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terça-feira, 20 de agosto de 2019

The Anglo-American Origins of Color Revolutions & NED


August 17, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/08/17/the-anglo-american-origins-of-color-revolutions-ned/


A few years ago, very few people understood the concept behind color revolutions.

Had Russia and China’s leadership not decided to unite in solidarity in 2012 when they began vetoing the overthrow of Bashar al Assad in Syria- followed by their alliance around the Belt and Road Initiative, then it is doubtful that the color revolution concept would be as well-known as it has become today.

At that time, Russia and China realized that they had no choice but to go on the counter offensive, since the regime change operations and colour revolutions orchestrated by such organizations as the CIA-affiliated National Endowment for Democracy (NED) and Soros Open Society Foundations were ultimately designed to target them as those rose, orange, green or yellow revolution efforts in Georgia, Ukraine, Iran or Hong Kong were always recognized as weak points on the periphery of the threatened formation of a great power alliance of sovereign Eurasian nations that would have the collective power to challenge the power of the Anglo-American elite based in London and Wall Street.

Russia’s 2015 expulsion of 12 major conduits of color revolution included Soros’ Open Society Foundation as well as the NED was

domingo, 25 de outubro de 2015

DR. FANTÁSTICO ESTÁ NU

20 outubro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Pepe Escobar Пепе Эскобар

Todo o Sul Global já está informado sobre como a campanha russa na Síria esmagou rapidamente todos os elaborados planos do Excepcionalistão para um "Oriente Médio Expandido"

Esses planos recobrem tudo, desde a Doutrina Wolfowitz até o imperativo categórico do Dr. Zbig"Grande Tabuleiro de Xadrez" Brzezinski que mandava impedir que surgisse qualquer competidor estratégico na Eurásia.

Mas o subtexto é ainda mais intrigante. O Pentágono não anteviu coisa alguma, nada, do que viria. E o pessoal lá está aterrorizado ante as consequências inevitáveis.
O pânico era palpável na fala do Dr. Fantástico, digo, Dr. Strangelove, digo, general Breedlove, codinome Breed-amor/ódio, comandante da OTAN, o homem que, uma vez por semana, anuncia que a Rússia está invadindo a Ucrânia.

Por mais que todos saibam que se trata de analista proverbialmente fracassado em suas análisis geopolíticas – para ele, a Rússia existe para boicotar as operações de EUA
 plus 'coalizão' na região –Breedamor/ódio está, muito, muito intrigado ante os novos, jamais vistos, intrincados estratos da rede de defesa da Rússia.

Nas palavras dele: "Estamos um pouco preocupados com outra bolha
 A2/AD que venha a ser criada no Mediterrâneo Oriental."

Em pentagonês,
 A2/AD significa área de acesso impedido/negação de

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A GEOPOLÍTICA DO DECLÍNIO GLOBAL AMERICANO

27 julho 2015, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Alfred McCoy

WASHINGTON CONTRA A CHINA NO SÉCULO VINTE E UM

O conceito de geopolítica não é oriundo do marxismo. É, pelo contrário, resultante da teorização burguesa acerca da expansão imperialista. Mas isso não impede que este artigo contenha uma muito interessante reflexão e análise das tendências em curso de rearrumação de forças no plano mundial.

Mesmo para os maiores impérios a geografia é frequentemente o destino. Não saberão disso em Washington, embora as elites políticas americanas, da segurança nacional,  da política internacional, continuem a ignorar o básico da geopolítica que formou o destino dos impérios mundiais nos últimos 500 anos. Consequentemente, não entendem o significado das rápidas mudanças globais da Eurásia que estão a minar a grande estratégia para o domínio do mundo que, Washington tem tentado nos últimos setenta anos.

Uma rápida visão do que se considera uma visão intimista em Washington actualmente revela um mundo de insularidade estonteante. Segundo o cientista político Joseph Nye, de Harvard, conhecido pelo seu conceito de «poder suave», como exemplo, oferecendo uma lista simples da maneira como ele acredita que o poder americano militar, económico e cultural permanece singular e superior, afirmou recentemente que não existe força interna ou global capaz de eclipsar o futuro da América como a primeira potência mundial.

Para aqueles que apontam Pequim e a sua economia crescente e

segunda-feira, 22 de junho de 2015

BRICS, БРИКС, China/LA GEOPOLÍTICA DEL DECLIVE MUNDIAL DE ESTADOS UNIDOS

13 junio 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Alfred W. McCoy, TomDispatch
Traducido del inglés para Rebelión por Sara Plaza

WASHINGTON VERSUS CHINA EN EL SIGLO XXI

Incluso para los más grandes imperios la geografía es a menudo destino. Sin embargo, esto no se lo enseñarán en Washington. Las elites políticas, de seguridad nacional y de política exterior estadounidenses siguen ignorando los fundamentos de la geopolítica que han conformado el destino de los imperios mundiales en los últimos 500 años. En consecuencia, no han entendido el sentido y la importancia de los rápidos cambios globales que se han producido en Eurasia y que están socavando la ambiciosa estrategia de Washington para dominar el mundo de las últimas siete décadas.

Una mirada superficial a lo que actualmente se entiende por "sabiduría" interna en Washington revela una concepción del mundo sorprendentemente insular. Fíjense por ejemplo en el científico político de Harvard Joseph Nye Jr., conocido por haber creado el concepto de "poder blando". Proporcionando una simple lista de las maneras en que él cree que el poder militar, económico y cultural de Estados Unidos sigue siendo único y superior, recientemente sostenía que no existe ninguna fuerza, interna o global, capaz de eclipsar el futuro de Estados Unidos como principal potencia mundial.

A quienes señalan la emergente economía de Beijing y proclaman este "el siglo chino", Nye les ofreció un listado de inconvenientes: la renta per cápita de China "tardará décadas (si es que lo logra) en alcanzar" la de Estados Unidos; de manera miope, ha "enfocado sus políticas principalmente en su región"; no ha "desarrollado ninguna capacidad significativa para la proyección de la fuerza global". Sobre todo, declaró Nye, China sufre "desventajas geopolíticas en el equilibrio de poder dentro de Asia, si se compara con Estados Unidos".

O dicho de otro modo (y en esto Nye es representativo de todo un mundo de pensamiento en Washington): con más aliados, barcos, combatientes, misiles, dinero, patentes y películas taquilleras que ninguna otra potencia, Washington gana definitivamente.

Si el profesor Nye dibuja el poder con números, el último mamotreto del ex secretario de Estado Henry Kissinger, modestamente titulado World Order [Orden mundial] y aclamado en las reseñas como nada menos que una revelación, adopta una perspectiva