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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Brasil/PAPA FRANCISCO, UM HOMEM DE MUITA CORAGEM!
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Forças progressistas tomam as ruas do Brasil nesta quinta
Forças progressistas
Estão à frente desta convocação, militantes do PCdoB e PT, as principais centrais sindicais, como a CUT e CTB, trabalhadores das mais diversas categorias, como da educação, os movimentos sociais, MST, MTST, FUP, UBM, Unegro, entidades estudantis e juvenis como a UNE, Ubes, Anpg, Levante, UJS, coletivos de mulheres, negros, entre outros.
Em nota divulgada nesta terça-feira (18), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) convoca a sua militância a participar das mobilizações nesta quinta (20) em todo o país em defesa da democracia, contra o golpe e por mais direitos. Segundo o PCdoB, “a gravidade da crise política exige
terça-feira, 18 de junho de 2013
Dilma enaltace democracia: "O Brasil acordou mais forte"
A presidenta Dilma Rousseff elogiou, nesta terça-feira (18), em discurso no Palácio do Planalto, o civismo da população brasileira, que foi às ruas em manifestações nas principais cidades do país. Segundo Dilma, foi bom ver tantos jovens e adultos defendendo um país melhor.
“O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia. A força da voz da rua e o civismo da nossa população.
Brasil/SOBRE O QUE DIZEM AS RUAS
Brasil/SE LIGA, DILMA: OUÇA A VOZ DAS RUAS
Os jovens que ocuparam as ruas e praças em todo o Brasil têm muito que dizer, mas não têm onde falar. Se tivéssemos, uma mídia alternativa forte, sustentada por recursos semelhantes ao oferecidos pelo governo à mídia tradicional, as perspectivas futuras do movimento poderia ser ainda maior. Por Laurindo Lalo Leal Filho
É preciso ampliar a liberdade de expressão no pais. As ações de governo e de outros tantos setores emudecidos da sociedade, não podem continuar sendo filtradas pela mídia comercial. Vários desses meios vêm tentando passar a ideia de que é o governo federal o alvo das manifestações de rua.
Brasil/O POVO NAS RUAS, A DEFESA DA DEMOCRACIA E DE DIREITOS SOCIAIS
Marcadas pelo espontaneísmo e combatividade, os protestos soaram também como grito de alerta para diversos problemas sociais que afetam a vida urbana nos dias atuais. O movimento, cujo início parecia ser mais um protesto contra o alto preço e a péssima qualidade dos transportes públicos em São Paulo, fruto de desastrosas administrações municipais e estaduais, começa a extravasar o objetivo inicial e ganha um sentido político que não tinha.
As manifestações desta segunda foram também uma contundente resposta à violência policial-militar desencadeada contra as demonstrações anteriores, sobretudo em São Paulo, onde a Polícia Militar sob as ordens do governador neoliberal e conservador do estado, parece estar em guerra contra o povo. Há muito tempo não ocorria tamanha violência contra manifestantes: ação da tropa de choque que usou e abusou das chamadas armas não letais – balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A tropa ensandecida desmandou-se em agressões físicas deixando um saldo de centenas de pessoas feridas. As manifestações evoluem para a demonstração do repúdio à repressão, à arbitrariedade da PM, pela defesa da Constituição, da democracia e pela garantia do direito de manifestação em local público e aberto.
Brasil/A JUVENTUDE E A RETOMADA DAS LUTAS SOCIAIS
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Paraguai/Sem-terras denunciam ações de pistoleiros no Alto Paraná
[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
16 setembro 2008/Adital www.adital.com.br
A Coordenação Departamental de Sem-Terras do Alto Paraná, que integra organizações camponesas que lutam por seu direito à terra, denunciou, em comunicado, os sucessivos ataques de grupos armados a serviço dos latifundiárias na localidade de Minga Porá
Segundo o documento, no dia 7 de setembro, a ocupação dessa localidade, onde vivem mais de 300 famílias, foi atacado por grupos de pistoleiros que tentaram desalojá-los pela força. "Situação similar ocorre em outras ocupações, onde guardas privados amedrontam permanentemente com armas de fogo", acrescentam.
De acordo com a Coordenação, a promotoria interveio no caso, mas não para pôr freio aos civis armados dos fazendeiros, e sim para reprimir os lutadores sociais. Segundo a entidade, na semana passada a promotoria culpou por "incitar à violência" o companheiro Cepriano Vega, no marco de um plano que pretende assustar os ocupantes.
"Rechaçamos os métodos repressivos que os latifundiários utilizam e a cumplicidade da promotoria diante dos mesmos. Demonstra-se assim, mais uma vez, que a promotoria, a polícia e as Forças Armadas são instituições a serviço dos capitalistas rurais e que somente estão para perseguir o campesinato pobre que luta por seus direitos. Exigimos que o governo de Fernando Lugo se pronuncie diante deste caso de agressão brutal contra o campesinato", afirmam.
Atualmente, a Coordenação impulsiona 11 ocupações com cerca de quatro mil famílias no departamento de Alto Paraná. "Nesse sentido, exigimos novamente que o governo de Lugo conceda 70 mil hectares para os sem-terras do Alto Paraná. Exigimos o confisco sem indenização dos latifúndios que estamos ocupando em favor das famílias que se encontram em luta", asseguram.
"Chamamos todas as organizações camponesas do país para manter sua independência política, confiar unicamente em suas próprias forças e não postergar suas reclamações legítimas por nenhuma razão. A luta do campesinato pobre está renascendo e é o momento de ocupar e aprofundar cada vez mais com organização, autonomia e mobilização permanente", finalizam.
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=35049
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
Brasil/Escritora refaz os passos de Dorothy Stang

Dorothy, após se tornar freira, começou a se envolver com as lutas sociais e passou a se dedicar integralmente à questão agrária
12 maio 2008 / Portal do MST http://www.mst.org.br/mst
A escritora britânica Binka Le Breton lança no Brasil e nos Estados Unidos livro sobre atuação da missionária Dorothy Stang, assassinada em 2005, no Pará.
Em "A Dádiva Maior, a Vida e a Morte Corajosas da Irmã Dorothy Stang" os temas do trabalho escravo, da violência e da cultura da impunidade se entrecruzam com a história de atuação da freira norte-americana, numa região marcada por conflitos de terra. A obra foi lançada nos Estados Unidos e começa a chegar às livrarias brasileiras.
No seu livro, Binka recupera a história da missionária, desde a infância até o dia em que foi assassinada. A escritora também relata como Dorothy, após se tornar freira, começou a se envolver com as lutas sociais e passou a se dedicar integralmente à questão agrária.
Dorothy é a segunda vítima de confrontos no campo biografada pela autora. Em Todos Sabiam: a Morte Anunciada do Padre Josimo (Editora Loyola), Binka descreveu o assassinato de Josimo Tavares, no Maranhão, por um pistoleiro, crime que ontem completou 21 anos. Como no caso de Dorothy, os apontados como mandantes foram inocentados pela Justiça. (Com informações de O Estado de S. Paulo)