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terça-feira, 5 de julho de 2016

Angola/A PAZ E A ESTABILIDADE



3 de Julho, 2016, Jornal de Angola A Palavra do Director http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

No espaço de uma semana, primeiro como Presidente da República e agora como líder do MPLA, o cidadão José Eduardo dos Santos, fez uma lúcida apreciação daquilo que é a actual realidade do país.

Insistindo em chamar-nos a atenção para os aspectos mais determinantes daquilo que é o momento difícil que atravessamos.

Tanto numa como na outra das suas duas intervenções, José Eduardo dos Santos sublinhou  que o Governo não está a receber receitas da Sonangol desde o início do ano devido ao abaixamento do preço do petróleo no mercado internacional, facto que é decisivo para a difícil situação que o país vive neste momento.

Mais uma vez, o Chefe de Estado e líder do MPLA apontou como prioridade máxima o redobrar dos esforços para que seja conseguido um ritmo mais acelerado na aplicação dos programas em curso para a diversificação da economia nacional, sublinhando

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Angola e China prioritárias na diversificação de relações económicas de Cabo Verde

10 agosto 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Cabo Verde está a procurar diversificar as suas relações económicas, com particular ênfase no eixo “Sul-Sul” e em Angola e na China, para reduzir a dependência em relação aos países europeus, de acordo com a Economist Intelligence Unit.

Devido à dependência em relação a Portugal ou Itália, países que passaram por crises nos últimos anos afectando o importante sector do turismo, a economia cabo-verdiana perdeu o impulso que estava a registar, acreditando o governo que pode recuperá-lo reforçando as ligações “Sul-Sul”.

Em Junho, Cabo Verde e Angola assinaram em Luanda um memorando de entendimento para expandir a cooperação e investimento bilateral, na sequência de

quarta-feira, 6 de maio de 2015

China ganha importância como comprador e financiador de Angola e de Moçambique

4 maio 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A China, além de estar a consolidar a sua posição como grande comprador do petróleo angolano e de se assumir como mercado de destino do gás natural de Moçambique, está a surgir como financiador cada vez mais importante de ambos os países.

Os dados oficiais mais recentes das exportações petrolíferas angolanas, recentemente divulgados, indicam que a China comprou mais de

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ANGOLA CONFIRMA META

8 dezembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias

Angola está determinada a atingir a meta dos dois milhões de barris de petróleo por dia entre 2015 e 2016, anunciou, em Luanda, o administrador para área de exploração e produção da Sonangol.

Paulino Gerónimo fez o anúncio na cerimónia de inauguração da unidade flutuante de armazenamento, produção e descarga de petróleo (FPSO CLOV).

O administrador, que falava em representação do presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Francisco de Lemos, disse que a concessionária nacional estabeleceu dois milhões de barris por dia como meta a atingir entre 2015 e 2016 e manter

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Delegação de Angola em Timor-Leste para analisar exploração petrolífera

29 maio 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)
 
Uma delegação da Sonangol Hidrocarbonetos Internacional está desde quarta-feira em Dili para analisar a possibilidade de criação de um consórcio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para exploração petrolífera em terra em Timor-Leste.

Manuel Teixeira, presidente executivo da empresa subsidiária da estatal petrolífera estatal angolana Sonangol, disse à agência noticiosa Lusa que a deslocação a Dili destina-se a avaliar se as áreas que estão a ser colocadas à disposição têm

terça-feira, 13 de maio de 2014

Angola com produção de 2 milhões de barris de petróleo por dia em 2017

12 maio 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

 

Angola só conseguirá produzir mais de 2 milhões de barris de petróleo por dia em 2017, de acordo com a revista The Banker, que dedicou um relatório de 13 páginas ao segundo maior produtor petrolífero do continente africano.

“Os analistas são da opinião que a previsão de Sonangol, de que as exportações vão chegar a 2 milhões de barris por dia em 2015, são

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Moçambique e Angola/Maputo e Luanda apostados na cooperação económica



Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Elevar a cooperação económica ao mesmo nível das actuais relações políticas e diplomáticas entre Angola e Moçambique é aposta dos dois governos tendo em atenção o potencial de recursos existentes em ambos os países  bem como a tendência ascendente das suas respectivas economias.

