Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Mercosul, Brasil/Integrante do grupo Cientistas Engajados diz que setor "nunca viu esse nível de ataque" como no governo Bolsonaro
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Moçambique/Próximos cinco anos: Um bilião de dólares para desenvolver distritos
terça-feira, 7 de abril de 2015
Brasil/Dilma: Pré-sal é nossa soberania e o futuro da educação
A presidenta Dilma Rousseff deu posse ao novo ministro da Educação, Renato Janine, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (6), no Palácio do Planalto em Brasília. Dilma classificou Janine como uma “feliz novidade”, o comparando a Paulo Freire, patrono da educação no Brasil. Ela também reafirmou o compromisso assumido na posse de seu segundo mandato, de transformar o Brasil numa “pátria educadora”, destacando que a Petrobras será fundamental para tal realização no seu e nos futuros governos.
“Ele [Janine] é uma feliz novidade, porque é um ministro educador numa pátria educadora. Sua escolha traduz a minha maior prioridade para os próximos 4 anos", destacou a presidenta, afirmando que convidou “um professor, um pensador e um apaixonado pela educação”, comparando-o com grandes educadores, como Paulo Freire. “Tenho certeza que
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Angola terá mais de 260 mil estudantes universitários este ano
23 fevereiro 2015, Angop http://www.portalangop.co.ao (Angola)
Luanda -- Duzentos e sessenta e nove mil e quarenta e dois estudantes frequentarão o ensino superior este ano, anunciou nesta segunda-feira, em Luanda, o Vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Moçambique/UEM abre clínica universitária no próximo semestre
terça-feira, 6 de maio de 2014
Moçambique/PM empossa nova presidente do CNAQ
Trata-se de Ana Nhampule, investida para o cargo de presidente do CNAQ, e Nobre dos Santos, Cristina Tembe e Nuno António investidos para membros do CNES. Ana Nhampule substitui Eduardo Sitoi do cargo de presidente do CNAQ.
O CNAQ é o órgão de implementação e supervisão do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia da Qualidade do Ensino Superior,
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Moçambique vai terminar presidência da CPLP com “chave de ouro”
terça-feira, 1 de setembro de 2009
CPLP lança Centro UNESCO para Formação Avançada em Ciências
Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor-Leste vão partilhar Centro UNESCO para a Formação Avançada em Ciências. Uma intenção agora acordada e que consta na Declaração Final da Reunião Extraordinária de Ministros da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da CPLP, que decorreu a 29 de Agosto em Lisboa, no âmbito da Presidência portuguesa da CPLP.
A criação de um Centro onde sejam partilhados recursos e conhecimentos para aumentar a capacitação científica e formação avançada dos cidadãos e evitar a fuga de capacidades científicas do espaço da CPLP, nasce da iniciativa de Portugal e recebe agora o total apoio dos restantes Estados-membros da Comunidade.
O Centro UNESCO vai ser criado para conjugar a formação de alto nível, designadamente «através de programas de doutoramento, com a formação para a responsabilidade social dos cientistas, a comunicação pública da ciência e a integração em redes e programas internacionais de investigação», pode ler-se na Declaração Final da Reunião.
O Centro funcionará como um entidade independente, distribuída e aberta «à formação dos investigadores em instituições com as capacidades necessárias de qualquer dos membros da CPLP».
Na Reunião Extraordinária, os Ministros da Ciência definiram ainda as áreas de trabalho e de cooperação científica prioritárias no espaço da CPLP, com destaque para agricultura e produção de alimentos e para o desenvolvimento dos Sistemas de Observação da Terra com forte aposta em trabalhos de investigação em instrumentos de inventário de recursos, estudo e previsão do clima e gestão ambiental.
Os domínios das Ciências Biológicas e da Saúde, das Tecnologias de Informação e Comunicação, Computação Avançada e desenvolvimento de infra-estruturas avançadas de redes de comunicação com vista ao trabalho cooperativo ou a área das Ciências Sociais e Humanas, são também destacados na Declaração dos Ministros da Ciência da CPLP.
No Ensino Superior, os Ministros reconhecem os avanços realizados nos últimos anos em termos da qualidade de ensino e cooperação entre os vários Estados-membros da CPLP, mas definem um reforço no que se refere ao «intercâmbio e mobilidade de estudantes, docentes e investigadores e na promoção da cooperação interinstitucional no espaço lusófono».
