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terça-feira, 18 de junho de 2019

CPLP, Brasil/Estatais: tudo à venda, menos a placa da porta


14.06.2019, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia) http://port.pravda.ru/cplp/brasil/14-06-2019/47979-estatais-0/ 

O Supremo perdeu um dia inteiro para dizer: vocês podem vender o filet mignon limpinho e sem osso, mas a pelanca vocês deixam na empresa mãe que ninguém vai querer nem de graça, então a União liquida e assume o passivo, como na primeira onda de privatizações.

por André Motta Araújo
Jornal GGN

Qual a diferença entre dispensar licitação para vender ativos (pode ser o total do ativo) sendo desnecessária a aprovação do Congresso e vender a empresa mãe? Da PETROBRAS pode-se vender tudo, SEM LIMITE, gasodutos, refinarias, navios, plataformas, tanques, sem necessidade de licitação e sem aprovação do Congresso, mas não pode vender a PETROBRAS S.A., que depois de esvaziada dos ativos só terá os passivos, quer dizer, as dívidas. A turma dos neoliberais vai ter congestão de tanto rir.

O Supremo perdeu um dia inteiro para dizer: vocês podem vender

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Brasil/Manifesto de repúdio à venda de ativos da Petrobrás e à privatização do pré-sal

15 julho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Manifesto desmonta os argumentos daqueles que são favoráveis ao desmonte da empresa e à abertura do pré-sal ao capital estrangeiro.


Os petroleiros e centenas de entidades dos movimentos sociais e sindicais que integram a campanha Todo o Petróleo Tem que Ser  Nosso divulgam manifesto que desmente os argumentos de Pedro Parente, atual presidente da Petrobrás, e do ministro interino José Serra, ambos favoráveis ao desmonte da empresa e à abertura do pré-sal ao capital estrangeiro, retirando a estatal brasileira da condição de operadora única do pré-sal.
 
CRÔNICA DE UM ESTUPRO ANUNCIADO

A nova diretoria da Petrobrás, comandada por Pedro Parente, prepara

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA, A REUNIÃO DE B. AIRES E A FOBIA CONTRA CHÁVEZ

Ricardo Zúniga García *

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br

5 agosto 2008

Adital - "Vamos fazer esta segunda reunião com Cristina e Lula para continuar afiançando esta integração que vimos delineando há tempos. Este eixo que se conforma busca desenvolver o potencial agroalimentar, energético e financeiro, porque na América do Sul temos tudo para ser uma potência mundial" (Declarações de Chávez ao chegar a Buenos Aires, em 4 de agosto, reproduzidas em Página 12)

No dia 4 de agosto, como sabemos através dos meios, houve uma importante visita do presidente Lula a Argentina, onde foi acompanhado por duzentos empresários brasileiros. A visita foi qualificada como "histórica", pela Cancelaria de ambos países. O objetivo da visita era fortalecer as relações bilaterais e aumentar o volume do intercâmbio comercial binacional.

No final do dia, chegou o presidente Hugo Chávez para uma reunião trilateral (Argentina, Brasil, Venezuela) para trabalhar a agenda do Mercosul. Nessa reunião, abordaram importantes temas, como a projeção do Banco do Sul e a possibilidade de construir infra-estruturas para garantir a integração real: gasodutos, ferrovias; trabalhar políticas comuns do bloco em fóruns internacionais... E ficou marcado o próximo encontro, em Pernambuco, para o dia 7 de setembro, entre Lula, Cristina Fernández e Chávez, para continuar tecendo as redes da integração sul-americana.

