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março 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)
Na
América Latina, da Argentina ao México, e na Europa (incluindo Portugal)
multiplicam-se as iniciativas de apoio à Revolução Bolivariana. No momento em
que o imperialismo norte-americano, com o apoio da União Europeia, se esforça
para impor à humanidade um projecto de dominação monstruoso, é fundamental para
o derrotar compreender que a luta dos povos em defesa da sua soberania passa
por um reforço do internacionalismo.
O
sistema de poder dos EUA está empenhado em derrubar o governo progressista da
Venezuela.
No
Congresso, democratas e republicanos manifestam solidariedade com as forças da
oposição que em Caracas e na maioria dos departamentos tentam semear o caos,
promovem a violência e o açambarcamento de produtos de primeira necessidade. O
presidente Barack Obama participa nas críticas ao chavismo. John Kerry, o
secretário de Estado, acusa o governo venezuelano de «ameaçar a segurança dos
EUA».
A
deputada Ros Lehtinen, uma cubana naturalizada, pediu o estabelecimento de um
bloqueio à Venezuela e o congelamento dos bens do país. Uma proposta sua foi
aprovada por uma subcomissão da Câmara dos Representantes.
Em
Caracas, o partido neonazi Voluntad Popular e um movimento fantasma de mulheres
dirigido pela deputada Corina Machado, filha do magnate do aço, lançam apelos à
desordem. Estudantes ligados à extrema-direita provocam nas ruas confrontos com
a polícia. A histeria neofascista assumiu tal amplitude que