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terça-feira, 6 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/Rússia apresenta informação sobre ataques contra terroristas

6 outubro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

News -- ФондСтратегическойКультуры
Traduzido por Anna Malm*, Correspondente de Pátria Latina na Europa

[Esse vídeo poderá ser visto no artigo original ao qual anexo aqui o link - CLICK]*

O Ministério da Defesa da Rússia apresentou ao público o novo quadro dos ataques que a aviação russa fez nas posições do Estado Islâmico, "ES"

Como ressalta o representante dos militares no vídeo apresentado vêem-se ataques muito precisos. Os aviões que fazem parte dessa operação foram modernisados - nesses foram instalados os melhores sistemas atuais. Mostrando a sequência das imagens o representante do departamento comentou detalhadamente o que se mostrava, e o que estava sendo destruido. Para melhores esclarecimentos os jornalistas tinham sido convidados ao centro de comando militar de onde essa missão aérea tinha sido dirigida.

Detalhes sobre o principal -- Cada um dos ataques feitos pelos pilotos russos foram mostrados e explicados aos jornalistas. As atividades dos pilotos foram sempre coordenadas do centro nacional de gerenciamento de defesa em Moscou. De lá também vieram todas as informações e resultados dos raids aéreos. As primeiras operações ocorreram ao longo de 24 horas. Nesse tempo foram feitos mais de 20 saídas aéreas as bases dos combatentes do denominado "Estado Islâmico".

'A aviação de ataque ao solo destruiu o depósito de munições do "Estado Islâmico" na região sudoeste da cidade de IDLIB. Na fotagem do vídeo vê-se muito bem o foco do incêncio e do resultante das detonações do depósito de munições dos terroristas. Na filmagem que segue a

terça-feira, 29 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/AO VIVO, DE NEW YORK, "PUTIN O GRANDE"!

24/9/2015, Pátria Latinahttp://www.patrialatina.com.br (Brasil)


É o suspense geopolítico máximo da temporada: será que o presidente Barack Obama dos EUA finalmente decidirá conversar com o presidente Vladimir Putin da Rússia, ou nessa 6a-feira ou durante a Assembleia Geral da ONU, semana que vem em New York?

O dramático movimento dos russos na Síria, que virou o jogo – não só entrega de armas, mas a real possibilidade de real intervenção pela Força Aérea da Rússia – deixou todos zonzos na área da Avenida 
Beltway.

O ministro de Relações Exteriores da Síria Walled Muallem 
disse claramente ao jornal RT que o envolvimento direto dos russos na luta contra ISIS/ISIL/Daesh e os tais "moderados" (como os neoconservadores dos EUA os tratam) da Frente al-Nusra, codinome Al-Qaeda na Síria, é ainda mais importante que as armas fornecidas.

Washington, entrementes, permanece enredada num buraco negro geopolítico, para tudo que tenha a ver com a estratégia de Putin. A resposta do governo Obama está conectada como os dois lados de uma dobradura a como será recebido em todo o mundo o discurso de Putin na ONU, e a como se desenrolará a diplomacia frenética relacionada ao teatro de guerra na Síria.

É ingenuidade interpretar o avanço militar dos russos como mero show de força, convite aos norte-americanos para

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Francotiradores asesinaron a manifestantes hondureños



