Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Brasil/Defensoria do Rio: 10 medidas do MPF coloca em xeque Estado de Direito
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Abya Yala, Pátria Grande/LA ACTRIZ ARGENTINA ROMINA GAETANI SE SUMÓ AL PEDIDO DE JUSTICIA POR BERTA CÁCERES
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Brasil/Noam Chomsky: Dilma está sendo impedida por “gangue de ladrões”
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Brasil/‘GOLPE NO BRASIL É PARTE DE UM PROJETO DE RECOLONIZAÇÃO DA AMÉRICA LATINA’
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Brasil/Nobel da Paz diz que impeachment de Dilma é golpe de Estado
A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje (28) o apoio do ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, contra o processo de impeachment que tramita no Senado.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
VENEZUELA: DEMOCRÁTICA Y BOLIVARIANA
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Abya Yala, Patria Grande, Honduras/EUA QUEREM TOMAR RECURSOS NATURAIS DO BRASIL E DA REGIÃO, DIZ LÍDER DA RESISTÊNCIA HONDURENHA
Um dia depois de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) hondurenho considerar “irreversível” a liderança do candidato governista, Juan Orlando Hernández, sobre Xiomara Castro, do partido Libre (Liberdade e Refundação), as principais missões de observação eleitoral começaram a divulgar seus relatórios.
Nos documentos, representantes da UE (União Europeia) e da OEA (Organização dos Estados Americanos) reconheceram a presença de diversas irregularidades, tais como os repetidos casos de compra de votos e de uma campanha eleitoral muito desigual e nada transparente.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Abya Yala, Patria Grande/HONDURAS: ELECCIONES DECISIVAS PARA AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Argentina/Denuncian peligrosa presencia de mercader de armas y golpista israelí
El reconocido traficante y comerciante de armas y know-how desestabilizador, radicado en Israel, reapareció hace unos pocos años por la provincia argentina de Córdoba -nació en la localidad de Alto Alegre- y está acusado en Perú de negocios corruptos por la venta de pertrechos de guerra con sobreprecio durante el gobierno de Alan García, según reportó el prestigioso periodista Yossi Melman en el diario Haaretz de Israel 3 de junio 2010.
De acuerdo a un informe aparecido en argentina, el personaje blanquea sus actividades como gestor de la seguridad de “olimpíadas y grandes eventos internacionales”, (estará a cargo de la seguridad del Mundial de Futbol 2014 y las olmpíadas 2016) pero en realidad su negocio es otro: el “ilustre visitante” -recibido con honores por el intendente Eduardo Accastello-, y través de su empresa “International Security and Defense Systems (ISDS)” opera desde 1980 en Honduras, donde llegó con el fin de adiestrar a militares de ese país en la lucha contra la guerrilla. Desde entonces, ISDS permanece en el país centroamericano donde participó junto al servicio de inteligencia israelí (MOSSAD) en el golpe de Estado contra Manuel Zelaya.
Basta ingresar a la página web de ISDS, para entender el espíritu terrorista que motiva su existencia. Allí se promueve, cual spot publicitario, la seguridad internacional de la siguiente manera: “Después de 9/11: La Nueva Era”.
¿Qué trae Gleser? ¿La experiencia de los “colonos” israelíes que arman sus emprendimientos en tierra manchada de sangre palestina? ¿Viene a exportar su experiencia colonial? ¿O viene a negociar algo? ¿Accastello desconoce quién es Gleser? ¿Por qué en los últimos años varios funcionarios de la municipalidad de Villa María viajaron a Israel como “invitados”?…
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Brasil/Movimento contra bases militares discute estratégias de luta
21 Junho 2011, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Realizou-se na sexta-feira passada (17) em São Paulo uma reunião continental da campanha “América Latina e Caribe, uma Região de Paz: Fora Bases Militares Estrangeiras”, onde representantes de organizações sociais da América Latina, mundo árabe e países asiáticos puderam compartilhar ações realizadas em seus países e debater estratégias para fortalecer a iniciativa.
