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sábado, 28 de fevereiro de 2015

ARGENTINA Y BRASIL: DERECHAS GEMELAS

26 febrero 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


La derecha latinoamericana nunca estuvo tan débil. Pierde sucesivamente elecciones en países como Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Venezuela, El Salvador. Nunca estuvo tanto tiempo desalojada del gobierno en esos países como ha estado en este siglo.

Las trasformaciones sociales llevadas a cabo por los gobiernos de esos países, los avances en los procesos de integración independientes respecto a los Estados Unidos de América (EUA), la recuperación del rol activo del Estado, han llevado al aislamiento de la derecha en la región. El fracaso de los gobiernos neoliberales y su incapacidad de formular otra alternativa, hacen con que paguen el precio de los daños causados por ese modelo y voten en contra de los que lo representan.

Los EUA siempre han jugado con la división y la competencia entre gobiernos de la región para mantener su poder. Fue así, por ejemplo, a lo largo de todo el proceso de renegociación de las deudas de los países, que nunca han logrado hacerla colectivamente.

Golpe durísimo en ese jugo fue la sólida alianza establecida entre los gobiernos de Argentina y Brasil, con la elección de Lula y de Néstor Kirchner para presidir dos de los tres más grandes países de la región. Esa alianza, que nunca fue tan sólida entre Argentina y Brasil, es el eje

sábado, 4 de outubro de 2014

Brasil/A MÍDIA, O MERCADO E AS APOSTAS DO IMPERIALISMO CONTRA DILMA

2 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 
O jornal britânico Financial Times voltou a criticar a presidenta Dilma Rousseff em editorial publicado nesta quinta-feira (2), no qual intima a chefe do Estado brasileiro a mudar os rumos da política econômica, levando em conta a reação e os desejos do mercado, que segundo os oráculos de plantão demanda ajuste fiscal e rigor total na aplicação do tripé neoliberal (juros altos, câmbio flutuante e superávit fiscal primário). 

Por Umberto Martins*

Como já é de praxe, a grande mídia, burguesa e golpista, destacou os comentários do diário europeu (que dias atrás identificou um “preocupante aumento do socialismo venezuelano” no Brasil) de forma acrítica e subalterna. Mas a verdade que precisa ser reiteradamente observada é que o Financial Times traduz, através de editoriais e artigos, a ideologia e os interesses dos grandes capitalistas estrangeiros ou, em outras palavras, daquilo que conhecemos como imperialismo. Interesses que são francamente contrários aos da classe trabalhadora em todo o mundo e aos do povo brasileiro no caso em tela.

Bordão reacionário
O bordão que o jornal alardeia contra Dilma não é novo e vem sendo repetido pelos candidatos das forças conservadoras e neoliberais à exaustão. A receita desta gente, repudiada por Dilma, é a mesma que está sendo aplicada na Europa sob a batuta do Fundo Monetário Internacional. Significa

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A CONTRAOFENSIVA DA DIREITA INTERNACIONAL

21 junho 2014,Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

por Emir Sader
Blog do Emir

A nova ofensiva contra a Argentina tem que ser respondida por todos os governos latino-americanos que são igualmente vitimas do capital especulativo.

A nova ação dos fundos abutre contra a Argentina faz parte de uma contraofensiva mais ampla da direita internacional contra os países progressistas da América Latina. Conduzida por suas principais vozes na mídia – Financial Times, Wall Street Journal, The Economist, El País – atacam sistematicamente esses governos, que não aceitaram os ditames do Consenso de Washington. E por isso mesmo conseguiram contornar a recessão capitalista internacional, que se instalou já faz mais de 6 anos no centro mesmo do sistema, arrasando os direitos sociais, sem prazo para terminar.

Por isso os países latino-americanos que seguiram crescendo e distribuindo renda, diminuindo a desigualdade que aumenta exponencialmente no centro do sistema, são um fator de perturbação, são a prova concreta que outra forma de enfrentar a crise é possível. Que se pode distribuir renda, recuperar o papel ativo do Estado, apoiar-se nos países do Sul do mundo e resistir à crise.

Daí a contraofensiva atual, que busca demonstrar

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O EUROCENTRISMO ATACA NOVAMENTE

15 fevereito 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Desde algum tempo o pensamento eurocêntrico vem tentando retomar a ofensiva. Aliás, dentro e fora da América Latina.


Desde que a América Latina ‘saiu do lugar’ – implementou programas consistentes de rompimento do ciclo da pobreza – os pensamentos, todos, de esquerda e de direita, se sentiram extremamente incomodados.

Perderam o primo pobre que os ajudava a se manter no próprio lugar. E auto-centrado, com premissas e conclusões inamovíveis. A Europa era a pátria-mãe do pensamento revolucionário. E o resto era comosto por seus discípulos. Mas a Europa deixou de ser um modelo, tanto para a esquerda, quanto para a direita.

Desde algum tempo o pensamento eurocêntrico vem tentando retomar a ofensiva.
 
Aliás, dentro e fora da América Latina.

À direita, o caso é negar a pertinência das alternativas de Estado à política de privilégios dos mercados.

The Economist, Financial Times et alii, inclusive em publicações como The Guardian, tomam a dianteira. No Brasil – diamante da América do Sul – nada funciona. É o caos. Citam apenas – Guardian inclusive – a velha mídia. A mídia alternativa não existe para eles. Só têm parâmetros eurocêntricos para pensar isto. Mídia alternativa aqui é coisa de paróquia, igreja, sindicato (aaargh!), não existe, e, se existe, não é respeitável. São políticas-bolha, evanescentes, desaparecerão com o tempo.

Mas há a esquerda. As políticas de combate à pobreza são irrelevantes. Oferecer melhor e mais alternativas às populações pobres é uma falácia. Constróem seu discurso sobre uma Europa que deixou de existir. Hoje, na Espanha, Portugal, Itália, Irlanda, Ucrânia, Bósnia-Herzegovina, França, Chipre, Esolvênia, Lituânia, etc., etc., destróem-se direitos como chupa-se picolé na praça. Esta é que é a verdade.
 
Entretanto, os pensadores do eurocentrismo continuam a achar que darão as cartas do milênio em matéria de ‘combate ao capitalismo’ – combate no qual se renderam. Renderam-se na frente política, onde partidos de esquerda são minorias bombardeadas continuamente na mídia e fora dela, e sem acomodaram a esta situação ‘cômoda-incômoda’, renderam-se na frente acadêmica, onde são minorias departamentais sem expressão institucional, e renderam-se na frente midiática: nada existe aqui equivalente à Carta Maior, Rede Brasil Atual, TVT, sites de Nassif, Amorim, etc., nem mesmo Democracy Now ou Al-Monitor. Nada.

Para este pensamento, tirar milhões da pobreza é extremamente incômodo. Pobre, afinal, é um bom argumento de discurso. Ao vivo, e saindo da pobreza em dimensões continentais, é um problema.

Rouba-lhe uma razão de ser, talvez até de pensar.

Que pensarão depois?

Não sabem.

Talvez nem nós. Ainda bem. Teremos de pensar tudo de novo. Na contra-mão deste povo.