6 julio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.ne

Andrés Pavón del Comité de Derechos Humanos (DD.HH.) de Honduras, declaró en entrevista exclusiva a teleSUR este lunes que las balas que mataron a una de las víctimas en el aeropuerto Toncontín de Tegucigalpa, fueron disparadas por francotiradores ubicados en la parte interna de las instalaciones de la base aérea.
Pavón explicó que la comitiva de DD.HH. se dirigió al lugar de los hechos, en la zona sur del aeropuerto capitalino.
"Hicimos una observación en el área y posteriormente pudimos constatar que en la calle habían casquillos de M-16. Tenemos esa prueba en carácter de evidencia que presentaremos mañana (martes) en el Ministerio Público".
Explicó que la "posición donde el muchacho se encontraba, dicen los expertos en balística que fue obra de un francotirador, que se encontraba en la parte interna de las instalaciones de la Fuerza Aérea".
Durante la manifestación del domingo "nosotross estuvimos haciendo una observación con binoculares y podemos decirle al mundo que detectamos a los francotiradores que estaban en los techos del aeropuerto", aseveró Pavón.
"Esto lo hicieron para ofrecer temor y miedo, ya que creyeron que en algún momento el pueblo podría rebasar la valla que divide al aeropuerto de la calle. Siempre quedamos ahi, buscamos proteccion mientras la cantidad de bombas lacrimógenas que lanzaron fue terrible", agregó y recordó que las medidas utilizadas por los militares "fueron completamente desproporcionales".
Andrés Pavón continuó su denuncia frente a las cámaras de teleSUR, y detalló que hay siete heridos de bala, a los que fueron a visitar para conocer su situación.
Los defensores de los DD.HH. se encuentran en las calles atendiendo el caos generado por las represiones violentas del gobierno de facto.
"Hay heridos de bala en la cabeza con rosones profundos. Uno de los muchachos heridos está en el municipio Santa Bárbara, que se encuentra en las oficinas del sindicato de los trabajadores de las bebidas y similares", dijo.
Otra denuncia de Pavón fue que en la víspera, el vocero de la Policía Nacional, Héctor Iván Mejía, denunció que en los centros educativos supuestamente están los extranjeros que "colocan bombas en el país".
Las palabras del vocero policial las consideró "una provocación bastante grave", sobre todo por venir de un oficial de policía de alto nivel, explicó Pavón.
Agregó que el domingo engañaron al pueblo al tratar de decir que estaban del lado de los manifestantes, pero están con los golpistas, aseveró.
El padre del muchacho muerto integra el Comité de Familiares y Desaparecidos en Honduras (COFADE), y según relató Pavón, el presidente de facto, Roberto Micheletti, "fue a hablar con ellos para darle una especie de compensación y pagarles los cargos fúnebres para que culparan a los de esta manifestación y así, baje su nivel de indignación".
Esto, "lo confirmamos con las declaraciones que dio en rueda de prensa el señor Ramón Custodio López, comisionado nacional de DD.HH., quien manifestó que el muchacho había muerto a consecuencia de disparos que salieron de la manifestación (...) Custodio López está tratando de infundir miedo a la población, confundir a la comunidad internacional y nos miente con una dulzura increíble".

quinta-feira, 2 de julho de 2009

FIDEL DIZ QUE GOLPISTAS DE HONDURAS NÃO TÊM SALVAÇÃO

Em artigo publicado na noite de domingo, o líder cubano Fidel Castro criticou a deposição do presidente de Honduras e defendeu que não se negocie com os golpistas. "Com esse alto comando golpista não se pode negociar, é necessário exigir a sua renúncia e que outros oficiais mais jovens e não comprometidos com a oligarquia ocupem o comando militar, ou não haverá jamais um governo do povo, pelo povo e para o povo em Honduras. Os golpistas, encurralados e isolados, não têm salvação possível se o problema for encarado com firmeza", diz Fidel.

29 junho 2009/Vermelho http://www.vermelho.org.b

Em um texto publicado por volta da meia-noite, na página oficial Cuba Debate, Fidel recomendou não ceder nenhum milímetro ante os militares e setores da oposição que apoiaram o golpe contra Zelaya. "Com esse alto comando golpista não se pode negociar, é preciso exigir sua renúncia e que outros oficiais mais jovens e não comprometidos com a oligarquia ocupem o comando militar, ou não haverá jamais um governo 'do povo, pelo povo, para o povo' em Honduras", escreveu.

"Os golpistas, encurralados e isolados, não têm salvação possível", acrescentou. Fidel Castro recorda em seu texto que os golpistas não contam com o respaldo dos Estados Unidos, que apoiou muitos golpes de Estado na América Central durante a guerra fria.

"Até a senhora (Secretária de Estado dos EUA, Hillary) Clinton declarou já em horas da tarde que Zelaya é o único presidente de Honduras, e os golpistas hondurenhos nem sequer respiram sem o apoio dos Estados Unidos", escreveu.

Irmão de Fidel, o presidente cubano Raúl Castro condenou no domingo o golpe contra Zelaya, qualificando-o de brutal. "A época das ditaduras militares na América Latina já passou", havia dito mais cedo o chanceler cubano Bruno Rodríguez. Zelaya foi levado à força para a Costa Rica, após ter sido sacado da residência presidencial por militares.

Confira a íntegra do artigo de Fidel Castro:

UM ERRO SUICIDA

Na reflexão escrita na noite da quinta-feira, 25, há três dias, eu disse: "Ignoramos o que acontecerá esta noite ou amanhã em Honduras, mas o comportamento valoroso de Zelaya passará à história."