No encontro o secretário geral do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), Rubens Diniz, afirmou que nos últimos dez meses a campanha conseguiu alcançar os objetivos propostos e citou ações como a Jornada de Solidariedade a Honduras que, dentre outros atos, pretende lançar no país uma convocação para a “Assembleia Nacional Constituinte originária, participativa, inclusiva, democrática e pela refundação de Honduras”.
O membro do comitê propulsor da Coalizão Colômbia Não às Bases, Enrique Daza, chamou a atenção para a política dos Estados Unidos. “Depois do fracasso de (Barack) Obama no Brasil e no Chile, eles relançarão sua política na América Latina de alguma maneira”, disse. Ele também lembrou que os norte-americanos mantêm exercícios militares no Panamá, na região do Canal, e sugeriu que a campanha trabalhe com este tema.
Rina Bertaccini, coordenadora do Movimento pela Paz, Soberania e Solidariedade entre os Povos (Mopassol) da Argentina, falou sobre o caso das Ilhas Malvinas. “Na Argentina lutamos pela descolonização das Malvinas e denunciamos a instalação de uma fortaleza militar da Otan”, afirmou. Para ela é importante definir em cada país o conceito de base militar e a partir daí estudar estratégias de ações contra o imperialismo norte-americano.
No caso de Cuba, o presidente do Movimento Cubano pela Paz, José Ramon Rodriguez, explicou que a base militar em Guantânamo é uma ameaça ao povo. Já o peruano Guillermo Borneu fez um alerta: “O Peru não é uma apenas uma base, é uma plataforma militar dos Estados Unidos”, disse. Para ele a eleição de Ollanta Humala foi uma conquista, mas não será fácil que a presença imperialista deixe a região. “O país é uma engrenagem importante na estratégia da guerra que foi imposta pelos EUA”, declarou.
A coordenadora geral do Comitê de Familiares de Detentos Desaparecidos em Honduras (COFADH) e da Comissão da Verdade, Bertha Oliva, falou sobre a vulnerabilidade do país, principalmente depois do golpe de Estado, em 2009. “A primeira medida do governo foi assinar com os Estados Unidos a instalação de bases militares”, afirmou. Segundo ela, os direitos humanos no pais estão sendo constantemente violados.
Hegemonia norte-americana
J.K. Suleiman Rachid, da Palestina, lembrou que os norte-americanos, nos últimos 40 anos, têm feito muitas guerras para poder manter sua hegemonia e ressaltou. “Temos que pensar em diferentes formas de lutar contra as bases”, disse. Para o representante do Vietnã, Nguyen Huynh, membro do Conselho Vietnamita pela Paz, uma ação importante é explicar para o povo o que está acontecendo e compartilhar as informações dos diferentes países.
Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz, finalizou as intervenções. “Neste momento acredito que o desafio maior é a luta contra a militarização imperialista que agride os povos e as nações, devemos aprofundar e ampliar a campanha contra as bases militares”, disse. Socorro agregou que esta luta está relacionada com outras duas de caráter global: pelo desmantelamento da Otan e a abolição das armas nucleares.
No final da reunião foram apresentadas estratégias de comunicação como a criação de um site e a realização de um documentário. Chegou-se à conclusão de que a campanha vai ter um formato de acordo com a realidade de cada país.
Além disso, foram propostas outras ações: priorizar o funcionamento de uma instância interna de coordenação; realizar consultas a cada 15 dias, mantendo uma dinâmica ativa de contato e compartilhamento das tarefas; estimular a realização de encontros nacionais e regionais temáticos, como forma de ir consolidando a campanha nos níveis nacional e continental; aproveitar a realização de eventos para coordenar ações da campanha em conjunto; estabelecer alguns temas e países como prioridade; editar algumas publicações especificas sobre o tema.
