Mostrando postagens com marcador sindicatos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sindicatos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Brasil/Entenda 5 propostas do governo Temer que acabam com direitos trabalhistas

9 setembro 2016, Brasil de fato https://www.brasildefato.com.br (Brasil)
Redação

O aumento da jornada diária para até 12 horas, anunciado pelo ministro do Trabalho, é apenas uma delas.

O anúncio de que a reforma trabalhista proposta pelo governo poderá ampliar a jornada diária em até 12 horas, feito pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quinta-feira (7), trouxe preocupação ao Planalto.

Dada a repercussão negativa da declaração, o presidente não eleito Michel Temer (PMDB) orientou Nogueira a reafirmar que não haverá retiradas de direitos dos trabalhadores.

As centrais sindicais não receberam a notícia com surpresa, já que esta medida é apenas uma das ameaças à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) propostas

terça-feira, 19 de julho de 2016

Bolivia/"ES UNA RESPONSABILIDAD CON LA HISTORIA ENCONTRAR LOS RESTOS DE MARCELO QUIROGA"-- García Linera



17 jul Agencia Boliviana de Información-ABI http://www.abi.bo (Bolivia)

La Paz (ABI) -- El vicepresidente Álvaro García Linera rememoró el domingo por la noche los 36 años del golpe de Estado de Luis García Meza, el 17 de julio de 1980, y dijo que es una responsabilidad con la historia encontrar los restos del líder sindical Marcelo Quiroga Santa Cruz, desaparecido desde ese día.

Según García Linera, el Gobierno no bajará la guardia hasta encontrar los restos de Marcelo Quiroga Santa Cruz, quien fue secuestrado el 17 de julio de 1980 de la sede de la Central Obrera Boliviana (COB), tras ser intervenida por un grupo de paramilitares tras el golpe de Luis García Meza, y trasladado con vida al Estado Mayor, para asesinarlo haciendo desaparecer su cuerpo.

"Hemos buscado por todos los lados que sea posible y no vamos a bajar nunca la guardia, es una responsabilidad con la historia el encontrar

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Brasil/"DEMOCRACIA BRASILEIRA ESTÁ SOB ATAQUE", afirma Naomi Klein



1 junho 2016, Brasil de Fato https://www.brasildefato.com.br (Brasil)

Rafael Tatemoto


Em entrevista exclusiva, autora de "Doutrina do Choque" também debate alternativas às crises econômica e ambiental

A Doutrina do Choque, publicado em 2007, marcou uma geração ao apresentar como, ao contrário do que se afirmava, a implementação do neoliberalismo tinha poucas relações com o avanço da democracia liberal pelo mundo. A jornalista canadense Naomi Klein, autora da obra, afirmava: as visões da Escola de Chicago foram primeiramente postas em prática em regimes autoritários, justamente porque contrariam as necessidades da maior parte da população.

As ideias neoliberais, para Klein, se aproveitariam de

quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/Trabalhadores de quatro países manifestam solidariedade a Lula e Dilma



23 março 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Sindicato que representa 2 milhões de trabalhadores do Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos divulga carta em que condena os ataques à democracia no país

São Paulo – O sindicato global Workers Uniting, que representa 2 milhões de trabalhadores no Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos, divulgou ontem (22) carta aberta em que manifesta solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidenta Dilma Rousseff, que estão “sob maciço ataque das forças conservadoras”.

A carta afirma que Lula e Dilma “representam o triunfo da democracia e da inclusão social contra a política antidemocrática e neoliberal da direita”. O texto também destaca que nos oito anos do governo de Lula os salários tiveram ganho real de 53% e que 15 milhões de novos empregos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Brasil/Contra golpe, Frente Brasil Popular conclamaato para dia 16

8 dezembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em reunião na noite desta segunda-feira (7) em São Paulo, entidades integrantes da Frente Brasil Popular convocou todos os movimentos sociais a se mobilizarem contra o golpe, em defesa da democracia. A grande mobilização nacional está marcada para o dia 16 de dezembro (quarta-feira). Em nota, a Frente explica os motivos de serem contra contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Pois "não paira nenhuma acusação ou suspeita de crime, desonestidade ou ilegalidade". 

