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quarta-feira, 5 de maio de 2010
Angola/ANIP aprova investimentos de mais de USD um bilião
Domingos.
De acordo com Luís Domingos, que falava à imprensa à margem do fórum sobre energia e infra-estrutura, que decorre em Luanda, a aposta de investidores externos no mercado angolano permitiu a aprovação de 700 propostas de investimento nas áreas de energia e infra-estrutura.
“O mercado angolano é um dos mais férteis em África. Os níveis de procura de investimento são consideráveis”, referiu, sublinhando o esforço do Governo angolano na reconstrução das infra-estruturas rodoviárias, ferroviárias e habitacionais.
Apesar do grande interesse de empreendedores estrangeiros em implementar projectos no país, Luís Domingos reconheceu haver, ainda, muitas oportunidades de negócios nas mais diversas áreas que devem ser aproveitadas.
Em função dos objectivos do Governo, disse, a ANIP tem procurado aprovar e fazer o acompanhamento dos projectos, tendo em conta a necessidade de criação de empregos, aumento do capital e melhoria da balança de pagamentos.
A preferência dos investidores estrangeiros continua a recair para a zona A, que engloba as províncias do litoral, onde os empresários procuram apostar, preferencialmente, nas sectores da indústria e construção civil.
O fórum sobre energia e infra-estrutura tem como objectivo fornecer indicadores para atracção de investidores externos e está a discutir as oportunidades de investimento nos sectores da construção civil, energia, petróleo e minas.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Angola/Governante apresenta oportunidades de negócios a empresários japoneses
Luanda, 15 outubro 2007 – O ministro-adjunto do primeiro-ministro, Aguinaldo Jaime, pontualizou domingo, em Luanda, a missão empresarial japonesa sobre as oportunidades de investimento e incentivos existentes em Angola.
No final do encontro, Aguinaldo Jaime disse à imprensa que informou igualmente aos empresários nipónicos aspectos ligados aos projectos de desenvolvimento em curso nos sectores económico, político e social.
O governante apontou as infra-estruturas hidroeléctricas, estradas e pontes, caminho-de-ferro, indústria extractiva e transformadora como as áreas de interesse dos investidores japoneses.
Em função disso, o ministro-adjunto do primeiro-ministro sugeriu aos investidores e agências públicas nipónicas a trazerem a Angola soluções financeiras que facilitem a sua intervenção no mercado.
"O grande desafio que lancei aos empresários e às agências públicas japonesas é o de trazerem soluções financeiras que facilitem a sua intervenção no mercado angolano", disse.
O governante angolano sublinhou a estabilidade política e económica do país, factores importantes para a atracção de investimento privado, e realçou a existência de incentivos em matéria fiscal, aduaneira e cambial.
Aguinaldo Jaime referiu-se positivamente ao potencial da economia japonesa e defendeu a necessidade do estabelecimento de intercâmbio empresarial com aquele país asiático.
"O Japão é a segunda maior economia do mundo e tem uma história de desenvolvimento de sucesso. Sem grandes recursos naturais conseguiu, graças a políticas correctas, à tecnologia e ao aproveitamento das capacidades do homem, atingir o potencial económico actual", referiu.
A comitiva empresarial japonesa, composta por representantes de 50 empresas ligadas aos sectores bancário, indústria pesada, agro-indústria, petróleos e outras, está em Luanda desde sábado, para fazer uma prospecção do mercado angolano e identificar possíveis áreas de investimento.
Durante quatro dias, os empresários nipónicos vão inteirar-se da realidade económica do país, estando agendados encontros com empresários nacionais, governantes e responsáveis do sector económico. (AngolaPress)
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Moçambique/Aprovado Plano Económico e Social que prevê crescimento nas exportações
Maputo, 20 setembro 2007 - O governo moçambicano aprovou a proposta do Plano Económico e Social para 2008, prevendo alcançar 1,9 milhões de euros em exportações de bens, meta que representará um crescimento na ordem de dois por centro comparativamente a este ano.
A proposta do Plano Económico e Social (PES) para 2008 indica que os resultados das exportações terão como base os produtos marinhos, a madeira e recursos minerais, sobretudo o gás e seus derivados.
O executivo moçambicano espera atingir também uma reserva líquida internacional suficiente para cobrir despesas com importação de bens e serviços durante quatro meses, particularmente os combustíveis líquidos e derivados, veículos e máquinas, refere a mesma proposta, a ser submetida à apreciação da Assembleia da República.
O Parlamento moçambicano, que se reúne em sessão ordinária a partir de Outubro, deverá apreciar igualmente uma proposta do Orçamento do Estado para 2008, avaliada em 2,4 mil milhões de euros, que engloba as despesas correntes, para investimento e outras operações importantes.
O PES/2008 define também como principais objectivos o alcance de um crescimento económico de cerca de sete por cento e conter a taxa de inflação média anual em 5,7 por cento.
Além disso, o executivo pretende que sejam criadas condições que tornem atractivas ao investimento em Moçambique, salvaguardando uma correcta gestão do meio ambiente.
Segundo o vice-ministro da Planificação e Desenvolvimento, Victor Bernardo, a iniciativa visa melhorar a quantidade e qualidade dos serviços públicos de Educação, Saúde, Água e Saneamento, estradas e energia, sem perder de vista a perspectiva de continuar a descentralização do Orçamento do Estado para os distritos. (Notícias Lusófonas)
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Cabo Verde quer usar experiência angolana com petróleo
Luanda, 28 agosto 2007 - O ministro da Economia, Crescimento e Competitividade de Cabo Verde, José Brito, disse em Luanda que pretende aproveitar a experiência de Angola no setor dos petróleo para desenvolver a indústria petrolífera cabo-verdiana.
"Queremos beneficiar da longa experiência de Angola na exploração do petróleo, um setor em que Cabo Verde pretende investir com muita força nos próximos tempos", declarou Brito, após encontro com o vice primeiro-ministro de Angola, Aguinaldo Jaime, na segunda-feira.
O ministro cabo-verdiano se referia à cooperação entre Angola e Cabo Verde, que deverá incluir as áreas de financiamento e consolidação das relações no setor empresarial privado e no desenvolvimento econômico.
Brito destacou ainda a área do turismo como potencial beneficiária da cooperação com Angola, apesar de Cabo Verde registrar uma taxa de crescimento nesse setor. "Poderemos desenvolver investimentos em infra-estrutura de turismo para elevar os atuais níveis de crescimento do turismo em Angola e em Cabo-Verde."
Em relação ao encontro com Jaime, o ministro de Cabo Verde disse que serviu para "estreitar" as relações econômicas entre os dois países, que classificou como "positivas".
Já o vice primeiro-ministro de Angola ressaltou as relações de cooperação entre os dois países, defendendo o seu "reforço".
"Em nível econômico e empresarial há muito por fazer, muito por explorar e trocamos impressões sobre como, em nível institucional e empresarial, poderemos criar mecanismos para impulsionar a cooperação", afirmou Jaime. (Lusa)
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