Mostrando postagens com marcador CLACSO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CLACSO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de março de 2016

O BRASIL ACORDANDO PARA AS AMEAÇAS REAIS



12 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

Ladislau Dowbor

Transformar o ódio à corrupção em ódio às visões progressistas do país constitui em si uma construção profundamente corrupta e desonesta.


O que apareceu no início como positivo, o combate à corrupção, se transformou gradualmente num pesadelo que ameaça a democracia e a legalidade institucional. Não é a primeira vez que uma boa bandeira se transforma em cavalo de Tróia, abrigando o que há de mais podre, e gerando mais problemas que soluções. Não foi muito diferente com a tão legítima operação “Mãos Limpas” na Itália que gerou 20 anos de retrocessos e populismo conservador com Berlusconi.

Quando a corrupção é sistêmica, e se trata sem dúvida do nosso caso, é o sistema que tem de ser combatido, e prisões espetaculares e midiáticas apenas deslocam o assunto, e mudam os corruptos de plantão. O sistema permanece, e agradece. Transparência (na linha da Lei da Transparência de 2011), democratização dos processos decisórios, auditorias abertas e não compradas, publicidade dos contratos e outras medidas de gestão precisam ser adotadas para que a presente luta não se resuma, como está sendo atualmente, à substituição de pessoas. A luta contra a corrupção deve ser substantiva, e não apenas ferramenta escancarada de luta pelo poder político.

Muito mais preocupantes ainda são os avanços sobre os recursos públicos que grupos famintos estão já preparando ou conseguindo: privatização e venda da Petrobrás e do Pre-sal, maiores avanços ainda dos grupos financeiros que já praticam juros extorsivos,

Brasil/“Acciones contra Lula son un plan de desestabilización de la democracia”



11 marzo 2016, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

En nota pública, Pablo Gentili, secretario ejecutivo del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (Clacso), que vive en Brasil, evalúa la actual conyuntura política y alerta que en el país "se ha avanzado un paso más en el proceso de desestabilización institucional que pretende perpetrar un sector del Poder Judicial, la Policía Federal, los monopolios de prensa y las fuerzas políticas que han sido derrotadas en las últimas elecciones nacionales”, en 2014. Sería una desestabilización del orden democrático que tiene un objetivo principal: impedir que las fuerzas progresistas sigan gobernando el país y, especialmente, acabar definitivamente con el Partido de los Trabajadores (PT) y con su figura más emblemática, el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para Gentilli, esto es lo que explica una multiplicidad de acciones judiciales, denuncias de la prensa nunca demostradas, insultos, amenazas, ataques públicos y una persistente ofensiva parlamentaria por parte de las fuerzas más conservadoras y reaccionarias del país. En su opinión, se trata de criminalizar y de responsabilizar al PT y a su presidente de honor, Lula, de actos de corrupción, usando hechos que la justicia aún investiga como si fueran parte de un plan organizado desde el propio centro neurálgico del poder; esto es, los mandatos presidenciales de Lula y de la actual presidente, Dilma Rousseff. Encontrar una conexión entre ambos mandatarios y los hechos de corrupción analizados por la Justicia es la gran obsesión y, quizás, la única carta que hoy tiene la derecha brasileña para volver al poder, destruyendo los

terça-feira, 8 de março de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/Diretor da Clacso condena ações orquestradas contra Lula



7 março de 2016, http://www.vermelho.org.br Vermelho (Brasil)
 
O Secretário Executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso), Pablo Gentili, rechaçou as ofensivas da direita para exterminar o projeto político do campo progresista, que teve seu ápice na última sexta-feira (4), com o show midiático, que, a mando do Juiz Sérgio Moro, levou o ex presidente Lula em mandado de condução coercitiva para prestar depoimento na operação Lava Jato. 

