Mostrando postagens com marcador Mar Negro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mar Negro. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Abya Yala, Patria Grande/VenezuelaLa serenidad de Putin, los susurros de Xi Jinping, los efectos especiales de Hasán Rouhaní y el poder armado del pueblo venezolano

04 07 2019, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico) http://www.rebelion.org/noticia.php?id=257948


La serenidad de Putin
Los acuerdos unilaterales, bilaterales, trilaterales, cuadrilaterales, multilaterales, que ha establecido Venezuela con cada uno de sus aliados y estos entre sí, han cerrado una cadena de eslabones entrecruzados –o mejor dicho-, una tupida red tanto comercial, como política, diplomática y, sobre todo, económica y militar; que hace inútil la palabrería de Donald Trump, su gesticulación feroz, su aparente falta de coherencia, la explosión final de una política de amenazas dispersa; muy americana, de jugador de casino, alquimista de bolsa de valores, viejo lema precarcelario de “Tolerancia Cero”, permisos indiscriminados (menos a los ciudadanos con antecedentes: negros, hispanos y amerindios, principalmente) para compra y tráfico de armas, y pistola vaquera al cinto.

La idea de buscarle garantía represiva a la libertad de empresa en el marco de un sistema formalmente democrático, nació en los EE UU y fue codificada en la ciudad de Nueva York, la urbe más simbólica del fin del milenio. Siguiendo modelos clásicos de marketing, la idea-sistema policial y sus procedimientos operativos fueron etiquetados para el rápido consumo de masas. En el corazón del “reino de la libertad” un plan de operaciones para la represión fue bautizado con un lema, rotundo, escueto, de claridad impertinente: “Tolerancia cero”.ii

Donald Trump chilla

quinta-feira, 21 de julho de 2016

HÁ MAIS DO QUE A VISTA ALCANÇA, NO GOLPE GORADO NA TURQUIA



20/07/2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity



O presidente Vladimir Putin da Rússia fez, no domingo, o que nenhum grande líder ocidental dos países membros da OTAN cuidou de fazer, quando telefonou ao seu contraparte turco Recep Erdogan, para manifestar boa vontade, simpatia e votos de sucesso na empreitada que o presidente turco abraçava, de restaurar a ordem constitucional e a estabilidade, o mais rapidamente possível, depois da tentativa fracassada de golpe na noite da 6ª-feira.

Em vez de fazer coisa semelhante, o secretário de Estado dos EUA John Kerry embarcou num voo noturno de bate-volta até Bruxelas, para reunião e café-da-manhã na 2ª-feira, com os ministros de Relações Exteriores (RE) da União Europeia, para discutir uma posição unificada ante a crise na Turquia. O ministro das RE da França Jean-Marc Ayrault estava de péssimo humor, zangado, repetindo que

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

OFENSIVA NA FRENTE ORIENTAL

18 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Manlio Dinucci *

Cinco centenas de não europeus estão neste momento atravessando a Europa : não são refugiados, mas soldados estadunidenses do 2º Regimento de cavalaria que, com 110 veículos blindados, avançam desde a sua base na Alemanha para a Hungria através da República Tcheca e da Eslováquia, para "assegurar aos aliados da Otan que o exército dos Estados Unidos está a postos, se necessário".

Para garantir que as forças da Aliança possam “deslocar-se na região oriental de maneira rápida e se preparar para operações sucessivas” – anuncia o secretário geral da Otan Stoltenberg – foram ativados seis novos quartéis generais na Lituânia, Estônia, Letônia, Polônia, Romênia e Bulgária. E desde que termine na Alemanha, Itália, Bulgária e Romênia a manobra militar denominada Swift Response, o maior exercício da Otan de forças aerotransportadas desde o fim da guerra fria, começa na República Tcheca a Ample Strike, na qual os controladores aéreos e pilotos da Otan treinarão ataques aéreos. Da base de Geilenkirchen na Alemanha decolam a cada dia aviões radares Awacs para controlar não somente o espaço aéreo ao longo das fronteiras orientais da Aliança, mas também da russa, pois podem “ver” a mais de 400 quilômetros de distância. O Readiness Action Plan prevê uma série de atividades terrestres, navais e aéreas no flanco oriental da Otan, incluindo a “missão de patrulha aérea dos Estados bálticos”, na qual a Itália participa com caças-bombardeiros Eurofighter Typhoon.

