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segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Portugal/No 1º semestre de 2015, o preço de venda sem impostos da gasolina subiu 39% e o do gasóleo 17,4%. Os lucros da GALP aumentaram 169,6%
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Investidores chineses interessados no ambiente e seguros em Portugal
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Brasil/Protestos contra o leilão de Libra se intensificam e governo reforça segurança
Brasil/VARGAS, PETROBRAS E O CAMPO DE LIBRA
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Brasil/Petroleiros querem suspensão dos leilões de petróleo e gás
Alana Gandra, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
23 julho 2008
Rio - O diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Rio de Janeiro, José Maria do Nascimento, defendeu a necessidade de que a população brasileira participe da luta contra a privatização das riquezas minerais do país. A privatização se dá, segundo ele, por meio dos leilões realizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ele acredita que o problema poderá ser agravado pelas descobertas de petróleo nas camadas pré-sal.
O Sindipetro-RJ considera que os leilões representam a entrega de um patrimônio brasileiro, que é o petróleo, às multinacionais estrangeiras e, por isso, o governo deveria acabar com essas operações. Até agora, a ANP já promoveu oito rodadas de licitações para exploração de petróleo e gás no país, cuja arrecadação em bônus de assinatura superou R$ 5 bilhões. A 9ª rodada, realizada em novembro do ano passado, registrou arrecadação recorde em bônus de assinatura de R$ 2,1 bilhões. O resultado superou em 100% o total apurado na 7ª rodada.
No primeiro dia de realização da 9ª rodada, manifestantes liderados pelos sindicatos e entidades representativas de petroleiros e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), entre outras organizações, ocuparam o prédio da ANP, no centro do Rio, para exigir a suspensão dos leilões de petróleo. O 8º pregão foi suspenso em novembro de 2006 em função de duas ações judiciais movidas pela deputada federal Clair da Flora Martins (PT-PR) e pelo Clube de Engenharia do Rio.
Criado em março deste ano por movimentos sociais e sindicais, o Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás pretende esclarecer a sociedade sobre o não-cumprimento da nacionalização do petróleo e gás no país, informou o sindicalista. Sua meta principal é conseguir a suspensão das licitações para produção e exploração de petróleo e gás.
Para o diretor do Sindipetro-RJ, a discussão em torno da criação de uma estatal específica para cuidar das descobertas do pré-sal, conforme teria sugerido o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, “tira todo o condicionamento de se manter a nacionalização do nosso subsolo, do nosso petróleo, nosso gás e nosso minério”. A sociedade, segundo José Maria, tem que estar atenta e ciente do que ocorre.
Os petroleiros encaminharam, em junho passado, carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva enumerando os pontos que preocupam a categoria em relação à privatização das riquezas nacionais. É preciso, reforçou o sindicalista, fazer os parlamentares e os próprios ministros verem que “a promessa que o governo fez de acabar com os leilões [de petróleo e gás] não aconteceu”.
O diretor do Sindipetro lembrou a necessidade de alertar as autoridades para o risco de “privatizar tudo”. Segundo ele, as empresas estrangeiras que vêm explorar petróleo e gás no Brasil “tiram o nosso óleo, internacionalizam o nosso óleo e não criam empregos”.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/22/materia.2008-07-22.9208957430/view
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Brasil/Vale do Rio Doce: Abaixo-assinado aos Ministros do STJ
A Vale foi privatizada em 1997. Desde esta época mais de 100 ações populares questionam a inserção da Vale no programa de desestatização, as nulidades do edital, do leilão de privatização. As ações foram remetidas a Belém do Pará. O juiz julgou extintas as ações sem analisar o mérito. Em 2005, o TRF determinou o retorno do processo à Belém para dar prosseguimento aos processos. A Vale, contudo, entrou com uma reclamação no STJ com o objetivo de impedir o andamento das ações, extinguindo-as, sem julgamento.
Aos que desejarem fazer adesão, podem enviar diretamente a mhguimaraes@onda.com,que remeteremos aos responsáveis posteriormente.
PELO PROSSEGUIMENTO DAS AÇÕES POPULARES QUE QUESTIONAM O LEILÃO DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE
Os abaixo-assinados, manifestam, através deste, o clamor do povo brasileiro contra a Reclamação n. 2259 proposta pela Companhia Vale do Rio Doce que pede a anulação da decisão da 5ª Turma do TRF da 1ª Região que determinou que as Ações Populares que questionam o Leilão de privatização da Companhia Vale do Rio Doce retornem à Vara de Origem (Belém do Pará) para que o mérito seja apreciado e julgado e que se realize uma perícia para avaliar o patrimônio da empresa.