Erica Ceconi, da redação do Cebrapaz
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
BARACK OBAMA: 21 MESES DE GOBIERNO, 21 AGRESIONES Y UN PREMIO NOBEL
8 octubre 2010/ADITAL http://www.adital.com.br
Por Augusto Sención Villalona
El 20 de octubre Barak Obama cumplirá 21 meses como Presidente de Estados Unidos. En ese período la política exterior de su gobierno ha sido muy agresiva pero poco eficaz. Entre sus principales acciones podemos mencionar las siguientes:
1. Incremento de las tropas en Afganistán.
2. Intento de desestabilizar a Irán tras las elecciones del 12 de junio de 2009 y mediante dos ataques terroristas: octubre de 2009 y septiembre de 2010.
3. Amenaza de ataque nuclear contra Irán.
4. Ataques aéreos secretos contra Yemen.
5. Derrocamiento del gobierno de Kirguistán, el cual le había triplicado el cobró por el uso de la base militar.
6. Hundimiento de un buque de Corea del Sur e intento de generar una guerra en la Península de Corea.
7. Incremento de impuestos a los neumáticos de China.
8. Otorgamiento de 6,400 millones de dólares de ayuda militar a Taiwán.
9. Recibimiento al Dalai Lama, contrarrevolucionario chino.
10. Presión a China para que reevalúe su moneda y abarate los productos de Estados Unidos en su mercado.
11. Instalación de siete bases militares nuevas en Colombia.
12. Calumnia contra Rafael Correa: "su campaña la financió el narcotráfico".
13. Intento de derrocar al Presidente de Guatemala, Álvaro Colón.
14. Golpe de Estado en Honduras y reconocimiento del gobierno ilegal de Porfirio Lobo.
15. Intento de derrocar al gobierno de Paraguay.
16. Agresión terrorista contra Venezuela. La captura del salvadoreño Chávez Abarca no es el único caso.
17. Mayor ocupación militar de Haití tras el terremoto de enero.
18. Incremento de la presencia militar de Panamá.
19. Militarización de Costa Rica: 46 buques de guerra y 7,000 efectivos.
20. Cinco giras temerarias de Hillary Clinton por Latinoamérica.
21. Intento de Golpe de Estado en Ecuador. A propósito, cuando derrocaron al Presidente Manuel Zelaya, de Honduras, el Presidente Rafael Correa dijo: "Después de Zelaya vienen por mi".
Pese a todas esas acciones violentas, Estados Unidos sigue retrocediendo en la competencia mundial, sobre todo frente a China, y no logra impedir la conformación de un mundo multipolar. No gana la guerra en Asia, teme atacar a Irán, no pudo desatar otra guerra en la península de Corea y no tiene éxitos importantes en Latinoamérica. Incluso en Honduras, donde aparentemente logró su propósito, el gobierno ilegal de Lobo no se estabiliza y el golpe de Estado contra Zelaya creó una fuerza nueva capaz de enfrentar a la derecha tradicional.
Las acciones agresivas del gobierno de Estados Unidos continuarán en sus diversas modalidades: presión para incrementar su presencia militar en Latinoamérica, financiamiento a la derecha, diplomacia dura, etc. Un imperio decadente es peligroso, pero sobre todo es decadente. Y eso es lo fundamental.
* Comunicación Popular para la construcción del Socialismo del Siglo XXI
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Bolivia y Venezuela realizan primera transacción conjunta a través del Sucre
8 octubre 2010/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Los gobiernos de Venezuela y Bolivia realizaron este viernes la primera transacción a través del Sistema Único de Compensación Regional (Sucre), con la compra de cinco mil toneladas de aceite desgomado de soya entre la empresa socialista venezolana Diana y la boliviana Gravetal.
A través de un contacto satelital, el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, y su par boliviano, Evo Morales, expresaron su satisfacción por el proceso y dieron la orden para efectuar la operación valorada en cuatro millones 241 mil 680 sucres (5 millones 302 mil 100 dólares).
En su intervención el presidente Morales aseguró que este tipo de intercambio comercial "es una forma de liberarnos del Fondo Monetario Internacional (FMI), de liberarnos del dólar y por eso saludo bastante de esta medida".
