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quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/Trabalhadores de quatro países manifestam solidariedade a Lula e Dilma



23 março 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Sindicato que representa 2 milhões de trabalhadores do Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos divulga carta em que condena os ataques à democracia no país

São Paulo – O sindicato global Workers Uniting, que representa 2 milhões de trabalhadores no Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos, divulgou ontem (22) carta aberta em que manifesta solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidenta Dilma Rousseff, que estão “sob maciço ataque das forças conservadoras”.

A carta afirma que Lula e Dilma “representam o triunfo da democracia e da inclusão social contra a política antidemocrática e neoliberal da direita”. O texto também destaca que nos oito anos do governo de Lula os salários tiveram ganho real de 53% e que 15 milhões de novos empregos

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

União Europeia/TROIKA À BEIRA DA IMPLOSÃO



16 outubro 2013, Presseurop http://www.presseurop.eu (França)

 

Mediapart, Paris

 

A falta de consenso entre a Comissão Europeia e o FMI sobre a forma como acabar com a crise da dívida na Europa não para de aumentar. De tal forma que, em Bruxelas, o seu desmantelamento começa a ser considerado.


Os “homens de negro” da troika estão em vias de ir cada um para seu lado. Três anos após a sua criação fora de qualquer quadro jurídico estabelecido pelos tratados europeus, este organismo tricéfalo, que devia conduzir os programas de reforma dos países da zona euro em risco de falência, está a ser atravessado por tensões graves. Ao ponto de estar aberto, em Bruxelas, o debate sobre o pós-troika.

Criada para o “resgate” da Grécia em maio de 2010, a impopular troika trabalha agora com os Governos de três outros membros da zona euro: Portugal, Irlanda e Chipre. É ela que decide a lista das poupanças, reformas estruturais e privatizações que cada país se deve comprometer a efetuar, se quiser, em troca, um mega-empréstimo para evitar a bancarrota. O FMI aconselha ainda os europeus em matéria de reforma do setor bancário espanhol.

Em três anos, esta estrutura de funcionamento opaco tornou-se o símbolo de uma gestão autoritária da crise, que encosta à parede as capitais da zona euro determinadas em evitar a falência, obrigando-as a pôr em prática reformas rejeitadas por grande número de cidadãos.