A Reclamação 2259 da Companhia Vale do Rio Doce, que tramita no STJ, pede a extinção das Ações Populares sem que o Poder Judiciário possa avaliar os questionamentos a todo o processo de privatização de uma das mais importantes empresas brasileiras da América Latina e do mundo.
Passados 10 anos do Leilão da privatização da Companhia Vale do Rio Doce, a sociedade brasileira tem manifestado sua disposição em passar a limpo a venda de uma suas maiores companhias. Cerca de 3.700 milhões de pessoas votaram pela revisão deste processo em um Plebiscito Popular, realizado por diversas entidades da sociedade civil em setembro de 2007. Este tema ocupou as páginas dos principais jornais do país. Também em junho de 2007, mais de 17 mil pessoas realizaram uma passeata em Brasília, pedindo a nulidade do leilão de privatização da Vale do Rio Doce, demonstrando que o povo brasileiro está atento a esta questão. Comitês que pedem a revisão do processo de privatização e em apoio à decisão da 5ª Turma do TRF da 1ª Região foram organizados em diversos estados brasileiros. Nestes últimos dois anos, o assunto foi debatido em Associações de Moradores, sindicatos, escolas, universidades, Câmaras de Vereadores, Assembléias Legislativas e no próprio Congresso Nacional. Vários abaixo-assinados foram realizados e enviados aos órgãos e autoridades competentes. Atos públicos alertando a população sobre esta questão judicial foram realizados em quase todos os estados brasileiros, tanto que a privatização da Companhia Vale do Rio Doce acabou fazendo parte dos debates presidenciais nas últimas eleições. Foram realizados vídeos, debates, conferências, numa demonstração de que a sociedade está amadurecida para este debate e continuará lutando para que a justiça prevaleça.
Muito mais do que uma questão ideológica, o Leilão da Vale do Rio Doce, chega à população como um paradoxo que precisa ser resolvido: como uma empresa pode ter sido avaliada em 10 bilhões de reais na época do leilão em 1997 ( tendo a União vendido 33% das ações com direito a voto por US$ 3,3 bilhões), e anualmente ter lucros que superam este valor? Há questionamentos sobre a avaliação do patrimônio da empresa, já que recentemente o seu valor foi estimado em US$167,3 bilhões, tornando-se a 31a. empresa do mundo.
AS AÇÕES POPULARES questionam as NULIDADES DO LEILÃO E O VALOR DA AVALIAÇÃO (preço vil da venda), já que consideram que o seu patrimônio ultrapassava 1 trilhão de reais. Pedem que todo o processo possa ser avaliado pelo Poder Judiciário. A sociedade brasileira está agora com seus olhos voltados para o STJ. Acatando esta reclamação da Companhia Vale do Rio Doce, os Exmos. Srs. Ministros estarão negando ao povo brasileiro o direito de sanar suas dúvidas com relação à privatização mais importante ocorrida no país desde a sua independência. Motivados pela confiança irredutível de que o povo brasileiro tem direito a que os processos sejam analisados e julgados e que se possa avaliar este gigantesco patrimônio público e demonstrar as nulidades do edital de privatização, nós, abaixo-assinados, recorremos aos Exmos. Srs. Ministros para que avaliem as conseqüências históricas e políticas de suas decisões e votem contra a Reclamação 2259 feita pela Companhia Vale do Rio Doce, pois tudo isto está de acordo com o bom direito e dentro dos princípios basilares da Justiça.
Clair da Flora Martins – Advogada
Marcos Henrique Guimarães - Jornalista
Obs. Após subscrever o abaixo-assinado, aqueles que desejaram enviar mensagens individuais sobre o julgamento da Reclamação da Vale para os Ministros do STJ, podem fazê-los através dos seguintes endereços:
(Presidência) Ministro Barros MonteiroPresidencia@stj.gov.br
(Vice-Presidência) Ministro Francisco Peçanha MartinsVice.Presidencia@stj.gov.br
Ministro Nilson NavesGab.Nilson.Naves@stj.gov.br
Ministro Cesar Asfor RochaGab.Cesar.Rocha@stj.gov.br
Ministro José DelgadoGab.Jose.Delgado@stj.gov.br
Ministro Felix FischerGab.Felix.Fischer@stj.gov.br
Ministro Gilson DippGab.Gilson.Dipp@stj.gov.br
Ministra Eliana CalmonGab.Eliana.Calmon@stj.gov.br
Ministro Paulo GallottiGab.Paulo.Gallotti@stj.gov.br
Ministro João Otávio de NoronhaGab.Joao.Otavio@stj.gov.br
Núcleo de Defensoria Pública da Uniãodpu@stj.gov.brouvidoria@stj.gov.br
