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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Mercosul, Brasil/Discursos de Lula na abertura e no encerramento do 7º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT)



Em discurso na abertura do 7º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT)*, em São Paulo, o ex-presidente Lula abordou a trajetória do partido e reforçou a necessidade de uma oposição firme ao governo da extrema-direita de Jair Bolsonaro. Lula agradeceu também a solidariedade e o carinho da militância manifestada durante a sua injusta e ilegal prisão política em Curitiba.

Leia a íntegra do discurso de Lula:

Companheiras e companheiros do PT,
Convidados de todo o Brasil e de outros países,
Minhas amigas, meus amigos,
Esperei muito tempo para poder falar livremente ao povo brasileiro. Esse dia finalmente chegou, e minha primeira palavra tem de ser de agradecimento, pela solidariedade, pelo carinho e pelas manifestações de quem não desistiu de lutar e vai continuar lutando pela verdadeira justiça.

Durante 580 dias fui isolado da família, dos amigos e companheiros, apartado do povo, mesmo tendo o direito constitucional de recorrer em liberdade contra a sentença injusta e fraudulenta de um juiz parcial. Um direito que somente agora foi proclamado pelo Supremo Tribunal Federal, para todos, sem exceção.

Com as armas da verdade e da lei, continuarei lutando para que os tribunais reconheçam, agora, que fui condenado por quem sequer poderia ter me julgado: um ex-juiz que atuou fora da lei, grampeou advogados, mentiu ao país e aos tribunais, antes de

terça-feira, 14 de maio de 2019

Abyayala/Brasil: Dilma chama protestos contra desmonte na educação


Em artigo, a ex-presidente Dilma Roussef apresentou um diagnóstico dos ataques de Bolsonaro às universidades e fez uma veemente convocação às manifestações em defesa da educação, nesta quarta: "Todos os cidadãos e cidadãs brasileiros devem ser apoiadores dessa luta, que representa a defesa de nosso futuro com democracia, diversidade e prosperidade"; leia a íntegra do artigo

247 - Em artigo publicado em seu site, a ex-presidente Dilma Roussef apresentou um diagnóstico dos ataques do governo Jair Bolsonaro às universidades e fez uma veemente convocação de mobilização e apoio da sociedade às manifestações em defesa da educação, nesta quarta-feira (15): "Todos os cidadãos e cidadãs brasileiros devem ser apoiadores dessa luta, que representa a defesa de nosso futuro com democracia, diversidade e prosperidade".

Leia a íntegra do artigo:

Dilma: “Se eles destruíram nosso presente, cabe a nós salvar o futuro do País”

 

Em artigo, a ex-presidenta faz diagnóstico do ataque de Bolsonaro às universidades e conclama apoio da sociedade às manifestações em defesa da educação, na quarta-feira, 15 de maio


Dilma Rousseff

O acesso à educação – da creche à pós-graduação – foi o compromisso estratégico dos governos do PT. Esse compromisso tem a ver com o fato da educação viabilizar três requisitos que são a perenidade na superação  da miséria e da pobreza: a conquista  da economia do conhecimento necessária para produzir ciência, o desenvolvimento de tecnologia e difusão de inovações e o fortalecimento da consciência e cidadania por meio do acesso e do suporte à cultura.

Ao cortar em 30% os recursos orçamentários das universidades federais o governo Bolsonaro está ferindo de morte a educação, a cultura, a ciência, a tecnologia e inovação brasileiras. Na verdade, não há

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brasil/Dilma manda mensagem de apoio aos estudantes das ocupações

16 novembro 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

por Redação RBA                                  

"Nas ocupações estão as mais importantes trincheiras contra o retrocesso e pela democracia", declarou a ex-presidenta


São Paulo – A ex-presidenta Dilma Rousseff gravou vídeo com mensagem de apoio aos estudantes que ocupam escolas por todo o país contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 (aprovada na Câmara como PEC 241) e a Medida Provisória (MP) 746, da reforma do ensino médio.

Segundo Dilma, a PEC "reduz o orçamento da educação, criando um teto que limita por 20 anos o gasto público". Com o congelamento de gastos na educação, da creche à pós-graduação, a ex-presidenta diz que o projeto significa "o fim do mundo para a educação brasileira".

Na semana passada, em encontro com empresários, o presidente Michel Temer tripudiou sobre a luta dos estudantes, afirmando

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Brasil/Movimento de ocupação universitária é o maior da história brasileira

7 novembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Contra a PEC 241, que agora tramita agora no Senado como 55, estudantes ocupam 168 universidades, em todas as regiões do país, na ação que já é a maior organização estudantil da história do Brasileira. O movimento luta contra o conteúdo nocivo da proposta encaminhada pelo governo Temer, que, caso aprovada, proporcionará o congelamento do investimento em educação nos próximos 20 anos.