Asimismo calificó este intercambio como histórico, pues es un primer paso para "liberarnos de las grandes entidades financieras que imponen políticas comerciales" que sólo beneficia a los grandes capitales.
Sostuvo que "nuestra tarea será atraer más países" del bloque latinoamericano para que se adhieran a este sistema de intercambio comercial.
Morales indicó que tanto el Gobierno como los productores bolivianos "esperamos masivamente este tipo de intercambio comercial para consolidar, para que nuestros exportadores y nuestros importadores se beneficien".
"Bolivia y Venezuela se integran con un sistema comercial justo, una transacción financiera rápida y práctica" para el beneficio de los pueblos, sentenció acompañado de varios empresarios y parte de su gabinete.
Por su parte, el jefe de Estado venezolano indicó mientras inauguraba la secundaria de la Unidad Educativa Ecológica Nacional Bolivariana Simón Rodríguez, ubicada en el Fuerte Tiuna, al sur de Caracas, que esta operación "es algo importantísimo para el desarrollo económico de los países".
Recordó que este sistema de intercambio comercial ya se ha usado con Cuba y Ecuador con éxito y calificó el momento como histórico.
Los bancos centrales de ambos países explicaron durante la transmisión los detalles de la transacción y reportaron en pocos minutos el éxito en la operación.
El convenio Sucre fue firmado por Bolivia, Cuba, Honduras, Nicaragua y Venezuela el 16 de octubre de 2009 en la ciudad boliviana de Cochabamba (centro), sin embargo, Honduras se retiró por órdenes del gobierno de facto que se instaló tras el golpe de Estado de junio de 2009.
Con el uso del Sucre se disminuye la utilización del dólar para transacciones comerciales con el exterior, sin afectar los mercados y disminuyendo las fuentes de riesgo.
La moneda es una de las tantas iniciativas que los Gobiernos de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de América (ALBA) han impulsado para instaurar la Nueva Arquitectura Financiera Regional (NAFI) con la intención de fortalecer las economías de los países latinoamericanos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Honduras/Zelaya: Lula é o melhor que ocorreu à América do Sul em cem anos
O ex-presidente de Honduras, Manuel Zelaya, ressaltou, em entrevista à Ansa, a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o golpe de Estado que o destituiu, um dia depois de o governo brasileiro reiterar sua posição em relação ao caso.
Na semana em que o golpe contra o então mandatário constitucional hondurenho completa um ano, Zelaya explicou que Lula, assim como os demais presidentes da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), quer que "não nos aconteça o mesmo do século 20".
"Que neste novo século não se inicie este turbilhão fascista dos golpes militares promovidos por interesse geopolítico e comercial da potência do norte, os Estados Unidos", rebateu o ex-líder do país centro-americano, que concedeu a entrevista por e-mail a fim de não colocar em risco seu asilo na República Dominicana.
Zelaya partiu para o exílio após um acordo entre o mandatário dominicano, Leonel Fernández, e o atual chefe de Governo de Honduras, Porfirio Lobo, que venceu as eleições realizadas durante o regime de facto e por isso não tem sua administração reconhecida por parte da comunidade internacional -- inclusive a maioria dos membros da Unasul, liderados por Lula.
Nesta quarta-feira (30/06), o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, apontou que a reintegração de Honduras à OEA (Organização dos Estados Americanos), entidade da qual a nação foi suspensa após a ação contra o regime democrático que instaurou o governo de fato de Roberto Micheletti, dependeria da anistia do ex-presidente.
A reincorporação do país centro-americano à OEA continua a ser rechaçada por nações como Venezuela, Equador e Argentina, além do Brasil, ainda que outros governos da região -- como Peru e Colômbia -- defendam a iniciativa.
De acordo com a Agência Brasil, Garcia relembrou que na última assembleia geral do organismo muitos dos presentes concluíram que "não foram reunidas as condições" para a reintegração, já que "todos foram anistiados em Honduras, inclusive os golpistas, menos o presidente Zelaya", o que seria "imprescindível".
