Mostrando postagens com marcador Ufá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ufá. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

BRICS, A MATERIALIZAÇÃO DE UM MUNDO MULTIPOLAR

30 julho 2015, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Resultados gerados entre cúpulas de Fortaleza e Ufá começam a criar estruturas paralelas às do "Ocidente global".

A cúpula do Brics, que ocorreu em julho na cidade russa de Ufá, concomitantemente à cúpula da Organização para Cooperação de Xangai, não foi apenas a prova simbólica de que o Ocidente não conseguiu isolar a Rússia com suas sanções. No ápice da presidência russa no Brics, a reunião introduziu elementos importantes no novo cenário multipolar mundial, resultando em uma série de soluções práticas.

Nesse sentido, justifica-se o investimento que a Rússia fez na cúpula. Segundo as autoridades da Bachquíria, ela custou 14 bilhões de rublos (R$ 790 milhões), embora há dois anos seus custos fossem estimados em 65 bilhões de rublos (R$ 3,65 bilhões).
  
A população total dos países representados em Ufá soma mais de 40% da população mundial. Além disso, eles produzem um terço do PIB global.

No entanto, o Brics não é um bloco no sentido tradicional da palavra, e dele não devemos esperar os resultados que se esperam de tais alianças. O grupo está mais para uma organização para a cooperação, com trocas de experiências e a esperança do desenvolvimento de um novo conceito nas relações econômicas.



Os países do Brics divergem em seus valores e objetivos geopolíticos. Cada um vive situação econômica diferente.

A China está

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Brasil/“YO NO VOY A CAER, NO CAERÉ, NO ME ATEMORIZAN” – Dilma Rousseff

8 julio 2015, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

Por Darío Pignotti

La Presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, hablo extensamente del golpismo en un reportaje que brindo al diario Folha de S. Paulo

Dilma dijo que para derribar a un presidente se necesita explicar el porqué y habló de las campañas sucias sembradas en las redes sociales. El domingo, el PSDB oficializó su opción programática por la destitución del gobierno.

Llamemos a las cosas por su nombre, dijo ayer Dilma y habló extensamente, por primera vez, del golpismo al que prometió enfrentar “con uñas y dientes”. Fue en una entrevista publicada el martes de una semana política iniciada tempranamente el domingo durante la convención en la cual el Partido de la Socialdemocracia Brasileña (PSDB) oficializó su opción programática por la destitución del gobierno elegido en el ballottage del 26 de octubre del año pasado. Aécio Neves, vencido por Dilma en esos comicios, y el ex mandatario Fernando Henrique Cardoso coincidieron, a pesar de diferencias parciales, en la estrategia del golpe institucional, comparable con el que acabó con el mandato del presidente paraguayo Fernando Lugo. Detalle: el PSDB justificó en 2012 la caída de Lugo y 3 años antes la de Manuel Zelaya en Honduras.

“Yo no voy a caer, no caeré...no esperen que me ponga nerviosa, no me atemorizan” con la prédica a favor del impeachment (juicio político) reivindicada por “una cierta oposición un tanto golpista. ¿Por qué yo no voy a terminar el mandato? Para derribar a un presidente se necesita explicar el por qué”, sentenció Dilma en el reportaje donde también habló de las campañas sucias sembradas en las redes sociales.

“El otro día postearon que yo

sábado, 11 de julho de 2015

BRICS, БРИКС/Dilma: 7ª Cúpula do Brics foi um marco nas relações do bloco

10 julho 2015,  Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff, no âmbito da 7ª Cúpula do Brics, na Rússia, concedeu entrevista exclusiva à emissora de televisão Russia Today. Dilma falou sobre as decisões tomadas na cúpula, a situação econômica da Grécia, as sanções contra a Rússia e o novo banco criado pelas cinco nações do bloco.

Dilma discursa em Cúpula do Brics, realizada em Ufá, na Rússia

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

Russia Today: Durante a Cúpula foram tomadas decisões importantes, sobretudo sobre a formação do Banco do Brics. Qual a sua avaliação das reuniões?
 

Dilma Rousseff:
 Eu acredito que esta reunião, a 7ª Cúpula do Brics, sediada na Rússia, teve um resultado excepcional. Foi um marco nas nossas relações. Concretizamos a formação do Banco do Brics, nomeamos toda sua estrutura de governança, inclusive já indicamos o presidente e os vice-presidentes do banco. Além disso, fizemos um acordo contingente de reservas, que é uma espécie de amortecedor para as crises financeiras, pelo fato dos mercados oscilarem muito. E esse acordo de reservas contingentes foi assinado pelos nossos bancos centrais. Então eu acredito que a cúpula foi um grande sucesso, além de ter sido muito bem organizada. 

Qual a sua posição sobre Grécia? O Brics poderá ajudar a Grécia?
Eu espero que a União Europeia resolva o problema da Grécia e acredito que esse processo de negociação esteja em aberto. No que se refere ao Brics, tanto o Banco, quanto o acordo contingente de reservas