 

Regiane Oliveira Contra golpe, Frente Brasil Popular 

conclama ato para dia 16


Nota da Frente Brasil Popular

NÃO VAI TER GOLPE!

Os setores golpistas da direita através de um grupo de parlamentares, liderados pelo deputado Eduardo Cunha, querem o impeachment da Presidenta da República.

A maioria do povo brasileiro, através das centrais sindicais, dos movimentos populares, dos estudantes, das organizações de juventude, mulheres, negros, LGBT, indígenas, das pastorais das igrejas, da intelectualidade democrática, bem como

domingo, 11 de outubro de 2015

Pátria Grande, Abya Yala/'O SOCIALISMO É A RADICALIZAÇÃO DA DEMOCRACIA' -- Álvaro García Linera

6 outubro 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

'Sempre vale a pena quando se faz pelos mais pobres, pensando na melhoria de sua condição a longo prazo', declarou o vice-presidente boliviano

 

Instituto Lula

Álvaro García Linera, vice-presidente da Bolívia, apresentou conquistas e desafios postos ao governo de Evo Morales, primeiro indígena a chegar à Presidência do país vizinho, durante o debate “Bolívia: Dez anos de transformações políticas, étnicas e sociais”, organizado pelo Instituto Lula nesta segunda-feira (5), em São Paulo. Linera integrou mesa que incluiu ainda o assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Luiz Dulci e Clara Ant, diretores do Instituto Lula.

Apesar do aprofundamento da crise econômica mundial, que derrubou tanto preços de combustíveis como das commodities e fragilizou a economia em toda a América Latina, a Bolívia acumula resultados positivos na última década. Desde que Morales foi eleito pela primeira vez, em 2006, a economia cresceu 300% em ritmo de expansão do PIB superior a 5% ao ano, enquanto a desigualdade despencou: se, em 2005, os 10% mais ricos acumulavam patrimônio 170 vezes maior que o dos 10% mais pobres, hoje, a elite econômica boliviana tem riqueza “apenas” 70 vezes maior que o dos mais pobres – um número

sábado, 22 de agosto de 2015

Brasil/Entidades se unem contra o golpe e em defesa dos direitos sociais

21 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Defender os direitos sociais e fazer com que a Constituição Federal seja cumprida foram dois dos principais assuntos que marcaram o lançamento do Movimento em Defesa da Democracia e dos Direitos Sociais, realizado nesta quinta-feira (20), em Porto Alegre (RS). O local ficou lotado com a presença de dirigentes sindicais, representantes de movimentos sociais, políticos e pessoas contrárias ao avanço de pautas conservadores no Congresso Nacional.


Movimento em defesa da democracia e dos 
direitos sociais (Foto: Marina Pinheiro)

Durante a cerimônia, discursos de líderes sindicais pregaram a resistência ao golpe e rejeitaram a tese do impeachment. À mesa de abertura, o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS), Guiomar Vidor, explicou a origem do movimento, organizado em conjunto com o Ministério Público do Trabalho, centrais sindicais, movimentos estudantis e entidades organizadas da sociedade civil. “Percebemos que o avanço do conservadorismo ameaça a democracia e os direitos sociais do ponto de vista dos direitos individuais, coletivos, e principalmente dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras desse país. Tomamos essa iniciativa para

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil/Centrais lançam manifesto em apoio a Dilma e contra o golpismo

14 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Sempre em momentos decisivos para a classe trabalhadora, as centrais sindicais buscam o caminho da unidade. E não foi diferente agora. Nesta sexta-feira (14), lideranças sindicais da CTB, Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central e CSB se uniram para assinar um manifesto, por meio de seus principais sindicatos, em defesa da democracia e pelo respeito ao mandato legitimo da presidenta Dilma Rousseff.

