Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 12 de julho de 2016
Moçambique/SOBRE MOÇAMBIQUE E O INTERNACIONALISMO
quarta-feira, 24 de junho de 2015
JOAQUIM CHISSANO, EX-CHEFE DO ESTADO: Rejeitámos negociar com os portugueses de cá
sexta-feira, 21 de março de 2014
Moçambique/Lago Niassa: Conflito fronteiriço debate-se em Maputo
terça-feira, 11 de março de 2014
Moçambique/Disputa do lago Niassa: Malawi e Tanzania reunem-se em Maputo
segunda-feira, 10 de março de 2014
UMA ÁFRICA ESTÁVEL É O ÚNICO CAMINHO
Ali Sultan Issa - Nasci a 4 de Março de 1932, na ilha de Pemba, em Zanzibar. Na infância já me interessava pela realidade social em que estava inserido. Foi aos 21 anos que decidi entrar na vida política e na luta de libertação nacional que culminou com a libertação do jugo colonial.
JA - Quando inicia a sua ligação com o movimento pan-africano?
ASI - Nos anos 60, quando estudava ciência política em Inglaterra. Aderi ao Partido Comunista. Daí até chegar ao movimento pan-africano foi um passo inevitável. Devido às actividades que desenvolvia, recebia com frequência convites vindos de países comunistas, em particular, da União Soviética. Concluídos os estudos regressei a Zanzibar.
JA - A sua ligação ao comunismo foi bem aceite?
ASI - As simpatias comunistas do Partido Nacional de Zanzibar, onde militava, preocupavam o Ocidente e uma vez que Zanzibar se situava dentro da esfera da influência britânica, o governo de Londres vezes sem conta tentou eliminar uma possível revolução. Durante o domínio britânico a temida revolução comunista nunca se materializou. A revolução veio depois e foi responsável pela deposição do sultão de Zanzibar e do seu governo de maioria árabe, dando lugar à República Unida da Tanzânia,
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Livro/TWO NATIONS ONE VISION: A TRAJECTÓRIA COMUM DE MOÇAMBIQUE E ÁFRICA DO SUL
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Angola/Tanzânia: Líderes africanos apoiam candidatura de França Van-Dúnem
Arusha, 4 junho 2008 - O presidente da União Africana, Jakaya Kikwete, reiterou hoje (quarta-feira), em Arusha (Tanzânia), o seu apoio à candidatura do angolano França Van-Dúnem ao cargo de um dos juízes do Tribunal Internacional do Mar.
Jakaya Kikwete, que é igualmente Presidente da República Unida da Tanzânia, manifestou o seu desejo durante uma audiência, a segunda em menos de 48 horas, concedida ao vice-ministro das Relações Exteriores, George Chikoti, que chefia a delegação angolana à oitava Cimeira "Leon H. Sullivan".
Os presidentes de Moçambique, Armando Guebuza, do Rwanda, Paul Kagame, e do Quénia, Mwai Kibaki, também reiteraram o seu apoio à candidatura de França Van-Dúnem, em encontros separados mantidos com o diplomata angolano.
George Chikoti, que coordena a campanha, foi portador recentemente de mensagens do presidente José Eduardo dos Santos aos seus homólogos de Moçambique, Quénia e do Rwanda, solicitando apoio à candidatura do jurista angolano às eleições de juízes do Tribunal Internacional do Mar, previstas entre os dias 13 e 16 deste mês, em Nova Iorque (EUA).
O vice-ministro das Relações Exteriores manteve encontros com os estadistas africanos, à margem da plenária presidencial hoje observada, no prosseguimento dos trabalhos da oitava Cimeira "Leon H. Sullivan", com término previsto para quinta-feira.
Os delegados provenientes de todos os países de África e dos Estados Unidos da América abordaram hoje as vias a seguir para promoção de políticas coerentes e objectivas sobre as agências de viagens e operadores de turismo, com vista a tornar a industria turística mais forte. (AngolaPress)
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Moçambique e Tanzânia/Investimentos vão acelerar cooperação - destaca Presidente da Republica, no termo da visita a Dar-es-Salaam
Noticias / Felisberto Arnaça
Maputo, 6 Julho 2007 - Sobre o teor das conversações que manteve com o seu homólogo tanzaniano, Jakaya Kikwete, o Presidente da República afirmou que o espírito é de que se mantenham as relações bilaterais e que as oportunidades de cooperação em vários domínios são imensas, cabendo aos políticos a missão de impulsionar uma parceria global.
“Juntos lutámos e juntos devemos hoje prosperar”, destacou Guebuza na cerimónia de abertura, quarta-feira, da 31ª edição da Feira Internacional de Dar-es-Salaam.
Solicitado a reveler o conteúdo do encontro com os veteranos que apoiaram a luta de libertação nacional, disse que os tanzanianos falaram com muita emoção e amor sobre Moçambique, acrescentando que o país continuará a beneficiar da sua experiência para os seus desafios.
Entretanto, o Alto-Comissário de Moçambique na Tanzania, Amour Zacarias Kupela, disse a jornalistas nacionais que acompanharam a visita do Chefe do Estado que no encontro as partes concluíram que deve haver troca de delegações entre os veteranos que apoiaram a luta de libertação e os antigos combatentes moçambicanos.
As partes concordaram ainda que a ex-base Kongwa, que serviu de berço para treino de guerrilheiros dos movimentos de libertação da África Austral, merece um tratamento condigno, havendo possibilidades de poder vir a ser constituída num museu histórico.
Entretanto, o presidente tanzaniano, que também esteve na conferência de Imprensa, disse que os progressos para a construção da ponte sobre o rio Rovuma, vulgo Ponte da Unidade, são encorajadores e tudo indica que poderá ser concluída próximo ano. Segundo Jakaya Kikwete, as duas partes estão neste momento a conceber novo conceito sobre o Corredor de Mtwara, pois observou, não se pode almejar o desenvolvimento dos dois países a partir da ponte sobre o rio Rovuma sem aquele corredor.
O presidente tanzaniano deverá visitar Moçambique nos próximos tempos a convite do seu homólogo moçambicano, devendo as diplomacias das duas partes precisar a data.