Também os países da América Central -- reunidos no Sistema de Integração Centro-Americano (Sica) -- não conseguiram chegar a um consenso sobre o tema. Embora já tenham reconhecido o governo de Lobo, com exceção da Nicarágua, em encontro realizado entre terça-feira e quarta-feira no Panamá os líderes da região terminaram os debates sem um posicionamento comum sobre o tema.
Ainda em declarações à ANSA, Zelaya fez elogios a Lula, definido por ele como um "patriota americano de primeira qualidade" e "o melhor que poderia acontecer ao Brasil e à América do Sul nos últimos 100 anos".
"Suas democráticas e progressistas posições obedecem a sua consciência de classe e seu conhecimento da realidade de nossos povos explorados da América Latina", exaltou.
Questionado sobre quais seriam suas reivindicações atuais, o ex-mandatário assegurou não necessitar de "reconhecimento" e garantiu não trabalhar por isso. "Sou humanista cristão. Não pratico o hedonismo nem temo a morte", declarou.
Ele também disse não se arrepender de ter "enfrentado os Estados Unidos e a oligarquia midiática e econômica de Honduras", e que está "pagando um alto preço por isso".
"Tenho confiança que será retificado e um dia terminará o apartheid, que já tem vários séculos em Honduras, será buscada e então se terá a reconciliação nacional", acrescentou Zelaya, que atualmente ocupa seu tempo escrevendo um livro sobre democracia e organizando uma fundação. (Com agências)
terça-feira, 29 de junho de 2010
Venezuela/ALBA ratifica apoyo al pueblo hondureño en su lucha por la democracia
En un comunicado emitido por la Cancillería de Venezuela, la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA) reiteró el apoyo incondicional del pueblo hondureño en su lucha por restablecer el orden democrático, así como también insistió en que se permita que el ex mandatario de la nación centroamericana, Manuel Zelaya, regrese a su país con todos sus derechos constitucionales garantizados.
La Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA) ratificó este lunes su apoyo al pueblo hondureño en su lucha por los derecho humanos y el restablecimiento de la democracia en su país, a un año del golpe de Estado del 28 de junio de 2009.
''La Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América ratifica su solidaridad al pueblo hondureño en sus denuncias sobre masivas violaciones de los derechos humanos y a su lucha por la restauración de la democracia'', ratifica el organismo en un comunicado emitido por la Cancillería venezolana.
En el texto, el organismo de integración también demanda al país centroamericano el respeto a todas las luchas para restaurar el orden constitucional.
"Los países miembros del ALBA exigen respeto y garantías para las luchas democráticas del pueblo hondureño, que cesen la represión y los asesinatos políticos", reza el documento.
Adicionalmente, el comunicado solicita que se permitiera el regreso al país, con todos sus derechos, del mandatario depuesto Manuel Zelaya, derrocado en el golpe de Estado del 28 de junio de 2009.
Honduras se incorporó al ALBA a principios de 2009, pero luego del golpe de Estado la nación honduraña fue retirada de ese organismo por el Gobierno de facto de Roberto Micheletti en enero de 2010.
A continuación teleSUR presenta el texto íntegro del comunicado.
Hoy se cumple un año del golpe de Estado contra el pueblo de Honduras y su Presidente democráticamente electo, José Manuel Zelaya Rosales, como inadmisible represalia por intentar abrir un camino democrático a través de un proceso constituyente, para impulsar las transformaciones necesarias en ese hermano país.
La llegada de Honduras al ALBA significó la incorporación de su Gobierno y de su pueblo a los planes de integración que permitieron el acceso de los campesinos a créditos, semillas, tractores y tecnología; la sanación de hombres y mujeres humildes a través de la Misión Milagro; la participación en los planes de energía segura y estable de Petrocaribe y, sobre todo, la incorporación a la gran corriente independentista y revolucionaria que hoy ha unido a nuestros pueblos de Suramérica, Centroamérica y el Caribe.
