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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Cabo Verde e Moçambique entre os países africanos mais favoráveis aos interesses da China

7 novembro 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Cabo Verde e Moçambique estão entre os países africanos mais favoráveis aos interesses económicos e políticos da China, valorizando principalmente o investimento em infra-estruturas e os negócios, de acordo com a primeira sondagem sobre o tema feita em África.

A sondagem Afrobarometer, que revela em geral um acolhimento positivo dos africanos aos interesses chineses, coloca, no capítulo sobre o acolhimento em relação à influência económica e política da China, Cabo Verde em 5º lugar, com 78% de opiniões positivas e apenas 5% de negativas.

Também neste capítulo, Moçambique surge acima da média, com 65% de opiniões positivas e apenas

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Uniaun Esportadór CPLP nian buka oportunidade negósiu iha Kabuverde/União de Exportadores da CPLP procura oportunidades de negócios em Cabo Verde

11 de Novembro de 2015, SAPO Noticias http://noticias.sapo.tl (Timor-Leste)

Emprezáriu dezena ho balun hosi União de Exportadores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (UE-CPLP) iha Kabuverde hodi buka oportunidade negósiu no parseria ho empreza lokál sira. 

Hala’o misaun UE-CPLP nian ba Kabuverde ho parseria Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento (CCISS) kabuverdiana nian, ne’ebé ohin promove sesaun aprezentasaun hodi liga negósiu ba emprezáriu kabuverdianu sira iha Cidade da Praia.

"Hosi parte emprezáriu sira CPLP nian iha tebes kuriozidade hodi simu potensialidade hosi merkadu kabuverdianu, la’ós hodi fa’an no dezenvolve negósiu iha nasaun, maibé ba mós zona ekonómika ne’ebé Kabuverde halo ligasaun, mak CEDEAO

terça-feira, 1 de julho de 2014

Moçambique/África deve garantir Paz e Segurança para um bom ambiente de negócios

30 junho 2014, Portal do Governo (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Armando Inroga, considera que o continente africano tem grandes desafios na promoção e manutenção da paz e segurança entre os países e em cada país para que tenha um bom ambiente de negócios que permite uma melhor captação de investimentos.

Inroga falava numa conferência de imprensa havida hoje em Maputo, a capital moçambicana, no âmbito da V Conferência Anual sobre a iniciativa “Facilidade de Fazer Negócios” na África Oriental e Austral (Ease of Doing Business, expressão em inglês). O evento,

segunda-feira, 10 de março de 2014

Governo de Moçambique aprova novo regulamento de licenciamento industrial

6 março 2014, Macaohub http://www.macauhub.com.mo (China)

O governo aprovou um novo regulamento de licenciamento industrial tendo em vista a prevenção de riscos e criação de um bom ambiente de negócios em Moçambique, disse terça-feira em Maputo o ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga.

No final da reunião do Conselho de Ministros, Inroga disse ainda que o novo regulamento, que substitui um outro datado de 2003, suprime alguns requisitos e descentraliza as competências no

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Fórum de Negócios Moçambique-Índia reúne-se em Maputo

4 julho 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Maputo - A capital moçambicana vai acolher, a 4 e 5 de Julho, o Fórum de Negócios Moçambique-Índia, com o objectivo de desenvolver as relações económicas bilaterais.

O evento realiza-se no âmbito da terceira sessão da comissão mista Moçambique–Índia, que levará ao país uma delegação indiana composta por cerca de 22 representantes do Governo indiano e empresários. A equipa será chefiada

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Moçambique acolhe Primeiro Encontro Empresarial Público-Privado da CPLP



2 julho 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Moçambique vai acolher, no próximo dia 17 de Julho, o Primeiro Encontro Empresarial Público-Privado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP, cujo objectivo será a reflexão conjunta sobre as oportunidades de negócios no mercado lusófono.

Sob lema “Inovar e Expandir para os Novos Mercados”,

domingo, 14 de dezembro de 2008

CPLP quer melhorar ambiente de negócios entre membros

Lisboa, 12 dezembro 2008 (Lusa) - O presidente eleito da direção do Conselho Empresarial da CPLP, Braima Camará, declarou nesta sexta-feira que pretende melhorar o ambiente de negócios dos países membros e definiu como prioridade transformar a língua portuguesa como veículo de interligação.

"Quero garantir que estão criadas condições básicas para o relançamento do Conselho Empresarial da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa)", disse à Agência Lusa Camará, que é também presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Agricultura da Guiné-Bissau.

Camará disse que será necessária também "uma articulação estrutural e econômica para poder melhorar o ambiente de negócios entre os países da CPLP.