O documento, publicado nesta sexta nos principais jornais do país, afirma: “É necessário desmontar o cenário político em que prevalecem os intentos desestabilizadores, que têm sido utilizados como o condão para a aplicação de uma política econômica recessiva e orientada ao retrocesso político-institucional”.

Repelindo a política do quanto pior, melhor, da oposição, as lideranças enfatizam que o momento político atual “exige diálogo, compromisso com o país, com a democracia e com a necessária afirmação de um projeto de desenvolvimento nacional ancorado na produção, em uma indústria forte, um setor de serviços dinâmico, um comércio vigoroso, uma agricultura pujante e

Brasil/Em defesa da democracia, movimentos convocam todos às ruas dia 20!

13 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

“Em defesa da democracia e por mais conquistas sociais”. Essa é a pauta que está mobilizando os movimentos sociais, sindicais e juvenis para o próximo dia 20 de agosto. Neste contexto, a TV Vermelho entra na mobilização em um vídeo exclusivo com representantes de várias entidades nacionais e convoca à população para se unir e ocupar às ruas na luta por mais direitos e pela manutenção da democracia em nosso país. 


 
Assista abaixo:

Da TV Vermelho,
Laís Gouveia, Toni c. e Clécio Almeida. 


quinta-feira, 19 de março de 2015

Brasil/LA GRAN PRENSA ESTÁ CREANDO UNA LEGIÓN DE ‘MIDIOTAS’

16 março 2015, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Por Rennan Martins, Desenvolvimentistas

Las manifestaciones de este domingo 15 de marzo regimentaron a miles de indignados. Con la camiseta de la corruptísima CBF (Confederación Brasilera de Fútbol), estos/as ciudadanos/as se juntaran para probar la enorme capacidad de movilización de la narrativa hegemónica y, con sus consignas, reforzar el status quo.

La Globo News hizo una cobertura cinematográfica de los eventos, mientras sus varios comentaristas asumían la condición de portavoces de la "fiesta cívica”, reclamando actitudes del gobierno. Alrededor de las 15h, anunciaron que había 240 mil personas en la Avenida Paulista, en San Pablo. Antes de las 15h30 ya eran 480 mil y, faltando algunos minutos para las 16h, la marca alcanzó sensacionales 1 millón de descontentos. Además de la enorme diferencia de proyección en relación al diario Folha de S. Paulo, que calculó 210 mil indignados, la Globo todavía tiene que explicar como 750 mil personas desafiaron la física llegando en el mismo momento a los alrededores del evento.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Paraguay/PRONUNCIAMIENTO SOBRE LOS CIEN DÍAS DEL GOBIERNO DE CARTES



28 noviembre 2013, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)


Centrales Sindicales del Paraguay

COMUNICADO DE LAS CENTRALES SINDICALES PARAGUAYAS

Asunción, 26 de Noviembre de 2013

Ante el grave estado de crispación social y política que existe en nuestro país, por responsabilidad del actual gobierno, que desde sus inicios se ha caracterizado por hacer oídos sordos a los clamores populares, por la corrupción generalizada, retracción económica, inseguridad, falta de atención a la salud, Presupuesto General de Gastos de la Nación en el cual está ausente el gasto social, falta de libertad sindical represión a los sectores organizados criminalizando sus luchas.

RESPONSABILIZAMOS, a los poderes del Estado de la actual situación, en especial al Ejecutivo, quien hasta ahora no ha dado muestras de querer cambiar

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Brasil/ENTRAVES ECONÔMICOS À REFORMA POLÍTICA



23 julho 2013, Teoria e Debate http://teoriaedebate.org.br

Teoria e Debate, Edição 114

Ampliar a participação popular põe em risco o poder da pequena parcela detentora da maior parte da riqueza do país. Eis a razão de fundo, além dos interesses particulares de parlamentares e de seus partidos, da enorme resistência a uma reforma capaz de radicalizar nossa democracia, materializada nos discursos do núcleo-duro da oposição (PSDB, DEM e PPS, com o precioso auxílio de setores da “base aliada”, sobretudo o PMDB)  reproduzidos pela grande mídia