Por ello se fraguó entonces una burda operación militar de secuestro y destierro del Presidente Zelaya, respaldada por una maniobra política institucional para cometer el grave delito de derrocar un gobierno constitucional.
En su momento, desde el ALBA, junto a nuestros hermanos del continente, se impulsó la denuncia y la condena mundial contra este golpe de Estado, y transcurrido un año, a nadie le quedan dudas acerca de la participación de grupos de poder de los Estados Unidos en esta repudiable operación.
La Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América ratifica su solidaridad al pueblo hondureño en sus denuncias sobre masivas violaciones de los derechos humanos y a su lucha por la restauración de la democracia. Por ello, los países miembros del ALBA exigen respeto y garantías para las luchas democráticas del pueblo hondureño, que cese la represión y los asesinatos políticos, y asimismo que se le garantice a José Manuel Zelaya Rosales plenos derechos políticos para regresar a su patria. Los gobiernos y los pueblos del ALBA ratifican todo su apoyo al pueblo de Honduras en su lucha por el restablecimiento de la democracia y la construcción de los sueños de igualdad y de independencia plena.
28 de junio de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Brasil/HILLARY CLINTON, EM BUSCA DO TEMPO (E DO PRESTÍGIO) PERDIDO
Viagem no tempo, de volta ao passado. Esta é a sensação deixada pela atuação recente da diplomacia dos EUA, dirigida por Hillary Clinton que, nesta semana, teve dois lances reveladores: a visita da Secretária de Estado a um grupo de países na América do Sul (Peru, Equador, Colômbia e Barbados) e a votação, pelo Conselho de Segurança da ONU, da quarta rodada de sanções contra o Irã.
Dois lances que estão interligados pelo protagonismo da diplomacia brasileira que, juntamente com a Turquia, conseguiu chegar com o Irã a um acordo sobre pesquisa nuclear que o grupo de países do Conselho de Segurança da ONU liderado pelos EUA foi incapaz de obter.
A diplomacia norte-americana tem sofrido revezes impensáveis num passado recente, e que apontam para o fim da unilateralidade que prevaleceu desde a queda do Muro de Berlim, em 1989, quando os EUA passaram a impor, pela força militar, sua vontade e seus interesses e iniciaram uma era de grande insegurança para os povos cuja marca são as agressões ao Afeganistão, ao Iraque e aos palestinos, as ameaças à Coréia do Norte, ao Irã e à Venezuela, e o recrudescimento das hostilidades contra Cuba.
Na última década essa primazia começou a declinar, embora ninguém possa ainda, em sã consciência, proclamar seu fracasso final. De qualquer forma, os países da América do Sul retomaram sua soberania, fortaleceram a integração continental com o crescimento do comércio, o fortalecimento do Mercosul, a cooperação política e militar e a criação de instituições próprias, como a Unasul. Foram movimentos soberanos que criaram condições para afastar a intromissão norte-americana nos assuntos do continente, embora não se tenha ainda alcançado a unanimidade dos países, quebrada pela notória submissão dos governos da Colômbia e do Peru às imposições de Washington.
Um desdobramento dessa nova realidade é o papel que os países da região passam a desempenhar no cenário mundial, representado principalmente pela atuação da diplomacia brasileira que, sinalizando a emergência de nosso próprio país e do continente, tem se destacado pela atuação independente e pela busca de novos parceiros fora do eixo EUA-Europa-Japão. A conquista do acordo com o Irã é a indicação mais visível desse novo protagonismo do Brasil, respaldado por vizinhos da América do Sul.
São movimentos que incomodam o stablishment nos EUA. Contra o acordo e a negociação com o Irã, sua diplomacia impôs - e os demais membros do Conselho de Segurança da ONU acataram, com as notáveis exceções do Brasil, da Turquia e do Líbano - o caminho do confronto, conseguindo a aprovação de mais uma rodada de sanções contra Teerã. Caminho que indica o móvel da política dos EUA: a manutenção, pelas potências atômicas, do monopólio não só das armas mas também da tecnologia nuclear, à qual o governo de Washington quer agora barrar o acesso para os demais países.
