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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Portugal/No 1º semestre de 2015, o preço de venda sem impostos da gasolina subiu 39% e o do gasóleo 17,4%. Os lucros da GALP aumentaram 169,6%

31 agosto 201529 agosto 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A vida continua a correr bem aos accionistas da GALP (Américo Amorim, Sonangol e Isabel dos Santos, a ENI e fundos americanos que controlam esta empresa). Os lucros da empresa aumentaram 169,9% no 1º semestre de 2015. E saíram dos bolsos dos que têm que adquirirhttp://www.odiario.info/b2-img/312015PrecosCombustiveis.pdf combustíveis. É no que dá a privatização de empresas estratégicas para o país e para os consumidores, assim como a completa liberalização e desregulamentação que impera no sector perante a passividade, não de uma, mas de duas entidades de supervisão.



segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Investidores chineses interessados no ambiente e seguros em Portugal



11 novembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Ambiente e seguros deverão ser os próximos “alvos” para o investimento chinês em Portugal, país que continua a apelar aos investidores da China para se interessarem nos vários dossiers de privatização em curso.

O grupo Beijing Enterprises Water está, de acordo com a imprensa portuguesa, a analisar a privatização da Empresa Geral de Fomento, participada da Águas de Portugal para o negócio dos resíduos sólidos urbanos.

Segundo o Diário Económico, a empresa chinesa pretende alargar o seu potencial de crescimento fora do mercado chinês.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Brasil/Protestos contra o leilão de Libra se intensificam e governo reforça segurança



18 outubro 2013, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

 
Reunião interministerial determinou que mais de 1.100 agentes de segurança atuarão no leilão, marcado para segunda-feira (21) no Rio de Janeiro


O efetivo de segurança que atuará no leilão do Campo de Libra, segunda-feira próxima (21), no Rio de Janeiro, será formado por 1.100 homens. A decisão sobre o reforço da segurança foi tomada depois que se intensificaram os protestos contra o leilão do primeiro bloco de exploração do pré-sal. Além das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, o Exército e a Força Nacional de Segurança atuarão no evento.

A decisão sobre a presença de agentes do Exército e da Força Nacional foi tomada nessa quinta-feira (17), após reunião entre os ministros Celso Amorim, da Defesa, José Eduardo Cardozo, da Justiça, e José Elito Carvalho, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. A presença das Forças Armadas foi pedida no último dia 11 pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

O local do leilão, Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, será isolado. A previsão é que

Brasil/VARGAS, PETROBRAS E O CAMPO DE LIBRA



17 utubro 2013, Correio da Cidadania http://www.correiocidadania.com.br (Brasil)

Escrito por Léo de Almeida Neves*

Nas exageradas comemorações na mídia pelos 60 anos da Petrobras, quase nada foi divulgado que a mensagem presidencial ao Congresso Nacional, criando a estatal e a sanção da Lei 2004, de 3 de outubro de 1953, é de autoria do presidente Getulio Vargas, no seu último período governamental.

Aliás, coube a Getulio Vargas, após a Revolução de 30, decretar o Código de Minas, nacionalizando o subsolo, que até então pertencia ao dono do terreno.

Ele fundou o Conselho Nacional do Petróleo (CNP), que descobriu o ouro negro no território brasileiro, no estado da Bahia.

Na sua Carta-Testamento, deixada ao povo brasileiro na manhã fatídica de 24 de agosto de 1954, quando dilacerou com um tiro seu próprio coração, Getulio Vargas disse: “tentei criar a potencialização de nossas riquezas através da Petrobrás e, mal esta começa a funcionar, a onda de agitação se avoluma”.

Resultante da campanha popular do Petróleo é Nosso, a Petrobras hoje é a maior empresa brasileira, premiada internacionalmente como a dotada de moderna e incomparável tecnologia na perfuração em águas profundas, e seu Centro de Pesquisas (Cenpes) é considerado o melhor do mundo.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Brasil/Petroleiros querem suspensão dos leilões de petróleo e gás

Alana Gandra, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

23 julho 2008

Rio - O diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Rio de Janeiro, José Maria do Nascimento, defendeu a necessidade de que a população brasileira participe da luta contra a privatização das riquezas minerais do país. A privatização se dá, segundo ele, por meio dos leilões realizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ele acredita que o problema poderá ser agravado pelas descobertas de petróleo nas camadas pré-sal.

