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terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/POR TRÁS DAS MENTIRAS DA MÍDIA-EMPRESA: DERRUBAR AS DEMOCRACIAS LATINO-AMERICANA



Pátria Latina, 10 junho 2016, http://www.patrialatina.com.br (Brasil)




A primeira reflexão começou como uma carta a um importante veículo da mídia-empresa internacional que frequentemente publica o que escrevo. Mas os golpes orquestrados pelos EUA para derrubar governos em toda a América Latina são indizíveis na mídia-empresa universal. Nenhuma comunicação se publica que ligue os pontos na ação comandada pelos EUA para destruir partidos políticos e quaisquer alternativas democráticas. É assim que se exerce o poder do sistema devorador de vidas, que consegue prosseguir na obra de depredação do mundo, agora dedicado a depredar estados latino-americanos cujas eleições aquele sistema não tenha conseguido controlar.

No artigo de primeira página do Guardian Weekly “Venezuelans angry for reform” (27/5-2/6), a palavra “reforma” só aparece na manchete. Entrevistam-se pessoas que querem “comida” e “bens básicos” numa dita “sociedade socialista” – conversa muito nossa conhecida de tempos passados. Da crise, só falam os que falam contra subsídios e compradores consumistas frustrados.

A campanha geral, em todos os fronts, apoiada pela oligarquia norte-americana, mídia-empresas e gangues de bandidos que operam para manter artificialmente baixo o preço do petróleo por orientação de Wall-Street, é como se não existisse. A mesma lógica privada que se vê na

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Colombia/DIEZ PROPUESTAS MÍNIMAS PARA GARANTIZAR EL FIN DEL CONFLICTO, LA RECONCILIACIÓN NACIONAL Y LA CONSTRUCCIÓN DE LA PAZ ESTABLE Y DURADERA

8 octubre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


En atención a que el punto Tres de la Agenda, “Fin del Conflicto”, ha sido definido como un proceso integral y simultáneo, las FARC-EP damos a conocer las siguientes diez propuestas mínimas, que incluyen iniciativas sobre los siete numerales comprendidos en la mencionada temática, cuyo análisis se viene adelantando por distintas Comisiones de trabajo en la Mesa de Conversaciones. 

Tales propuestas que tienen contenidos y derivaciones específicas que iremos presentando en el curso del presente ciclo, son las siguientes: 

1. Formalización jurídica de las reformas y ajustes institucionales necesarios para hacer frente a los retos de la construcción de la paz; 

2. Plan Nacional para el fin del conflicto, la reconciliación nacional y la construcción de la paz estable y duradera; 

3. Conformación del Fondo Nacional para el fin del conflicto, la reconciliación nacional y la construcción de la paz estable y duradera; 

4. Normalización de la vida nacional y transformación de las FARC-EP en

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Brasil/MST lança nota sobre conjuntura política nacional e reforma agrária

14 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Vermelho) 
O MST defende a retomada do desenvolvimento nacional e os cumprimento 
dos acordos firmados com relação à reforma agrária

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra lançou uma nota de análise da conjuntura política nacional onde repudia a ofensiva da direita e reivindica direitos para os trabalhadores sem agredir a constitucionalidade do mandato da presidenta Dilma.


Integrante da Frente Brasil Popular, o MST exige o cumprimento dos acordos firmados pelo governo federal em 2014 com relação à reforma agrária e pede aprofundamento das mudanças, com saídas à esquerda para a crise política. A entidade também defende a soberania nacional, a retomada do desenvolvimento e as reformas estruturantes. 

Leia a nota na íntegra:

Posição do MST frente à luta política e a situação da reforma agrária

1. A sociedade brasileira tem construído a democracia nas contradições da luta de classes. Ainda temos muito que avançar, mas não permitiremos nenhum retrocesso nos direitos conquistados na luta do nosso povo.

2. Nos somamos à construção da Frente Brasil Popular, e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais, como a mobilização prevista para dias 2 e 3 de outubro, em defesa de

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Brasil/Frente Brasil Popular será lançada em BH contra golpismo e por avanços

31 de agosto de 2015, 31 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em defesa da democracia e do mandato constitucional da presidenta Dilma Rousseff, forças progressistas realizam no próximo sábado (5), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a Conferência Nacional Popular em defesa da democracia e por uma nova política econômica.