Por Laís Gouveia 

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, considera o movimento vitorioso pela mobilização atingida. "A juventude brasileira, em especial aquela que ascendeu ao direito à universidade, se levanta contra a PEC 55 que tramita no Senado, por entender que ela desmonta com a democratização da universidade e congela o futuro da juventude brasileira nos próximos 20 anos", avalia.

Assembleias representativas 
"Essas apropriações têm sido bastante plurais e mobilizadas, um procedimento de resistência e luta dos estudantes, todas as assembleias que decidem as ocupações contam, em média, com a participação de 1.500 pessoas por universidade, que optam por um processo de radicalização da luta para barrar esses retrocessos do governo Temer", explica Carina.

O Diretor de Relações Institucionais da UNE, Iago Monvaldão, fez a defesa das ocupações em audiência pública realizada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O jovem afirma que, devido o diálogo inexistente do governo Temer, os estudantes tiveram como última opção a tomada das suas escolas e universidades. "Se não ocorresse ocupações, a sociedade estaria nesse patamar de debate sobre o conteúdo da PEC? ",

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Brasil/AS OCUPAÇÕES E A LUTA CONTRA TEMER

3 novembro 2016, Blog do Miro http://altamiroborges.blogspot.com  (Brasil)

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Na tarde de ontem, quando Eleonora Menicucci, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para Mulheres no governo Dilma Rousseff, sentou-se para dar uma a entrevista ao 247, o mapa das mobilizações de estudantes contra a Reforma do Ensino Médio e contra a PEC 241, agora PEC 55, mostrava as dimensões de uma luta gigantesca. Eram 1149 instituições de ensino ocupadas no país: 1016 escolas, 51 universidades e 82 institutos federais, numa mobilização que tende a crescer, mesmo enfrentando medidas de repressão cada vez mais violentas. 

"A luta dos estudantes mostra que a resistência democrática continua cada vez mais ativa. Mesmo após as eleições municipais, que representaram uma derrota de toda a esquerda, o governo de Michel Temer está longe de ter o domínio da situação política,"diz Eleonora. "A luta continua, sempre."

Conhecida por uma militância política a favor dos direitos da mulheres e da defesa intransigente da democracia, a feminista Eleonora conhece as lutas estudantis por experiência própria. Estudante do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Minas Gerais, teve uma longa experiência nas mobilizações de sua geração, que marcaram a resistência à ditadura de 1964. Em 1965 foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes/MG e no ano seguinte foi eleita vice-presidente da UNE, no Congresso de 1966, realizado em BH. Presa e torturada nas dependências do DOI-CODI de São Paulo, quando testemunhou a morte do jornalista militante Luiz Eduardo da Rocha Merlino, Eleonora foi companheira de cela de Dilma Rousseff. Professora titular de Medicina Coletiva na Universidade

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasil/Comitês pela democracia estão em mais de 80 universidades



7 abril 2016, Central Única dos Trabalhadores--CUT http://www.cut.org.br (Brasil)

Escrito por: Luiz Carvalho

Grupos reúnem estudantes, docentes e servidores contra o golpe

A manhã desta quinta-feira (7) foi mais uma de mobilização na Universidade de Pernambuco. Desta vez, para o lançamento da “UPE em Defesa da Democracia”, um dos mais de 80 comitês que se espalham pelas universidades do país e reúnem alunos, docentes e servidores.

A lista completa por estado foi reunida no portal
Universidade pela Democracia. Na página também é possível indicar um grupo que ainda não esteja indicado na plataforma.

Responsável pela coordenação do espaço, a estudante Yasmin Melo explica que

quarta-feira, 23 de março de 2016

Brasil/Universidades em todo o país viram símbolo de luta contra o golpe



23 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 
O movimento em defesa da legalidade está ganhando cada vez mais adeptos em todo o país e os estudantes seguem no mesmo caminho. Nas universidades, vários comitês estão sendo formados e atividades realizadas em defesa da democracia e contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
 
Estudantes, representantes de movimentos sociais e sindicais, advogados e juristas participaram, na noite desta quarta-feira (22), na Universidade Federal do Paraná (UFPR), de um ato contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os participantes do Ato em Defesa da Democracia também criticaram a atuação do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Operação Lava Jato em primeira instância.

No evento, foram lidos manifestos de juristas e defensores públicos. Além disso, oradores atuantes na área do direito tomaram a palavra e se opuseram ao impeachment de Dilma, em tramitação na Câmara dos Deputados. Para eles, não há justificativa para uma saída precoce de Dilma da Presidência da República. Houve ainda espaço para críticas à Lava Jato, conduzida por Moro no âmbito da Justiça Federal. Moro, inclusive, leciona na UFPR.

