Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Mercosul, Brasil/Para organizações indígenas, manifestações de Bolsonaro baseiam-se em “ignorância e racismo”
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Mercosul, Brasil/Sting: discurso de Bolsonaro é incendiário e desmonta políticas ambientais
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Cientistas europeus exigem que respeito aos povos indígenas seja base de acordo com Brasil
Assustados, os cientistas resolveram utilizar a pauta econômica para pressionar a UE e, consequentemente, impactar o governo brasileiro. A carta tem apoio de parlamentares da União Europeia, e é endereçada às comissões responsáveis por esses acordos comerciais.
A União Europeia é hoje o segundo maior parceiro comercial do Brasil. E, apesar de ter mecanismos estabelecidos para promover a sustentabilidade em seus acordos bilaterais, isso não está se traduzindo nos pactos para importações de produtos brasileiros.
Um estudo aponta que a carne bovina e animal importada pela Europa do Brasil em 2011 esteve associada a mais de 1.000 km² de desmatamento - mais de 300 campos de futebol por dia. Além disso, o minério de ferro foi o produto mais negociado entre o Brasil e a UE - mais de 3 bilhões de euros em 2017 - apesar dos riscos associados a mineração no Brasil, evidenciados nas catástrofes de Mariana e Brumadinho. Outro estudo aponta que um campo de futebol foi desmatado por hora no Brasil em consequência das importações europeias entre 2005 e 2013.
“A gente quer ressaltar que não existe oposição entre conservação e desenvolvimento econômico”, afirma Kehoe. O documento explicita que a conservação das florestas é fundamental para a manutenção dos regimes de chuvas dos quais a agricultura depende e que a restauração de terras degradadas e a melhoria de sua produtividade poderiam atender à crescente demanda agrícola por pelo menos duas décadas, sem a necessidade de mais desmatamento.
“A Europa é cúmplice dos crimes cometidos em nome da produção agrícola”, afirma Sônia Guajajara, da coordenação da APIB. “A Europa e outros mercados consumidores no mundo precisam aprender a usar seu poder de consumo para garantir que direitos das populações tradicionais sejam respeitados e promover a preservação das florestas”, conclui.
Por fim, o documento faz três recomendações à União Europeia: respeitar a declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, melhorar os procedimentos para rastrear commodities associadas ao desmatamento e conflitos de direitos indígenas e consultar e obter o consentimento dos povos indígenas e comunidades tradicionais para definir os critérios sociais e ambientais para as mercadorias negociadas.
https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/cientistas-europeus-exigem-que-respeito-aos-povos-indigenas-seja-base-de-acordo-com-brasil
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Brasil/Teia realiza encontro para articular luta por terra e território no Maranhão
A Teia de Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão realizou no último final de semana seu primeiro encontro, na aldeia Geralda Toco Preto, do povo Krepym Katejê, município de Itaipava do Grajaú. A mensagem foi direta: "Esses projetos que conhecemos com os nomes de Programa Grande Carajás e Plano de Desenvolvimento Agropecuário do MATOPIBA integram o modelo de desenvolvimento capitalista”.
O encontro foi permeado pela construção de estratégias comuns entre os povos e comunidades tradicionais para o enfrentamento àquilo chamado de dor da Mãe Terra. "Por isso, estamos retomando nossos territórios, revitalizando a nossa cultura, nossos rituais, nossas próprias organizações com a transmissão da sabedoria dos anciãos e anciãs às novas gerações”, diz trecho na
terça-feira, 31 de maio de 2016
Brasil/APIB divulga carta aberta ao governo interino de Michel Temer
APIB divulga carta aberta ao governo Temer contra retrocessos nos direitos indígenas
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Chile/Governo chileno continua sem explicar supostos benefícios do Acordo Transpacífico
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Brasil/Dilma: “Temos que ter orgulho de ser uma nação multiétnica e plural"
O Brasil é admirado mundo afora por suas belezas naturais, pela hospitalidade do povo e, sobretudo, pela capacidade de integração com todas as culturas,
terça-feira, 9 de junho de 2015
Brasil∕Campanha quer expandir radiofonia na Terra Indígena Yanomami
sábado, 30 de maio de 2015
Povos indígenas/SUICÍDIOS DE JOVENS INDÍGENAS MOTIVA DENÚNCIA INTERNACIONAL
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Brasil/DECLARAÇÃO DE GUERRA AOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Brasil/DISCURSO ANTIINDÍGENA DE KÁTIA ABREU SERÁ A MARCA DA POLÍTICA INDIGENISTA DO SEGUNDO MANDATO DE DILMA?