Por Eliz Brandão



O encontro tem como ponto de partida assegurar a preservação dos compromissos assumidos pela presidenta Dilma Rousseff e os avanços conquistados nos últimos anos, além de combater a onda conservadora recentemente aflorada.

Para unificar a luta e construir uma ampla organização popular de resistência, os diversos setores e agrupamentos sociais e os partidos políticos consolidarão a Frente Brasil Popular.

Nela, atuarão militantes que

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Timor-Leste fortalece instituições para entrar na ASEAN

6 agosto 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Timor-Leste está a fortalecer as suas instituições, a procurar diversificar a economia e a executar reformas amplas a fim de aderir à Associação dos Países do Sudeste Asiático (ASEAN), garantiu o ministro timorense dos Negócios Estrangeiros.

O ministro Hernâni Coelho falava em Kuala Lumpur, onde esta semana decorrem as reuniões dos chefes da diplomacia dos

segunda-feira, 30 de março de 2015

Brasil/PT convoca militância para série de mobilizações no País

27 março 2015, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Em circular, legenda reforça importância de sociedade sair às ruas em defesa da democracia, Petrobras, direitos dos trabalhadores e pela reforma política


A Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores divulgou, nesta sexta-feira (27), uma circular para mobilizar os militantes a saírem às ruas em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobras e das reformas política, da mídia e tributária.

“Diante do atual momento político do país, o Partido dos Trabalhadores é chamado a aprofundar as mudanças iniciadas pelos governos Lula e Dilma e a defender o projeto democrático, popular e socialista que orienta nosso partido ao longo destes 35 anos de história”, diz o documento.

No documento, o partido faz mobilização para os atos organizados por movimentos sociais e marcados para os dias 30 e 31 de março, 2 e 7 de abril e 1º de maio, Dia do Trabalhador.

Na circular, o partido voltou a condenar as manifestações de golpismo, intolerância e ódio. “Diante destes, sairemos às ruas em defesa da democracia e

quinta-feira, 31 de julho de 2014

«FASCISMO NA UCRÂNIA»: UMA INVENÇÃO RUSSA?

29 julho 2014,  ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Este texto data de Março deste ano. Não só não perdeu actualidade, como ganhou acrescida importância face à evolução dos graves acontecimentos na Ucrânia, para cuja análise é indispensável a compreensão da natureza do poder que o imperialismo instalou em Kiev. Que figuras de proa do imperialismo (Merkel, Kerry) se façam fotografar lado a lado com os fascistas ucranianos já é de registar. Mas é igualmente de registar que figuras da “esquerda” francesa (nomeadamente Mélenchon) tudo façam para ignorar o carácter fascista desses fascistas.

Regresso à insurreição de Maidan e seus resultados
A questão do “fascismo ucraniano”, com ou sem aspas, não é primordial, e não faço disso uma obsessão.

O que é essencial é principalmente o risco de guerra entre a Rússia e a Ucrânia, uma possibilidade terrível, impensável há poucos meses. É depois o desastre social que se seguirá, para o povo ucraniano, à eventual adopção, pelo poder resultante da insurreição de «Maidan», dos planos europeus de comércio livre e de «reformas» sob a égide do FMI. Mas acontece que, para lá chegar, a UE e os EUA, numa manobra deliberadamente aventureira e provocadora, puseram no poder em Kiev os partidos da oposição minoritários no país (não representativos do leste e do sul da Ucrânia) e encorajaram as suas facções extremas, os partidos e grupos neonazis e ultranacionalistas. Acontece também que este aspecto da realidade ucraniana é ocultado nos média, desde longa data.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Brasil/DILMA É CANDIDATA PARA FAZER MAIS MUDANÇAS

23 junho 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Tal como fez na celebração do 1º de Maio, quando se dirigiu à nação para saudar os trabalhadores, reafirmar a luta pelos seus direitos e ratificar o caminho que o povo brasileiro escolheu desde 2002, a presidenta Dilma Rousseff se apresentou na Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores no último sábado (21) assertiva e confiante.

