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terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/POR TRÁS DAS MENTIRAS DA MÍDIA-EMPRESA: DERRUBAR AS DEMOCRACIAS LATINO-AMERICANA



Pátria Latina, 10 junho 2016, http://www.patrialatina.com.br (Brasil)




A primeira reflexão começou como uma carta a um importante veículo da mídia-empresa internacional que frequentemente publica o que escrevo. Mas os golpes orquestrados pelos EUA para derrubar governos em toda a América Latina são indizíveis na mídia-empresa universal. Nenhuma comunicação se publica que ligue os pontos na ação comandada pelos EUA para destruir partidos políticos e quaisquer alternativas democráticas. É assim que se exerce o poder do sistema devorador de vidas, que consegue prosseguir na obra de depredação do mundo, agora dedicado a depredar estados latino-americanos cujas eleições aquele sistema não tenha conseguido controlar.

No artigo de primeira página do Guardian Weekly “Venezuelans angry for reform” (27/5-2/6), a palavra “reforma” só aparece na manchete. Entrevistam-se pessoas que querem “comida” e “bens básicos” numa dita “sociedade socialista” – conversa muito nossa conhecida de tempos passados. Da crise, só falam os que falam contra subsídios e compradores consumistas frustrados.

A campanha geral, em todos os fronts, apoiada pela oligarquia norte-americana, mídia-empresas e gangues de bandidos que operam para manter artificialmente baixo o preço do petróleo por orientação de Wall-Street, é como se não existisse. A mesma lógica privada que se vê na

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Angola/UM ESFORÇO REDOBRADO

27 fevereiro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A descida acentuada do preço do petróleo no mercado internacional obrigou a uma revisão do Orçamento Geral do Estado de Angola e a adopção de medidas prudenciais destinadas a não comprometer os objectivos económicos e sociais do Executivo.

Em face da alteração verificada na conjuntura económica nacional, motivada pela redução das receitas em divisas que o Estado arrecada no mercado internacional com a venda do nosso petróleo, o Governo e o Parlamento tinham de reagir com oportunidade ao efeitoque isso tem nagestão da coisa pública.

Perante a situação de grande incerteza e volatilidade do mercado petrolífero mundial, algo que nenhum Governo no Mundo pode controlar, tiveram as autoridades angolanas de promover medidas orientadas para atenuar os efeitos que daí decorrem

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Angola/PETRÓLEO E VONTADE DE VENCER

19 de Janeiro, 2015 , Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Álvaro Domingos

O preço do petróleo desceu artificialmente para níveis que só podem ser justificados pela especulação desenfreada. Um mundo que está nas mãos de especuladores e toda a espécie de traficantes financeiros tem pouco futuro.

O futuro está nas mãos dos angolanos, na sua força indómita, na capacidade de enfrentarem todos os desafios e dificuldades. Um país que tem um grande Presidente da República está em condições de crescer, de consolidar o crescimento económico e social. Angola é dirigida por uma elite política que foi capaz, ao longo dos últimos 40 anos, de vencer todas as barreiras, enfrentar todas as agressões. Só um grande Povo pode gerar políticos que conseguiram fazer do nada um país respeitado no concerto das Nações.
 
As elites políticas angolanas conseguiram construir um país em África a partir dos escombros do colonialismo. Que grande desafio e que grande vitória! A queda do preço do petróleo preocupa. É um problema sério e difícil de resolver. Temos um défice orçamental como há muito não tínhamos. Mas quem há 40 anos conseguiu vencer todas as traições, todos os ataques mortíferos e proclamou a Independência Nacional, não vai agora temer o preço baixo do barril de petróleo. Muitos dos que ergueram a Bandeira Nacional e se bateram nas frentes de combate contra