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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Moçambique/Asssembleia anual do BAD: Nyusi fala da exclusão como causa de instabilidade

28 de maio 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)  

O Presidente da República, Filipe Nyusi, considera que a exclusão, a pobreza e a falta de transparência no funcionamento das instituições são algumas das principais causas da instabilidade político-militar que afecta alguns países africanos.

Filipe Nyusi fez estas declarações, terça-feira, em Abidjan, durante um painel subordinado ao tema “Desenvolvimento e Segurança: enfrentar novas ameaças”, inserido na 50ª Assembleia Anual do Conselho de Governadores do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e na 41ª Anual do Fundo Africano de Desenvolvimento, que decorrem desde segunda-feira até amanhã, na capital costa-marfinense.

Durante o painel que contou também com a participação da Presidente da Comissão União Africana, Nkhosazana Dlamine Zuma e do antigo Presidente da Nigéria, Olesugun Obasanjo,

terça-feira, 28 de abril de 2015

África/2044 O EL DESCALABRO

27 abril 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

TomDispatch.com

Las misiones militares alcanzan niveles record después de que Estados Unidos haya echado una firmita para permanecer durante décadas en África

Traducido del inglés para Rebelión por Sara Plaza

Vestidos con un caleidoscopio de modelos de camuflaje, estuvieron tres días apiñados en una base militar de Florida. Pertenecían al Mando de Operaciones Especiales de Estados Unidos (SOCOM, por sus siglas en inglés) y al Mando de Operaciones Especiales del Ejército de Estados Unidos, y también había fuerzas de Francia y Noruega, de Dinamarca, Alemania y Canadá: 13 países en total. Vinieron a planear una campaña militar "centrada en operaciones especiales" con el apoyo de fuerzas convencionales, una operación multilateral que –de llevarse a cabo– podría costar cientos, tal vez miles de millones de dólares y quién sabe cuántas vidas.

Pregunten a los participantes y hablarán de tener en cuenta las "sensibilidades" y las "diferencias culturales", de la importancia de la "colaboración" y la "coordinación", del valor de la diversidad de opiniones, de las "perspectivas" y las "asociaciones". Sin embargo, a puerta cerrada y sin que lo sepa la mayoría de la población de sus propios países, no digamos la de los países que han marcado como objetivos, un grupito de estrategas de operaciones especiales occidentales bosquejaron un posible futuro militar multilateral para una región de África llena de problemas.

Entre el 13 y el 15 de enero, representantes de Estados Unidos y 12 países aliados se reunieron en la base aérea MacDill en Tampa, Florida, para

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Angola/O “ESTADO ISLÂMICO” INFILTRADO

3 fevereiro 2015, Jornal de Angola (Angola)

Benjamim Formigo

O belo trabalho feito por americanos, britânicos e franceses na Líbia está à vista. Não gostavam de Kadhafi porque não se submetia aos jogos das petrolíferas estrangeiras e aos desejos externos.

A tal “Primavera Árabe” serviu às mil maravilhas para uma intervenção dos três países, sob a capa da OTAN, para mal disfarçar a agressão externa, a pretexto de defesa de civis, para intervirem bombardeando as tropas governamentais, impedindo Kadhafi de controlar a situação.

Na altura escrevemos que estavam a quebrar um equilíbrio instável que só Kadhafi conseguira até então gerir.

Kadhafi caiu e foi barbaramente assassinado por um dos grupos defensores dos “valores democráticos” que assaltava o poder com o apoio activo no terreno da aviação dos Estados UNidos, Inglaterra, França e as armas que eles e

domingo, 12 de outubro de 2014

Angola/"VAMOS TER FORÇAS ARMADAS MODERNAS"

9 outubro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Cândido Bessa

No dia em que se comemora 23 anos da fundação das Forças Armadas Angolanas,  Geraldo Sachipengo Nunda garante que já não há guerra em Angola, avança que a última acção da FLEC, em Cabinda, ocorreu em Maio de 2011, mas afirma que é preciso estar preparado para os riscos internos e externos.

Dá exemplos da  Líbia, Tunísia, Síria e Nigéria onde o Boko Haram conseguiu criar situações de instabilidade com o rapto de centenas de crianças, que ainda não foram encontradas. Na entrevista, o chefe do Estado-Maior General fala do momento actual das FAA, do processo de reedificação que vai torná-las num exército moderno e pronto para responder aos desafios do futuro.


Jornal de Angola - Hoje, 23 anos após a sua fundação, que Forças Armadas o país tem?
Sachipengo Nunda -
 Hoje temos Forças Armadas Angolanas definidas pela direcção política do nosso país e que tem como orientação principal realizar o seu reequipamento, uma reestruturação adequada aos desafios do momento e do futuro. Em termos mais concretos, se