A visita de Hillary Clinton à América do Sul (Peru, Equador, Colômbia e Barbados) faz parte desse xadrez no qual o governo de Barack Obama tenta recuperar a influência perdida sobre o continente que, desde o presidente James Monroe, há quase dois séculos, os governos norte-americanos têm considerado como uma espécie de "reserva" de seu próprio país.
A tentativa de retomar a hegemonia e a iniciativa política no continente veio embalada por Hillary Clinton num discurso conciliador, fugindo às questões mais espinhosas. Ela teve a cara de pau de citar Simon Bolivar e o cubano antiimperialista José Marti; elogiou as políticas sociais dos países da região; tentou assegurar que as sete bases militares na Colômbia são colombianas e não norte-americanas e foi por aí.
Mas foi obrigada a enfrentar manifestações com as quais os políticos de seu país não estão acostumados. A Coalición Colombia No Bases denunciou a presença militar dos EUA no país e criticou o Tratado de Livre Comércio assinado pelo direitista Álvaro Uribe como benéfico apenas para as multinacionais estadunidenses, significando, junto com o acordo militar, a "maior entrega da soberania nacional e da dignidade do povo colombiano em toda a história”.
Hillary Clinton compareceu a uma 40ª Assembléia Geral da Organização de Estados Americanos (OEA) esvaziada, que não teve a presença do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim. Lá, enfrentou a oposição da maioria dos países do continente (Brasil à frente) à volta de Honduras à organização, como quer o governo que ela representa. A medida aprovada naquele encontro foi a criação de uma Comissão para avaliar ao impasse. Os países se opõem à volta de Honduras desde o golpe militar que afastou o presidente Manuel Zelaya, não aceitam como legítima a eleição presidencial realizada sob o governo golpista e denunciam a perseguição e o assassinato de oposicionistas e a situação de insegurança para o retorno ao país de Manuel Zelaya, que se encontra exilado na República Dominicana. Precisou enfrentar também a manifestação do Comitê Peruano de Solidariedade aos Cinco, que distribuiu entre os chanceleres presentes à assembleia da OEA um documento exigindo a liberdade dos cinco lutadores antiterroristas cubanos ilegalmente presos e condenados nos EUA há mais de uma década.
São outros tempos, nos quais o comando de Washington não encontra mais concordância automática e submissa. Hillary Clinton, o Departamento de Estado e o governo de Washington querem voltar ao passado mas a realidade mostra que este caminho vai se tornando cada vez mais inviável, à medida em que a soberania continental se fortalece e se consolida.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Venezuela/Movimientos sociales rechazan reingreso de Honduras a la OEA
Caracas -- Representantes de la red de Movimientos Sociales del Alba – Capítulo Caracas (CMSA) se concentraron este martes en la plaza Bolívar de Caracas para manifestar su rechazo rotundo al posible reingreso de Honduras a la Organización de Estados Americanos (OEA), por solicitud del secretario general de este organismo, José Miguel Insulza, y de la secretaria de Estado norteamericana, Hillary Clinton.
El uruguayo Pablo Kunich, integrante del CMSA, sostuvo que esta concentración es una muestra de solidaridad con el Frente Nacional de Resistencia Popular de Honduras, en su lucha por la democracia en su país.
“Queremos rechazar las pretensiones del secretario general Insulza de legitimar un Gobierno inconstitucional como el de Porfirio Lobo y permitir su reingreso a este organismo multilateral”, enfatizó.
Recordó que el Gobierno de facto de Honduras viola constantemente los derechos humanos del pueblo hondureño, cierra medios de comunicación comunitarios, asesina a personas adversas a su política neoliberal y persigue a los movimientos sociales.
Recordó que la OEA defiende los intereses de Washington y que Insulza no ha cambiado su postura, ya que siempre estuvo a favor del golpe, pero anteriormente evitaba manifestarlo públicamente para cuidar sus propios intereses y poder ser reelecto en su cargo.