Passado mais de um mês desde as imprevistas manifestações que sacudiram o Brasil no mês de junho, parece haver certo consenso, ao menos à esquerda, de que, independentemente das diferentes avaliações de suas causas e consequências mais imediatas, elas tiveram ao menos o mérito de expor, a exemplo do que já ocorrera recentemente em outros países, a falência de nosso atual sistema político. Com efeito, já não se pode negar que a estreiteza de nossa democracia não é mais capaz de dar vazão ao legítimo anseio de participação que floresceu, sobretudo, com o advento e a disseminação da internet e de suas redes sociais. Tampouco é capaz de permitir respostas satisfatórias às demandas surgidas a partir das transformações econômicas e sociais vividas pelo Brasil nos últimos dez anos.
  
Nesse sentido, não resta dúvida de que apenas uma profunda reforma em nosso sistema político-eleitoral, nas formas de representação e nos mecanismos de participação popular, pode abrir uma saída positiva para este novo momento.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Brasil/Lula assume papel decisivo na organização das manifestações em todo o país



27 junho 2013, Correio do Brasil http://correiodobrasil.com.br (Brasil)

Por Redação - de São Paulo


Ex-presidente da República e um dos principais atores políticos da esquerda brasileira, Luiz Inácio Lula da Silva assume, definitivamente, o seu papel de liderança nos movimentos sociais que tomaram as ruas do país, em uma série de manifestações que chega à sua segunda semana. De sua base, na sede do Instituto Lula, nesta capital, o principal aliado da presidenta Dilma Rousseff na elaboração de uma agenda política para a realização de um plebiscito, provavelmente em agosto, intensifica os encontros com os movimentos sociais mais próximos do Partido dos Trabalhadores (PT).

No mais recente encontro, na véspera, com jovens de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a União da Juventude Socialista (UJS), o Levante Popular da Juventude e o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve),

Brasil/Centrais sindicais e MST marcam ato unitário para 11 de julho em todo país



26 de junho de 2013, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra--MST http://www.mst.org.br (Brasil)  

Por Marize Muniz
Da CUT

A CUT, as demais centrais sindicais (CTB, Força, UGT, CSP/Conlutas, CGTB, CSB e NCST), e o MST decidiram, em reunião realizada nesta terça-feira (25), em São Paulo, organizar atos conjuntos – do movimento sindical e social — no próximo dia 11 de julho em todo o País – e também os itens da pauta que serão levados à presidenta Dilma Roussef, em audiência que será realizada amanhã (26), no Palácio do Planalto, em Brasília.

As paralisações, greves e manifestações terão como objetivo destravar a pauta da classe trabalhadora no Congresso Nacional e nos gabinetes dos ministérios e também construir e impulsionar a pauta que veio das ruas nas manifestações realizadas em todo o país dos últimos dias.

“Vamos chamar à unidade das centrais sindicais e dos movimentos sociais para

Brasil/LIMITES E CONTRADIÇÕES DOS MOVIMENTOS QUE ESTÃO NAS RUAS



26 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Em entrevista à Carta Maior, Paolo Gerbaudo, pesquisador do Kings College e especialista em movimentos sociais, fala sobre as semelhanças e diferenças entre os protestos de rua que sacudiram países como Egito, Turquia, Espanha e Brasil. Gerbaudo aponta a força desses movimentos, mas também indica seus limites. "Há uma contradição entre o que se defende como parte de um movimento autônomo que rechaça o Estado, mas que, ao mesmo tempo, depende do Estado para a satisfação de suas demandas. Os movimentos podem ter um efeito autodestrutivo. É o que ocorreu em certa medida no Egito", adverte. Por Marcelo Justo, de Londres.

