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terça-feira, 12 de julho de 2016

Angola/Cimeira aborda integração regional



12 de Julho, 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Uma cimeira extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC sobre a industrialização e integração regional deverá ser realizada no primeiro trimestre de 2017, com vista a dar seguimento aos programas traçados sobre a matéria, indica um comunicado da Embaixada de Angola no Botswana.

Segundo o documento, esta recomendação foi feita durante a 17ª reunião do grupo de trabalho (task force) sobre integração regional, realizada em Gaberone, que teve como ponto principal

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Frente Popular reúne o Brasil em Belo Horizonte

5 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Lidyane Ponciano


Carina Vitral, da UNE, fala na mesa de abertura 
do lançamento da Frente Brasil Popular

Mais de duas mil pessoas passaram o dia no espaço livre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a partir da manhã desse sábado (5) para discutir alternativas para a crise política e econômica brasileira no lançamento da Frente Brasil Popular.  

Foi a primeira vez, desde as Diretas Já em 1984, que uma ampla coalizão de centenas de lideranças e representações de movimentos populares, sociais, sindicais, estudantis, forças e representações políticas de esquerda estiveram juntas para defender o estado democrático brasileiro.

A Conferência Nacional em Defesa da Democracia e por uma Nova Política Econômica demonstrou uma grande força de unidade de entidades progressistas e partidos de esquerda. O principal objetivo é barrar a escalada antidemocrática oposicionista para defender o mandato da presidenta Dilma Roussef, combater o golpismo

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Moçambique/Investimento chinês atinge três biliões de USD num ano

17 Junho 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Um total de 3.62 biliões de dólares norte-americanos foi investido no ano passado em Moçambique pela China, no âmbito de implementação da tradicional cooperação bilateral entre os dois países que data desde 1974.

Segundo o conselheiro da embaixada daquele país asiático acreditado em Maputo, Wang Lipei, o montante em alusão foi aplicado nos domínios da agricultura, infra-estrutura, comunicação, montagem de automóveis, energia, minerais, materiais de construção, imóveis, hotéis, entre outros sectores da vida socioeconómica do nosso país.

Falando há dias na cidade da Beira, Sofala, durante a realização do encontro empresarial de cooperação entre os dois Estados amigos, o diplomata chinês referiu ainda que este ano, no âmbito dos 40 anos do estabelecimento de relação entre China e Moçambique, atenção especial vai para a promoção do desenvolvimento e

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Moçambique/Asssembleia anual do BAD: Nyusi fala da exclusão como causa de instabilidade

28 de maio 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)  

O Presidente da República, Filipe Nyusi, considera que a exclusão, a pobreza e a falta de transparência no funcionamento das instituições são algumas das principais causas da instabilidade político-militar que afecta alguns países africanos.

Filipe Nyusi fez estas declarações, terça-feira, em Abidjan, durante um painel subordinado ao tema “Desenvolvimento e Segurança: enfrentar novas ameaças”, inserido na 50ª Assembleia Anual do Conselho de Governadores do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e na 41ª Anual do Fundo Africano de Desenvolvimento, que decorrem desde segunda-feira até amanhã, na capital costa-marfinense.

Durante o painel que contou também com a participação da Presidente da Comissão União Africana, Nkhosazana Dlamine Zuma e do antigo Presidente da Nigéria, Olesugun Obasanjo,

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Angola participa na reunião sobre industrialização em África



12 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda  – A ministra da Indústria, Bernarda Henriques da Silva, deslocou-se hoje (quarta-feira) para Nairobi, Quénia , onde vai participar de 13 a 14 do corrente mês na vigésima sessão ordinária dos ministros africanos do sector.   

Em breves declarações à Angop, Bernarda Henriques da Silva informou que o encontro organizado pela União Africana (UA) em colaboração com a Organização das Nações Unidas

sábado, 11 de maio de 2013

Moçambique/Recursos minerais: Progresso depende da industrialização - defende Abdul Razak

11 maio 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O desenvolvimento sustentável será alcançado não só através da exportação de minerais, mas sobretudo pela sua industrialização, tendo como matéria-prima o carvão, gás natural, calcário, ferro, fosfatos, bauxite e outros recursos.

Esta tese foi defendida quarta-feira, em Chimoio, por Abdul Razak, Vice-Ministro dos Recursos Minerais, na abertura do seminário de apresentação e debate da Política e Estratégia dos Recursos Minerais, evento no qual participaram vários interessados na área. Segundo Abdul Razak, o Executivo está a privilegiar acções de formação e capacitação institucional, para habilitar os órgãos do Estado para corresponder à dinâmica imposta pelo desenvolvimento do sector.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Moçambique/Industrialização rural: Estratégia procura valorizar produção

16 setembro 2008/Notícias

Uma estratégia de industrialização rural deverá ser aprovada até finais do próximo mês, tendo em vista o aproveitamento do vasto potencial existente e agregar valor aos produtos.

O facto foi dado a conhecer ontem em Maputo pelo Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando, falando na abertura da conferência nacional sobre os desafios do desenvolvimento rural no contexto da crise alimentar, organizada pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC).

Segundo Fernando, a estratégia em referência surge no contexto da transformação da crise alimentar mundial em oportunidade de desenvolvimento. Acrescentou que o desenvolvimento que está a acontecer nas zonas rurais é surpreendente. Os sete milhões de meticais que são alocados anualmente aos distritos estão a fazer a diferença na produção e disponibilização de empregos, o que é preciso consolidar.

Segundo a fonte, graças ao empenho na produção quantidades significativas de produtos deterioram-se anualmente, em particular a fruta, por falta de capacidade de processamento. "Este cenário pode ser visto em vários pontos do país, onde a produção está a carecer de processamento", disse a nossa fonte.

De acordo com o titular da pasta da Indústria e Comércio, há várias iniciativas na área de processamento que carecem de ser consolidadas para que possam crescer.

A estratégia de industrialização rural está no contexto geral do desenvolvimento das zonas rurais, através da valorização dos produtos locais. Na visão do Governo, com recurso a técnicas ao alcance das comunidades é possível fazer a diferença no processamento da produção, que deverá ter como prioridade o mercado local e, posteriormente, a exportação.

Segundo soubemos de Odete Tsamba, directora da Unidade Técnica para a Promoção da Industrialização Rural, já está a ser feita a promoção nas zonas rurais através dos conselhos consultivos, para além da formação de pessoal dentro e fora do país. De igual modo, estão a ser promovidos, em feiras, produtos processados localmente, equipamentos e outras potencialidades dos distritos.

"A estratégia está praticamente concluída. Até princípios de Outubro estará em enriquecimento ao nível dos governos provinciais e até finais do mesmo mês será submetida ao Conselho de Ministros", disse.

A estratégia assenta em quatro pilares, nomeadamente a promoção e indicação das potencialidades existentes, que transformação deve ser feita, a formação sobre como fazer bem e com bons resultados e a ligação com os mercados.

Falando na ocasião, a presidente da FDC, Graça Machel, disse que a conferência visa trazer a debate como passar de um país de contrastes para de produtores, intermediários e consumidores que têm uma relação de complementaridade, produzindo uma cadeia de valores entre a investigação e o mercado. Disse que é desafio da FDC facilitar a interacção entre os diversos actores na cadeia de valores para que o país possa expandir as oportunidades em benefício dos cidadãos.

"É preciso um compromisso conjunto para construirmos o nosso próprio processo e valorizar a nossa própria experiência, ao invés de replicar o que é feito noutros cantos do globo. Que isto seja um movimento nacional e um ponto de partida para o registo e valorização das nossas experiências", disse.