Dois parágrafos antes, tinha assinalado: "Aquilo que lá aconteça será uma prova para A OEA e para a atual administração dos Estados Unidos."

A pré-histórica instituição interamericana se reuniu no dia seguinte, em Washington, e, em uma apagada e fraca resolução, prometeu realizar as gestões pertinentes imediatamente para procurar uma harmonia entre as partes em conflito. Quer dizer, uma negociação entre o golpistas e o presidente constitucional de Honduras.

O alto chefe militar, que continuava a comandar as Forças Armadas hondurenhas, fazia pronunciamentos públicos em discrepância com as posições do presidente, enquanto só de um modo meramente formal reconhecia a sua autoridade.

Não precisavam os golpistas de outra coisa da OEA. Não lhes importou nada a presença de um grande número de observadores internacionais que viajaram a esse país para dar fé de uma consulta popular, aos quais Zelaya falou até altas horas da noite.

Antes do amanhecer de hoje, eles lançaram cerca de 200 soldados profissionais bem treinados e armados contra a residência do presidente, que, separando brutalmente a esquadra de Guarda de Honra, seqüestraram Zelaya, que dormia. Ele foi conduzido à base aérea, colocado à força em um avião e transportado a um aeroporto na Costa Rica.

Às 8h30 da manhã, conhecemos pela Telesur a notícia do assalto à casa presidencial e o seqüestro. O presidente não pôde assistir ao ato inicial da consulta popular, que aconteceria este domingo. Era desconhecido o que tinham feito com ele.

A emissora da televisão oficial foi silenciada. Desejavam impedir a divulgação prematura da traiçoeira ação através de Telesur e Cubavisión Internacional, que informavam dos fatos. Suspenderam por isso os centros de retransmissão e acabaram cortando a eletricidade em todo o país. Ainda o Congresso e os altos tribunais envolvidos na conspiração não tinham publicado as decisões que justificavam o conluio. Primeiro levaram a cabo o inqualificável golpe militar e depois o legalizaram.

O povo acordou com os fatos consumados e começou a reagir com grande indignação.

Não se conhecia o destino de Zelaya. Três horas depois, a reação popular era tal, que foram vistas mulheres batendo com o punho nos soldados, cujos fuzis quase caiam das suas mãos por puro desconcerto e nervosismo.

Inicialmente, os seus movimentos pareciam os de um estranho combate contra fantasmas, depois tentavam cobrir com as mãos as câmaras de Telesur, apontavam tremendo os fuzis contra os repórteres, e, às vezes, quando as pessoas avançavam, os soldados recuavam. Enviaram transportadores blindados com canhões e metralhadoras. A população discutia sem medo com os soldados nos blindados; a reação popular era surpreendente.

Ao redor das 2h da tarde, em coordenação com os golpistas, uma maioria domesticada do Congresso depôs Zelaya, presidente constitucional de Honduras, e designou um novo Chefe de Estado, afirmando ao mundo que aquele tinha renunciado, apresentando uma falsificada assinatura. Minutos depois, Zelaya, de um aeroporto na Costa Rica, informou todo o acontecido e desmentiu categoricamente a notícia da sua renúncia. Os conspiradores fizeram o ridículo perante o mundo.

Muitas coisas aconteceram hoje. Cubavisión dedicou-se completamente a desmascarar o golpe, informando o tempo todo a nossa população.
Aconteceram fatos de caráter totalmente fascista, que não por esperados deixam de surpreender.

Patrícia Rodas, a ministra de Relações Exteriores de Honduras, foi depois de Zelaya o objetivo fundamental dos golpistas. Outro destacamento foi enviado a sua residência. Ela, valente e decidida, se moveu rápido, não perdeu um minuto em denunciar por todos os meios o golpe.

O nosso embaixador tinha estabelecido contato com Patrícia para conhecer a situação, como o fizeram outros embaixadores. Num momento determinado, pediu aos representantes diplomáticos da Venezuela, da Nicarágua e Cuba que se reunissem com ela, que, ferozmente acossada, precisava de proteção diplomática. O nosso embaixador, que desde o primeiro instante estava autorizado a oferecer o máximo apoio à ministra constitucional e legal, partiu para visitá-la na sua própria residência.

Quando estavam já na sua casa, o comando golpista enviou o Major Oceguera para prendê-la. Eles se colocaram diante da mulher e lhe disseram que estava sob a proteção diplomática, e que só poderia mover-se em companhia dos embaixadores. Oceguera discutiu com eles e o fez de maneira respeitosa.