 

Marcelo Justo

Londres - Os protestos que sacudiram os sistemas políticos de nações tão díspares como Egito e Brasil nos últimos três anos não provem da estrutura política tradicional, mas sim da rua, de uma tradição movimentista. Na Europa da austeridade, no Brasil de Dilma Rousseff, na Primavera Árabe e na Turquia pró-islâmica de Recep Tayyip Erdogan estes movimentos – chamem-se indignados, Movimento Passe Livre ou Occupy – têm traços organizativos similares, uma mescla de espontaneidade, demandas específicas e escassas consignas programáticas.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Brasil/Gilberto Carvalho diz que população está preparada para plebiscito



27 junho 2013, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse hoje (27) que a população está preparada para o plebiscito que definirá uma reforma política no país. “Acho que suspeitar do despreparo da população seria um erro, o mesmo erro de quem desconsideraria a capacidade da mobilização nas ruas. Naturalmente, tem que haver um grande investimento na divulgação e no debate intenso”, disse o ministro antes de participar do Seminário Memória e Compromisso, no Centro Cultural de Brasília.

Segundo o ministro, o país está vendo se consolidar um novo processo de mobilização.

Brasil/Presidenta Dilma se reúne com representantes de movimentos sociais urbanos



25 junho 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta terça-feira (25), no Palácio do Planalto, com movimentos sociais urbanos. O presidente da Central Única das Favelas, Preto Zezé, afirmou que, no encontro, foi acertada a implementação de um fórum de diálogo permanente e cada movimento deverá, a partir de agora, negociar suas pautas diretamente com cada Pasta do governo.

“A presidenta convidou os movimentos urbanos, que atuam na área de moradia, de favela, no setor de usuários de transporte público, nos convidou para nos ouvir. Cada um dos movimentos colocou sua pauta específica, e foi muito proveitoso, inclusive, para retomar o diálogo em um outro patamar.

Papa garante discreto apoio a reformas políticas do Brasil



26 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Esse apoio já foi transmitido a Dilma pelo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raimundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida (SP). Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) também aprova clamor popular, desde que não haja atos de vandalismo. Por Dermi Azevedo


O papa Francisco garantiu à presidenta Dilma Rousseff o apoio da Igreja Católica Romana ao projeto de reformas políticas no Brasil. Esse apoio já foi transmitido à Dilma pelo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil),

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Uruguay/Maduro llama a crear central sindical de América Latina y el Caribe




7 mayo 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Jorge Luna

Montevideo (PL) --- El presidente venezolano, Nicolás Maduro, llamó hoy a los trabajadores de la región a crear una gran central sindical de América Latina y el Caribe en el marco de la Celac.

Maduro citó a la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), así como al Mercado Común del Sur (Mercosur) y otros mecanismos de integración, y dijo que los sindicatos de todos los países

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Portugal/FICAR OU SAIR DA ZONA EURO

8 dezembro 2011/Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Vaz de Carvalho

1 – Apareceram como cogumelos neste Outono (do nosso descontentamento) comentadores a fazerem críticas à UE e (veja-se lá!) até mesmo à Alemanha. Ainda há pouco lacrimejavam pelos contribuintes alemães que se "sacrificavam" pelos despesistas países periféricos. São os mesmos que incensavam os tratados da UE como portadores de futuros radiosos e apostrofavam como sacrílegos os que se atreviam a criticar sua eminência Trichet ou punham em dúvida a "bondade" dos mercados.

E no entanto, houve quem avisasse que a entrada na UE traria problemas insolúveis ao país e que a adesão ao euro seria um desastre. Era fácil ver que em todas as actividades básicas e estratégicas para o desenvolvimento nacional (na indústria, na agricultura, nas pescas) já então os países da UE eram excedentários. Para silenciar as críticas proclamava-se que teríamos 500 milhões de consumidores, à nossa disposição! Omitiam que havia centenas de milhões de produtores com produtividades muito superiores à nossa.

Pelos habituais "30 dinheiros", fecharam-se empresas, desmantelou-se a produção agrícola, abateram-se embarcações. Os responsáveis por esta situação – para mostrarem preocupação – agora vão falando das potencialidades do país naquelas áreas.

