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terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/POLÍTICA DE AUSTERIDADE PÕE O BRASIL NA VANGUARDA DO ATRASO -- Requião



12 junho 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Roberto Requião*, na Carta Maior

Há pouco mais de 30 dias, a oposição hoje transubstanciada em governo argumentava que, além das pedaladas fiscais, a presidente Dilma deveria ser responsabilizada também pelos onze milhões de desempregados existentes no país. Os onze milhões de desempregados eram homenageados quatro, cinco, dez vezes por dia neste plenário.

Onze milhões de desempregados transformou-se em um número mágico, na senha do impeachment. A presidente precisava ser derrubada para salvar esses onze milhões de brasileiras e brasileiros atirados à margem.

Pura farolice...

Afinal, nada, rigorosamente nada do que anunciou o novo ministro da Fazenda vai contribuir para o aumento do número de empregos. Pior ainda,

sexta-feira, 17 de julho de 2015

'POLÍTICA IMPOSTA PELA ALEMANHA É CRIME CONTRA A HUMANIDADE'

15 julho 2015, Carta Maior cartamaior.com.br (Brasil)


Sujeitar o povo a condições de asfixia -- criando premeditadamente as condições para uma catástrofe humanitária -- viola todas as convenções internacionais.

InfoGrécia

A poucas horas da votação das medidas prévias de austeridade, a presidente do Parlamento grego voltou a apelar ao Governo para que não aceite a chantagem dos credores para um acordo em que já nem o FMI acredita. Leia aqui o discurso de revolução no sistema financeiro mundial”. É o que defende Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal, que fez parte, no início do ano, das primeiras atividades da comissão internacional que realizou a auditoria da dívida grega, a convite da presidente do Parlamento grego, Zoe Konstantopoulouna semana passada a justificar a abstenção na proposta, traduzido pelo blogue Aventar.

«Minhas senhoras e senhores, caros colegas,

Nos momentos como este, devemos agir e falar com sinceridade institucional e coragem política. Devemos assumir, cada um, a responsabilidade que nos cabe.

Protegendo, como a nossa consciência nos obriga, as causas justas e os direitos sagrados, invioláveis e não negociáveis do nosso povo e da nossa sociedade.

Salvaguardando a herança legada por aqueles que deram a sua vida e a sua liberdade para que hoje possamos ser livres.

Preservando a herança das novas gerações e das vindouras, bem como a civilização humana, o mesmo acontecendo com os valores inalienáveis que caracterizam e dão sentido à nossa existência individual e colectiva.

O modo como cada um opta por decidir e agir pode variar, mas ninguém tem o direito de zombar, degradar, denegrir ou usar com uma finalidade política as decisões emanadas de um processo e de uma decisão difícil e consciente, intimamente ligados ao

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CASO DA DÍVIDA ARGENTINA

10 agosto 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Prabhat Patnaik*

O que está a acontecer à dívida da Argentina neste momento é instrutivo para todos. Na década de 1990, quando Carlos Menem era o presidente, o seu governo ensaiou o que considerava ser uma brilhante ideia neoliberal. Ele manteve o valor da divisa argentina ligada (pegged) ao US dólar (no rácio 1:1) através do denominado sistema "currency board" , na esperança de que isto mantivesse alta a "confiança do investidor" naquele país. O raciocínio era simples: se o dólar é considerado pelos possuidores de riqueza de todo o mundo como sendo "tão bom quanto o ouro", então se a divisa argentina estiver ligada ao dólar tornar-se-ia também "tão boa quanto o ouro", e nesse caso o capital afluiria à Argentina.

Assim, se uma divisa ficar ligada ao dólar, então a oferta monetária interna fica ligada ao montante de haveres em dólar que o país dispõe. Isto acontece porque se as pessoas quiserem cambiar da divisa interna para

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Brasil/TORCER PARA O BRASIL TAMBÉM É UM DIREITO

10 junho 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Antonio Lassance*

Torcer pelo Brasil é um direito. As pessoas que quiserem podem e devem exercê-lo em paz, sem constrangimento de qualquer espécie.

(Foto: Arquivo CPLP & Mercosul)

Embora o futebol seja, de longe, o esporte preferido dos brasileiros, um novo esporte ganhou muitos adeptos desde o ano passado.

É o esporte de falar mal da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, de torcer para que a competição seja um fiasco e para que a imagem do País seja a pior possível, aqui dentro e lá fora.

O campeonato nacional de esculhambação da Copa e do Brasil é um esporte diário que envolve pessoas que se dividem em pelo menos dois grupos.

Um é o pessoal totalmente anticopa, que empunha a bandeira do #NãoVaiTerCopa e quer sabotar o evento custe o que custar.

Outro é a turma dos Empata-Copa, que é cheia de dedos, de "veja bem" e