“El pueblo hondureño tiene derecho a refundar su democracia a través de una Asamblea Nacional Constituyente. El golpe de estado no ha terminado en Honduras, fue un golpe legitimado por la Asamblea Nacional de ese país, algo que podría ocurrir en Venezuela si la oposición golpista se adueña de la mayoría del parlamento nacional el próximo 26 de septiembre”, precisó.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Perú/Após crítica à lei do Arizona, OEA debate situação de Honduras
Os chanceleres que assitem à Assembleia Geral da Organização de Estados Americanos (OEA), em Lima, Peru, iniciam seus trabalhos, nesta segunda, discutindo o tema da possível reincorporação de Honduras ao Sistema Interamericano. No domingo, o secretário-geral do organismo, José Miguel Insulza, criticou a lei do Arizona que criminaliza imigrantes.
Apesar de não ser o ponto principal do encontro, se espera que o golpe que tirou o presidente Manuel Zelaya do poder há quase um ano tenha destaque na cúpula, assim como o chamado para que o novo governo permita a volta de Zelaya ao país, sem que lhe sejam violadas as garantias constitucionais. O assunto deve dividir o bloco.
Honduras foi suspensa da OEA em 4 de julho do ano passado, após o golpe de Estado contra Zelaya e a instalação de um governo de fato. Esta edição da Assembleia Geral foi inaugurada no domingo pelo secretário geral do organismo, José Miguel Insulza, que ressaltou as diferenças de opinião entre as nações americanas no que diz respeito à reincorporação de Honduras ao grupo.
"Todos estamos de acordo sobre a conveniência de um pronto retorno de Honduras à organização. A única diferença está em que alguns consideram que isso deve ocorrer sem maior demora e outros crêem que é necessário que se cumpram algumas exigências adicionais", assinalou Insulza. A situação do exílio de Zelaya também está em pauta, uma vez que essa condição "contraria as normas de direitros humanos e a própria Constituição de Honduras", completou.
O secretário geral do organismo expressou que "um retorno de Honduras é positivo para esse país e para a OEA", porque seria uma forma de "apoiar os esforços dos que querem uma plena normalização, sem exclusões ou perseguições. E porque permitiria abordar de melhor maneira os problemas dos direitos humanos e outros que estão pendentes", disse.
Críticas à lei anti-imigrante
Neste domingo, Insulza também criticou a Lei SB1070 do estado do Arizona por seu "cenário inegável de discriminação contra a população latina, migrante e não migrante". Em seu discurso inaugural, ele considerou que esta lei do estado americano, assim como a chamada "direção do retorno" da União Europeia "apontam para repreender artificialmente fenômenos que são naturais, e ambas as coisas preocuparam especialmente nossos membros".
Insulza lembrou que os países da América Latina e do Caribe abrigam a 8% da população mundial, mas são emissores de 16% dos movimentos migratórios no mundo, o que transforma a emigração em um fenômeno continental.
Na qualidade de anfitrião do evento, o presidente do Peru, Alan García, propôs como tema para a cúpula o debate sobre a aquisição de armas na região. Uma declaração conjunta dos líderes participantes do encontro é esperada para a terça-feira, último dia da assembleia.
A cúpula ocorre em um momento em que o prestígio da OEA desce ladeira abaixo, o que se tornou mais explícito durante o golpe de Honduras, quando a entidade não teve forças para pressionar pelo restabelecimento da ordem constitucional. A entidade, que há muito é apelidada de "ministério das colônias dos Estados Unidos", é acusada de ser instrumentalizada pelos norte-americanos e não jogar papel efetivo em defesa dos interesses da região.
O organismo ficou ainda mais esvaziado depois que, em fevereiro deste ano, foi criado um novo bloco regional, sem os Estados Unidos e o Canadá - a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac). A entidade propõe uma nova diplomacia, baseada no diálogo, na solidariedade e integração entre as nações, respeitando a soberania e a auto-determinação dos povos. (Com agências)