CRÍTICAS INÓCUAS

2 – Tais críticas são inócuas e circunstanciais. As pseudo soluções desses comentadores passam sempre pelo que lá de fora façam por nós, isto é, por eles. Dizem que o BCE deve garantir as dívidas soberanas ameaçadas pela desconfiança dos mercados, que deve ser reforçada a coordenação fiscal, que devem ser lançados eurobonds. Além disto, a Alemanha deve congelar a sua ortodoxia em relação ao controlo da inflação e funcionar como motor da economia europeia.

Não passam de votos piedosos sobre a reforma da UE que não saem dos critérios neoliberais, nem atacam os problemas de fundo: tenta-se "mudar alguma coisa para ficar tudo na mesma".

Vejamos, o BCE não está em condições de garantir nada quanto ao descrédito do euro. Foi graças às suas políticas que a economia europeia entrou em estagnação, sob ataque do dólar e de agências de notificação, os países com elevadíssimos défices, os bancos em crise de financiamento vivendo de capital fictício e continuando inconscientemente na senda da especulação, tolerada e incentivada pelo BCE/UE.

Os eurobonds seriam pouco mais que lixo, mesmo que a Alemanha não os tivesse já recusado vezes sem conta. Os BRIC já demonstraram que ignoram os problemas do euro. A Europa não tem aliados. Os EUA transformaram-na num satélite: ao mesmo tempo que se servem dela para a sua política imperial, movem-lhe guerra pelo dólar contra o euro.

A China e a Rússia não têm qualquer interesse estratégico em fortalecer à sua custa os que estão incondicionalmente do lado dos seus adversários reais (os EUA).

OS ILUSIONISTAS AUTÓCTONES

3 – A Alemanha não pode, por muito que custe aos ilusionistas da política nacional, ajudar ninguém. Aliás a condição que apresenta para alterar o funcionamento do BCE é passar a ter controlo sobre os orçamentos dos demais países. Ou seja: sem qualquer garantia sobre coisa alguma, concretizar o velho sonho imperial alemão de tornar os demais países suas colónias. Nem o Governo Federal dos EUA tem este poder sobre os Estados. Claro que para os que apoiam o governo – tal como os que se abstêm…– e que pretendem acabar com o feriado do 1º de Dezembro, a questão da independência nacional pouco ou nada deve dizer. O seu reaccionarismo pseudo nacionalista resume-se a atacar os imigrantes pobres – ao mesmo tempo que aconselham os jovens a irem-se embora do país…

A Alemanha não pode ajudar ninguém e dificilmente a ela própria, sob pena de perder a sua posição competitiva na primeira linha das tecnologias avançadas – as key enabling tecnologies: biotecnologia industrial, micro e nanoelectrónica, novos materiais, fotónica, tecnologias avançadas de fabrico. A Alemanha faz parte do reduzidíssimo grupo de países líderes nestas áreas com os EUA e Japão. Além destes com participação bastante inferior vêm a França, o Reino Unido, a Coreia do Sul, a Holanda, a que se junta, procurando recuperar atrasos, a China.

São tecnologias que necessitam de elevadíssimo nível de capitais para investigação e investimentos, com taxas de retorno muito reduzidas por ora. A Alemanha atrasar-se neste domínio seria perder o seu estatuto tecnológico. O que a Alemanha precisa é que os seus bancos transformem em capital real o capital fictício de que estão atulhados e de mão-de-obra barata de países seus satélites na UE.

A Alemanha precisa do euro suficientemente alto para a sua finança e suficientemente baixo em relação à sua produtividade para a sua indústria. Por isto, a Alemanha precisa do euro, e precisa de países europeus que mantenham a sua Balança de Transacções altamente excedente (131 mil milhões de euros, previstos para este ano).

