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sábado, 26 de setembro de 2015

Brasil/POR UM CONGRESSO COM A CARA DO POVO

22 setembro 2015, Carta Maior, Blog do Emir http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Por Emir Sader

A retirada dos financiamentos empresariais pode representar a verdadeira possibilidade de se eleger Congressos com a cara do povo e não das suas elites.

Nos sistemas políticos representativos, os cargos executivos representam a maioria da população. Os legislativos deveria representam as distintas posições em suas devidas proporções, espelhando a diversidade – social, politica, cultural – da sociedade.
 
No entanto, não há nada mais oposto à cara da sociedade brasileira do que a composição dos parlamentos, a todos os níveis. É como se os congressos fossem a sociedade invertida: há muito mais parlamentares representando o agronegócio do que as trabalhadores rurais enquanto que, na realidade do campo, são milhões de trabalhadores trabalhando a terra por um lado e um punhado de donos de agronegócio por outro.

Acontece que, entre a realidade concreta e essa representação invertida intervém o poder do dinheiro, produzindo todas essas distorções. Se os grandes temas discutindo pelo Congresso fossem debatidos e definidos pela sociedade realmente existente, frequentemente as resoluções seriam o oposto do que os parlamentares decidem.

O financiamento privado de campanha elegeu, até aqui, não bancadas de partidos, mas de empresas que os financiam, os conhecidos

terça-feira, 10 de março de 2015

Brasil/"Os fascistas não querem aceitar o fim da eleição", diz Ministro da Defesa Jaques Wagner

9 março 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


Jacques Wagner Ministro da Defesa Jaques Wagner ressaltou a necessidade 
do fim do financiamento privado de campanha (Foto: Arquivo Mercosul & CPLP)

 Os fascistas não querem aceitar o fim da eleição

Finalmente, alguém do Governo fala de POLÍTICA e, não, de ajuste…

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, concedeu entrevista à rádio Metrópole nesta segunda-feira (09) e denunciou o ódio com que o Governo é tratado “pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição”. 

Finalmente, alguém do Governo fala de política e, não, de ajuste.
 

“Algumas pessoas tentam estimular o clima de ódio. A política é boa, mas a gente tem que botar em primeiro lugar o Brasil. Se a gente está com dificuldade na economia, não é para estimular a crise. Quem perdeu a eleição tem que deixar a democracia rodar”, declarou o ministro.

Wagner reforçou as conquistas dos governos trabalhistas desde 2002. “O PT abriu espaço para os que nunca foram vistos por governos conservadores. É no tempo do PT que funciona o Ministério Público, a Polícia Federal. Não venha me dizer que quem criou coisa errada foi o PT. Infelizmente ainda existe alguns da elite que tem aquela visão conservadora de achar que o mundo nasceu pra meia dúzia”, afirmou.

O ministro da Defesa ainda comparou os avanços do país nos governos Lula e Dilma com