Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Mercosul, Brasil/Dilma: Bolsonaro é um traidor da Pátria
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Brasil/Em sermão anticapitalista, bispo alerta sobre retrocessos no Brasil
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Brasil/“Mr. Fora Temer” é vaiado na abertura do desfile de 7 de Setembro em Brasília
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Brasil/Em pronunciamento, Dilma defende união em torno dos interesses do povo
7 setembro 2015, Vermelho
http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Em pronunciamento divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff voltou a afirmar que o país vive um momento de “dificuldades”, mas salientou que elas serão superadas.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Embaixadora do Brasil considera prioritárias as relações com Angola
A embaixadora do Brasil em Angola, Ana Lucy Gentil Cabral Petersen, enalteceu nesta quinta-feira, em Luanda, as relações entre os dois países, considerando que as mesmas são prioritárias no contexto africano.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Vaticano/Grão Mufti da Síria envia carta ao Papa Francisco: "trabalhemos juntos pela paz"
Damasco (RV) - O Grão Mufti da Síria, Ahmad Badreddin Hassou, líder espiritual do islamismo sunita, acolheu o apelo do Papa Francisco e estará rezando e jejuando pela paz, na Praça São Pedro, se possível, ou na grande mesquita dos Omayyadi, em Damasco.
O Mufti enviou, por meio da Nunciatura Apostólica em Damasco, uma carta oficial ao Papa Francisco, onde diz preparar-se para participar do dia especial em favor da paz na Síria, em 7 de setembro, ao mesmo tempo que propõe à Santa Sé a organização de um encontro interreligioso.
“Louvando a iniciativa de rezar pela paz na Síria, o Mufti define o apelo do Papa Francisco “filho das leis celestes” - como “bom e pelo bem da humanidade”.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Brasil/Movimentos sociais fazem desfile paralelo na Esplanada dos Ministérios
Juliana Andrade e Marcela Rebelo / Repórteres da Agência Brasil
Brasília, 7 setembro 2007 - Representantes de movimentos sociais estão concentrados no gramado em frente à rodoviária do Plano Piloto de Brasília, de onde saem daqui a pouco a manifestação do 13º Grito dos Excluídos, que ocorre simultaneamente em várias cidades. Os manifestantes farão uma marcha pela pista paralela da Esplanada dos Ministérios, no sentido contrário ao desfile cívico de 7 de Setembro.
Os organizadores estimam que o manifestação reúna 2 mil pessoas, o dobro do ano passado. Pelos cálculos da coordenação do movimento, se concentram na rodoviária de 200 a 300 pessoas. Para a Polícia Militar, há no máximo 150 pessoas no local.
Nesta ano, o lema da manifestação é “Isto não Vale: queremos participação no destino da Nação”, um protesto contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, que as organizações sociais consideram um processo fraudulento do governo anterior.
As organizações promovem um plebiscito popular, que começou no dia 1º e vai até o próximo domingo (9), no qual consultam a população se quer a reestatização da Vale e outros temas. No próximo dia 22 eles pretendem entregar ao governo e ao Supremo Tribunal Federal o resultado do plebiscito. A expectativa é de ouvir 5 milhões de pessoas.
Brasil atravessa período de transformação, diz Lula
Wellton Máximo / Repórter da Agência Brasil
Brasília, 6 setembro 2007 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (6) que o Brasil atravessa um período de transformação. Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio de televisão sobre as comemorações do Dia da Independência, Lula fez um balanço das principais realizações de seu governo e disse que o país passa por um momento de crescimento e distribuição de renda.
"O Brasil vive hoje um período de solidez econômica e política. Mais do que isso: vive um amplo movimento de inclusão social, de uma intensidade nunca vista", discursou o presidente. Segundo ele, mais de 8 milhões de brasileiros saíram da linha de miséria nos últimos quatro anos.
Lula também comentou o desempenho da economia. "A renda aumenta, o emprego cresce, o investimento se amplia, o credito se multiplica, o consumo aumenta", ressaltou Lula durante o pronunciamento, ao lembrar que o poder de compra do salário mínimo dobrou desde 2003, que o Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país) cresce há 21 trimestres consecutivos e que o consumo das famílias sobe há 14 trimestres seguidos.