Trata-se no entanto de uma contradição maior – uma antinomia, em termos da filosofia: para salvar a economia destrói a finança; para salvar a finança destrói a economia. Em qualquer dos casos, destrói os demais países europeus. O que é de salientar é que todos aqueles comentadores a que nos referimos consideram que se a UE não se empenhar em resolver os problemas de Portugal, estaremos condenados a seguir o caminho da Grécia! Mas é o que já está a acontecer. De forma que são totalmente ridículas – em termos da matemática ou da física dir-se-ia, desprezáveis – aquelas criticas à D. Merkel.

O CAMINHO DA SERVIDÃO

4 – A questão permanece: ficar ou sair da zona euro. Recentemente uma sondagem dava conta que mais de 73,8% dos inquiridos não queria que Portugal saísse do euro. O que é curioso é que com a desinformação e propaganda a favor do euro mais de 26% não o aprovem. Ora ninguém disse que saindo do euro acabavam as dificuldades: o problema é que ficando no euro o caminho é a servidão, a redução de Portugal a país colonizado pelos tais "países amigos".

Dizia o gen. De Gaulle – ao que parece repetindo Richelieu – que em política externa não há ideologias, só interesses. Desenganem-se, pois, os que vão nos cantos de sereia de "mais Europa". Aliás quanto "mais Europa", pior os seus países têm ficado. A Alemanha e os mais fortes hão de defender os seus interesses à custa dos mais fracos. Todos os tratados da UE mostram isto mesmo. D. Merkel diz que salva o euro tendo controlo sobre os OE dos outros países. É espantoso que isto seja dito e tolerado, mas além do mais é uma mentira: a Alemanha não tem capacidade para salvar o euro. O que pretende é colocar os outros países na sua órbita, reduzi-los à condição de mão de obra barata e sem direitos.

Nenhum problema do país vai ser resolvido, por este caminho. Vamos ficar com mais dívida, mais desemprego, mais falências, mais recessão, mais exploração interna e externa. Só em 2010 foram transferidos para fora do país, 17 700 milhões de euros de rendimentos. Um país pobre?!

Conforme dissemos anteriormente: "Com o euro estão anunciados 10 anos de sacrifícios, isto é, "ad aeterno ceteris paribus" (até à eternidade em iguais circunstâncias…). Sair do euro: 6 meses de sacrifícios e esforços, recompensados".
[1] Isto é, os custos da nossa saída da zona euro seriam temporários ao passo que os custos de permanecermos serão inultrapassáveis, pois apenas aprofundaremos a situação a que chegamos, de meros servos da dívida, a versão actual dos servos da gleba medievais, submetidos ao capital financeiro do "eixo franco-alemão" [2]

FALSAS ALEGAÇÕES

Referimos também em como eram falsas as alegações catastrofistas de, abandonando o euro, aumentar a dívida e não haver dinheiro para pagar salários e pensões, além de outros aspectos. Vejamos agora outras alegações que parecem pertinentes: desvalorização, inflação, perda de valor dos depósitos, perda de poder de compra.

Desvalorização – claro que o "novo escudo" seria desvalorizado, o que seria benéfico para a economia nacional, reduzindo o défice externo, aumentando exportações, reduzindo importações, fomentando a produção nacional e o emprego.

Uma das regras da economia clássica mais comummente aceite é que o valor da moeda de um país deve reflectir o equilíbrio das suas contas externas. Temos uma moeda sobrevalorizada em relação à produtividade e estrutura produtiva nacionais – situação de desastre, cuja bancarrota da Argentina no início do século serve de exemplo. A actual cotação do euro apenas serve a Balança Comercial da Alemanha e países próximos a ela intimamente associados como a Holanda e a Áustria.

Inflação dispara – num primeiro momento sim, mas este é justamente o critério que Keynes assumiu – e durante décadas posto em prática – para ultrapassar as crises capitalistas. Para Keynes o problema económico não era a inflação, era o desemprego, Entre uma coisa e outra mais valia prejudicar a finança, mas salvar a economia e dar solução às pessoas. É evidente que a inflação se reduziria à medida que a produção nacional aumentasse e o desemprego diminuísse.