Minutos depois, entraram na casa entre 12 e 15 homens uniformizados e encapuzados. Os três embaixadores se abraçaram a Patrícia; os mascarados atuaram de forma brutal e conseguiram separar os embaixadores da Venezuela e Nicarágua; Hernández a pegou tão fortemente por um dos braços, que os mascarados arrastaram ambos até um furgão ; levaram-nos à base aérea onde conseguiram separá-los, e levam-na com eles.

Estando ali detido, Bruno, que tinha notícias do sequestro, se comunicou com ela através do celular; um mascarado tentou de arrebatar-lhe rudemente o telefone; o embaixador cubano que já tinha sido golpeado na casa de Patrícia, grita-lhe: "Não me empurre, porra!" Não me lembro se a palavra que pronunciou foi alguma vez usada por Cervantes, mas sem dúvida o embaixador Juan Carlos Hernández enriqueceu a nossa língua.

Depois o deixaram em uma rodovia longe da missão e antes de abandoná-lo lhe disseram que, se falasse, poderia acontecer-lhe alguma coisa pior. "Nada é pior do que a morte! ", respondeu-lhes com dignidade, "e não sinto medo de vocês por isso”. Os vizinhos da área o ajudaram a voltar à embaixada, de onde imediatamente comunicou-se mais uma vez com Bruno.

Com esse alto comando golpista não se pode negociar, é necessário exigir a sua renúncia e que outros oficiais mais jovens e não comprometidos com a oligarquia ocupem o comando militar, ou não haverá jamais um governo "do povo, pelo povo e para o povo" em Honduras.

Os golpistas, encurralados e isolados, não têm salvação possível se o problema for encarado com firmeza.

Até a Senhora Clinton declarou que Zelaya é o único Presidente de Honduras, e os golpistas hondurenhos nem sequer respiram sem o apoio dos Estados Unidos.

De pijamas até há algumas horas, Zelaya será reconhecido pelo mundo como o único presidente constitucional de Honduras".

Fidel Castro Ruz

28 de junho de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Era de la CIA el diplomático de EU expulsado de Ecuador: Correa

La Jornada http://www.jornada.unam.mx

Quito, 22 de febrero 2009 - Mark Sullivan, primer secretario de la embajada de Estados Unidos expulsado de Ecuador, era el responsable de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) en este país, aseguró hoy el presidente Rafael Correa, al dar nuevas razones sobre la decisión de su gobierno dada a conocer el jueves pasado.
El ministerio de Relaciones Exteriores declaró persona non grata a Sullivan al descubrir que se había cometido una intromisión inaceptable en los asuntos internos del Estado. El diplomático recibió información privilegiada de directivos policiacos sobre el narcotráfico en Ecuador y condicionó la cooperación logística y económica a la Unidad de Investigaciones Especiales de la policía nacional a la designación de funcionarios recomendados por la embajada estadunidense.
Correa destacó que la expulsión de Sullivan –anunciada después de una reunión del Consejo de Seguridad Nacional, el jueves– ocurrió después de decidir la destitución de Manuel Silva, jefe de la unidad policial dedicada a investigar casos de alto impacto.
Sullivan se llevó computadoras de la unidad policial
Sullivan hizo una barbaridad, sostuvo Correa en declaraciones hechas en la ciudad de Ambato, en la provincia de Tungurahua. Según el sitio noticioso Ecuador Inmediato, el diplomático se llevó computadoras de unidad policial.
Este es el segundo funcionario de la embajada de Washington en Quito que es expulsado del país por tratar de subordinar a miembros del gobierno ecuatoriano a directrices estadunidenses. El primero fue Armando Astorga, agregado de asuntos migratorios, a quien se le pidió la salida del país a principios de febrero.
El gobierno de Ecuador anunció desde 2007 que no renovaría el acuerdo que autoriza la permanencia de fuerzas estadunidenses en la base aérea de Manta, establecida en 1989.
El Departamento de Estado dijo el jueves que la expulsión de Sullivan –así como la de Astorga– no habrá de afectar la cooperación bilateral con Ecuador en asuntos de seguridad y desarrollo económico.
Además de Ecuador, Venezuela y Bolivia han tenido conflictos con diplomáticos estadunidenses. Este sábado, el presidente boliviano, Evo Morales, denunció que la CIA infiltró a la empresa estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales de Bolivia para tratar de desestabilizar su gobierno.

http://www.jornada.unam.mx/2009/02/23/index.php?section=mundo&article=025n2mun