O dado foi passado ao Noticias pelo vice-ministro dos negócios estrangeiros e cooperação, Henrique Banze, numa avaliação preliminar dos resultados da visita que o Primeiro-Ministro Alberto Vaquina, vinha efectuando desde o passado domingo a Angola, que termina hoje.

Ontem, Vaquina visitou a sede da SONANGOL a empresa petrolífera angolana depois de,

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Angola/Sonangol pretende investir mil milhões de dólares este ano no Brasil

Rio de Janeiro, Brasil, 20 janeiro 2010 - A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) vai incluir o Brasil no seu plano de expansão, país onde pretende investir este ano até mil milhões de dólares, afirmou no Rio de Janeiro o gerente de concessões da Sonangol.

António Camilo Costa disse "não queremos apenas a África e pretendemos conquistar espaço em outros países, na América do Sul, nos Estados Unidos da América, Médio Oriente e até no mercado europeu".

A estatal angolana está a ultimar a passagem a accionista principal da Starfish, um petrolífera brasileira de pequena dimensão, onde irá investir, de acordo com a imprensa brasileira, cerca de 200 milhões de dólares.

Escusando-se a avançar valores, António Costa disse que "o Brasil é um dos nossos principais alvos e a aquisição da Starfish é apenas uma das muitas possibilidades de expansão das actividades da empresa neste país".

A estratégia de internacionalização da Sonangol, em que entra uma parceria estabelecida com o grupo português Banco Espírito Santo, visa assegurar a produção de petróleo e gás natural fora de Angola podendo, mais tarde, alargar-se aos segmentos de distribuição. (macauhub)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Angola é o sexto maior fornecedor petrolífero dos Estados Unidos da América

6 agosto 2009

O petróleo está no centro das relações económicas bilaterais entre Angola e os Estados Unidos da América, com duas petrolíferas norte-americanas a operar poços que representam cerca de metade das exportações angolanas de petróleo em rama.


Segundo dados da Administração para a Informação Energética, organismo estatístico de Washington para o sector, o Bloco 15 ("off-shore" do Soyo), representa perto de 30 por cento da produção angolana, e é operado pelo "gigante" norte-americano ExxonMobil, através da subsidiária Esso, com uma participação de 40 por cento no consórcio.

A também norte-americana Chevron opera o Bloco 0 (Cabinda), de onde sai aproximadamente 20 por cento da produção angolana, tendo como parceiros a Sonangol, a TotalFinaElf e a ENI-Agip

É ainda a Chevron que opera o Bloco 14, o primeiro de águas ultraprofundas a entrar em produção (105 mil barris em 2006).

Em Angola opera a também norte-americana Marathon, que recentemente chegou a acordo com duas petrolíferas chinesas - Sinopec e CNOOC - para vender por 1,2 mil milhões de dólares 20 por cento da sua participação no Bloco 32, considerado "altamente promissor" nos trabalhos de prospecção já realizados.

De acordo com a Bloomberg, o negócio contava ainda com o interesse da indiana ONGC e da brasileira Petrobras.

Angola é o sexto maior fornecedor petrolífero dos Estados Unidos, sendo a venda da Marathon emblemática da sobreposição dos interesses norte-americanos com os da China.

O gigante asiático já tem em Angola o seu principal fornecedor petrolífero africano - 599 milhões de barris em 2008, no valor de 59,9 mil milhões de dólares, segundo dados da Agência Internacional de Energia.

"As exportações para os países asiáticos cresceram rapidamente nos últimos anos, particularmente para a China (...) A Sonangol e a Sinopec vão também estar atentas a futuras concessões, particularmente nos 23 blocos na Bacia do Kwanza e áreas abandonadas dos blocos 15, 17 e 18", refere a Administração para a Informação Energética norte-americana.

Juntos, Estados Unidos e China recebem actualmente 90 por cento das exportações petrolíferas angolanas, que por sua vez contribuem com mais de 80 por cento do PIB e 83 por cento das receitas do Estado (2008).

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Angola/Luanda repensa investimentos internacionais depois de perdas nas aplicações da Sonangol

Luanda, Angola, 9 dezembro 2008 – Luanda está a repensar o modelo de investimentos do Estado angolano no estrangeiro, que no futuro serão assumidos por um fundo soberano, em vez da Sonangol, cujas aplicações desvalorizaram-se acentuadamente nos últimos meses.