Leia abaixo o depoimento: 

Hoje, no Brasil, foi dado mais um passo no processo de desestabilização institucional que tentam perpetrar um setor do Poder Judiciário, da Polícia Federal, dos monopólios dos meios de comunicação e as forças políticas que foram derrotadas nas últimas eleições nacionais. Uma desestabilização da ordem democrática que tem como objetivo principal impedir que as forças progressistas sigam governando o país e, especialmente, acabar definitivamente com o Partido dos Trabalhadores (PT) e com sua figura mais emblemática, o ex-presidente Lula.

Isso é o que está em jogo e o que explica as múltiplas ações judiciais, denúncias da imprensa nunca comprovadas, insultos, ameaças, ataques públicos e uma persistente ofensiva parlamentaria por parte das forças mais conservadoras e reacionárias do país.

Tenta-se criminalizar e responsabilizar o PT e o seu presidente de honra em atos de corrupção, usando fatos que a justiça ainda investiga como se fossem parte de um plano orquestrado no próprio núcleo do poder. Isto é, nos mandatos presidenciais de Lula e Dilma Rousseff. Encontrar uma conexão entre ambos os presidentes e os fatos de corrupção analisados pela Justiça é a grande obsessão e, talvez, a única carta que a direita brasileira tem hoje para voltar ao poder, destruindo os avanços democráticos da última década.

O que está em jogo é o futuro do Brasil como nação democrática.

Obviamente, a oposição tem todo o direito de aspirar ao poder. Mas, depois de 30 anos de democracia, já deveria ter aprendido que a única forma de fazer isso é pelo voto popular.

sábado, 14 de novembro de 2015

Abya yala, Patria Grande/Gobiernos progresistas dialogan con académicos durante la VII Conferencia Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales CLACSO

13 noviembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


El expresidente y líder obrero brasileño Luiz Inacio Lula Da Silva instó este martes a la juventud latinoamericana a continuar desarrollando el proceso revolucionario que líderes del siglo pasado, como él, iniciaron con miras a lograr la justicia social, pues "no existe una salida fuera de la política".

Lula abrió el pasado martes 10 de noviembre con un enérgico discurso la séptima edición de la Conferencia Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales (Clacso), en compañía del expresidente uruguayo José Mujica (2010-2015), la senadora de Uruguay Lucía Topolansky, y los alcaldes de Medellín, Aníbal Gaviria, y de Bogotá, Gustavo Petro.

"Necesitamos volver a trabajar y a tener pasión por la integración de América Latina", en lo económico, político y social, pues "todavía desconfiamos de nosotros mismos", afirmó da Silva.

Señaló que parte de las elites "no aceptan la política de la ascensión de las personas más pobres ni el ascenso del pueblo" y se sienten "incómodos" al presenciar que hijos de empleadas domésticas y obreros se conviertan en médicos o ingenieros.

"Tengan el coraje de ser mejores que nosotros y la valentía de hacer más. Nosotros no lo hicimos todo y no nos movemos en este mundo confuso del internet", animó el líder brasileño durante su intervención en la Conferencia Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales (Clacso), instalada en Medellín, Colombia. 

Da Silva hizo su llamado tras exponer que en América Latina hay "cierto olor a retroceso", por lo cual exhortó a profundizar la confianza entre los gobiernos de la región y a trabajar en unidad, en lo económico, político y social, a fin de restituir el rumbo del proyecto de la integración latinoamericana.

Como ejemplo de las trabas a las que los procesos progresistas se tienen que sobreponer, señaló que las élites "no aceptan la política de la ascensión de las personas más pobres ni el ascenso del pueblo" y se sienten "incómodos" al presenciar que hijos de empleadas domésticas y obreros se conviertan en médicos o ingenieros. El hecho de que la educación sea un privilegio para los ricos "es una injusticia crónica", insistió.

La potencia plebeya según Lula
Lula da Silva, quien se ha convertido en un fenómeno mediático por ser el primer presidente obrero de su país, explicó que no fue fácil para

segunda-feira, 27 de julho de 2015

MAIOR BATALHA DA ESQUERDA NA AMÉRICA LATINA É CONTRA O GOLPE MIDIÁTICO

25 julho 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Pedro Aguiar, no site Opera Mundi

O maior confronto enfrentado na América Latina atualmente é “a batalha midiática”, desde pelo menos o ano de 2002, quando a tentativa frustrada de derrubar Hugo Chávez na Venezuela deu início a um novo tipo de golpe de Estado, o “golpe midiático”, transferindo aos meios de comunicação privados o papel de partido político nas oposições aos governos da “guinada à esquerda”.

