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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brasil/PAPA FRANCISCO, UM HOMEM DE MUITA CORAGEM!

14 de Novembro de 2016, Brasil de Fato (Brasil)

João Pedro Stedile

Além de São Francisco de Assis, agora temos mais um Francisco revolucionário

Estive recentemente no 3° Encontro Mundial de Movimentos Populares em Diálogo com o Papa Francisco, realizado no Vaticano de 2 a 5 de novembro. Participaram mais de 200 delegados de 60 países, representando movimentos inseridos nas lutas sociais de três áreas: trabalho, terra e teto. Do Brasil, estávamos em oito delegados escolhidos pelos movimentos populares dessas áreas.

O encontro se insere em um processo permanente de debate, que iniciamos em 2013, do qual resultou o  primeiro encontro no Vaticano, em outubro de 2014, depois um segundo mais massivo e latino-americano, quando reunimos mais de 5 mil militantes populares em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia. E, agora, o terceiro encontro, de novo no Vaticano.

Esse processo de debates e diálogos entre o Papa Francisco e os movimentos populares partiu de uma vontade política do pontífice, de dialogar e dar protagonismo aos movimentos populares em todo mundo, como estímulo à organização dos trabalhadores e

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Forças progressistas tomam as ruas do Brasil nesta quinta

20 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Representantes da sociedade civil organizada, dos mais diversos setores do país, realizam atos nas principais capitais do Brasil nesta quinta-feira (20). Os atos foram convocados em uma contraofensiva ao movimento erguido pela direita oposicionista e pela grande mídia, representada pela elite inconsequente que pede desde a remoção da presidenta Dilma Rousseff da presidência da República, como o retorno da ditadura militar no Brasil. 

Em defesa da democracia, do progresso social, do avanço nas conquistas sociais e trabalhistas são as pautas que os movimentos progressistas utilizaram para convocar todos para esta grande manifestação. Abaixo os locais e horários de concentração nas capitais.

Forças progressistas

Estão à frente desta convocação, militantes do
 PCdoB e PT, as principais centrais sindicais, como a CUT e CTB, trabalhadores das mais diversas categorias, como da educação, os movimentos sociais, MST, MTST, FUP, UBM, Unegro, entidades estudantis e juvenis como a UNE, Ubes, Anpg, Levante, UJS, coletivos de mulheres, negros, entre outros.

Em nota divulgada nesta terça-feira (18), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) convoca a sua militância a participar das mobilizações nesta quinta (20) em todo o país em defesa da democracia, contra o golpe e por mais direitos. Segundo o PCdoB, “a gravidade da crise política exige

terça-feira, 18 de junho de 2013

Dilma enaltace democracia: "O Brasil acordou mais forte"



18 de Junho de 2013, 18 junho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff elogiou, nesta terça-feira (18), em discurso no Palácio do Planalto, o civismo da população brasileira, que foi às ruas em manifestações nas principais cidades do país. Segundo Dilma, foi bom ver tantos jovens e adultos defendendo um país melhor.

 

“O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia. A força da voz da rua e o civismo da nossa população.

Brasil/SOBRE O QUE DIZEM AS RUAS



17 junho 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Seria recomendável aos dirigentes políticos do campo progressista afastar o risco de reproduzir aqui os erros da esquerda espanhola que, inicialmente, criminalizou o 15-M e terminou falando sozinha nas últimas eleições. Também seria recomendável não outorgar, de forma alguma, às elites brasileiras uma capacidade de mobilização que ela não possui. Refutar a ideia de que os jovens estão nas ruas em função da mídia ou de qualquer tipo de conspiração das "elites" é o primeiro passo para não cair em um erro elementar. Por Vinicius Wu.

Brasil/SE LIGA, DILMA: OUÇA A VOZ DAS RUAS

18 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Os jovens que ocuparam as ruas e praças em todo o Brasil têm muito que dizer, mas não têm onde falar. Se tivéssemos, uma mídia alternativa forte, sustentada por recursos semelhantes ao oferecidos pelo governo à mídia tradicional, as perspectivas futuras do movimento poderia ser ainda maior. Por Laurindo Lalo Leal Filho


As ruas estão avisando: é preciso agir. Na comunicação estamos muito atrasados. Esses jovens que ocuparam as ruas e praças em todo o Brasil têm muito que dizer, mas não têm onde falar.

É preciso ampliar a liberdade de expressão no pais. As ações de governo e de outros tantos setores emudecidos da sociedade, não podem continuar sendo filtradas pela mídia comercial. Vários desses meios vêm tentando passar a ideia de que é o governo federal o alvo das manifestações de rua.

Brasil/O POVO NAS RUAS, A DEFESA DA DEMOCRACIA E DE DIREITOS SOCIAIS



18 junho 2013, Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Na última segunda-feira (17), em diversas capitais do Brasil ocorreram manifestações juvenis e populares para protestar contra os aumentos das tarifas de ônibus, metrô e trens urbanos.

Marcadas pelo espontaneísmo e combatividade, os protestos soaram também como grito de alerta para diversos problemas sociais que afetam a vida urbana nos dias atuais. O movimento, cujo início parecia ser mais um protesto contra o alto preço e a péssima qualidade dos transportes públicos em São Paulo, fruto de desastrosas administrações municipais e estaduais, começa a extravasar o objetivo inicial e ganha um sentido político que não tinha.

