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terça-feira, 9 de julho de 2019

União Europeia/Novos hierarcas não eleitos da UE darão continuidade à desordem actual


04/Julho/2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/europa/escolhas_ue_03jun19.html

por John Laughland*

Apesar de tudo o que aconteceu na UE nos últimos cinco anos, os seus estados membros resolveram seleccionar quatro políticos que encarnam a continuidade total com todas as políticas que levaram a UE à desordem actual.

Nenhuma das recentes calamidades persuadiu o bloco a alterar, ainda que ligeiramente, a sua rota. Nem a ascensão de partidos anti-sistema na Itália, Alemanha, França, Finlândia e alhures. Nem a ascensão de forças [ditas] patrióticas na Polónia e na Hungria. E nem o Brexit, o qual em termos económicos é o equivalente à perda não de um estado membro mas sim de 20 – e que destruirá as actuais disposições orçamentais da UE.

Os quatro homens e mulheres cujas nomeações foram marteladas na terça-feira estão todos determinados a criar uns "Estados Unidos da Europa" (para citar a futura nova presidente da Comissão Europeia, Ursula von de Leyen) e portanto a prosseguir exactamente com a mesma integração europeia que está a provocar tanta tensão interna em estados membros da UE e suas instituições. Além disso, três dos quatro vêm dos estados nucleares da UE, os membros fundadores originais em 1951, sem nenhum da "nova Europa" no Leste ou no Centro da mesma. É como se, neste tempo de crise profunda, a UE quisesse retornar às suas fontes de cerca de 70 anos atrás, ao invés de

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Grécia/EL DIKTADO DE ALEMANIA

Nº: 238   Agosto  2015, Le Monde Diplomatique EDITORIAL http://www.monde-diplomatique.es (España)

Ignacio Ramonet

Sólo en las películas de terror se ven escenas tan sádicas como las que vimos el 13 de julio pasado en Bruselas, cuando el primer ministro griego Alexis Tsipras – herido, derrotado, humillado– tuvo que acatar en público, cabizbajo, el diktado de la canciller de Alemania, Angela Merkel, renunciando así a su programa de liberación por el cual fue elegido, y el cual precisamente acababa de ser ratificado por su pueblo mediante referéndum.

Exhibido por los vencedores como un trofeo ante las cámaras del mundo, el pobre Tsipras tuvo que tragarse su orgullo y tragar también tantos sapos y culebras que el propio semanario alemán Der Spiegel, compadecido, calificó la lista de sacrificios impuestos al pueblo griego de “catálogo de horrores”...

Cuando la humillación del líder de un país alcanza niveles tan espeluznantes, la imagen se queda en la historia para aleccionar a las generaciones venideras, incitadas a no aceptar nunca más un trato semejante. Así han llegado hasta nosotros expresiones como “pasar por las horcas caudinas” (1) o el célebre “paseo de Canossa” (2). Lo del 13 de julio fue tan enorme y tan absolutamente irreal que quizás este día también será recordado en el futuro de Europa como el día del “diktado de Alemania”.

La gran lección de ese escarnio es que se ha perdido definitivamente el control ciudadano con respecto a una serie de decisiones que determinan la vida de la gente en el marco de la Unión Europea (UE) y, sobre todo, en el

terça-feira, 29 de julho de 2014

BRICS, БРИКС /INTENÇÃO VELADA DE A ALEMANHA INTEGRAR OS BRICS ASSUSTA OS EUA

27 julho 2014 15:27,Correio do Brasil http://correiodobrasil.com.br (Brasil)

Por Carl Edgard, com agências internacionais -- de Nova York, EUA, Moscou e São Paulo

Os piores pesadelos do presidente Barack Obama têm ganhado forma, em uma velocidade com a qual ele não contava, no front financeiro. Uma análise do doutor em Estatística Jim Willie, PhD na matéria pela Carnegie Mellon University, nos EUA, afirma categoricamente que a Alemanha está prestes a abandonar o sistema unipolar apoiado pela Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan) e os EUA, para se unir às nações dos Brics, o grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, razão pela qual a agência norte-americana de espionagem NSA ampliou suas escutas à lider germânica Angela Merkel e terminou flagrada por agentes do serviço secreto alemão, após as denúncias do ex-espião Edward Snoden. Em entrevista ao blogueiro Greg Hunter, editor do USA Watchdog, Willie afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda o governo norte-americano de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.

Editor de um boletim financeiro a partir de Pittsburg, no Estado norte-americano da Pensylvania, Jim Willie afirma que o apoio dos EUA à Ucrânia e as consequentes sanções impostas à Rússia integram o esforço dos EUA de tentar