A avaliação foi feita pelo jornalista e professor Ignacio Ramonet, ex-editor do jornal Le Monde Diplomatique, na palestra de abertura do congresso “Comunicação e Integração Latino-Americana”, realizado entre os dias 22 e 23 de julho em Quito, capital do Equador.

Organizado pelo Ciespal (Centro Internacional de Estudos Superiores da Comunicação para a América Latina), o evento comemora nesta sexta-feira (24) os dez anos de fundação da Telesur, canal multinacional de televisão mantido por diversos governos da região. Fundada por iniciativa de Chávez três anos após o golpe fracassado, a emissora nasceu com o papel de promover uma alternativa na cobertura das notícias latino-americanas, feita por jornalistas e comunicadores da própria região.

“Nos últimos 15 anos, todos os governos progressistas que chegaram ao poder democraticamente na região vêm sendo mantidos por via eleitoral. Nenhum deles foi derrotado nas urnas. Por isso, a resistência à mudança vem sendo cada vez mais brutal, apelando para

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

UM MUNDO SEM GUERRAS É POSSÍVEL

Coluna de Emir Sader

Fonte: Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br

O governo dos EUA respondeu aos atentados de 2001 com a adoção de uma doutrina que tenta condenar a humanidade a viver em guerra eternamente. Reivindica-se o direito de atacar preventivamente a quem julga que pode representar risco para ele, fala de “guerra infinita”, se reivindica a defesa “do bem contra o mal” e coloca rigorosamente em prática sua doutrina, como se vê pela ocupação e destruição do Iraque e do Afeganistão. Israel, como discípulo predileto do centro imperial do mundo, faz exatamente o mesmo contra os palestinos.
Militarizar os conflitos, tentar impor soluções baseadas na força e na violência, na superioridade militar, não importando o que seria justo, não importando quem sejam as vítimas da sua política genocida – é o resultado dessa doutrina. A lista de entidades supostamente “terroristas” – que inclui o Hamas, porém não o Exército israelense, para nos atermos a um exemplo aberrante imediato – serve para tentar desqualificar os inimigos do império e abençoar seus aliados. Um direito de consagrar quais seriam as forças do bem e as do mal – conforme os critérios do império genocida.
No entanto, um mundo sem guerras é possível. É possível ouvir as partes em confronto, buscar o respeito dos direitos de ambas, tentar todas as formas de solução política, em que todas as partes envolvidas sejam ouvidas e contempladas nas suas reivindicações, contanto que não impeçam que o mesmo aconteça com as outras partes.
Com esse objetivo foi organizada uma mesa de debates no Forum Social Mundial de Belém, no próximo dia 29, pela manhã, com o nome “Um mundo sem guerras é possível”, com a participação de Mustafa Barghouthi – dirigente palestino, que vive em Ramalah -, Alejo Vargas – professor universitário colombiano, especialista nos temas de negociação política de conflitos – e Ignacio Ramonet – renomado jornalista internacional, que abordará os temas do Iraque e do Afeganistão. A mesa é organizada por Clacso – Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais -, pelo Forum de São Paulo, por Memórias de Lutas e pela CUT.
Além dessa atividade, está programa um grande ato de solidariedade com a Palestina durante o Forum, que será aberto no dia 27 de janeiro e irá até primeiro de fevereiro. (Postado em 13/01/2009)

http://www.patrialatina.com.br/colunaconteudo.php?idprog=35cf8659cfcb13224cbd47863a34fc58&codcolunista=38&cod=796

sábado, 4 de outubro de 2008

AVANZA LA SOLIDARIDAD CON BOLIVIA

Minga Informativa de Movimientos Sociales
http://movimientos.org/


Bajo la consigna “Solidaridad Activa con Bolivia” diversas organizaciones a nivel internacional preparan actividades encaminadas a fortalecer el Encuentro Internacional de Solidaridad con Bolivia. Entre ellas destacan las actividades que se desarrollarán en Guatemala en el marco del III Foro Social de las Américas – FSA, y en la Movilización Continental por el 12 de Octubre.

