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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/CHINA PREPARA-SE PARA RESGATAR A RÚSSIA

17 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Tyler Durden*, Zero Hedge

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Na noite de hoje [16/12/2014], há pouco, Wang Yungui, da Administração Chinesa de Câmbio [orig. State Administration of Foreign Exchange's (SAFE)] observou que “o impacto da depreciação do rublo russo ainda não aparece com clareza, e, como Bloomberg noticiou, “SAFE está acompanhando de perto a depreciação do rublo e encorajando as empresas a proteger-se contra os riscos do rublo”.

Seus comentários ecoaram também na agenda de reforma do mercado de moedas para dar mais flexibilidade ao yuan, tema para o qual o jornal The South China Morning Post apontou em matéria intitulada “Rússia pode procurar ajuda da China, para enfrentar crise” – na qual se lia que a Rússia pode recorrer ao acordo de swap [troca] de moeda, de 150 bilhões de yuan (US$ 24 bilhões) com a China, assinado em outubro, se

terça-feira, 12 de agosto de 2014

CRESCE O PETROYUAN (E A LENTA EROSÃO DA HEGEMONIA DO DÓLAR NORTE-AMERICANO)

7 agosto2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br

4 agosto 2014, *Flynt Leverett e Hillary Mann Leverett, World Financial Review

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Por 70 anos, um dos pilares mais criticamente determinantes do poder norte-americano tem sido a posição do dólar como mais importante moeda do mundo. Nos últimos 40 anos, um dos pilares do primado do dólar tem sido o papel dominante das notas verdes nos mercados internacionais de energia. Hoje, a China está alavancando seu crescimento como potência econômica, e como o mais importante mercado em desenvolvimento para exportadores de hidrocarboneto no Golfo Persa e na ex-URSS, para circunscrever a dominação do dólar na energia global – com ramificações potencialmente profundas para a posição estratégica dos EUA.

Desde a IIª Guerra Mundial, a supremacia geopolítica dos EUA repousa não só na força militar, mas também na posição do dólar como principal moeda de negócios e de reserva do mundo. Economicamente, a primazia do dólar extrai “senhoriagem” – a diferença entre o custo de imprimir dinheiro e seu valor – de outros países e minimiza a taxa de risco cambial das empresas norte-americanas. Mas sua real importância é estratégica: a primazia do dólar permite que os EUA cubram seus déficits crônicos em conta corrente e fiscal, emitindo mais de sua própria moeda