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quarta-feira, 23 de março de 2016

Brasil/Juristas explicam que não há causa para impeachment: é golpe



23 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Mais de 600 pessoas, entre juízes, advogados, professores, estudantes, parlamentares e outros defensores da legalidade democrática, participaram do Encontro com Juristas pela Legalidade e em Defesa da Democracia. O evento ocorreu no Palácio do Planalto, na tarde desta terça-feira (22). Na ocasião, a presidenta Dilma Rousseff recebeu mais de 25 manifestos em seu apoio.

Fonte do vídeo: Agência PT

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Brasil/Dilma denuncia golpe em curso e reitera: “Jamais renunciarei”

22 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff fez, nesta terça (22), mais um discurso duro contra a ruptura democrática em curso no país. “Denuncio aqui a estratégia do quanto pior, melhor, que parte das oposições assumiu desde o início do meu segundo mandato. Essa estratégia vem sendo uma ação sistemática, antirrepublicana e antidemocrática, que se manifesta em pautas-bomba e na busca de argumentos falsos e inconsistentes para retirar o mandato outorgado a mim pelo povo brasileiro”,

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

FARC-EP piden cambios para convertirse en movimiento político



2 agosto 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

La Habana (PL) -- Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP) abogaron hoy por que, en caso de la firma de un tratado de paz, se provean los cambios institucionales necesarios para que esa organización pueda transformarse en un movimiento político legal.

En el Palacio de las Convenciones de La Habana, sede permanente del diálogo de paz con el gobierno colombiano, el jefe de la delegación guerrillera, Iván Márquez, divulgó iniciativas para garantizar el ejercicio de la política a la insurgencia y sus combatientes.

El tránsito de las FARC-EP al escenario de la lucha política estaría precedido de cambios institucionales permanentes para garantizar los derechos políticos de los miembros de las organizaciones guerrilleras en rebelión contra el Estado, incluidos los presos políticos y los prisioneros de guerra, aseveró.

Poco antes de iniciar otra jornada de las conversaciones,

terça-feira, 11 de junho de 2013

Puerto Rico/EL PRESO POLÍTICO MÁS ANTIGUO DE AMÉRICA LATINA



8 junio 2013, Cuba Debate http://www.cubadebate.cu (Cuba)



Estados Unidos ocupó Puerto Rico contra la voluntad de su pueblo en 1898 y hasta hoy lo mantiene en condición colonial. Ha hecho cuando ha podido por despojarlo de sus raíces culturales, su idioma, su sentimiento nacional y su autoestima y por reprimir o ningunear a quienes reivindican estos derechos. Sin embargo, la identidad puertorriqueña ha sido más resistente que el poderío económico, político y militar de Washington.

De tanto en tanto, y por sobre banderías político-ideológicas, creencias religiosas y diversidades esa identidad estalla en rebeldía desde lo profundo del alma nacional.

Entonces a Puerto Rico lo une una causa común que desafía al opresor y no hay fuerza en el mundo capaz de quebrarlo. Ocurrió en la victoriosa batalla por sacar a la marina yanqui de Vieques y en la lucha por la libertad de sus presos políticos en los setentas y los noventas. En la unánime condena en 2005 al premeditado asesinato por la FBI del líder independentista Filiberto Ojeda y sus posteriores honras fúnebres, comparables con las del venerable prócer Pedro Albizu Campos en 1965. En ambos casos, la isla se paralizó y les rindió su más sentido tributo.

Hoy ocurre igual con el reclamo por la libertad del también militante por la independencia puertorriqueña Oscar López Rivera, el preso político más antiguo de América Latina.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Presidente deposto de Honduras chega ao Brasil pedindo reação contra governo golpista

11 agosto 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Alex Rodrigues, repórter

Brasília - Há 44 dias longe do cargo, o presidente deposto de Honduras, José Manuel Zelaya, chegou esta noite ao Brasil pedindo que os governos norte-americano e de países da América Latina adotem medidas mais enérgicas contra o grupo que assumiu o poder depois de ter liderado um golpe de Estado.

Afirmando que sua detenção por militares, em 28 de junho, e posterior deposição do cargo é “um delito que afeta a todo o Continente Americano”, Zelaya pede sobretudo aos Estados Unidos - com que Honduras mantém cerca de “70% de suas atividades econômicas, culturais, militares e políticas” - que demonstrem seu repúdio ao governo de Roberto Micheletti de forma mais dura.

“Reconhecemos o esforço norte-americano, mas cremos que as ações foram demasiadamente tíbias, não sendo suficientes. Consideramos que o presidente [Barack] Obama pode tomar medidas mais enérgicas nos aspectos econômicos, comerciais, migratórios e mesmo em relação a diversos tratados econômicos que têm com Honduras”, afirmou Zelaya.

Ele veio ao Brasil a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o receberá na tarde de amanhã (12), em Brasília. Diplomaticamente, o gesto do governo brasileiro demonstra o reconhecimento de Zelaya como o legítimo mandatário hondurenho. Ele foi recebido, em Brasília com cerimonial reservado aos chefes de governo.

“Meu encontro com o presidente Lula e com o [ministro das Relações Exteriores] chanceler Celso Amorim é precisamente para tratarmos de uma estratégia para que as medidas contra o regime golpista sejam mais enérgicas, tanto as medidas norte-americanas quanto as latino-americanas”, disse, logo após pousar na Base Aérea de Brasília, a bordo de um jato Falcon 50, de registro venezuelano.

Zelaya também agradeceu à “firmeza com que Lula e Amorim, além de movimentos sociais e setores da imprensa brasileira, condenaram o golpe de Estado em Honduras”, um delito que, para ele, deve ser considerado um crime contra a humanidade.

“O povo hondurenho completa hoje mais de 40 dias de resistência cívica pacífica. Ele foi duramente reprimido, há uma dúzia de assassinatos, mais de mil presos políticos em todo o país. Há tortura e a liberdade de imprensa foi suprimida. O povo sofreu primeiro com o golpe de Estado e agora com a instalação de uma ditadura”, comentou o hondurenho. “Não há, no âmbito internacional, legislação específica sobre golpes de Estado e o Brasil é um dos países dispostos a lutar pela tipificação de golpes de Estado como um delito de lesa-humanidade”, disse.