A advogada e membro da Comissão Estadual da Verdade do Paraná, Ivete Caribé da Rocha, fez um paralelo entre a situação de Dilma e a do presidente João Goulart, que foi destituído do cargo por um golpe de Estado em 1964. Para Ivete,

sexta-feira, 4 de março de 2016

Brasil/URGENTE: Fórum 21 convoca a intelectualidade brasileira à defesa da democracia, contra o golpe



4 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

Resistir ao golpe para construir um Brasil mais justo e soberano: essa é a tarefa para a qual a História nos convoca nesse momento.


A democracia vive  horas decisivas em nosso país.

O ar empesteado de avisos da véspera, lubrificados pelo Jornal Nacional, e pelas manchetes desta fatídica 6ª feira, 4 de março de 2016, desdobrou-se na ruptura longamente cevada, desde outubro de 2014.

Os agentes da PF chegaram a residência do ex-presidente Lula e o levaram sob condução coercitiva. Praticamente sequestrado: durante horas não havia notícia oficial de seu paradeiro, com a desculpa de se evitar manifestações, ou seja, parecem temer o povo ou a democracia.

A revanche dos interesses derrotados nas eleições presidenciais do ano passado desfechou assim seu bote final contra a soberania das urnas.

Dê-se a isso o nome que se quiser dar.

Os acontecimentos das últimas horas, a obscena sintonia entre a mídia e a polícia partidarizada, falam

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Brasil/Ciência avança mais no interior de São Paulo

São Paulo, 14 outubro 2007 - São Carlos, Campinas, Piracicaba, Bauru e Ribeirão Preto têm sozinhas mais mestres e doutores a cada 100 mil habitantes se comparados aos da capital paulista. Nas cidades do entorno de Araraquara, há quatro vezes mais cientistas. O interior de São Paulo é responsável por um quarto da produção científica nacional e abocanha mais da metade dos financiamentos federais destinados ao Estado.
Das universidades e dos institutos nesta região, sai o conhecimento que abastece e cria empresas tecnológicas. Três em cada quatro projetos de inovação aprovados pela Fapesp são de fábricas com sotaque caipira. Graças a esses números, São Paulo publica hoje tanto quanto Espanha, Austrália, Irlanda ou Canadá.
"A aprovação dos projetos é em função da demanda, o que indica uma vitalidade intensa do interior", diz o diretor-científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique de Brito Cruz. "O interior está bem articulado e competitivo em relação à capital", acrescenta Marco Antonio Zago, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os dois são cientistas, um de Campinas e o outro de Ribeirão Preto.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

África Austral/ Reitores definem agricultura como prioridade para o ensino e aprendizagem

Reitores das Universidades Públicas da Região Austral de África definiram ontem, em Maputo, o desenvolvimento da agricultura e desenvolvimento das zonas rurais como uma das prioridades a se ter em conta nos seus curriculos de ensino e aprendizagem. Esta decisão foi tomada no final da 3ª Reunião do Conselho de Administração do Fórum Regional das Universidades, na qual o nosso país esteve representado pelas Universidades Eduardo Mondlane (UEM) e Lúrio (UniLúrio).

Maputo, Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2007 - Para os reitores, para além da capacitação financeira das instituições de ensino superior, a reunião dos 12 dirigentes universitários da região definiu que o sector de investigação agrícola deve ser apetrechado, de modo a que haja maior interacção entre as instituições e os Governos para a melhoria da produção nos campos agrícolas. Só assim, segundo eles, é que as universidades estarão a prestar o seu contributo na redução da pobreza e fome na zona.

Outra das prioridades definidas na reunião de Maputo prende-se com a necessidade de o trabalho realizado pelas universidades procurar fazer-se sentir na vida das populações, sobretudo nos produtores de pequena escala. Por exemplo, segundo foi dito, a investigação e produção de novas sementes deve chegar com maior brevidade aos camponeses, de modo a elevarem a sua produção e produtividade e, daí, acelerarem o processo de combate à pobreza.

Filipe Couto, Reitor da UEM, anfitriã do encontro, disse ser urgente eliminar as distâncias que separam as faculdades de agricultura e os distritos, considerados pólos de desenvolvimento. Para ele, por serem locais que albergam grande parte da população moçambicana e necessitada, urge reduzir as distâncias, de modo a que elas beneficiem dos resultados das investigações agrárias para a melhoria da produção.

Para Venâncio Massingue, Ministro de Ciência e Tecnologia, que encerrou o encontro, o povo só pode beneficiar das decisões tomadas neste fórum caso elas sejam materializadas. Assim, apelou às universidades da região a trabalharem mais na viabilização, junto dos camponeses, da aplicação das novas tecnologias de produção.

Tomaram parte na reunião reitores das universidades Eduardo Mondlane e UniLúrio (Moçambique), de Harare e Mutara (Zimbabwe), Makerere (Uganda), do Malawi, Jomo Kenyatha, Sokoine, Egerton, Moi e Nairobi (Quénia), e da Zâmbia. (Notícias)