Mostrando postagens com marcador Comunidade do Caribe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comunidade do Caribe. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Abya Yala, Patria Grande/MERCOSUL CONSOLIDA E AMPLIA INTEGRAÇÃO REGIONAL

30 julho 2014 Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)
A diplomacia dos países sul-americanos, na sua maioria liderados por governos progressistas, produziu mais um fato político com reflexos positivos no desenvolvimento econômico e social. 

Os chefes de Estado e de governo membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), reunidos em Caracas nesta terça-feira (29), na 46ª Cúpula Presidencial do bloco, decidiram acelerar o desenvolvimento produtivo da região pondo em marcha mecanismos que atuam não mais a favor dos monopólios, mas dos povos. 

Os dois resultados mais visíveis e impactantes da Cúpula foram a aceleração do processo para ativar o Banco do Sul e o impulso à criação da Zona Econômica Complementar, com a participação da Aliança Bolivariana para Nossa América (Alba), Comunidade do Caribe (Caricom) e Petrocaribe, que é o acordo energético composto por Venezuela, Cuba e vários outros países caribenhos. De acordo com

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PAÍSES DO CARIBE EXIGEM DA EUROPA UMA COMPENSAÇÃO PELA ESCRAVATURA



4 agosto 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Tráfico de escravos pintado num quadro de George Morland/Museu das Artes Africanas e Oceánicas, Paris

Os cálculos mais conservadores indicam que pelo menos 12 milhões de africanos foram sequestrados na costa ocidental do seu continente e transportados em barcos negreiros europeus até às colónias da América, entre os séculos XVI e XVIII. Nem todos sobreviveram a travessia e aqueles que chegaram com vida, trabalharam em condições de escravatura nas plantações dos impérios da Espanha, Inglaterra, Holanda, França e Portugal no Novo Mundo. As nações que integram a Comunidade do Caribe (Caricom) atribuem a origem da sua actual pobreza material à escravatura e ao genocídio perpetrado naqueles tempos. Por isso, decidiram levantar um processo jurídico contra a Inglaterra, Espanha, França, Holanda e Portugal, reclamando uma compensação económica e de investimento em planos de desenvolvimento.

“Estamos a enquadrar a exigência das reparações numa discussão sobre o desenvolvimento. Não estamos a falar de uma confrontação, mas se necessário levaremos o nosso caso para a Corte Internacional de Justicia para negociar”, explicou a historiadora Verene Sheperd, que