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sábado, 20 de setembro de 2014

Euskal Herria/EH BILDU EXPRESA SU SOLIDARIDAD A LA CARAVANA CON DESTINO A DONBASS/EH Bilduk bere elkartasuna adierazten dio Donbassera abiatu den karabanari

2014ko irailaren 19a, Euskal Herria Donbass Komiteta http://euskalherriadonbas.wordpress.com (Euskal Herria, País Basco)


Desde EH BILDU reconocemos el compromiso que casi una decena de jóvenes han asumido con su participación en “la caravana Banda Bassotti” con destino a Donbass.

Reconocemos el valor de que sea la sociedad civil la que esté dando un ejemplo de compromiso y de lucha por la defensa de los derechos humanos en el contexto de grave crisis política y humanitaria que vive Ucrania tras el derrocamiento del presidente Viktor Yanukovich, el pasado mes de febrero.

La brigada internacional en la que participan ciudadanos de Euskal Herria debe ser una llamada de atención a todo el mundo y

quarta-feira, 18 de junho de 2014

ANÁLISIS DE CLASE DE LA CRISIS UCRANIANA/КЛАССОВЫЙ АНАЛИЗ УКРАИНСКОГО КРИЗИСА

16 junio 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=186096
ЛІВА інтернет-журнал http://liva.com.ua/class-analysis-ukraine.html

Viktor Shapinov, Liva, ЛІВА

Traducido del ruso por Carlos Valmaseda

Las causas sociales y de clase de la crisis ucraniana se han estudiado mal. En general se ha prestado atención al aspecto político de los acontecimientos perdiendo de vista la base socioeconómica. ¿Qué fuerzas de clase participaron en el derrocamiento de Yanukovich, forman parte del nuevo poder en Kiev, originaron el AntiMaidán y el movimiento en el Sur-Este? 

La crisis del capitalismo ucraniano 

La crisis ucraniana no se debe solo a fenómenos nacionales. Ucrania por diversos motivos ha resultado ser el "eslabón débil" y ha sido la primera víctima del hundimiento del modelo económico basado en el dominio del dólar como moneda de reserva mundial y la estimulación de la demanda del consumidor mediante el crédito como mecanismo de crecimiento económico.1 

Ucrania era una de las economías más vulnerables en el marco de la crisis global, lo que provocó la fractura de la clase dirigente y la aguda lucha política que hemos observado desde hace algunos meses. 

La economía del capitalismo ucraniano se desarrolló como resultado de la descomposición del complejo económico nacional de la URSS, la privatización de la propiedad pública y la integración en el mercado mundial. Estos procesos llevaron a la degradación de la estructura económica de la República Socialista Soviética Ucraniana, que ocupaba el décimo lugar en el mundo por desarrollo económico, con un desarollo integral de la economía nacional, un rol líder en el que se incluía la construcción de maquinaria y la fabricación de productos con un alto grado de procesamiento. 

La integración en el mercado mundial destruyó los sectores de alta tecnología. "Si la economía de la URSS estaba orientada a la satisfacción de la producción y el consumo propio dentro del país y

quinta-feira, 6 de março de 2014

Presidente de Venezuela solicita convocatoria del Consejo Presidencial de Unasur: Para mostrar el rostro de la violencia fascista

6 marzo 2014, Correo del Orinoco http://www.correodelorinoco.gob.ve (Venezuela)

El mandatario del país suramericano,Nicolás Maduro, se reunión con su homólogo de Surinam, Dési Bouterse

El presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro, ratificó este jueves su solicitud de convocatoria al Consejo Presidencial de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), para exponer las circunstancias del golpe de Estado en desarrollo por parte de grupos fascistas en el país.

Desde el Palacio de Miraflores, en Caracas, el mandatario comunicó que todavía no han estimado una fecha para el referido encuentro.

Subrayó, en ese sentido, que el pueblo venezolano supera “con mucha conciencia” la vulnerabilidad social que pretenda instaurar algunos grupos virulentos de la oposición.

A SOLIDARIEDADE COM A VENEZUELA BOLIVARIANA É UMA EXIGÊNCIA REVOLUCIONÁRIA

6 março 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Na América Latina, da Argentina ao México, e na Europa (incluindo Portugal) multiplicam-se as iniciativas de apoio à Revolução Bolivariana. No momento em que o imperialismo norte-americano, com o apoio da União Europeia, se esforça para impor à humanidade um projecto de dominação monstruoso, é fundamental para o derrotar compreender que a luta dos povos em defesa da sua soberania passa por um reforço do internacionalismo.

O sistema de poder dos EUA está empenhado em derrubar o governo progressista da Venezuela.
No Congresso, democratas e republicanos manifestam solidariedade com as forças da oposição que em Caracas e na maioria dos departamentos tentam semear o caos, promovem a violência e o açambarcamento de produtos de primeira necessidade. O presidente Barack Obama participa nas críticas ao chavismo. John Kerry, o secretário de Estado, acusa o governo venezuelano de «ameaçar a segurança dos EUA».

A deputada Ros Lehtinen, uma cubana naturalizada, pediu o estabelecimento de um bloqueio à Venezuela e o congelamento dos bens do país. Uma proposta sua foi aprovada por uma subcomissão da Câmara dos Representantes.

Em Caracas, o partido neonazi Voluntad Popular e um movimento fantasma de mulheres dirigido pela deputada Corina Machado, filha do magnate do aço, lançam apelos à desordem. Estudantes ligados à extrema-direita provocam nas ruas confrontos com a polícia. A histeria neofascista assumiu tal amplitude que

EUA X UNIÃO EUROPEIA NA DISPUTA PELA UCRÂNIA

6 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Ontem, pus em dúvida a confiabilidade de um 'vazamento' feito pelo governo Obama para o New York Times. Escrevi que:[1]

"Enquanto Merkel e outros políticos da União Europeia parecem querer acalmar a situação, a Casa Branca está sob pressão política doméstica para fazer mais de "alguma coisa". Por isso, provavelmente, o New York Timespublicou hoje, como se fosse um 'vazamento':[2]

A chanceler Angela Merkel da Alemanha disse por telefone ao presidente Obama no domingo que, depois de falar com Putin, já duvida que ele mantenha contato com a realidade - informaram fontes que receberam briefing do telefonema. "Parece estar noutro planeta" - disse a chanceler alemã.
Nada disso faz sentido. Não soa como comentário de Merkel e, pior, soa absolutamente estranho, como comentário dela. Duvido que ela tenha dito o que "fontes que receberam briefing do telefonema" disseram ao NYT que ela teria dito. Parece mais uma tentativa para desacreditar Merkel [aos olhos dos russos] e dificultar ainda mais, para ela, encontrar alguma solução em acordo com os russos e fora do controle dos EUA."
Imediatamente, o governo alemão, através do conservador Die Welt, que apoia Merkel, desautorizou o NYT, negando a veracidade da citação publicada. Die Welt escreveu [traduzido al./ing./port]:[3]
"A chanceler não está contente com o relato publicado no New York Times. Em nenhum momento e de nenhum modo Merkel disse ou teve intenção de dizer que Putin estaria agindo de forma irracional. Na verdade, ela disse a Obama que Putin tem perspectiva diferente [da de Obama] sobre a Crimeia."
Não, não, não sou apoiador nem defensor de Merkel. Mas, sim, há disputa, tanto entre EUA e União Europeia, como entre