Murteira Nabo, representante da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Econômico e Cooperação no Conselho Empresarial da CPLP, frisou que havia o sentimento de que "a componente econômica da CPLP está aquém daquilo que seria esperado" e que a nova direção vai tentar reanimar esta vertente por meio de alguns instrumentos.

"Vai ser criado um portal que vai ligar todos os países membros através de uma rede de negócios e vão realizar-se quatro eventos anuais, midiáticos, que levem um conjunto de empresários para uma bolsa de negócios, que permita uma intercomunicabilidade entre eles", explicou Nabo.

Já está previsto um evento em parceria com a Fundação Luso-Brasileira, que acontecerá em Lisboa em 29 e 30 de maio de 2009, com o objetivo de apoiar a formação de redes políticas, culturais e de negócios entre os países da CPLP, e o 5º Encontro Empresarial Negócios na Língua Portuguesa, que vai ocorrer em Fortaleza, em 28 e 29 de setembro do próximo ano.

Crédito
Murteira Nabo afirmou ainda a importância de ter sido criado recentemente o SOFID, um banco que pretende contribuir para o desenvolvimento dos países membros da CPLP, para que seja "um instrumento importante na promoção das relações econômicas e que possa, inclusive, vir a ser aberto a capitais que não sejam exclusivamente portugueses".

"Sentimos que há condições, políticas e econômicas, pelo fato de o presidente da República (de Portugal), Cavaco Silva, presidir a CPLP durante dois anos, para reanimar o Conselho Empresarial em tempos de crise", disse.

"A idéia é um pouco a reanimação através de projetos muito práticos, concretos e orientados para os negócios, com poucos discursos e muitas ações, tentando aproveitar momentos políticos, como o atual, para promover negócios", afirmou Nabo, que acrescentou também que neste domínio a língua portuguesa, mais do que uma ferramenta de afirmação internacional e instrumento de trabalho, é "aquilo que nos une".

Sobre a crise internacional e seus desafios, Braima Camará declarou que "não há outra alternativa", que não seja enfrentá-la.

"Penso que temos capacidades, oportunidades e recursos suficientes para que possamos fazer face à crise. Não podemos virar a cara à luta", concluiu.

A próxima reunião do Conselho Empresarial da CPLP acontece em 12 de março de 2009, em Bissau, capital guineense, com a discussão de um plano a médio prazo que tente concretizar a dinamização das relações econômicas na agenda de trabalhos.

sábado, 21 de junho de 2008

Cabo Verde/País acolhe seminário internacional sobre direito de negócios

Praia, 20 junho 2008 – A capital cabo-verdiana, Praia, acolhe hoje e sábado um seminário internacional de sensibilização à importância da Organização para a Harmonização do Direito de Negócios em África (OHADA), com a participação de empresários, bancários, advogados, magistrados e outros profissionais do foro jurídico.

Segundo a agência PANA, que cita fonte da organização do evento, o Tratado que cria a OHADA foi assinado em Porto Luís, ilhas Maurícias, a 17 de Outubro de 1993, com o objectivo de organizar um Direito dos negócios unificado nos Estados membros.

A organização, que integra 16 países da África Ocidental e Central, propõe-se atingir esse objectivo através da adopção de regras comuns, simples e adaptadas às economias dos Estados membros.

A OHADA tem também como propósito a promoção de uma justiça diligente no domínio económico e o encorajamento dos actores económicos com vista a fazerem o recurso à arbitragem como forma alternativa de resolução dos diferendos contratuais.

Os Estados membros da organização pretendem, igualmente, assegurar, particularmente, a segurança jurídica e judiciária a favor das empresas e dos investidores nacionais e estrangeiros, e favorecer, no geral, a integração regional e a unidade africana.

A OHADA é constituída por quatro instituições, nomeadamente, o Conselho de Ministros, o Secretariado Permanente, o Tribunal Comum da Justiça e da Arbitragem e a Escola Regional Superior da Magistratura (ERSUMA).

O seminário na cidade da Praia é promovido pelos Ministérios cabo-verdianos da Justiça e da Economia, Crescimento e Competitividade em parceria com o Instituto Internacional do Direito de Expressão e Inspiração Francesas (IDEF) e tem como objectivo sensibilizar os sectores público e privado ao interesse da adesão de Cabo Verde à OHADA.

Os promotores pretendem, ainda, sensibilizar os participantes sobre a importância de harmonização das suas práticas, regras e procedimentos de negócios em relação aos países que fazem parte da sub-região africana.

"A OHADA e o processo de integração regional em África", "OHADA – Missão, Organização e objectivos", "Realidade do direito harmonizado, produção normativa, arbitragem e jurisprudência", e "Perspectivas do futuro da OHADA", são alguns dos temas a serem debatidos no seminário, cuja abertura será presidida, hoje, pelo ministro cabo-verdiano da Justiça, Manuel Andrade. (AngolaPress)