Fonte da notícia: Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB
Brasil/KÁTIA ABREU, AGORA COMO MINISTRA DA AGRICULTURA DO GOVERNO DILMA, ATACA OS DIREITOS INDÍGENAS E A REFORMA AGRÁRIA!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Brasil/CIMI REPUDIA DECLARAÇÕES DA MINISTRA KÁTIA ABREU
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
CNBB*: NOTA SOBRE CONFLITO NO SUL DA BAHIA
Fonte da notícia: CNBB Regional Nordeste 3
nem se deixará impressionar pela grandeza,
porque o pequeno e o grande foi ele que os fez,
e a sua providência é a mesma para com todos ..."
(Sabedoria 6,7)
Nós, Bispos católicos do Regional Nordeste 3 da CNBB - Sergipe e Bahia -, reunidos em assembleia com agentes de pastoral e forças vivas do nosso Regional, manifestamos nossa grande preocupação pelo conflito que está ocorrendo no sul da Bahia e se agravou nesses últimos dois meses. É alarmante a violência em Buerarema, São José da Vitória, Una e Ilhéus, o que fez ser deslocada a Força Nacional para esta região. Constatamos que:
a) O Estado brasileiro não vem cumprindo a Constituição Federal, que determina que a União deveria ter concluído a demarcação das terras indígenas no prazo de cinco anos a partir de 1988. Ao não cumprir suas atribuições legais, o Estado brasileiro vem contribuindo para o agravamento das tensões na região, devendo ser responsabilizado pelas violações aos direitos humanos em curso.
b) O processo de identificação da Terra Indígena Tupinambá, no sul da Bahia
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Brasil/Índios protestam e Câmara negocia demarcação de terras
Após intensos protestos em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (2), um grupo com cerca de 40 caciques das mais variadas etnias indígenas foi recebido pelo presidente em exercício da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR). O encontro foi mediado por vários parlamentares, entre eles a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que negociou o ingresso na Casa dos líderes indígenas.
Vargas concedeu uma entrevista coletiva, quando afirmou que o Congresso está aberto às negociações e ao entendimento com os indígenas. Ao final do encontro, Vargas recebeu das mãos do cacique Raoni um documento com as reivindicações dos povos kayapós.
Nesta quinta-feira (3), às 11 horas, um grupo de deputados irá ao encontro dos índios que estão acampados no gramado em frente ao Congresso Nacional. Na ocasião, os parlamentares receberão a lista de prioridades de todas as etnias indígenas.
Os índios exigem a manutenção do modelo atual, em que as demarcações são homologadas pelo governo federal. Diante dos protestos, a instalação da comissão especial criada para analisar a proposta acabou sendo suspensa pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, na terça-feira (1º).
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Brasil/Direitos dos povos indígenas não podem ser cumpridos pela metade, defende advogado

«Nós somos acusados de invasores dentro da nossa própria terra, discriminados e caluniados. Isso tem que ter um fim» -- advogada Joênia Batista de Carvalho, da etnia Wapichana (Foto de arquivo)
Amanda Cieglinski, repórter da Agência Brasil
27 agosto 2008/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
Brasília - Em defesa da demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF ), o advogado representante da comunidade indígena Socó Paulo Machado Guimarães defendeu há pouco, no plenário da Corte, que o direito dos povos indígenas não podem ser cumpridos "pela metade".
“Demarcações em ilhas não existe. Ou se demarca por ato administrativo correto, ou não se demarca. Não existe meio termo ao respeito do direito constitucional dos povos indígenas”, argumentou.
Guimarães afirmou ainda que o procedimento administrativo, iniciado em 1977, não prosseguia, porque há “fortes interesses econômicos, políticos e de estados envolvidos”. O advogado também defendeu a validade do laudo antropológico que determina a posse da terra aos índios.
“É um trabalho de perito, que na ciência social só tem uma pessoa que possa fazer: o antropólogo. Ele é o único que detém o conhecimento científico para isso. O estudo foi feito e confirmou a presença da ocupação tradicional”, explicou.
Em seguida, a advogada e índia Joênia Batista de Carvalho, da etnia Wapichana, falou pelas Comunidades Indígenas Barro, Maturuca, Jawari, Tamanduá, Jacarezinho e Manalai. É a primeira vez que um índio sobe à tribuna para fazer uma sustentação oral na história do Supremo. “Estamos há mais de 30 anos esperando a conclusão desse processo e, nesse tempo, 21 lideranças indígenas foram assassinadas, várias ameaças foram feitas e registradas pelas autoridades. Nós somos acusados de invasores dentro da nossa própria terra, discriminados e caluniados. Isso tem que ter um fim”, afirmou.
