Mostrando postagens com marcador luta armada de libertação nacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador luta armada de libertação nacional. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Moçambique/Nyusi apela a Renamo a cessar ataques armados

7 setembro 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou a Renamo a cessar os ataques que tem estado a levar a cabo no centro do país.

Nyusi, falava, esta quarta-feira em Pemba, durante as celebrações do Dia da Vitória, que hoje se assinala.

“ Os ataques da Renamo, mais uma vez desestabilizam a governação e continuam a impedir o desenvolvimento do nosso país. A Renamo continua o partido armado, está a matar as populações, as lideranças comunitárias e estruturas locais. A Renamo já começou a matar combatentes. A Renamo atacou o posto administrativo de Muaquia, em Mocuba, na província da Zambézia. São nítidos os actos de alguns moçambicanos que pretendem destruir o que foi ganho com sacrifício e construído pedra-a-pedra ao longo dos quarenta e um anos da nossa independência. Queremos mais uma vez, exortar aos combatentes, libertadores e defensores da pátria, do Rovuma ao Maputo e

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Moçambique e Venezuela reforçam cooperação bilateral

24 Outubro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, recebeu ontem em audiência, na capital do país, os enviados do Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, num encontro que serviu para fortalecer as relações de amizade e cooperação entre os dois Estados.

“Vimos a Moçambique por uma questão de amizade e solidariedade”, disse o enviado, Samuel Moncada, acrescentando que “trazemos uma mensagem para a área de cooperação que nos foi dada pelo Presidente Maduro”.

Segundo Moncada, a Venezuela manifesta a vontade de apoiar Moçambique na busca de uma paz efectiva e duradoira.

“Vimos também pela paz, pois a Venezuela é um país que ama a paz e neste caso são bem-vindos temas que têm a ver com a paz e estabilidade”, disse o enviado, sublinhando que por muitos anos Moçambique foi um exemplo mundial na manutenção de paz.

“Sabemos que somos dois povos comuns, e também sabemos que Moçambique é um país importante em África. Por isso queremos

sábado, 12 de setembro de 2015

Moçambique/Frelimo reitera apelo à paz

11 Setembro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)


A Comissão Política do Partido Frelimo reafirmou ontem o seu apelo ao bom senso da Renamo e do seu presidente, Afonso Dhlakama, para que promovam acções em prol da unidade nacional, construção da paz, pressupostos básicos para a materialização dos nobres interesses do povo moçambicano.

Num comunicado de Imprensa enviado à nossa Redacção, o órgão de direcção da Frelimo afirma ter analisado o estágio actual do diálogo entre o Governo e a Renamo, tendo saudado o Presidente da República, Filipe Nyusi, pela disponibilidade incondicional de dialogar

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Moçambique/NO 55.º ANIVERSÁRIO DO MASSACRE: MUEDA CURVA-SE AOS MÁRTIRES

17 Junho 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)


A Vila de Mueda, na província de Cabo Delgado, tornou-se pequena ontem para acolher as milhares de pessoas que para ali se deslocaram para recordar o histórico movimento de união pela independência, que pela sua dimensão jamais se apagará da memória dos moçambicanos.

A homenagem aos mártires de Mueda tornou esta vila, por algumas horas, o principal centro político e histórico, para onde convergiam as atenções de todo o país.

Do ponto de vista histórico fica claro que passam cinco décadas e meia após o Massacre de Mueda, e o 16 de Junho de 1960 permanece na memória dos moçambicanos.

Trata-se, esta, de uma data emblemática, cujo valor e significado histórico são incontestáveis para o país e para a história da libertação, porque, segundo rezam os factos, foi em Mueda onde se ergueu o primeiro punho, a primeira manifestação clara de que os moçambicanos não podiam viver sob dominação colonial.

Aliás, esta dimensão de Mueda ficou vincada nos discursos, depoimentos e encenação que marcaram