Calejada em combates e batalhas, madura e experiente no enfrentamento das exigentes questões de governo, a mandatária revelou-se disposta a vencer a batalha da eleição presidencial de outubro vindouro e – o que é mais importante – com um mobilizador programa de mudanças. Dilma repetiu com ênfase ainda maior a frase pronunciada no dia de luta dos trabalhadores, com a qual demarcou os campos com os adversários: “Eu não fui eleita para trair a confiança do meu povo, nem para arrochar salário de trabalhador!”

A sensação transmitida a seus seguidores e a todo o povo brasileiro é a de que não admite o recuo, nem para tomar impulso. “É hora de fazer mais mudanças, companheiros!” (...) “É hora de ampliarmos a extraordinária transformação pacífica que estamos fazendo há mais de uma década!”

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O MODELO PRÓ-EXPORTAÇÃO DA ALEMANHA NÃO SERVE A NINGUÉM



26 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Vicenç Navarro*

O ministro das Finanças do governo alemão, Wolfgang Schäuble, escreveu um artigo no El Pais (20/07/13, p.31) significativamente intitulado "Nós não queremos uma Europa alemã", no qual enfatizou que a última coisa que a Alemanha quer é que a Europa seja uma réplica de seu país, negando qualquer tentativa de alemanizar a Europa. Na verdade, o ministro observou que não é a intenção do governo alemão liderar o desenvolvimento da União Europeia, um processo que, sublinha , deve ser construído por todos e com todos os países, em uma decisão coletiva. Esta posição de Schäuble é, segundo ele, a dos sucessivos governos alemães, de Schroeder para Merkel.

Esta posição, no entanto, está claramente em conflito com a própria narrativa e argumentação utilizada pelo ministro alemão para explicar por que a UE não consegue sair da crise. Para a maioria dos países da UE (e não apenas na periferia da zona do euro, mas também no centro, com França e Itália), a situação atual é intolerável. E nenhum deles parece fora dessa situação de crescimento econômico mais lento, quando não de retração.

Bem, de acordo com Wolfgang Schäuble, o que esses países precisam fazer são "reformas no mercado de trabalho e no sistema de proteção social" (uma frase que aparece repetidamente em seu artigo), “como fez a Alemanha" (uma frase que aparece duas vezes no artigo). E, para afastar as críticas de que ele está recomendando seguir o modelo alemão, refere-se que esse é o “modelo proposto por BCE, a Comissão Europeia, a OCDE e o FMI, chefiada por um italiano, um português, um mexicano e um francês, nenhum alemão" (não há nada melhor que sejam outros os que propõem e/ou apoiem suas propostas).

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

China/FRACASSO FISCAL NOS EUA OBRIGA A TRABALHAR PARA UM MUNDO DES-AMERICANIZADO



16 outubro 2013, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)  

13/10/2013, Liu Chang*, Xinhuanet, China

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

PEQUIM (Xinhua) – Com deputados e senadores norte-americanos dos dois partidos ainda às tontas de um lado para outro entre a Casa Branca e o Capitólio, sem chegar a acordo viável que devolva a normalidade ao corpo político que tanto louvam, parece ser boa hora para que o mundo, desentendido, comece a considerar a construção de um mundo des-Americanizado.

Ao emergir do mar de sangue que foi a 2ª Guerra Mundial como nação mais poderosa do mundo, os EUA, desde então, tentam construir um império global, impondo uma ordem pós-guerra, alimentando a recuperação na Europa e estimulando a mudança de regime em nações que os EUA vejam como pouco amigas de Washington.





Com sua aparentemente invencível força econômica e militar, os EUA declararam que têm interesse nacional vital de proteger, em quase todos os cantos do globo, e habituaram-se a imiscuírem-se nos negócios de outros países e regiões distantes de suas praias.

Ao mesmo tempo, o governo dos EUA muito se tem esforçado para mostrar-se ao mundo como nação que se regeria por altos princípios morais, apesar de, clandestinamente, atrever-se a torturar prisioneiros de guerra, massacrar civis em ataques de drones e espionar líderes mundiais.

Sob o que se conhece como uma Pax-Americana, não se vê mundo no qual os EUA ajudem a diminuir a violência e os conflitos, a reduzir as populações de pobres e deslocados, e a criar paz verdadeira e duradoura.