Com vista ao reforço da qualidade do ensino e o reconhecimento mútuo e internacional dos cursos de ensino superior ministrados no espaço da CPLP, os Ministros definem ainda a criação de uma Rede de Informação Mútua e de Avaliação do Ensino Superior.
Uma rede que funcionará com base num «mecanismo de informação e cooperação entre as entidades responsáveis pela avaliação e acreditação de cursos e instituições de ensino superior e pelo reconhecimento de diplomas em cada país da CPLP», indicam os Ministros da Ciência CPLP na Declaração Final da Reunião Extraordinária.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Software ajuda combater plágio em trabalho acadêmico
Preocupadas em combater o plágio em trabalhos acadêmicos, instituições de ensino superior têm adotado programas de computador que ajudam o professor a identificar os casos suspeitos. Recentemente, a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Faap e o Senac SP aderiram à ideia. A Universidade Anhembi Morumbi e a Universidade Cruzeiro do Sul utilizam esse tipo de ferramenta desde o início de 2008.
Alguns desses softwares estão disponíveis gratuitamente na internet. Os mais elaborados, em geral pagos, analisam cada parágrafo do documento enviado pelo aluno e o compara com o conteúdo de bilhões de sites da internet e de algumas bibliotecas eletrônicas, elaborando um relatório com o índice de coincidências encontradas.
Esse é o caso do Safe Assign, um dos mais usados no País. O programa também compara o trabalho com todos os outros já submetidos à sua base de dados. "Isso permite ao professor descobrir, por exemplo, se o aluno está reaproveitando uma pesquisa já apresentada em anos anteriores", explica Emerson Fabiani, coordenador da Escola de Direito da FGV. "O software não apenas identifica o trecho copiado como aponta o endereço eletrônico do conteúdo original", conta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
África Austral/ Reitores definem agricultura como prioridade para o ensino e aprendizagem
Maputo, Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2007 - Para os reitores, para além da capacitação financeira das instituições de ensino superior, a reunião dos 12 dirigentes universitários da região definiu que o sector de investigação agrícola deve ser apetrechado, de modo a que haja maior interacção entre as instituições e os Governos para a melhoria da produção nos campos agrícolas. Só assim, segundo eles, é que as universidades estarão a prestar o seu contributo na redução da pobreza e fome na zona.
Outra das prioridades definidas na reunião de Maputo prende-se com a necessidade de o trabalho realizado pelas universidades procurar fazer-se sentir na vida das populações, sobretudo nos produtores de pequena escala. Por exemplo, segundo foi dito, a investigação e produção de novas sementes deve chegar com maior brevidade aos camponeses, de modo a elevarem a sua produção e produtividade e, daí, acelerarem o processo de combate à pobreza.
Filipe Couto, Reitor da UEM, anfitriã do encontro, disse ser urgente eliminar as distâncias que separam as faculdades de agricultura e os distritos, considerados pólos de desenvolvimento. Para ele, por serem locais que albergam grande parte da população moçambicana e necessitada, urge reduzir as distâncias, de modo a que elas beneficiem dos resultados das investigações agrárias para a melhoria da produção.
Para Venâncio Massingue, Ministro de Ciência e Tecnologia, que encerrou o encontro, o povo só pode beneficiar das decisões tomadas neste fórum caso elas sejam materializadas. Assim, apelou às universidades da região a trabalharem mais na viabilização, junto dos camponeses, da aplicação das novas tecnologias de produção.
Tomaram parte na reunião reitores das universidades Eduardo Mondlane e UniLúrio (Moçambique), de Harare e Mutara (Zimbabwe), Makerere (Uganda), do Malawi, Jomo Kenyatha, Sokoine, Egerton, Moi e Nairobi (Quénia), e da Zâmbia. (Notícias)
sábado, 18 de agosto de 2007
Cabo Verde/Universidade Lusófona arranca em Setembro na segunda cidade do país
A autorização de funcionamento da Universidade Baltasar Lopes da Silva e de todos os seis cursos foi comunicada esta semana à Lusófona pelo Ministério da Educação e Ensino Superior cabo-verdiano.
No despacho, o Ministério realça que deve ser observado "o cronograma indicado de adequação e melhoria das instalações e futura ampliação".
