acontece hoje na República Centro-Africana. Existem interesses poderosos no mundo a quem convém que pouco ou nada se divulgue sobre a verdade dos conflitos que se suscitam na África negra. Para esses interesses e suas transnacionais mediáticas é necessário que a opinião pública mundial generalize e banalize a realidade que se apresenta em vários países daquele continente, fundamentalmente as fomes e os conflitos por disputa territorial entre as diversas comunidades étnicas, de forma que permita condicionar a opinião para justificar a intervenção militar da Europa e dos Estados Unidos sob pretextos «humanitários». Enquanto o sangue dos povos africanos é derramado em torrente, as companhias petrolíferas e mineiras das potências

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Portugal/África deve reforçar capacidades na prevenção e gestão de conflitos

Argel, 15 Julho 2007 - O continente africano deverá reforçar as suas capacidades na prevenção e gestão de conflitos em África, defendeu hoje em Argel o embaixador de Portugal na Argélia, Luís Almeida Sampaio.

O diplomata intervinha num encontro com a imprensa que antecedeu a inauguração de um espaço cultural na representação diplomática portuguesa na capital argelina.


No encontro com a imprensa, Luís Almeida Sampaio apresentou o programa e as grandes prioridades da presidência portuguesa da União Europeia, iniciada no passado dia 01 e que termina a 31 de Dezembro.

O embaixador de Portugal insistiu, designadamente, nos pontos que interessam à Argélia como o diálogo euro-mediterrânico, migrações, luta anti-terrorista, energia, investimentos e comércio.

Luís Almeida Sampaio destacou, de entre as prioridades da presidência portuguesa, a II Cimeira UE-África, prevista para os dias 08 e 09 de Dezembro em Lisboa, de que disse esperar que saia aprovada uma estratégia euro-africana a que a Argélia pode dar uma "contribuição significativa".

O embaixador de Portugal estava acompanhado no encontro pela imprensa dos seus colegas alemão e esloveno.

A Alemanha ocupou a presidência da UE no primeiro semestre de 2007 e a Eslovénia exercerá igual mandato entre 01 de Janeiro e 30 de Junho de 2008.

Em seguida, o embaixador de Portugal inaugurou um espaço cultural na representação diplomática portuguesa que disse "servir para aproximar não somente as duas culturas (portuguesa e argelina) mas também para funcionar como ponto de encontro para empresários e jornalistas.

"Não podemos esquecer que Portugal e os países amigos e vizinhos do Magrebe partilham uma longa e rica história comum", sublinhou na ocasião. (RTP)