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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Brasil/Dilma vai à ONU denunciar golpe dos sem voto e preocupa Temer



20 abril 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)




A presidenta Dilma Rousseff decidiu participar da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre a Mudança do Clima, na Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorrerá nesta sexta-feira (22) em Nova York. A viagem já causa preocupação entre os conspiradores golpistas comandados pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB), pois ela denunciará o golpe em curso contra seu mandato legítimo.

Enquanto a grande imprensa brasileira tenta dar um verniz legalista ao golpe cometido pela Câmara dos Deputados, que aprovou o pedido de abertura do processo de impeachment contra Dilma sem fundamento jurídico, a imprensa internacional tem apontado que o pedido de afastamento é exclusivamente político e resultado da polarização.

Em entrevista coletiva para correspondentes internacionais de 56 países, nesta terça-feira (19), Dilma reiterou que Temer não tem legitimidade para assumir o país e que o processo de impeachment é uma farsa.

“É estarrecedor que um vice-presidente, no exercício do mandato, conspire contra a presidenta abertamente. Em nenhuma democracia do mundo, uma pessoa que fizesse isso seria respeitada”,

sábado, 28 de fevereiro de 2015

ARGENTINA Y BRASIL: DERECHAS GEMELAS

26 febrero 2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


La derecha latinoamericana nunca estuvo tan débil. Pierde sucesivamente elecciones en países como Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Venezuela, El Salvador. Nunca estuvo tanto tiempo desalojada del gobierno en esos países como ha estado en este siglo.

Las trasformaciones sociales llevadas a cabo por los gobiernos de esos países, los avances en los procesos de integración independientes respecto a los Estados Unidos de América (EUA), la recuperación del rol activo del Estado, han llevado al aislamiento de la derecha en la región. El fracaso de los gobiernos neoliberales y su incapacidad de formular otra alternativa, hacen con que paguen el precio de los daños causados por ese modelo y voten en contra de los que lo representan.

Los EUA siempre han jugado con la división y la competencia entre gobiernos de la región para mantener su poder. Fue así, por ejemplo, a lo largo de todo el proceso de renegociación de las deudas de los países, que nunca han logrado hacerla colectivamente.

Golpe durísimo en ese jugo fue la sólida alianza establecida entre los gobiernos de Argentina y Brasil, con la elección de Lula y de Néstor Kirchner para presidir dos de los tres más grandes países de la región. Esa alianza, que nunca fue tan sólida entre Argentina y Brasil, es el eje

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A CONTRAOFENSIVA DA DIREITA INTERNACIONAL

21 junho 2014,Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

por Emir Sader
Blog do Emir

A nova ofensiva contra a Argentina tem que ser respondida por todos os governos latino-americanos que são igualmente vitimas do capital especulativo.

A nova ação dos fundos abutre contra a Argentina faz parte de uma contraofensiva mais ampla da direita internacional contra os países progressistas da América Latina. Conduzida por suas principais vozes na mídia – Financial Times, Wall Street Journal, The Economist, El País – atacam sistematicamente esses governos, que não aceitaram os ditames do Consenso de Washington. E por isso mesmo conseguiram contornar a recessão capitalista internacional, que se instalou já faz mais de 6 anos no centro mesmo do sistema, arrasando os direitos sociais, sem prazo para terminar.

Por isso os países latino-americanos que seguiram crescendo e distribuindo renda, diminuindo a desigualdade que aumenta exponencialmente no centro do sistema, são um fator de perturbação, são a prova concreta que outra forma de enfrentar a crise é possível. Que se pode distribuir renda, recuperar o papel ativo do Estado, apoiar-se nos países do Sul do mundo e resistir à crise.

Daí a contraofensiva atual, que busca demonstrar

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Festival de Veneza/Para Stone, rei Juan Carlos deveria se calar e ouvir Chávez




"Ele não é um ditador": No Festival de Veneza, Oliver Stone defende Chávez em filme (Foto AFP)

Madri, Espanha, 8 setembro 2009 (AFP) - O diretor americano Oliver Stone, que apresentou no Festival de Veneza um documentário sobre o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou que o rei Juan Carlos da Espanha deveria se calar e ouvir o chefe Estado venezuelano.

"Vosso rei deveria calar-se e escutar mais a Chávez", afirmou Stone em entrevista ao jornal El País.

O cineasta americano, que apresentou em Veneza o documentário "South of the Border" (Ao Sul da Fronteira), sobre as mudanças na América Latina depois da chegada ao poder de Chávez, fez referência assim ao famoso "por quê não te calas?", que o rei Juan Carlos disse ao presidente venezuelano na Cípula Iberoamericana de 2007.

Stone também recordou o ex-chefe de Governo conservador espanhol José María Aznar, que acusou de colaborar na tentativa de golpe de Estado contra Chávez em 2002.

"Aznar era muito ruim e ajudou a planejar o golpe de Estado na Venezuela", afirmou Stone, para quem "Chávez é um homem extraordinário que conseguiu reducir à metade a pobreza do país".

"Estou cansado da imprensa do meu país chamá-lo de ditador, porque ele não é", disse o cineasta.

Stone também negou uma perseguição na Venezuela à imprensa independente.

"Isto que você fala são besteiras, que censura à imprensa? Diga a seus colegas que viagem a estes países, Argentina, Nicarágua, Venezuela, e que depois contem", afirmou ao repórter.

"Não acredite no que lê na imprensa, nem na europeia nem na americana", declarou, antes de criticar a publicação que o entrevistava e afirmar que o El País é "o jornal com mais negatividade em relação a Chávez, muito mais que qualquer outro" e que "tudo é questão de interessess".