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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Brasil/UNE LISTA SETE MOTIVOS PARA JOVENS IREM ÀS RUAS NO DIA 20

19 agosto 2015,Vermelho Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


A União Nacional dos Estudantes tem histórico de lutas e vitórias não só em defesa da educação, mas também da soberania nacional. Em momentos chave do cenário político brasileiro a entidade nunca titubeou em defender o lado do povo, da democracia e da liberdade e desta vez não é diferente. A UNE está do lado da constitucionalidade e defende o respeito ao voto popular e a retomada do desenvolvimento nacional, que a direita tenta, com afinco, interromper mais uma vez. 

Desta forma, a UNE listou sete motivos pelos quais vai estar na rua, ao lado do povo, nesta quinta-feira (20). A entidade convoca a juventude brasileira a se unir às manifestações em suas cidades e defender a democracia, a Petrobras, a constitucionalidade do atual mandato presidencial e a execução do lema “Pátria Educadora”.

Veja os sete motivos da UNE:

1 – Defender a democracia
A democracia é um sistema político que todo cidadão participa da vida política do país e escolhe livremente os seus candidatos.

Em encontro com a presidenta Dilma Roussef, há pouco mais de uma semana, Carina Vitral ressaltou a importância da democracia na história da entidade estudantil e também do país como um todo.

“A UNE completou 78 anos no último dia 11 de agosto com uma história marcada por lutas, sobretudo luta pelo Brasil, em defesa da democracia e dos estudantes. Somos a entidade que lutou na ditadura, onde as vidas de muitos de nossos líderes foram ceifadas. Por toda essa história, nós sabemos dar valor a democracia, porque pagamos com as nossas vidas, sabemos dar valor a esta recente e

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Brasil/CONSTITUINTE EXCLUSIVA PARA REFORMA POLÍTICA GANHA AS RUAS

2 setembro 2014, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)


As ruas pediram, Dilma tentou, mas são os movimentos sociais que encampam a bandeira da uma mudança estrutural na política brasileira

Por Bruno Pavan

A série de protestos que foram chama­dos de “Jornadas de junho” em 2013 ain­da é motivo para dezenas de análises. O que começou com um questionamento do transporte público nas capitais, pas­sou por uma solidariedade às vítimas de violência policial e desaguou numa crise de representatividade dos que estavam nas ruas contra os partidos políticos.


Abr “Jornadas de junho” em 2013

As placas de “não me representam” to­maram conta das ruas por todo o Brasil chegando, inclusive, a fazer a presidenta Dilma Rousseff chamar uma rede nacio­nal para se posicionar e procurar dar res­posta às ruas. Em um dos cinco pontos levantados, a presidenta anunciou a con­vocação da criação de um plebiscito po­pular para uma Constituinte exclusiva do sistema político.

Resumindo, o governo faria uma con­sulta em que questionaria a população de seu desejo de eleger um Congresso exclu­sivamente para traçar um novo sistema político no Brasil. Horas depois, deputa­dos, ministros e até o vice-presidente da República jogavam água fria na ideia da presidenta.

Acontece que a sociedade aproveitou o espaço aberto na discussão para