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segunda-feira, 30 de junho de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA, CAZAQUISTÃO E BIELO RÚSSIA: UMA INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E HUMANITÁRIA

26 junho 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

As embaixadas da Rússia, Bielo Rússia e Cazaquistão promoveram nesta terça (24) um encontro com profissionais da comunicação quando apresentaram os planos de seus governo sobre o Tratado de União Econômica Eurosiática entre os três países em evento realizado na seda da embaixada do Cazaquistão em Brasilia.

Tânia Nicole*

A nova união marca o início de formação de um dos maiores mercados econômicos mundiais. Com previsão para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2015,  a nova aliança pretende impulsionar o desenvolvimento dos países-signatários, Rússia, Bielorrússia   e Cazaquistão, estendendo-se em breve a Armênia.

O acordo que contempla a livre circulação de bens, serviços, capitais e mão-de-obra irá reunir em seu mercado regional 170 milhões de pessoas, segundo o embaixador Sergey Akapov.

A formação de um mercado comum e sem barreiras, na área de negócios, possui condições favoráveis a competividade e modernização. Estar ao vento das crises econômicas e financeiras não é um bom itinerário, razão pela qual uma integração econômica é vantajosa a todos os países-membros, com “possibilidade de qualquer país interessado se tornar o país-observador junto à união”. Para Batyzkan Ordabaev, embaixador do Cazaquistão,“ Este acordo está aberto para qualquer outro país no mundo. Existem muitas outras uniões, possibilidades de economia.”

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Brasil/O DESTINO DE ALCÂNTARA



8 agosto 2013 Carta Capital http://www.cartacapital.com.br (Brasil)

Enquanto o Brasil for ocupado ideologicamente, não conseguirá fazer política soberana em temas como o programa espacial


O Estadão (29 de julho, p. A6) diz que o “Brasil volta a negociar uso de base de Alcântara com os EUA.” Há, no título o primeiro erro, pois não se trata de uso de "base de Alcântara", que não existe, mas de cessão de território estratégico brasileiro, para que nele os EUA e, mais tarde, "europeus e japoneses", continua o jornal, instalem bases para lançamentos de satélites, suprindo assim suas (deles) atuais carências, exatamente aquelas que hoje tornam concorrencialmente viável o projeto espacial brasileiro – o qual tem (ou deveria ter) objetivos estratégicos determinantes e fins comerciais secundários.

Os europeus não devem ter interesse na empreitada, pois já possuem, em pleno funcionamento, a base de Kourou, na Guiana Francesa, cuja localização geográfica, a 5,0º ao Norte da linha do Equador, preserva algumas das muitas vantagens oferecidas pela península de Alcântara, no Maranhão. Ela poderia interessar aos russos, pois suas atuais bases de lançamento, como a de Baikonur, mediterrâneas, exigem o sobrevoo do satélite sobre áreas habitadas; mas eles estão associados aos franceses em Kourou, de onde serão lançados os foguetes Soyuz,