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sexta-feira, 17 de julho de 2015

'POLÍTICA IMPOSTA PELA ALEMANHA É CRIME CONTRA A HUMANIDADE'

15 julho 2015, Carta Maior cartamaior.com.br (Brasil)


Sujeitar o povo a condições de asfixia -- criando premeditadamente as condições para uma catástrofe humanitária -- viola todas as convenções internacionais.

InfoGrécia

A poucas horas da votação das medidas prévias de austeridade, a presidente do Parlamento grego voltou a apelar ao Governo para que não aceite a chantagem dos credores para um acordo em que já nem o FMI acredita. Leia aqui o discurso de revolução no sistema financeiro mundial”. É o que defende Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal, que fez parte, no início do ano, das primeiras atividades da comissão internacional que realizou a auditoria da dívida grega, a convite da presidente do Parlamento grego, Zoe Konstantopoulouna semana passada a justificar a abstenção na proposta, traduzido pelo blogue Aventar.

«Minhas senhoras e senhores, caros colegas,

Nos momentos como este, devemos agir e falar com sinceridade institucional e coragem política. Devemos assumir, cada um, a responsabilidade que nos cabe.

Protegendo, como a nossa consciência nos obriga, as causas justas e os direitos sagrados, invioláveis e não negociáveis do nosso povo e da nossa sociedade.

Salvaguardando a herança legada por aqueles que deram a sua vida e a sua liberdade para que hoje possamos ser livres.

Preservando a herança das novas gerações e das vindouras, bem como a civilização humana, o mesmo acontecendo com os valores inalienáveis que caracterizam e dão sentido à nossa existência individual e colectiva.

O modo como cada um opta por decidir e agir pode variar, mas ninguém tem o direito de zombar, degradar, denegrir ou usar com uma finalidade política as decisões emanadas de um processo e de uma decisão difícil e consciente, intimamente ligados ao

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CONFLITOS E CRISE HUMANITÁRIA

24 junho 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Um dos problemas graves que o continente africano enfrenta é o dos refugiados. As guerras que ocorrem ainda em algumas regiões de África provocam o abandono dos países de origem por milhares de pessoas, para se refugiarem noutros Estados do continente com melhores condições de segurança.

Um relatório de 2015 da Agência da Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) refere que o número de refugiados e deslocados no mundo atingiu um nível recorde, com a África a registar uma crise humanitária grave motivada por oito guerras.

A União Africana e outras organizações regionais de África já se aperceberam da gravidade da situação humanitária no continente e concertam posições e tomam medidas para atacarem as causas que estão na origem de um aumento acelerado de refugiados e deslocados africanos.
 
Ninguém pode ficar indiferente aos problemas dos refugiados e deslocados africanos, e faz todo o sentido que as lideranças africanas estejam a fazer

domingo, 24 de agosto de 2014

CRISE HUMANITÁRIA NA FRONTEIRA SUL DOS EUA PREOCUPA MERCOSUL

6 agosto 2014, Fórum Mundial das Alternativas--FMA http://www.forumdesalternatives.org (Brasil)
Carta Maior http://www.cartamaior.com.br

Víctor Abramovich

Na recente cúpula do Mercosul em Caracas, os chefes de Estado do bloco regional expressaram em um comunicado especial sua preocupação com a crise humanitária originada pelas migrações de crianças e adolescentes desacompanhados na fronteira sul dos EUA. (ver comunicado ao final)

Trata-se de um posicionamento firme e claro dos governos regionais frente a um dos conflitos de direitos humanos mais graves do continente.

Nos últimos meses, a fronteira dos Estados Unidos com o México se tornou o epicentro de um fluxo crescente de pessoas indocumentadas, entre as quais se encontram milhares de crianças desacompanhadas