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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Brasil/Historiador diz a embaixador dos EUA na OEA que americanos repetem erro de 1964



23 maio 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

por Redação RBA

Brasilianista James N. Green, da Brown University, rebate diplomata americano e questiona: "Quantos congressistas Cunha e seus aliados compraram ou ganharam com suas promessas de um novo governo?"
Green questiona STF e afirma que ele levou quase seis meses para julgar afastamento de Eduardo Cunha

São Paulo – Em carta aberta ao embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA), Michael Fitzpatrick, o historiador e brasilianista James Naylor Green, da Brown University, rebateu o diplomata norte-americano, o primeiro representante do governo de Barack Obama a se pronunciar sobre o impeachment de Dilma Rousseff.

Na carta aberta, James Green diz que o governo estadunidense está repetindo o mesmo erro de 52 anos atrás. “Mesmo considerando os perigos existentes na comparação histórica de eventos ocorridos em diferentes períodos, digo que o governo dos Estados Unidos está correndo o risco de repetir o trágico erro de abril de 1964, quando o presidente Lyndon B. Johnson reconheceu a ditadura militar que

sexta-feira, 22 de abril de 2016

AMÉRICA LATINA BAJO FUEGO: BRASIL



Abril 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Stella Calloni*

Buenos Aires (PL) -- Imágenes de la guerra contrainsurgente que aplica Estados Unidos en forma simultánea se ven cada día en varios países de la región, para recordarnos que la ofensiva está activada y que no hay ningún tipo de ocultamientos sobre el objetivo central que no es -como se dice- lograr una restauración conservadora, sino como estamos viendo en Argentina, una restauración colonial.

¿Es por "errores" que caen los gobiernos populares y progresistas? En realidad el mayor error que se ha cometido es no haber advertido que la "nueva" derecha brutal a la que se enfrentan, es hoy como nunca fue antes la más decadente pero organizada, dirigida y financiada por Washington.

Gobiernos sin poder, como lo son y lo fueron, se enfrentan nada menos que al poder imperial, que los castiga no por sus errores sino por sus mejores aciertos. El error es no haber percibido al enemigo real en período de expansión global y descarnada. No iba a dejar Estados Unidos avanzar el mayor proyecto emancipatorio de estos tiempos, cuando su plan

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Brasil/“SON JUGADAS POLÍTICAS PARECIDAS A LAS DEL ’64”

31 agosto 2015, Página/12http://m.pagina12.com.ar (Argentina)

Por Darío Pignotti
Página/12 En Brasil. Desde Brasilia

JOÃO VICENTE GOULART VE SIMILITUDES ENTRE LA ACTUAL CRISIS POLITICA DE BRASIL Y EL CONTEXTO DEL GOLPE CONTRA SU PADRE

Goulart sostiene que cuando su padre fue depuesto reinaba un clima de engaño de masas, similar al fomentado hoy. “Las instituciones están siendo manipuladas por aquellos que desean terminar con Dilma”, advierte.

Brasil 1964-2015. Eduardo Cunha, el evangélico presidente de Diputados organiza cultos en el mismo plenario del Legislativo donde arenga por el impeachment contra Dilma. En 1964 un cura norteamericano coordinó la marcha por la libertad, antecedente inmediato del golpe que derrocó al presidente Joao Goulart. La cadena Globo, que hace dos semanas instó al público para que saliera a la calle para exigir la caída de Dilma Rousseff, hace 51 años felicitó a los militares por haber acabado com el gobierno civil restableciendo las “instituciones democráticas”.

João Vicente Goulart recuerda, en esta entrevista con Página/12, que era un chico de 7 años cuando su padre fue depuesto, en un clima de engaño de masas similar al fomentado actualmente para banalizar una eventual expulsión de la presidenta elegida por 54 millones de brasileños.

“Ese discurso sobre las instituciones lo están repitiendo desde el golpe contra mi padre. Ahora vemos

quarta-feira, 16 de abril de 2014

KENNEDY DISCUTIU O DERRUBE DE GOULART DOIS ANOS ANTES DO GOLPE DE 1964 NO BRASIL

16 abril 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Documentos desclassificados que acrescentam novos dados à longa história da ingerência imperialista. Historial que de Truman a Kennedy, de Bush a Obama, acumula os mais hediondos crimes contra os povos de todo o mundo. Neste caso com a particularidade de destacar de novo o papel da sinistra figura de Vernon Walters, com quem a Revolução de Abril teve também que se defrontar.

O presidente John F. Kennedy e seus assessores discutiram o derrubamento do governo de João Goulart uns dois anos antes do golpe militar no Brasil perpetrado no 1º de Abril de 1964, opção que subsequentemente foi implementada pelo governo de Lyndon B. Johnson, segundo revelam transcrições da Casa Branca difundidas pela organização de investigação independente Arquivo de Segurança Nacional.

Em Julho de 1962 Kennedy quis saber que tipo de relações mantinham os Estados Unidos com os militares brasileiros, e em Março de 1963 deu instruções aos seus assessores: “temos que fazer alguma coisa em relação ao Brasil” se Goulart não deixa de se entender com aquilo a que o presidente chamava “anti-estadunidenses ultra-radicais no governo brasileiro”.

“Creio que uma das nossas tarefas mais importantes é fortalecer a coluna vertebral dos militares brasileiros”, respondeu