De acordo com o reitor Manuel Damásio, foi sobretudo a disponibilização de instalações por parte da Câmara do Mindelo - um antigo quartel militar e hotel, já renovadas - a atrair a Lusófona para aquela cidade cabo-verdiana, na ilha de São Vicente.
Além disso, afirma Manuel Damásio, Mindelo é "a capital cultural de Cabo Verde", e onde estão situadas algumas importantes instituições de ensino do arquipélago.
Contudo, a Lusófona admite vir a transferir-se mais tarde para a Praia, capital e maior cidade do país.
O projecto representa um investimento de um milhão de euros, suportado pela filial cabo-verdiana da cooperativa COFAC.
Está prevista a oferta de quatro licenciaturas - direito, serviço social, ciências da comunicação e gestão de empresas - e dois bachaleratos - contabilidade, administração e auditoria; gestão de empresas turísticas e hoteleiras.
Mas, referiu Manuel Damásio, a abertura dos cursos ficará dependente de haver número de alunos suficiente.
Até ao momento, há perto de 200 alunos inscritos, o que o reitor da Lusófona considera satisfatório "tendo em conta que a autorização é recente e não foi feita publicidade" dos cursos.
A meta são 600 alunos, 100 por cada curso, mas "se tivéssemos 400 já ficávamos contentes", diz Manuel Damásio.
"O único problema teórico é saber se vamos ter alunos suficientes para abrir todos os cursos", disse.
Além da Lusófona, também o português Instituto Piaget está presente em Cabo Verde.
Actualmente, está também a ser ultimada a abertura da universidade pública do arquipélago.
A Lusófona continua à espera de autorização para abrir uma universidade em Angola, onde já actua na formação de quadros do Estado.
Recentemente, em Moçambique viu autorizada a passagem do Instituto Superior Politécnico a Universidade Politécnica.
O grupo Lusófona é ainda responsável pela Universidade Amílcar Cabral, na Guiné-Bissau e duas instituições de ensino superior brasileiras. (Noticias Lusófonas)
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Moçambique/Zona centro do país vai ter mais uma universidade a partir de 2008
Segundo dados avançados pela Direcção de Coordenação do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura (MEC), o projecto nesse sentido está sendo finalizado e dentro em breve será remetido ao Conselho de Ministros para a sua aprovação. Em debate, também, continuam os cursos a serem ministrados.
Com a entrada em funcionamento desta universidade, o Governo concluíu a instalação de universidades públicas nas três regiões do país, processo tido como determinante para colmatar o crónico problema de vagas que se vem registando. Assim, a Universidade Eduardo Mondlane, sediada em Maputo, estará com as suas atenções viradas para a zona sul, a UniLúrio, em Nampula, para o norte, devendo a UniZambeze servir as províncias do centro.
Em Junho último, o Presidente da República, Armando Guebuza, inaugurou a UniLúrio, aquela que foi a quarta instituição superior, cujos estatutos foram aprovados em Outubro de 2006 pelo Conselho de Ministros. A instituição funciona com a Faculdade de Ciências de Saúde, com cursos de licenciatura em Medicina, Farmácia e Estomatologia.
Entretanto, a implantação de universidades públicas em todas as regiões do país decorre simultaneamente com a revisão da Lei do Ensino Superior, como forma de enquadrá-la à actual realidade moçambicana e da SADC. O Governo instou todas as instituições de ensino superior a reflectirem sobre a necessidade de operarem mudanças profundas, que implicam, em grande parte, os currículos, admissão de estudantes, desenvolvimento e gestão do corpo docente, estrutura e conteúdos dos graus académicos oferecidos, entre outros.
Um dos exemplos apontados pelo Governo sobre a necessidade de revisão do actual currículo no ensino superior tem a ver com os qualificadores de carreiras profissionais no sector público e os empregadores, em geral, que se servem, para além de outros critérios, da actual estrutura dos graus académicos para fixarem salários. Assim, a revisão visa dar espaço a estas reformas, privilegiando a componente qualidade.
Moçambique assinou, juntamente com outros países da região, o Protocolo da Educação, em Blantyre, Malawi, a 8 de Setembro de 1997, no qual se definem como prioridades a necessidade do uso racional dos meios e recursos humanos para o desenvolvimento da SADC, apostando na formação de recursos humanos de forma concentrada e numa perspectiva de alcance regional.
O referido protocolo prevê intercâmbio de docentes e estudantes, entre outros aspectos que visam o benefício de todos os signatários. (Noticias)