Os depósitos perderiam o seu valor – independentemente de com o euro estarem e continuarem a perde-lo, é certo que com nova moeda perderiam – pelo menos transitoriamente – em relação a moedas estrangeiras, o que importaria fundamentalmente a quem exporta capital, mas isto do ponto de vista do país seria benéfico. Internamente o seu valor seria o do poder de compra da nova moeda. Aliás o poder de compra do euro – já não falando do dos portugueses – é cada vez menor. A nova moeda permitiria também nestas condições um aumento da poupança nacional que bem necessária é, em vez de se escoar para o estrangeiro como areia entre os dedos.

O poder de compra seria drasticamente reduzido – não parece fazer muito sentido esta alegação, atendendo ao que acontece e às perspectivas futuras, quando já nem os ministros nem os seus propagandistas conseguem garantir como e quando a descida do poder de compra para. A única forma do poder de compra subir é abandonar o euro, promover a produção nacional, reduzir o desemprego, ter um sistema fiscal não determinado pelos interesses da finança.

Dizer que passaríamos a viver com 25 ou 40% menos é errado. É confundir o valor dos bens com a sua expressão monetária. Os bens transaccionáveis manteriam o seu valor expresso em euros ou noutra moeda. Põe-se o problema, sim, de como pagar as importações, que se reduziriam. Mas como paga-las estando na zona euro? Endividando-nos sem fim.

A questão é, pois, produzir bens transaccionáveis. Ora, como o euro não o conseguimos, como está mais que provado, a única forma de o fazer é de facto negociar a saída da zona euro.
[3]

É evidente que problemas de ordem prática e técnica se colocam numa substituição da moeda. São questões técnicas, umas menores – como a alteração das caixas registadoras – outras maiores cuja solução reside na alteração do estatuto e funcionamento do Banco de Portugal – hoje uma espécie de barco encalhado ao sabor das marés da finança internacional.

Sem dúvida que uma das medidas para defesa da riqueza nacional seria o controlo e a temporária proibição de exportação de rendimentos acima de determinados valores.
[4] Se a UE tivesse soluções há muito que as teria tomado. Dominada pela superstição neoliberal chegou a este impasse. A Alemanha já perdeu mais esta guerra pelo domínio da Europa, mas como dantes quer arrastar todos consigo. Não há que ter ilusões, Srs. do "federalismo" europeu, para Portugal e outros países o plano nem sequer passa por "região autónoma": apenas a servidão neocolonial.

Portugal necessita recuperar urgentemente um desígnio de independência nacional. A solução para a crise está no projecto constitucional que traduziu os anseios do povo no tão almejado 25 de Abril.

O caminho que este governo pretende seguir foi recentemente definido pela personagem digna de figurar numa história do Tim Tim – uma espécie de Dupond, mas do lado do Rastapopoulos – que é hoje o sr. ministro das Finanças: Diz que a sujeição à chantagem e à usura é "ganhar a confiança dos mercados". Pelos vistos a confiança dos portugueses pouco lhe importa. Quanto aos mercados, riram-se-lhe na cara, aplaudindo as medidas do OE e aumentando os juros no mesmo dia. Entretanto o primeiro-ministro com inusitado alheamento das consequências, promete mais austeridade…

1 – Ver O Euro e as Escolhas , 16/Nov/2011
2 – O termo "eixo" foi aplicado à aliança das potências fascistas na II Guerra Mundial.
3 – Desde a entrada no euro o crescimento médio anual do PIB entre 2001 e 2010 foi de apenas 0,7%. Em resultado desta "década perdida" agora teremos como média entre 2001 e 2012 (conforme previsões) uns 0,15% de média anual. Um total descalabro para a economia nacional.
4 – Medidas deste tipo foram comuns mesmo em países desenvolvidos. Por exemplo, a Inglaterra assim procedeu nos anos 60 do século passado, no governo do trabalhista MacMillan.