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terça-feira, 11 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/‘NOVO BANCO’, NOVAS AMBIÇÕES

7 de agosto de 2015, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Capital de US$ 100 bilhões do Novo Banco do Brics já desperta o desejo dos setores público e privado, dentro e fora do grupo.

Embora só comece a financiar os primeiros projetos a partir do ano que vem, o Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, que iniciou suas atividades ainda durante a 7° cúpula do grupo, no início de julho, já tem pretendentes a seus fundos, avaliados em US$ 100 bilhões.

Com volume de capital autorizado modesto, se comparado ao do Banco Mundial, que maneja US$ 2 trilhões, o Novo Banco tem candidatos das mais diversas áreas, tanto do setor público, como do privado, e até de países europeus.

Os países-membros, porém, terão direitos exclusivos na instituição, e a Rússia, que perdeu a possibilidade de pedir crédito junto do BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento) deve aproveitar a nova oportunidade, com a seleção dos beneficiários programada para se iniciar já no final do ano.

“Em um momento em que as empresas russas têm acesso cortado ao capital norte-americano e europeu, o surgimento de uma fonte alternativa de investimentos deve ter um efeito benéfico na economia russa”, diz o diretor do

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

BRICS, A MATERIALIZAÇÃO DE UM MUNDO MULTIPOLAR

30 julho 2015, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Resultados gerados entre cúpulas de Fortaleza e Ufá começam a criar estruturas paralelas às do "Ocidente global".

A cúpula do Brics, que ocorreu em julho na cidade russa de Ufá, concomitantemente à cúpula da Organização para Cooperação de Xangai, não foi apenas a prova simbólica de que o Ocidente não conseguiu isolar a Rússia com suas sanções. No ápice da presidência russa no Brics, a reunião introduziu elementos importantes no novo cenário multipolar mundial, resultando em uma série de soluções práticas.

Nesse sentido, justifica-se o investimento que a Rússia fez na cúpula. Segundo as autoridades da Bachquíria, ela custou 14 bilhões de rublos (R$ 790 milhões), embora há dois anos seus custos fossem estimados em 65 bilhões de rublos (R$ 3,65 bilhões).
  
A população total dos países representados em Ufá soma mais de 40% da população mundial. Além disso, eles produzem um terço do PIB global.

No entanto, o Brics não é um bloco no sentido tradicional da palavra, e dele não devemos esperar os resultados que se esperam de tais alianças. O grupo está mais para uma organização para a cooperação, com trocas de experiências e a esperança do desenvolvimento de um novo conceito nas relações econômicas.



Os países do Brics divergem em seus valores e objetivos geopolíticos. Cada um vive situação econômica diferente.

A China está