Con la presencia del presidente boliviano Evo Morales, el jueves 9 de octubre de 2008 de 14h00 a 17h00, en la Plaza de los Mártires, Universidad de San Carlos de Guatemala, se llevará a cabo la Jornada Continental de Solidaridad con Bolivia organizada por la Asamblea de Movimientos Sociales Américas, FEDAEPS, REMTE, CLOC-Vía Campesina, Marcha Mundial de las Mujeres, Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas, Movimento Sem Terra, CLACSO, Jubileo Sur, Minga Informativa de los Movimientos Sociales, GALFISA, Diálogo Sur/Sur LGBT, Centro Martín Luther King, Alianza Social Continental, Fundación Solón, CONIC y Waqib' Kej. (
http://fsainfo.rits.org.br/)

La Movilización Continental por el 12 de Octubre que se ha tornado en fecha simbólica para conmemorar la resistencia de los pueblos ancestrales a la colonización europea, este año se la impulsa, desde el llamado realizado por la CAOI y otras organizaciones indígenas, como una jornada de vigilancia y solidaridad con el proceso boliviano.

La cita es en Santa Cruz

Al Encuentro Internacional de Solidaridad con Bolivia a darse en Santa Cruz, Bolivia, del 23 al 25 de octubre del 2008 se han ido adhiriendo más organizaciones e individualidades de distintos sectores y países.

Para los organizadores del Encuentro, los objetivos se centran en conocer a profundidad y reflexionar sobre la situación política, económica y social por la que atraviesa Bolivia en estos momentos históricos. Analizar la estrategia geopolítica de intervención, dominación y divisionismo de los EE.UU. y los sectores oligárquicos en la región y particularmente en Bolivia. Construir estrategias alternativas que profundicen y complementen la integración y unidad de los pueblos tanto nacional como regional frente a los planes oligárquicos e imperialistas. Y, constituir el Comité de Solidaridad Internacional con Bolivia para defender de manera colectiva el proceso revolucionario liderado por el Presidente Evo Morales Ayma. Dentro del Programa a desarrollarse durante el Encuentro, se prevé abordar temas como el proceso histórico de lucha del pueblo boliviano, el intervensionismo norteamericano y oligárquico y las resistencias desde los gobiernos latinoamericanos, la situación concreta de Bolivia y la confrontación entre proyectos, el papel de las organizaciones indígenas, movimientos sociales y sectores progresistas en la construcción de una verdadera democracia, la lucha por los derechos humanos en Latinoamérica, caso específico de Bolivia, las alternativas de integración política, económica y cultural entre los gobiernos y los pueblos frente al ALCA y TLCs, entre otros.

El tercer día, la Marcha por la vida, los mártires de Pando y por la dignidad del pueblo boliviano cerrará este Encuentro.
Este Encuentro está convocado por:
* Confederación de Pueblos de la Nacionalidad Kichwa del Ecuador ECUARUNARI – Ecuador
* Confederación de Nacionalidades Indígenas del Ecuador CONAIE –Ecuador
* Organización Nacional Indígena de Colombia ONIC
* Consejo de Todas las Tierras - Chile-
* Movimiento Sin Tierra - MST- Brasil
* Vía Campesina – Brasil
* Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas – CAOI: Bolivia, Ecuador, Perú, Colombia, Chile, Argentina
Y otras organizaciones.

Para nuevas adhesiones a la convocatoria y mayores informes:
-
agenciaplurinacional@yahoo.com
-
todosconbolivia@yahoo.es

ECUARUNARI Telefax: 00593 2580713 - Teléfono: 00593 2580700