A advogada pediu que a terra não seja retalhada em pedaços. Para ela, a demarcação descontínua coloca em risco não só a cultura dos povos indígenas, mas também a conservação ambiental da região. “Em maio o Ibama apresentou uma multa de mais de R$ 300 milhões pelos impactos ambientais causados pelos arrozeiros. Mas eles continuam plantando”, contestou.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/08/27/materia.2008-08-27.8167938981/view
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Brasil/Nota da Apoinme em apoio a Dom Luiz Cappio
Povos indígenas: "Solidariedade e apoio ao grande guerreiro Dom Luiz Flávio Cappio"Sendo o Brasil signatário da Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) deveria promover uma consulta prévia junto aos povos indígenas que serão impactados pela transposição, são eles:
Tumbalalá na Bahia,Truká, Pipipã e Kambiwá em Pernambuco, Tapeba e Anacé no Ceará, para o consentimento livre e informado, cuja Convenção 169 garante aos povos indígenas. No entanto, vemos claramente que o presidente da República (Lula) bem como a grande maioria dos parlamentares que compõem o Congresso Nacional que não respeitam nem Constituição Federativa Brasileira lei maior do Brasil que dirá uma convenção internacional.
Mas, mesmo diante do autoritarismo do Governo Federal não podemos desistir de lutar e neste sentido lembramos a todos e todas que lerem essa mensagem que defender o Rio Opará (São Francisco) é uma tarefa não só dos povos e comunidades ribeirinhas e da bacia do rio, mas sim, uma responsabilidade e dever da sociedade brasileira. Por tanto reerguemos a nossa bandeira de luta "Revitalização sim, Transposição não", não podemos aceitar a implementação de um modelo de desenvolvimento a todo custo.
Brasil/Jogos indígenas representam oportunidade para tribos resgatarem raízes
"Não se trata apenas de competições de índio contra índio. Por reunir várias etnias [44 nesta edição], os Jogos são uma possibilidade de os povos observarem como os outros mantêm a cultura tradicional e buscarem fazer o mesmo", explica Terena. "Muitos voltam para as aldeias com vontade de recuperar festas, cantos e os próprios esportes."
Entre os índios que perderam costumes e tradições, está o povo Pataxó. Eles vivem em 25 aldeias na Bahia, em Minas Gerais e no Espírito Santo. Com a ajuda de antropólogos e lingüistas, encontros entre as aldeias buscam resgatar a tradição.
"Nas festas das aldeias vão os velhos, os professores, pesquisadores da pintura, de músicas antigas e dos rituais", diz o jovem líder Raoni Pataxó. "Tentamos recuperar o que foi perdido há muito tempo", disse Raoni, ao citar como exemplo o idioma Patxohãe, que tem influência línguas de outros povos como os Maxacali.
Segundo ele, seu povo perdeu a identidade com a colonização – quando foram dizimados por doenças e proibidos de falar a língua nativa e de praticar rituais. O processo, segundo ele, mantém-se nos dias atuais por causa de mortes decorrentes de conflitos pela posse da terra, que não é demarcada. "Isso tudo representa uma perda muito grande", avalia Raoni.
Na antropologia, a recuperação da cultura, processo pelo qual passa o povo Pataxó, é chamada de ressurgimento. Nesta fase, eles buscam definir a identidade, com base em elementos históricos próprios e da imagem do índio na sociedade e em outras culturas indígenas.
"Com a miscigenação e toda a violência que sofreram, os índios do Nordeste precisam dialogar com as outras sociedades indígenas para serem aceitos dentro do cenário nacional", explica o antropólogo Thiago Garcia, da Coordenação de Educação Escolar Indígena do Ministério da Educação, que acompanha iniciativas como a dos Pataxó.
O intercâmbio com outras culturas indígenas, no entanto, às vezes pode provocar incômodos. Alguns povos indígenas consideram que alguns rituais são "apropriações" de outras culturas. "O Xingu mostrava a cultura bonita para os parentes e imitavam nossa pintura", diz o velho Jakalo, líder do povo Kuikuro. "Hoje eles estão voltando a ter a cultura deles. Então fica tudo bem."
Comunidades indígenas usam cinema para resgatar cultura e tradições
Acesso à universidade aumentou, mas concluir curso ainda é desafio, afirmam indígenas
Participantes dos Jogos indígenas levam corrida de toras para arena montada em Olinda
Mudanças climáticas preocupam participantes do Fórum Social Indígena
Falta de demarcação de reservas atrapalha educação de indígenas, diz professor
Jogos indígenas têm dia de provas de força física