Esse deslocamento de forças será testado e reforçado pelo exercício Trident Juncture 2015 (de 3 de outubro a 6 de novembro). Participarão, ao mesmo tempo que unidades terrestres e navais, mais de 180 aviões de 16 países da Otan e de três países parceiros, incluindo aviões Awacs que operarão desde Trapani Birgi, na Itália. Dirigidos pela JFAC (Joint Force Air Component) italiana, cuja sede é em Poggio Renatico (Ferrara, Itália), dotada também de “capacidades de deslocamento” para

segunda-feira, 12 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/FORÇA AÉREA RUSSA DESMORALIZA A US NAVY

8 maio 2014, Resistir.infohttp://resistir.info (Portugal)

OS MEDIA CORPORATIVOS OMITIRAM ESTA NOTÍCIA

Por Pavel Zolotarev*


O Sukhoi Su-24, dotado do mais recente complexo de interferência electrónica (jamming) paralisou o "Aegis", o mais moderno sistema de gestão de combate americano instalado no destróier "USS Donald Cook" a navegar no Mar Negro.

O destróier estado-unidense "Donald Cook", com mísseis de cruzeiro "Tomahawk", 
entrou nas águas neutras do Mar Negro no dia 10 de Abril. O objectivo era uma demonstração de força e intimidação em conexão com a posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. O aparecimento de navios de guerra americanos nestas águas é uma infracção à Convenção de Montreux acerca da natureza e duração da permanência no Mar Negro por parte de embarcações militares de países não banhados por este mar.

Como resposta, a Rússia enviou um bombardeiro desarmado Su-24 para voar em torno do destróier estado-unidense. Entretanto, peritos disseram que este avião estava equipado com o mais recente complexo electrónico russo de guerra. Segundo esta versão, o "Aegis" localizou de longe a aproximação do avião e accionou o alarme. Tudo ia normal, radares americanos calcularam a velocidade de aproximação do alvo. E subitamente todos os écrans ficaram em branco. O "Aegis" já não funcionava mais e os foguetes não podiam obter informação acerca do alvo. Enquanto isso, o Su-24 voou sobre o tombadilho do destróier, tomou posição de batalha e simulou um ataque de míssil sobre o alvo. A seguir voltou e repetiu a manobra. E repetiu isso 12 vezes.

terça-feira, 22 de abril de 2014

WASHINGTON DIRIGE AL MUNDO HACIA LA GUERRA

22 abril 2014, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

Por Paul Craig Roberts 

El director de la CIA fue enviado a Kiev para lanzar una represión militar contra los separatistas rusos en las regiones del este y sur de Ucrania, la mayoría de ellas antiguos territorios rusos que fueron tontamente anexados a Ucrania en los primeros años del régimen soviético.

El plan de Washington para tomar el país europeo pasa por alto que las partes rusas y de habla rusa de Ucrania probablemente no accedieran a insertarse en la UE y la OTAN, mientras se persiguiera a los pueblos de habla rusa. Washington ha perdido Crimea, de la cual pretendía expulsar a Rusia de su base naval del Mar Negro. En vez de admitir que su plan para el acaparamiento de Ucrania ha ido mal, la Casa Blanca es incapaz de admitir un error y, por lo tanto, está avivando la crisis a niveles más peligrosos.

Si Ucrania se disuelve por la secesión de los antiguos territorios rusos que se revierten a Rusia, Washington se avergonzará de que el resultado de su golpe de Estado en Kiev devolviera las provincias rusas de Ucrania a Moscú. Para evitar esta vergüenza, Washington está acelerando la crisis hacia una guerra.

El director de la CIA instruyó al gobierno títere escogido por Washington en Kiev para que solicitara a Naciones Unidas ayuda para rechazar a los "terroristas" que con la supuesta ayuda de Rusia están supuestamente atacando Ucrania.

