Mostrando postagens com marcador solidariedade internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solidariedade internacional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Angola e Venezuela proclamam Câmara de Comércio e Indústria

Luanda 10 outubro 2007 - A Liga de Amizade e Solidariedade para com os Povos de Angola e Venezuela “LASPAV” prevê para o final do ano em curso a proclamação da Câmara de Comércio e Indústria Angola/Venezuela.

Segundo o vice-presidente da LASPAV, o angolano, Sérgio José dos Santos, em entrevista à Angop, “tudo está a ser feito pela comissão instaladora para que o surgimento da câmara seja um facto até finais deste ano”.

Para o efeito, um grupo empresarial angolano vai à Venezuela de 12 a 26 do Novembro participar o festival África/Venezuela e à margem da actividade vão abordar com homólogos do país sul-americano questões relacionadas com a criação da câmara.

Caracas vai albergar de 12 a 26 de Novembro o festival África/Venezuela, com objectivo de promover a Cultura Africana.

À frenta da comissão instaladora da Câmara de Comércio Angola/Venezuela está o empresário Elias Piedoso Chimuko.

A LASPAV foi proclamada a 28 de Dezembro de 2005, em Luanda, e tem como objectivo principal contribuir no sistema de educação do país com ofertas de materiais escolares e atribuição de bolsas de estudo, a partir do próximo ano, para Venezuela.
Outros objectivos da LASPAV são a promoção do empresariado nacional e o reforço da solidariedade e cooperação com os povos e governos dos dois países.

A liga tem como presidente Paixão Júnior, vice-presidente Sérgio José dos Santos, secretário-geral, Dany Cadete e o secretário para a cultura Henrique Miguel “Riquinho”.
A presidência da Mesa da Assembleia-geral está sob a responsabilidade de Paulo Pombolo. (AngolaPress)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Comité Angola-Cuba evoca memória de Che Guevara


Luanda, 8 outubro 2007 – O 40º aniversário da morte do revolucionário argentino Ernesto Che Guevara, que se assinala nesta terça-feira, nove de Outubro, foi evocado hoje em Luanda em cerimónia realizada nas instalações da Liga Angolana de Amizade e Solidariedade dos Povos (LAASP).
O acto, promovido pelo Comité de Solidariedade Angola-Cuba, coincidiu com o encerramento da segunda jornada mundial de solidariedade em prol da libertação dos cinco cidadãos cubanos presos nos Estados Unidos da América, iniciada em dois de Setembro último.
Na ocasião, o embaixador de Cuba em Angola, Pedro Ross Leal, lembrou o "exemplo" dado por Che Guevera na luta pela libertação dos povos oprimidos de África e da América Latina, sublinhando que os seus compatriotas encontram-se encarcerados nos calabouços dos EUA por lutarem contra o terrorismo.
Disse que a celebração da efeméride em Luanda visou agradecer a solidariedade que o povo angolano tem emprestado a favor da libertação dos cinco cubanos encarcerados nos calabouços dos EUA há mais de oito anos.
Um suplemento especial sobre direitos humanos denuncia que os cidadãos cubanos presos nos EUA são submetidos a maus-tratos e condenados por um juiz manipulado, quando na realidade devem ser considerados heróis da luta internacional contra o terrorismo.
A cerimónia foi assistida por membros do Governo angolano, da comunidade cubana em Angola, de organizações sociais e estudantes. (AngolaPress)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

PR enaltece contribuição cubana na estabilidade de Angola e liberdade de África

Havana, 21 setembro 2007 (Dos enviados especiais) – O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enalteceu hoje (sexta-feira), em Havana, a contribuição de Cuba na defesa da integridade e estabilidade de Angola, na libertação completa do continente africano e na constituição de um mundo de paz, de progresso, solidariedade e de justiça.


O Chefe de Estado falava num encontro com veteranos de guerra cubanos que participaram, ao lado de angolanos, nas guerras contra a invasão estrangeira a Angola e contribuíram para a estabilidade da região Austral.


“Em Angola estivemos presentes ombro a ombro, na luta contra o colonialismo português até a grande conquista da paz e da estabilidade da África Austral. Foram os combatentes cubanos, que ao lado de angolanos, namibianos e sul-africanos ajudaram a alterar o panorama político na África Austral”, sublinhou.


"Agradeço ao comandante Fidel Castro, Presidente de Cuba, que nos momentos mais difíceis da história da humanidade, do tempo da guerra fria, e numa altura que a situação em Angola parecia desesperada, respondeu ao apelo de Agostinho Neto, o primeiro presidente de Angola, para socorrer o povo angolano" - disse.


Adiantou que hoje Angola, Namíbia, Zimbabwe e África do sul são países que constroem novas realidades, adaptadas à realidade actual, continuando “a mesma luta, os mesmos objectivos tendo sempre como o centro das atenções a independência dos povos, e de cada um, a luta pelo bem- estar e a felicidade dos homens".

“A vitória é dos povos de Angola e de Cuba para que mostrássemos ao mundo que podemos resistir, realizar os nossos sonhos, mostrar uma alternativa àqueles que oprimem e exploram, um mundo melhor, de paz, progresso, solidariedade e de justiça", frisou.


Apontando para a plateia, disse: “Foram estes combatentes e outros que tombaram que completaram a tarefa da libertação total da África, com as independências da Namíbia e do Zimbabue e a abolição do Apartheid e a democratização da África do Sul, bem como a pacificação de Angola".


Considerou ser motivo de orgulho, de alegria e um previlégio estar com pessoas que deram o melhor de si durante muitos anos pela independência e liberdade dos povos, com vista a criar melhores condições de vida para os cidadãos.


Afirmou que cada uma deles, a maioria com mais de 65 anos de idade, tinha “histórias memoráveis por contar, episódios da vida por que passaram, de actos de bravura e de grande coragem, com uma vida legendária a favor dos povos oprimidos”.

Ouvido atentamente, por uma plateia dominada maioritariamente por indivíduos com mais de 65 anos de idade, sublinhou que há que se reparar o tempo perdido, pois a tarefa das lideranças para melhoria das condições de vida dos cidadãos ainda é gigantesca, os objectivos pelos quais os povos lutam são permanentes e os homens têm a ambição de viver cada vez melhor.


"Temos de continuar a lutar para alcançar os níveis dos países desenvolvidos, porque são tão homens como nós, têm a mesma inteligência que nós, e há países como Cuba cujas conquistas tecnológicas e nos domínios das saúde, da educação são reconhecidas. A forma como resiste a um brutal bloqueio económico ao mesmo tempo que consegue criar condições para o bem-estar para o seu povo é o exemplo desta inteligência, da firme vontade de lutar e vencer", referiu.


No encontro, os veteranos lembraram a “Operação Carlota” que consistia em ajudar os angolanos a alcançar a sua independência e a combater as forças estrangeiras que invadiam o país e tentavam impedir a sua autodeterminação.


Na mensagem lida no encontro, os veteranos afirmaram que as forças “internacionalistas” cubanas saíram de Angola, por força dos acordos de Nova Iorque, com a satisfação de dever cumprido.
(AngolaPress)