As manifestações desta segunda foram também uma contundente resposta à violência policial-militar desencadeada contra as demonstrações anteriores, sobretudo em São Paulo, onde a Polícia Militar sob as ordens do governador neoliberal e conservador do estado, parece estar em guerra contra o povo. Há muito tempo não ocorria tamanha violência contra manifestantes: ação da tropa de choque que usou e abusou das chamadas armas não letais – balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A tropa ensandecida desmandou-se em agressões físicas deixando um saldo de centenas de pessoas feridas. As manifestações evoluem para a demonstração do repúdio à repressão, à arbitrariedade da PM, pela defesa da Constituição, da democracia e pela garantia do direito de manifestação em local público e aberto.

Brasil/A JUVENTUDE E A RETOMADA DAS LUTAS SOCIAIS



18 junho 2013, Editorial da edição 538 do Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

Dado o caráter de massas das mobilizações e apoio que os jovens estão recebendo da maioria do povo brasileiro, a imprensa conservadora teve que recuar

Sem dúvida, estamos vivenciando uma mobilização espontânea da juventude mais impactante dos últimos 20 anos. O ponto de partida destes protestos está relacionado com a mobilidade urbana, com o aumento do preço da passagem e com os enormes gastos financeiros que estão sendo aplicados para a Copa do Mundo num país marcado pela profunda desigualdade social. É justa e legítima, portanto, a mobilização da juventude.

Na verdade, o processo de redemocratização da sociedade brasileira no pós-ditadura militar foi incompleto. Ele foi interrompido pelas forças neoliberais que buscaram consolidar uma democracia formal e restrita no plano da efetivação da cidadania política e social.

A ofensiva neoliberal dos anos 1990 retirou da agenda nacional reformas estruturais como a agrária, tributária, urbana, dentre outras.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Paraguai/Sem-terras denunciam ações de pistoleiros no Alto Paraná

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
16 setembro 2008/Adital www.adital.com.br

A Coordenação Departamental de Sem-Terras do Alto Paraná, que integra organizações camponesas que lutam por seu direito à terra, denunciou, em comunicado, os sucessivos ataques de grupos armados a serviço dos latifundiárias na localidade de Minga Porá

Segundo o documento, no dia 7 de setembro, a ocupação dessa localidade, onde vivem mais de 300 famílias, foi atacado por grupos de pistoleiros que tentaram desalojá-los pela força. "Situação similar ocorre em outras ocupações, onde guardas privados amedrontam permanentemente com armas de fogo", acrescentam.

De acordo com a Coordenação, a promotoria interveio no caso, mas não para pôr freio aos civis armados dos fazendeiros, e sim para reprimir os lutadores sociais. Segundo a entidade, na semana passada a promotoria culpou por "incitar à violência" o companheiro Cepriano Vega, no marco de um plano que pretende assustar os ocupantes.

"Rechaçamos os métodos repressivos que os latifundiários utilizam e a cumplicidade da promotoria diante dos mesmos. Demonstra-se assim, mais uma vez, que a promotoria, a polícia e as Forças Armadas são instituições a serviço dos capitalistas rurais e que somente estão para perseguir o campesinato pobre que luta por seus direitos. Exigimos que o governo de Fernando Lugo se pronuncie diante deste caso de agressão brutal contra o campesinato", afirmam.

Atualmente, a Coordenação impulsiona 11 ocupações com cerca de quatro mil famílias no departamento de Alto Paraná. "Nesse sentido, exigimos novamente que o governo de Lugo conceda 70 mil hectares para os sem-terras do Alto Paraná. Exigimos o confisco sem indenização dos latifúndios que estamos ocupando em favor das famílias que se encontram em luta", asseguram.

"Chamamos todas as organizações camponesas do país para manter sua independência política, confiar unicamente em suas próprias forças e não postergar suas reclamações legítimas por nenhuma razão. A luta do campesinato pobre está renascendo e é o momento de ocupar e aprofundar cada vez mais com organização, autonomia e mobilização permanente", finalizam.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=35049

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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Brasil/Escritora refaz os passos de Dorothy Stang


Dorothy, após se tornar freira, começou a se envolver com as lutas sociais e passou a se dedicar integralmente à questão agrária



12 maio 2008 / Portal do MST http://www.mst.org.br/mst


A escritora britânica Binka Le Breton lança no Brasil e nos Estados Unidos livro sobre atuação da missionária Dorothy Stang, assassinada em 2005, no Pará.

Em "A Dádiva Maior, a Vida e a Morte Corajosas da Irmã Dorothy Stang" os temas do trabalho escravo, da violência e da cultura da impunidade se entrecruzam com a história de atuação da freira norte-americana, numa região marcada por conflitos de terra. A obra foi lançada nos Estados Unidos e começa a chegar às livrarias brasileiras.

No seu livro, Binka recupera a história da missionária, desde a infância até o dia em que foi assassinada. A escritora também relata como Dorothy, após se tornar freira, começou a se envolver com as lutas sociais e passou a se dedicar integralmente à questão agrária.

Dorothy é a segunda vítima de confrontos no campo biografada pela autora. Em Todos Sabiam: a Morte Anunciada do Padre Josimo (Editora Loyola), Binka descreveu o assassinato de Josimo Tavares, no Maranhão, por um pistoleiro, crime que ontem completou 21 anos. Como no caso de Dorothy, os apontados como mandantes foram inocentados pela Justiça. (Com informações de O Estado de S. Paulo)

http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5360