NA UCRÂNIA, POTÊNCIAS IMPERIALISTAS RECORREM AO FASCISMO

20 abril 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Nas últimas semanas, a atenção internacional volta-se à Ucrânia, não apenas para a análise de um governo golpista, respaldado pelo Ocidente, e de suas consequências na fragmentação do país. O Leste europeu revive situações de confronto, que a grande mídia internacional, pautada pelos discursos oficiais dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), chama de nova Guerra Fria, para retratar mais este episódio de ingerência e manipulação ocidental de uma nova crise política. 

As potências encontram espaço amplo para justificar a mobilização da sua máquina de guerra, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), às portas da Rússia. Quem não superou, ideológica e oportunistamente, a lógica da Guerra Fria, foi a aliança imperialista. Afinal, é esta a imagem simbólica e politizada que a mantém viva, em um período em que as justificativas para a sua sobrevivência esgotam-se.

O presidente russo Vladmir Putin e o chanceler Serguei Lavrov não hesitam em desmascarar o discurso retrógrado e anacrônico dos EUA e da UE, evidenciando – para aqueles que se dispõem a ouvi-los fora do quadrado ideológico ocidental – a intenção política e a manipulação da história para justificar, da parte da Otan, o aumento da sua presença militar na vizinhança da Rússia.

quinta-feira, 6 de março de 2014

EUA X UNIÃO EUROPEIA NA DISPUTA PELA UCRÂNIA

6 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Ontem, pus em dúvida a confiabilidade de um 'vazamento' feito pelo governo Obama para o New York Times. Escrevi que:[1]

"Enquanto Merkel e outros políticos da União Europeia parecem querer acalmar a situação, a Casa Branca está sob pressão política doméstica para fazer mais de "alguma coisa". Por isso, provavelmente, o New York Timespublicou hoje, como se fosse um 'vazamento':[2]

A chanceler Angela Merkel da Alemanha disse por telefone ao presidente Obama no domingo que, depois de falar com Putin, já duvida que ele mantenha contato com a realidade - informaram fontes que receberam briefing do telefonema. "Parece estar noutro planeta" - disse a chanceler alemã.
Nada disso faz sentido. Não soa como comentário de Merkel e, pior, soa absolutamente estranho, como comentário dela. Duvido que ela tenha dito o que "fontes que receberam briefing do telefonema" disseram ao NYT que ela teria dito. Parece mais uma tentativa para desacreditar Merkel [aos olhos dos russos] e dificultar ainda mais, para ela, encontrar alguma solução em acordo com os russos e fora do controle dos EUA."
Imediatamente, o governo alemão, através do conservador Die Welt, que apoia Merkel, desautorizou o NYT, negando a veracidade da citação publicada. Die Welt escreveu [traduzido al./ing./port]:[3]
"A chanceler não está contente com o relato publicado no New York Times. Em nenhum momento e de nenhum modo Merkel disse ou teve intenção de dizer que Putin estaria agindo de forma irracional. Na verdade, ela disse a Obama que Putin tem perspectiva diferente [da de Obama] sobre a Crimeia."
Não, não, não sou apoiador nem defensor de Merkel. Mas, sim, há disputa, tanto entre EUA e União Europeia, como entre

terça-feira, 4 de março de 2014

SEIS NOTAS PARA COMPREENDER O QUE SE PASSA NA CRIMEIA

4/03/2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

A situação pode degenerar numa guerra civil? Putin intervirá militarmente? Continuará a Ucrânia a ser um país ou caminha para a secessão?

Alberto Sicília, de Kiev, no blog Principia Marsupia


1) Apesar de fazer parte da Ucrânia, a maioria dos cidadãos da Crimeia são de origem russa. Segundo o último censo nacional de 2001, a composição da população é a seguinte: russos 58%, ucranianos 32%, tártaros 10%.

2) Em Sebastopol, a cidade mais importante da Crimeia, a Rússia tem a base da sua frota do Mar Negro. Segundo o último acordo assinado com o governo ucraniano, a Rússia manteria esse porto até, pelo menos, 2042. “Rússia jamais, jamais, jamais abandonará Sebastopol”