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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Moçambique/Nyusi apela a Renamo a cessar ataques armados

7 setembro 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou a Renamo a cessar os ataques que tem estado a levar a cabo no centro do país.

Nyusi, falava, esta quarta-feira em Pemba, durante as celebrações do Dia da Vitória, que hoje se assinala.

“ Os ataques da Renamo, mais uma vez desestabilizam a governação e continuam a impedir o desenvolvimento do nosso país. A Renamo continua o partido armado, está a matar as populações, as lideranças comunitárias e estruturas locais. A Renamo já começou a matar combatentes. A Renamo atacou o posto administrativo de Muaquia, em Mocuba, na província da Zambézia. São nítidos os actos de alguns moçambicanos que pretendem destruir o que foi ganho com sacrifício e construído pedra-a-pedra ao longo dos quarenta e um anos da nossa independência. Queremos mais uma vez, exortar aos combatentes, libertadores e defensores da pátria, do Rovuma ao Maputo e

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Moçambique/Privilegiar a paz

8 Setembro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)


O Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou ontem em Tete a todos os moçambicanos para privilegiarem a paz, como condição para a construção do bem-estar social.

O Chefe do Estado fez este apelo durante o comício que orientou no campo do Desportivo, no quadro das cerimónias centrais do 7 de Setembro, data que lembra a assinatura dos Acordos de Lusaka em 1974 e que abriu caminho para a proclamação da independência nacional a 25 de Junho de 1975.

Filipe Nyusi convidou os que pensam num Moçambique retalhado ou dividido a se pronunciarem a favor da paz, como legado dos combatentes da luta de libertação nacional e da unidade e

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A LIÇÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

4 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Cumprem-se 76 anos da invasão da Polónia pela Alemanha nazi, a 1 de Setembro de 1939 e 70 anos da rendição do Japão a 2 de Setembro de 1945. Com a publicação deste artigo de Laura Lopes, membro da presidência do CPPC, odiario.info presta também homenagem a esta grande figura de lutadora pela paz.

Na noite do dia 31 de Agosto de 1939, Alfred Helmut Naujocks, membro das SS nazis e do serviço de segurança SD, à frente de um grupo de criminosos de direito comum vestidos com uniformes polacos, simulava um ataque ao emissor de Gleiwitz na fronteira da Alemanha com a Polónia, às ordens do conde Heydrich, comandante da polícia de segurança SD.

No dia 1 de Setembro de 1939, o jornal “Volkischer Beobachter” comentava este episódio da seguinte forma: “Os Polacos irromperam na sala … O ataque contra a estação tinha todo o aspecto de sinal para um ataque geral dos franco-atiradores polacos contra o território alemão. Como se constatou entretanto, os rebeldes polacos romperam ao mesmo tempo a fronteira alemã em dois lugares. Em ambos os locais tratava-se de destacamentos armados até aos dentes, que segundo todas as aparências tinham o apoio do exército polaco regular. As secções da polícia de segurança estacionadas na fronteira ficaram à mercê dos assaltantes. Os combates de uma grande violência continuam.”

Esta operação detalhadamente montada por Hitler, como foi verificado no processo dos criminosos de guerra em Nuremberga, foi o sinal de desencadeamento da II Guerra Mundial, que vinha a ser preparada desde há muito. Após ter ordenado o golpe de mão de Gleiwitz, Hitler deu ordem para iniciar a guerra. Os exércitos hitlerianos invadiram a Polónia que se encontrava isolada e privada da ajuda prometida pelos aliados ocidentais, França e Grã-Bretanha, que há longos meses agiam em negociações de gabinete receosos de uma aliança com a U.R.SS, deixando complacentemente Hitler avançar com os seus planos de conquista de “espaço vital a Leste”. Foi a Polónia o primeiro país que opôs uma resistência armada às tropas da Wermacht. Durante cinco semanas lutou sozinha contra o exército nazi numa desproporção de forças que inevitavelmente levaria ao seu esmagamento imediato. As primeiras conquistas nazis, no seu expansionismo para Leste, tinham-se efectuado sem efusão de sangue: a Áustria, os Sudetas e Praga entregaram-se ao domínio hitleriano.

Hitler tinha dito 10 dias antes, em 22 de Agosto: “… a destruição da Polónia deve ser a nossa primeira tarefa … Não tenham piedade … Sejam brutais … é preciso

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin defende que Rússia e China trabalhem em conjunto para preservar a realidade histórica da II Guerra Mundial

2 setembro 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)


Moscovo, 2 de setembro (Diário do Povo Online) -- O presidente russo, Vladimir Putin, expressou, na véspera da visita à China, que a Rússia e a China estão dedicados inabalavelmente a defender a verdade histórica e a salvaguardar a vitória comum. A celebração conjunta do 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial demonstra diretamente esta determinação.

Em uma entrevista concedida à imprensa chinesa, Putin disse que a comemoração do dia da vitória tem um significado especial para ambos os países. A União Soviética despendeu de um enorme sacrifício para obter a vitória, enquanto o povo chinês também sofreu enormes perdas. Portanto, os dois países valorizam a memória dos seus mártires, e admiram os soldados veteranos.

"Os nossos dois países são aliados na luta contra o nazismo e o militarismo japonês", assinalou

terça-feira, 12 de maio de 2015

BRICS, БРИКC/Para Rússia, celebração do Dia da Vitória foi "a maior da história"

12 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em celebração ao "Dia da Vitória", que marca a rendição dos alemães na Grande Guerra Patriótica, foram realizadas paradas militares neste sábado (9) em Moscou e em várias outras cidades russas, como São Petersburgo e Vladivostok.



A parada realizada em Moscou foi considerada a “maior da história”, com quase 200 peças militares e 143 aviões e helicópteros. Cerca de 30 dirigentes internacionais assistiram às festividades.

Entre outros, assistiram à parada o líder chinês, Xi Jinping; o cubano, Raúl Castro, e o venezuelano, Nicolás Maduro, além dos chefes de Estado de Índia, Egito, África do Sul e Vietnã. Alguns líderes ocidentais recusaram o convite

GUERRA SAGRADA: DE PÉ, IMENSO PAÍS, DE PÉ PARA A BATALHA MORTAL

8 de maio de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A música Guerra Sagrada, também conhecida como "Dé pé, imenso país" é uma das mais famosas músicas da Grande Guerra Patriótica. A música foi composta por Aleksandr Aleksandrov, fundador da Orquestra Alexandrov, anteriormente conhecido como Coro e Banda do Exército Vermelho. A letra é do poeta soviético Vassili Lebediev-Kumátch.


Reprodução
"Glória ao nosso grandioso povo, povo vencedor!" (frase de Stálin 
em cartaz veiculado durante a 2ª Guerra Mundial)

Ouça duas versões da canção, em russo e em chinês:




As circunstâncias que levaram à música e à sua apressada apresentação são simples: a União Soviética fora invadida, em 22 de junho de 1941, pela Alemanha nazifascista, e a canção serviu como uma ode à resistência. Os versos foram terminados em 24 de junho de 1941 e Aleksandrov imediatamente compôs a música, em um caderno de notas, que foi repassado para os músicos aprenderem rapidamente as notas. A primeira apresentação se deu na estação de trem Bielorússia, quando