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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

POR QUE HILLARY É BEM PIOR QUE TRUMP?



2 agosto 2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Entrevista com Diana Johnstone, autora de "Hillary Clinton: Rainha do Caos"


Diana Johnstone é, talvez, uma das comentaristas da política europeia e estadunidense mais reputada na esquerda.  Colaboradora, entre outros, de Counterpunch, Johnstone, tornou-se conhecida na Europa por suas críticas à política ocidental durante as guerras nos Balcãs, acaba de publicar um livro sobre Hillary Clinton que tem como título “Hillary Clinton: Rainha do caos”. A entrevistou para lamarea.com Ángel Ferrero.

Os meios estadunidenses têm colocado sua atenção nestas primárias em Donald Trump. Porém, em sua opinião, Hillary Clinton também deveria ser motivo de preocupação. Tem-na descrito como “a rainha do caos”. Por quê?

Trump consegue manchete por que é uma novidade, um homem midiático que diz coisas polêmicas. É visto como um intruso em um espetáculo eleitoral desenhado para transformar Clinton na “primeira mulher presidenta dos Estados Unidos”. Por que a chamo de rainha do caos? Em primeiro lugar, por causa da Líbia. Hillary foi, em grande medida, responsável pela guerra que afundou a Líbia no caos, um caos que se estende até

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

EUROPA 2020 – COMUNIDADE OU IMPÉRIO?

20 setembro 2014,Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por GEAB*

Este título inspira-se no do primeiro livro de Franck Biancheri (inédito) redigido em 1992 e no qual o autor mostrava que os princípios fundadores do projecto europeu concebido no fim da Segunda Guerra Mundial (ou seja, uma comunidade de países que se proporcionavam os meios de construir em conjunto uma paz durável e um continente próspero) podiam, se não se tomasse cuidado, ver-se marginalizado e os reflexos bem conhecidos da Europa-império (colonização europeia, Napoleão, Hitler, ...) retomarem a dianteira. No caso, Franck Biancheri considerava que o que devia permitir ao projecto de construção europeia permanecer na via a comunidade era a sua democratização.

Alguns anos depois, com o 
Tratado de Maastricht que rebaptizava a Comunidade Europeia como "União Europeia", Franck Biancheri, com a sua desconfiança das "uniões" de todas as espécies, havia considerado que esta escolha não era de bom augúrio. Vinte e três anos mais tarde, nada avançou na frente da democratização da Europa e a crise fornece o contexto propício ao descarrilamento completo do projecto de comunidade. Vamos mostrar alguns indicadores que