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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

RÚSSIA E TURQUIA: PIVÔ DENTRO DA EURÁSIA

8 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

4/12/2014,  *Pepe EscobarAsia Times Online [recebido p/e-mail, ainda não publicado, mas pode ser lido no The Vineyard of the Saker francês]


Traduzido do francês pelo pessoal da Vila Vudu

O mais recente espetacular gambito no Oleogasodutostão – “Sai o Ramo Sul, entra o Ramo Turco” – continuará ainda por algum tempo a disparar massivas ondas geopolíticas de choque por toda a Eurásia. Disso, precisamente, trata o Novo Grande Jogo na Eurásia.

Em resumo: há alguns anos a Rússia concebeu um gasoduto Ramo Norte [orig. North Stream] – completamente operacional – e um gasoduto Ramo Sul – ainda em projeto – para contornar a Ucrânia considerada pouco confiável como país-de-trânsito para o gás. Agora, a Rússia concebe um novo bom negócio com a Turquia, para contornar a abordagem “não construtiva” (palavras de Putin) da Comissão Europeia (CE).

Para entender o jogo em curso, o contexto é indispensável. Acompanho em detalhe,

terça-feira, 1 de julho de 2014

BRICS, БРИКС/MAIS UMA VITÓRIA DE PUTIN GASODUTO 'RAMO SUL' SERÁ CONSTRUÍDO COM A ÁUSTRIA

30 junho 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Nunca foi segredo que o prêmio para quem controle a Ucrânia é a posse da vasta infraestrutura do gasoduto que parte da Rússia e chega à Europa. Mas, dado que todo o gás pertence, em primeiro lugar, à [empresa russa] Gazprom, realmente não importa se Kiev tinha posse do gás que enchiam os dutos que levavam o gás para a Europa; nem se, como é hoje o caso, a Ucrânia seria apenas um duto de transferência do gás totalmente russo, entregue a países europeus, sem que gás algum permanecesse na Ucrânia, hoje destroçada pela guerra civil. 
Afinal de contas, a Ucrânia absolutamente não consegue mais comprar gás russo, porque não tem crédito nem dinheiro para pagar adiantado; mas, se roubar gás destinado à Alemanha e outros países, a Ucrânia estará simplesmente antagonizando seus novos 'melhores amigos' na OTAN, os quais são, todos, clientes da [russa] Gazprom.

Não, o gasoduto que emergiu no papel de estrela principal no conflito na Ucrânia nada tem a ver com a Ucrânia, mas é gasoduto que percorre várias centenas de quilômetros do sul da Ucrânia - o chamado Projeto Ramo Sul [orig.South Stream Project[1]] - que deixa o litoral sul da Crimeia no Mar Negro russo, cruza o Mar Negro e atravessa Bulgária, Sérvia, Hungria, e termina na central de distribuição de gás em Baumgarten, Áustria,[2] de onde partem gasodutos de distribuição para toda a Europa Central, principalmente para a Alemanha.

O projeto, de 2007, foi concebido para não passar pela Ucrânia e servir como alternativa para o agora congelado gasoduto Nabucco apoiado por EUA e Europa; e recolheria o gás do

quarta-feira, 7 de maio de 2014

LA OTAN BUSCA DESESPERADAMENTE UN NUEVO ENEMIGO

25 abril 2014, RIA Novosti РИА Новости http://sp.ria.ru (Rússia, Россия)

“No juegues con el fuego”-decía mi padre/”No tires piedras al agua”-decía mi madre (Rasul Gamzatov, 1923-2003)

Columna semanal de Vicky Peláez

Los últimos acontecimientos en Ucrania, siguiendo al pie de la letra el guión escrito por Washington con la cooperación de Bruselas, dieron nueva esperanza a la vieja Organización del Tratado de Atlántico Norte (OTAN) la que después de la desintegración de la Unión Soviética en 1991 estaba buscando desesperadamente un enemigo para justificar su existencia. Por eso, no es de extrañar la belicosidad del Secretario General de la OTAN, Anders Fogh Rasmussen amenazando a Rusia por supuestamente ser responsable de lo que se está pasando en Ucrania y, en especial por su “anexión” de Crimea. Hace poco Rasmussen declaró que “tendremos más aviones en el aire, más buques de guerra en el mar y estaremos mejor preparados en tierra”, refiriéndose a una posible intervención militar de Rusia en Ucrania. También exigió las sanciones económicas más severas contra el país de Vladimir Putin.

Para entender la política de los líderes de esta organización y su actitud hay que seguir la ruta del dinero. Resulta que para este año Washington aportará a la OTAN algo de 280 mil millones de dólares que constituyen el 70 por ciento de su presupuesto que asciende a unos 400 mil millones de dólares anuales. Si tomamos en cuenta que el presupuesto del Pentágono para el 2014 es de 680 mil millones de dólares, sin contar gastos para las armas nucleares, las operaciones clandestinas de la CIA utilizando drones y  fuerzas especiales y los gastos de la NASA para el programa especial vinculado a los sistemas de misiles, llegaremos a la conclusión que los gastos militares de los EE.UU. junto con los de la OTAN superan un millón de millones de dólares al año.

En realidad la OTAN es un brazo militar y político de Washington en Europa igual como la OEA en América Latina cumple el rol del instrumento político de los Estados Unidos. Fue precisamente EE.UU. que decidió edificar un “Muro de la OTAN” alrededor de Rusia al comienzo de 1990, a pesar de la promesa dada en febrero de 1990 por el secretario de Estado James Baker al presidente de la URSS, Mikhail Gorbachov. Este dijo que “no habrá ninguna extensión de la jurisdicción de la OTAN para sus tropas ni una pulgada hacia el este”. Ahora resulta que ya en aquel entonces se planificaba la expansión de la OTAN y la única cuestión era  “si expandirse o no, sino cuando”, según el libro de James Goldgeier, “Not Whether but When: the US Expansion to Enlarge NATO”.