Concretamente, Venezuela e Argentina assinaram um convenio de cooperação para levar adiante um projeto refinador a fim de impulsionar a cooperação energética entre ambas nações. Também assinaram quatro convênios em capacitação e agricultura (1):

- O primeiro, é um contrato integral entre o Ministerio de Industrias Ligeiras e Comércio venezuelano e o Instituto Nacional de Tecnologia Industrial da Argentina (INTI), para que este último assessore, capacite, dê asistência e serviço técnico especializado ao Servicio Autónomo Nacional de Normalización, Calidad y Reglamentos Técnicos (Sencamer) da Venezuela.
- Outro convenio de aquisição de unidades agrícolas foi assinado entre o Instituto Autónomo Corporación Agraria de Venezuela (CVA) e a Cámara Argentina de Fabricantes de Maquinaria Agrícola.
- Um acordo entre o Ministerio del Poder Popular para la Agricultura y Tierras y la Secretaría de Agricultura, Pesca y Alimentos del Ministerio de Economía y Producción de Argentina, para ser executado pela Fundación de Capacitación e Innovación para Apoyar la Revolución Agraria de Venezuela (Ciara).
- E uma agenda de cooperação para o desenvolvimento tecnológico industrial entre o Instituto Nacional de Educación y Capacitación Socialista (Inces) e o INTI, para executar um plano de trabalho e fortalecer os espaços possíveis de cooperação entre as partes.

O presidente Chávez propôs ainda a criação de um fundo bilateral de investimentos.

A cobertura internacional da TV Globo sobre essas reuniões dá a impressão de refletir uma posição ideológica que chega a converter-se em fobia. Os noticiários da Globo apresentaram a chegada do presidente Chávez a Buenos Aires como uma intromissão que havia provocado mal-estar no presidente Lula; como se o presidente brasileiro tivesse ciúmes do protagonismo e a grande delegação de empresários brasileiros fosse prejudicada em seu trabalho pela chegada de Chávez.

A má vontade do noticiário noturno do dia 4 foi reiterada em outro espaço noticioso, o "Bom dia Brasil", do dia 5 de agosto, onde una analista com ares doutorais (Sra. Míriam Leitão), comentou, após dar a notícia, que essa já era uma conduta reiterada de Chávez: chegar a reuniões onde não estava convidado.

A obcecação contra Chávez leva este meio de comunicação a uma posição que distorce os fatos. Os telespectadores de "Bom dia Brasil", se não tiverem acesso a outros meios mais sérios ficam com a impressão falsa do encontro dos três presidentes, em Buenos Aires. Não ficam informados sobre os projetos que estão sendo estudados e elaborados e que permitirão, no futuro, um traslado do gás mais de maneira mais segura desde a Venezuela até a Argentina, como também serão construídas outras infra-estruturas com vistas à integração sul-americana.

Além de apresentar o presidente Chávez como um insensato que realiza una viagem de mais de cinco mil quilômetros para penetrar em uma reunião a qual não foi convidado, tratam de negar sua qualidade de estadista com uma visão estratégica da unidade latino-americana e do potencial econômico dessa unidade. Essa maneira de informar está distorcendo a realidade e tentando ocultar o que não pode ser ocultado.

Senhores que determinam a linha editorial da Globo, sejam mais inteligentes, pois essa manipulação é demasiado grosseira. O custo de apresentar a Chávez como um simples personagem folclórico, sem substância, é ocultar importantes agendas e a preparação de projetos que, queiram vocês ou não, terminarão sendo notícias importantes no Brasil e na América Latina.

Nota: (1) Venezuela em Noticias, 5 de agosto de 2008.

* Colaborador de Adital. Educador nicaragüense. Analista político.

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil
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terça-feira, 7 de agosto de 2007

Visita de Chávez a Argentina

Bonos, energía y mucho más

Por la Redacción de APM | 06|08|2007

El venezolano se reunió con el presidente Kirchner. Nueva emisión de bonos conjuntos, inversión energética y el ingreso pleno de Venezuela al Mercosur fueron los temas abordados. Comienza una semana energética en el Cono Sur.

El presidente venezolano Hugo Chávez arribó a Argentina ayer, y se reunió con su anfitrión Néstor Kirchner para tratar temas financieros, energéticos y el ingreso pleno de Venezuela al Mercado Común del Sur (Mercosur). Pero este día que da inicio a la semana laboral sugiere un tema que se conforma como hilo conductor: la energía. Porque tras visitar Buenos Aires, el mandatario bolivariano arriba hoy a Uruguay, para luego continuar por Bolivia y Ecuador, con una agenda esencialmente energética; mientras que el argentino va a volar este viernes hacia La Paz para lanzar junto al presidente Evo Morales obras de ingeniería en el sector gasífero.