O Sindipetro-RJ considera que os leilões representam a entrega de um patrimônio brasileiro, que é o petróleo, às multinacionais estrangeiras e, por isso, o governo deveria acabar com essas operações. Até agora, a ANP já promoveu oito rodadas de licitações para exploração de petróleo e gás no país, cuja arrecadação em bônus de assinatura superou R$ 5 bilhões. A 9ª rodada, realizada em novembro do ano passado, registrou arrecadação recorde em bônus de assinatura de R$ 2,1 bilhões. O resultado superou em 100% o total apurado na 7ª rodada.

No primeiro dia de realização da 9ª rodada, manifestantes liderados pelos sindicatos e entidades representativas de petroleiros e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), entre outras organizações, ocuparam o prédio da ANP, no centro do Rio, para exigir a suspensão dos leilões de petróleo. O 8º pregão foi suspenso em novembro de 2006 em função de duas ações judiciais movidas pela deputada federal Clair da Flora Martins (PT-PR) e pelo Clube de Engenharia do Rio.

Criado em março deste ano por movimentos sociais e sindicais, o Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás pretende esclarecer a sociedade sobre o não-cumprimento da nacionalização do petróleo e gás no país, informou o sindicalista. Sua meta principal é conseguir a suspensão das licitações para produção e exploração de petróleo e gás.

Para o diretor do Sindipetro-RJ, a discussão em torno da criação de uma estatal específica para cuidar das descobertas do pré-sal, conforme teria sugerido o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, “tira todo o condicionamento de se manter a nacionalização do nosso subsolo, do nosso petróleo, nosso gás e nosso minério”. A sociedade, segundo José Maria, tem que estar atenta e ciente do que ocorre.

Os petroleiros encaminharam, em junho passado, carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva enumerando os pontos que preocupam a categoria em relação à privatização das riquezas nacionais. É preciso, reforçou o sindicalista, fazer os parlamentares e os próprios ministros verem que “a promessa que o governo fez de acabar com os leilões [de petróleo e gás] não aconteceu”.

O diretor do Sindipetro lembrou a necessidade de alertar as autoridades para o risco de “privatizar tudo”. Segundo ele, as empresas estrangeiras que vêm explorar petróleo e gás no Brasil “tiram o nosso óleo, internacionalizam o nosso óleo e não criam empregos”.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/22/materia.2008-07-22.9208957430/view

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segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Brasil/Vale do Rio Doce: Abaixo-assinado aos Ministros do STJ

23 novembro 2007/www.adital.com.br
ADITAL - Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
Amigos e Amigas:
Solicitamos às entidades/pessoas que subscrevam urgentemente e divulgem em suas listas o abaixo assinado para envio aos Ministros do STJ que podem estar julgando a reclamação da Vale do Rio Doce a partir do próximo dia 28/11/2007.
A Vale foi privatizada em 1997. Desde esta época mais de 100 ações populares questionam a inserção da Vale no programa de desestatização, as nulidades do edital, do leilão de privatização. As ações foram remetidas a Belém do Pará. O juiz julgou extintas as ações sem analisar o mérito. Em 2005, o TRF determinou o retorno do processo à Belém para dar prosseguimento aos processos. A Vale, contudo, entrou com uma reclamação no STJ com o objetivo de impedir o andamento das ações, extinguindo-as, sem julgamento.
Aos que desejarem fazer adesão, podem enviar diretamente a mhguimaraes@onda.com,que remeteremos aos responsáveis posteriormente.
Obrigada
Dra. Clair da Flora Martins
******
EXMOS. Srs. MINISTROS DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
PELO PROSSEGUIMENTO DAS AÇÕES POPULARES QUE QUESTIONAM O LEILÃO DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE

Os abaixo-assinados, manifestam, através deste, o clamor do povo brasileiro contra a Reclamação n. 2259 proposta pela Companhia Vale do Rio Doce que pede a anulação da decisão da 5ª Turma do TRF da 1ª Região que determinou que as Ações Populares que questionam o Leilão de privatização da Companhia Vale do Rio Doce retornem à Vara de Origem (Belém do Pará) para que o mérito seja apreciado e julgado e que se realize uma perícia para avaliar o patrimônio da empresa.
A Reclamação 2259 da Companhia Vale do Rio Doce, que tramita no STJ, pede a extinção das Ações Populares sem que o Poder Judiciário possa avaliar os questionamentos a todo o processo de privatização de uma das mais importantes empresas brasileiras da América Latina e do mundo.
Passados 10 anos do Leilão da privatização da Companhia Vale do Rio Doce, a sociedade brasileira tem manifestado sua disposição em passar a limpo a venda de uma suas maiores companhias. Cerca de 3.700 milhões de pessoas votaram pela revisão deste processo em um Plebiscito Popular, realizado por diversas entidades da sociedade civil em setembro de 2007. Este tema ocupou as páginas dos principais jornais do país. Também em junho de 2007, mais de 17 mil pessoas realizaram uma passeata em Brasília, pedindo a nulidade do leilão de privatização da Vale do Rio Doce, demonstrando que o povo brasileiro está atento a esta questão. Comitês que pedem a revisão do processo de privatização e em apoio à decisão da 5ª Turma do TRF da 1ª Região foram organizados em diversos estados brasileiros. Nestes últimos dois anos, o assunto foi debatido em Associações de Moradores, sindicatos, escolas, universidades, Câmaras de Vereadores, Assembléias Legislativas e no próprio Congresso Nacional. Vários abaixo-assinados foram realizados e enviados aos órgãos e autoridades competentes. Atos públicos alertando a população sobre esta questão judicial foram realizados em quase todos os estados brasileiros, tanto que a privatização da Companhia Vale do Rio Doce acabou fazendo parte dos debates presidenciais nas últimas eleições. Foram realizados vídeos, debates, conferências, numa demonstração de que a sociedade está amadurecida para este debate e continuará lutando para que a justiça prevaleça.
Muito mais do que uma questão ideológica, o Leilão da Vale do Rio Doce, chega à população como um paradoxo que precisa ser resolvido: como uma empresa pode ter sido avaliada em 10 bilhões de reais na época do leilão em 1997 ( tendo a União vendido 33% das ações com direito a voto por US$ 3,3 bilhões), e anualmente ter lucros que superam este valor? Há questionamentos sobre a avaliação do patrimônio da empresa, já que recentemente o seu valor foi estimado em US$167,3 bilhões, tornando-se a 31a. empresa do mundo.
AS AÇÕES POPULARES questionam as NULIDADES DO LEILÃO E O VALOR DA AVALIAÇÃO (preço vil da venda), já que consideram que o seu patrimônio ultrapassava 1 trilhão de reais. Pedem que todo o processo possa ser avaliado pelo Poder Judiciário. A sociedade brasileira está agora com seus olhos voltados para o STJ. Acatando esta reclamação da Companhia Vale do Rio Doce, os Exmos. Srs. Ministros estarão negando ao povo brasileiro o direito de sanar suas dúvidas com relação à privatização mais importante ocorrida no país desde a sua independência. Motivados pela confiança irredutível de que o povo brasileiro tem direito a que os processos sejam analisados e julgados e que se possa avaliar este gigantesco patrimônio público e demonstrar as nulidades do edital de privatização, nós, abaixo-assinados, recorremos aos Exmos. Srs. Ministros para que avaliem as conseqüências históricas e políticas de suas decisões e votem contra a Reclamação 2259 feita pela Companhia Vale do Rio Doce, pois tudo isto está de acordo com o bom direito e dentro dos princípios basilares da Justiça.

Clair da Flora Martins – Advogada
Marcos Henrique Guimarães - Jornalista

Obs. Após subscrever o abaixo-assinado, aqueles que desejaram enviar mensagens individuais sobre o julgamento da Reclamação da Vale para os Ministros do STJ, podem fazê-los através dos seguintes endereços:

(Presidência) Ministro Barros MonteiroPresidencia@stj.gov.br
(Vice-Presidência) Ministro Francisco Peçanha MartinsVice.Presidencia@stj.gov.br
Ministro Nilson NavesGab.Nilson.Naves@stj.gov.br
Ministro Cesar Asfor RochaGab.Cesar.Rocha@stj.gov.br
Ministro José DelgadoGab.Jose.Delgado@stj.gov.br
Ministro Felix FischerGab.Felix.Fischer@stj.gov.br
Ministro Gilson DippGab.Gilson.Dipp@stj.gov.br
Ministra Eliana CalmonGab.Eliana.Calmon@stj.gov.br
Ministro Paulo GallottiGab.Paulo.Gallotti@stj.gov.br
Ministro João Otávio de NoronhaGab.Joao.Otavio@stj.gov.br
Núcleo de Defensoria Pública da Uniãodpu@stj.gov.brouvidoria@stj.gov.br
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