O presidente citou ainda números como a criação de 1,2 milhão empregos com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano e a entrada de 7 milhões de brasileiros na classe média ao longo de seu governo. Ele destacou outras realizações de seu mandato, como o reconhecimento internacional dos biocombustíveis e a redução de 44% no desmatamento na Amazônia.
No pronunciamento, Lula ressaltou a importância do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que pretende investir R$ 504 bilhões até 2010 em projetos de infra-estrutura: "Isso vai trazer uma revolução em matéria de estradas, portos, aeroportos, transportes, energia, habitação, saneamento básico e água potável."
Lula também mencionou ações em outras áreas, como a educação, ao lembrar que o governo está criando 214 escolas técnicas, dez universidades federais e elaborou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), com investimentos previstos em R$ 10 bilhões nos próximos três anos. Em relação à segurança pública, ele citou o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que combinará o aumento da vigilância policial com ações sociais nas regiões mais violentas.
Afirmou, porém, que o governo ainda pode agir com mais rapidez: "Sou, hoje, o brasileiro mais satisfeito e o mais insatisfeito deste país. Estou tendo a honra de liderar um processo muito especial de transformação do nosso querido Brasil, mas estou insatisfeito porque ainda há uma forte dívida social a resgatar com os mais pobres."
Lula enumerou uma série de obstáculos que, segundo ele, precisam ser superados. "A classe média ainda enfrenta dificuldades e há melhorias profundas a serem feitas no serviço público e atitudes modernizadoras a serem adotadas no setor produtivo", reconheceu.
Sobre a corrupção, o presidente afirmou que o governo vem se esforçando para resolver o problema. "Precisamos ter a coragem para avançar, ainda mais, no terreno da ética e do combate à impunidade, em qualquer estrato econômico, social ou político", ressaltou.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/09/06/materia.2007-09-06.8075224798/view
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Para Moçambicanos, 7 de Setembro também é data da independência
Paulo Montoia / Repórter da Agência Brasil
São Paulo, 7 setembro 2007 - Embora a data oficial da Independência de Portugal em Moçambique seja 25 de junho, o 7 de setembro é também uma das datas pátrias da independência para os moçambicanos. Foi nesse dia, em 1975, que os documentos da separação foram firmados com o governo português e a independência formalizada mundialmente.
Essa coincidência de datas torna particularmente significativo o convite ao presidente de Moçambique, Armando Emílio Guebuza, para participar das comemorações na Esplanada dos Ministérios, hoje (7), em Brasília, na opinião do chefe da Divisão de África 2 do Ministério das Relações Exteriores, Luciano Macieira.
“Quando houve a Independência de Moçambique, em junho de 1975, o país estava conflagrado, havia uma guerrilha contra o governo português e isso foi terminado com a assinatura dos acordos de Lusaca [capital de Zâmbia] , entre o novo governo da Frelimo [Frente de Libertação de Moçambique, partido até hoje no poder] e o governo de Portugal ".
Em em entrevista à Agência Brasil, ele informa que os acordos de Lusaca marcaram a retirada formal de Portugal do país e a criação do Estado soberano de Moçambique. Como foram justamente assinados em 7 de setembro, a data também é celebrada como data de independência de Moçambique.
Sobre as ligações de Moçambique com o Brasil, Macieira diz que existe uma "relação afetiva forte". Ele comenta o significado do convite a Guebuza, para participar das comemorações de hoje: “A participação no 7 de Setembro é uma forma de distinguir os nossos convidados em visita de estado. Naturalmente só há um 7 de Setembro por ano, então é um convite que tem uma carga mais importante que um convite de visita de Estado. Portanto, a gente entende e considera que fazer esse convite a Moçambique significa também uma distinção”.
Ontem, o portal da Frelimo (partido do governo, www.frelimo.org.mz) saudava todas as forças vivas da sociedade moçambicana pela passagem do 33o aniversário do Dia da Vitória sobre a dominação colonial.
"Por ocasião das comemorações do 7 de Setembro, dia da vitória do povo moçambicano, a Frelimo saúda efusivamente os combatentes da luta de libertação nacional e todo o povo moçambicano, pelas vitórias que o país tem vindo a alcançar na construção de um Estado Unitário e de Direito Democrático”.