Poderá ascender a 935 milhões de euros a desvalorização total dos activos adquiridos pela Sonangol em Portugal no último ano e meio, de acordo com contas apresentadas na semana passada pelo Diário Económico, em Lisboa.

Tendo em conta um preço médio de 2,3 euros por acção do Millennium bcp, o investimento da petrolífera estatal angolana na aquisição de 9,99 por cento do maior banco privado português terá ascendido a 1.000 milhões de euros mas à actual cotação das acções do banco (0,837 euros), a menos-valia potencial é de 686,15 milhões de euros.

Na Galp, refere o jornal, a perda potencial é de 248,8 milhões de euros, no último ano e meio, elevando o total de perdas para 934,97 milhões de euros.

Ao ano “negro” nas bolsas europeias e norte-americanas, não terão igualmente escapado outros fundos públicos, do Banco Nacional de Angola e do Banco Africano de Investimentos, alguns dos quais estavam investidos nos Estados Unidos, de acordo com outras fontes.

Manuel Vicente, entretanto reconduzido na presidência da Sonangol, assumiu na semana passada a necessidade de travar o ritmo de investimentos seguido até agora, face à súbita mudança de conjuntura.

“Vamos ter de reduzir o ritmo dessas aplicações, tendo em conta o cenário que estamos a viver”, afirmou à Rádio Apostolado.

As perdas acumuladas, os efeitos da queda do preço do petróleo na liquidez do Estado angolano e a crise económica internacional sem fim à vista levaram Luanda a lançar a criação do Fundo Soberano de Angola, que está a cargo de uma comissão instaladora nomeada pelo próprio Presidente.

Com a criação do Fundo, pretende introduzir-se mecanismos que “garantam uma gestão eficiente dos recursos e protejam o país das vulnerabilidades externas e dos ciclos económicos conturbados”, escrevia recentemente a AngolaPress.

O Africa Monitor refere que o Fundo deverá ficar sob dependência directa do presidente José Eduardo dos Santos.

Os seus principais conselheiros económicos e financeiros são actualmente Manuel Junior e Ricardo Viegas de Abreu.

Este último é filho de um antigo quadro da Sonangol, coordena a Comissão Instaladora do Fundo Soberano e é dado como futuro presidente do mesmo, refere a mesma fonte. (macauhub)

domingo, 25 de novembro de 2007

Sector petrolífero angolano ‘a beira de reconfiguração profunda com criação da Agência do Petróleo