Una nublada y fría tarde en la capital argentina recibió ayer al presidente Chávez, quien realizó la travesía para anudar dos temas fundamentales: el acuerdo para la emisión de la tercera serie de los títulos bilaterales conocidos como Bono del Sur por un monto total de 1.000 millones de dólares, y el anuncio de la construcción de una planta regasificadora en este país. No obstante, el encuentro sirvió para impulsar el ingreso de Venezuela al Mercosur, que integran además de Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay, y que espera la aceptación de su pedido de entrada por parte de los congresos de Brasilia y Asunción.

No bien bajó del avión, Chávez aseguró que "no hay otro camino que la integración" entre los países del sur. Luego volvió a reconocer problemas en la concreción del Gasoducto del Sur. "Eso se ha congelado, se ha frenado", reiteró el mandatario. El jueves pasado, el jefe de Estado caribeño había afirmado que la paralización de la iniciativa, que planea conectar a Venezuela con la Argentina y Brasil, es resultado de "un ataque desde la misma Sudamérica".

El primer encuentro entre ambos presidentes se celebró en la Casa Rosada. Allí se rubricó la colocación mediata de los Bonos del Sur III por mil millones de dólares. Este instrumento financiero ya fue utilizado en dos oportunidades, y le sirve a Argentina para obtener financiamiento sin demasiadas condiciones en momentos en que existe cierta turbulencia en los mercados mundiales originados en el mercado hipotecario de Estados Unidos.

En principio, se trataría de una emisión por 500 millones de dólares, que se completaría en lo que resta de año con dos emisiones por 250 millones más. La letra fina del acuerdo fue discutida por el secretario de financiamiento argentino Sergio Chodos y el titular de Finanzas venezolano, Rodrigo Cabezas.

La estrategia reciente preveía un paulatino alejamiento de Caracas como fuente de fondeo, para recurrir a los mercados de capitales, pero a partir de la semana pasada el clima mundial se enrareció, y pedir prestado a los prestamistas se volvió muy caro para la economía argentina. Por lo tanto, la Casa Rosada decidió volver al “primer amor”.

La semana anterior vencieron compromisos por 2.700 millones de dólares, que el Tesoro pagó con recursos propios, en lugar de endeudarse para refinanciar los vencimientos. Lo positivo fue que Argentina redujo deuda pública neta por ese monto, y lo negativo es que disponemos de menos recursos (en igual magnitud que lo cancelado) para las enormes necesidades existentes.

Desde 2005, Venezuela compró papeles argentinos por cerca de 4.200 millones de dólares, en colocaciones directas entre ambas capitales.

Además, se anunció la construcción de una planta regasificadora por un monto de 400 millones de dólares. El gas natural puede ser comercializado a través de gasoductos –este es el método más utilizado- o puede ser licuado –esto es, volverlo líquido a través de un proceso de enfriado y compresión- para ser embarcado en los buques conocidos como metaneros. En este estado se lo conoce como gas licuado de petróleo (GLP). Luego, en el lugar de destino, el combustible vuelve a ser gasificado para ser distribuido por la red. La planta que se enunció va a permitir regasificar el fluido embarcado en Venezuela.

Pero la semana continúa con la agenda energética, ya que Chávez va a viajar a Bolivia para anunciar la construcción de una planta de separación de gases, y luego a Ecuador para concretar acuerdos para mejorar la destilación del petróleo crudo en ese país. A su vez, Kirchner va a volar a la ciudad de La Paz para encontrarse con el presidente Evo Morales y lanzar la licitación para la construcción de una planta de separación de líquidos en el Gran Chaco, por un monto de 400 millones de dólares y financiada por Argentina.

La planta separadora de líquidos, complementa la construcción del Gasoducto del Noreste Argentino (GNA) y será la más grande de Sudamérica, porque va a permitir separar 30 millones de metros cúbicos diarios.

Tras el diálogo en Casa Rosada, el mandatario venezolano fue agasajado por Kirchner y la primera dama y candidata presidencial, Cristina Fernández, con una cena de honor en la residencia de Olivos.

http://www.prensamercosur.com.ar/apm/nota_completa.php?idnota=3479