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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

TUDO SUGERE AÇÃO DA CIA E ASSASSINATO DE CANDIDATO À PRESIDÊNCIA, NO BRASIL/All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate

30 agosto 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

*Wayne Madsen, Strategic Culture Foundation on-line journal http://www.strategic-culture.org


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
A queda do avião que matou o candidato à presidência do Brasil, Eduardo Campos, que estava em segundo, na disputa eleitoral, atrás só da atual presidenta, abalou fortemente as chances de reeleição de Dilma Rousseff. Sucessora de Campos na corrida presidencial, ex-líder do Partido Verde, Marina Silva – “homem” de George Soros, está agora com alguma chance de vir a derrotar Rousseff, no caso de a eleição chegar a um segundo turno. O fim do governo de Rousseff sinalizaria vitória para as atividades clandestinas do governo Obama para eliminar de cena vários governos progressistas em toda a América Latina.

Revisão do período pós-IIª Guerra Mundial revela que, de todos os meios que os serviços de inteligência usaram para eliminar pessoas que viam como ameaças econômicas e políticas, o assassinato por derrubada de avião está em segundo lugar; antes, só assassinatos por armas de fogo; depois, vêm acidentes de automóvel e envenenamento, como modus operandi preferencial da Agência Central de Inteligência dos EUA, CIA, para seus assassinatos políticos.

Os seguintes casos são os principais sobre os quais pesam muitas suspeitas de terem sido resultado de ação de uma ou mais agências de inteligência dos EUA, para pôr fim a carreiras políticas que ameaçavam o avanço dos EUA como potência imperial:

– a morte do secretário-geral da ONU Dag Hammarskjold;
– do presidente de Ruanda Juvenal Habyarimana;
– do presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira;
– do primeiro-ministro português Francisco Sá Carneiro;

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС/A SEMANA QUE INTRODUZIU A NOVA GUERRA FRIA

7 agosto 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


O anúncio de Obama de que conseguiu um acordo com os parceiros europeus sobre “medidas coordenadas de sanções sobre a Rússia” sugere sem dúvida que a era pós-guerra fria está a findar. O presidente cuja incompetência o tem levado de desastre em desastre meteu-se em novo e ainda maior beco. Assustado com o crescente desafio à supremacia do dólar americano, Obama envereda por uma guerra de guerrilha. A questão é que, sem a liberdade tão simples de imprimir notas de dólar, a economia americana está condenada.

Se os futuros historiadores tiverem que marcar a transição do pós-guerra fria para a nova Guerra Fria, serão levados a considerar de perto a semana que passou. O governo de Barack Obama encontra-se num estado de espírito triunfalista depois de ter conseguido, finalmente, juntar os mais importantes aliados europeus dos EUA (Reino Unido, França, Alemanha e Itália) na sua estratégia concertada para isolar a Rússia da Europa e impor sanções provocativas contra ela.

Obama podia ter feito esta semana um discurso de agitação tipo Cortina de Ferro, não tivesse acontecido a confusão na Líbia, no Iraque, na Síria, no Afeganistão, etc., e o horrível massacre em Gaza que manchou a sua própria reputação, não esquecendo além disso que um Nobel não é suposto dar gritos de guerra.

De qualquer modo, o vídeo da teleconferência de Obama com os parceiros europeus significando o acordo sobre “medidas coordenadas de sanções sobre a Rússia” sugere sem dúvida que a era pós-guerra fria está a findar.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

LAS SORPRESAS PARA WASHINGTON

31 julio 2014, Cubadebate. Contra el Terrorismo http://www.cubadebate.cu (Cuba)


En un ensayo dedicado al análisis de las contradicciones y los culpas de la política estadounidense en el Medio Oriente, bajo el título de “Nuevamente la vergüenza de Irak” (“The Shame of Iraq Once More”), el destacado politólogo marxista estadounidense Zoltan Zigedy (ZZ) advierte la reiteración con que los estrategas de la política exterior y la defensa en su país resultan “sorprendidos” por los resultados de sus agresiones, al tiempo que llama a la unidad de las fuerzas de izquierda en Estados Unidos como una necesidad.

Nada expresa más dramática y evidentemente la bancarrota de la política estadounidense en el Medio Oriente que la “sorpresa” que acompañó la reciente barrida ofensiva de Estado Islámico (EI) a todo lo extenso de una buena parte de Irak. Pese a contar con décadas de intenso escrutinio y espionaje con

terça-feira, 29 de julho de 2014

BRICS, БРИКС /INTENÇÃO VELADA DE A ALEMANHA INTEGRAR OS BRICS ASSUSTA OS EUA

27 julho 2014 15:27,Correio do Brasil http://correiodobrasil.com.br (Brasil)

Por Carl Edgard, com agências internacionais -- de Nova York, EUA, Moscou e São Paulo

Os piores pesadelos do presidente Barack Obama têm ganhado forma, em uma velocidade com a qual ele não contava, no front financeiro. Uma análise do doutor em Estatística Jim Willie, PhD na matéria pela Carnegie Mellon University, nos EUA, afirma categoricamente que a Alemanha está prestes a abandonar o sistema unipolar apoiado pela Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan) e os EUA, para se unir às nações dos Brics, o grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, razão pela qual a agência norte-americana de espionagem NSA ampliou suas escutas à lider germânica Angela Merkel e terminou flagrada por agentes do serviço secreto alemão, após as denúncias do ex-espião Edward Snoden. Em entrevista ao blogueiro Greg Hunter, editor do USA Watchdog, Willie afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda o governo norte-americano de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.

Editor de um boletim financeiro a partir de Pittsburg, no Estado norte-americano da Pensylvania, Jim Willie afirma que o apoio dos EUA à Ucrânia e as consequentes sanções impostas à Rússia integram o esforço dos EUA de tentar