Luanda (Angola), 18 novembro 2007 – O sector petrolífero angolano pode sofrer nos próximos anos uma profunda reconfiguração com a criação da Agência Nacional do Petróleo, que assumirá competências hoje concentradas na Sonangol, nomeadamente de regulação e até de concessões.
A criação da Agência, que vem sendo reclamada pelos organismos internacionais e admitida a nível governamental, teria como objectivo aumentar a eficiência e transparência no sector, que actualmente é sinónimo apenas da petrolífera estatal Sonangol, importante fonte de receitas para Luanda."Quando sentirmos que estes dois organismos [os ministérios das Finanças e do Petróleo] adquiriram capacidades suficientes, será o tempo de a Sonangol ser completamente separada de actividades regulatórias", afirmou recentemente ao Financial Times Aguinaldo Jaime, ministro-adjunto considerado o principal "mentor" das políticas económicas do governo de Fernando Piedade dos Santos.
Questionado sobre o prazo para esta reorganização, Jaime referiu que cinco anos serão provavelmente suficientes.
De acordo com a newsletter Africa Monitor, a Agência terá estatuto equivalente ao de instituto público autónomo, passando a assumir as competências de regulação do sector, e, eventualmente, o exercício exclusivo de direitos de concessão.
Paralelamente, a Sonangol será reestruturada, mas, salienta mesma fonte, "dificilmente" a reconfiguração representará uma perda do seu actual poder de facto, sobretudo ao nível da gestão das receitas petrolíferas.
A reestruturação separará a Sonangol de áreas de negócio estranhas ao seu "core business", alienando subsidiárias que criou para gerir as mesmas.
A petrolífera estatal, presidida por Manuel Vicente, tem actualmente interesses e activos em áreas como os transportes, comunicações, banca e seguros, além de uma importante carteira de participações externas, em que se incluem as estratégicas na petrolífera portuguesa Galp Energia e no Millennium Bcp, maior banco privado de Portugal.
Com todo este processo, afirma o Africa Monitor, Luanda espera reforçar o prestígio da Sonangol, tendo em vista a sua afirmação no plano internacional e a sua já anunciada cotação nos principais mercados de capitais, nomeadamente a bolsa de Nova Iorque.
A reconfiguração do sector petrolífero angolano será ainda uma manifestação de "boa vontade" e de "espírito de colaboração" ao Fundo Monetário Internacional e outras organizações que vêm apelando a uma separação das diferentes funções, em nome de uma maior transparência.Contudo, salienta o Africa Monitor, Luanda continua avessa à adesão a um acordo de colaboração com o FMI, mesmo que não sendo do tipo monitorizado. Ricardo Soares de Oliveira, investigador da Universidade de Oxford e autor de um recente trabalho de pesquisa sobre a Sonangol, afirmou ao Financial Times que a petrolífera é "uma empresa extremamente cosmopolita e eficiente", mas cuja competência "nunca foi efectivamente posta ao serviço do desenvolvimento angolano".
Nos últimos dois anos, a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) obteve lucros de mais de mil milhões de dólares, de acordo com números divulgados oficialmente.
A produção de petróleo bruto atingiu no ano passado em Angola uma média diária de 1,4 milhões de barris, 40 por cento dos quais correspondeu à quota parte da produção da Sonangol, prevendo-se que o país alcance este ano a meta de dois milhões de barris por dia, igualando, assim, a Nigéria, neste momento o primeiro produtor do da África sub-sahariana.
A Sonangol está ainda a estender a sua actividade ao gás natural, através do projecto Angola LNG, que envolve algumas das principais multinacionais do sector energético, e ainda à refinação, tendo em vista aumentar o valor acrescentado dos produtos petrolíferos exportados. (macauhub)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Angola/Ministra moçambicana dos Recursos Minerais em Luanda

Luanda, 2 setembro 2007 - A ministra moçambicana dos Recursos Minerais, Esperança Bias, chegou esta manhã ao país, a fim de participar na segunda Conferência e Exposição Regional sobre Pesquisa e Produção em Águas Profundas da Zona Marítima da África Ocidental (DOWAC), a decorrer em Luanda de dois (hoje) a seis de Outubro.

Em breves declarações à Angop, no aeroporto a governante, disse ter vindo a Angola apenas para participar no evento e recolher experiência dum sector que o seu país espera explorar.

No encontro, a realizar-se no Centro de Convenções do Talatona, zona sul de Luanda, Angola vai ter a oportunidade de dar a conhecer à indústria petrolífera mundial os êxitos alcançados nas suas águas profundas, bem como outros importantes desenvolvimentos registados na região.

Durante o evento, os conferencistas vão também analisar "os avanços, os novos desafios e estratégias para a indústria petrolífera na África Ocidental, e o desenvolvimento de novas tecnologias para a exploração em águas profundas".

Constam ainda dos temas "a participação na indústria nacional (national content) e as técnicas de avaliação de reservas petrolíferas, as políticas de segurança, qualidade e ambiente".

A margem da conferência decorrerá igualmente uma exposição que contará, não só, com a presença dos principais actores da indústria petrolífera, mas também representantes de algumas universidades nacionais (Universidade Agostinho Neto, Lusíada, Privada, Jean Piaget e Independente).

A Sociedade Nacional de Combustíveis (Sonangol) e o Ministério dos Petróleos, em parceria com as principais companhias operadoras e empresas de prestação de serviços e empreiteiras, apoiam técnica e financeiramente a conferência, coordenada por um Comité Director Internacional.

O continente africano dispõe actualmente de cerca de oito porcento das reservas mundiais de petróleo, com metade deste crude concentrada na zona do Golfe de Guiné, onde se encontra inserida Angola, o que torna a região interessante para os grandes consumidores.

Angola é hoje o segundo maior produtor de petróleo na África Sub-Sahariana, com uma produção de 1,7 milhões de barris/dia, tendo igualmente potencialidades geológicas estimadas em 40 biliões barris, afirmou recentemente em Luanada o administrador da Sonangol, Syanga Abílio, durante a conferência internacional sobre "Energia em Angola". (AngolaPress)